No dia 14 de dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a gerente da empresa, Schirley Dalmagro, responderam as principais dúvidas dos internautas sobre estudo no Canadá em um Hangout ao vivo com transmissão para todo o Brasil. Se você não conseguiu acompanhar o evento, não tem problema! Aqui nós separamos as dez melhores perguntas e respostas para você. Além disso, você também pode assistir ao vídeo na íntegra. É só clicar no play:
1) Quais são as regras gerais para quem quer estudar e trabalhar no Canadá?
De acordo com a gerente da 3RA Intercâmbio, Schirley Dalmagro, o aluno que embarca para o Canadá para fazer um programa de College, chega ao país com visto de estudo e permissão de trabalho off campus de 20 horas por semana e 40 horas por semana no scheduled break. Se o aluno tiver um cônjuge, este tem direito a visto de trabalho aberto, sem limite de horas. “É importante lembrar que os dois, tanto aluno quanto cônjuge, só podem trabalhar após o primeiro dia de aula do College ou Faculdade. Se o estudante estiver fazendo um programa Pathway ou inglês, ele não poderá trabalhar durante este período”, explicou.
O diretor da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, também relembrou que na hora de escolher o curso é preciso tomar muito cuidado com a nomenclatura College. “Existem vários cursos vocacionais e até escolas de inglês com o nome de College. Por isso, antes de fechar a instituição procure saber se cumpre os requisitos para que você consiga atingir seus objetivos. Para que a faculdade te dê direito ao PGWP, por exemplo, você precisa fazer um programa com no mínimo oito meses de duração em faculdades ou colleges públicos. Para instituições privadas, apenas programas degree, como bachelor ou masters, por exemplo, dão direito ao PGWP”, disse.
2) Quais são as vantagens do Post-graduation Work Permit (PGWP)?
Segundo Schirley Dalmagro, o PGWP é uma grande ajuda para quem quer imigrar para o Canadá. “O seu trabalho durante o período de estudos não irá contar pontos como experiência canadense para a sua imigração, até porque você vai estar trabalhando apenas part-time. Porém, quando você chegar ao PGWP, você não terá limite de horas para trabalhar e se você tiver um emprego full-time dentro dos NOCs 0, A ou B, você poderá somar mais pontos em alguns processos de imigração”, falou a gerente. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP.
3) Como fica a situação do cônjuge durante o PGWP do aplicante principal?
Se o estudante tiver um contrato de trabalho dentro dos NOC 0, A, B, o cônjuge poderá estender o visto de trabalho também. Caso contrário, o cônjuge precisará ficar com visto de visitante e não poderá trabalhar até o estudante conseguir este contrato. “Dentro da nossa experiência, não é difícil conseguir este emprego. Este contrato é simples”, disse Francisco Zarro.
“Nós também sempre orientamos nossos alunos a fazerem suas conexões e construir seu networking ainda na faculdade. Não deixe para depois de formado. Pense no seu objetivo desde o início e vá construindo esse leque antes mesmo de se formar. Assim quando você cair no mercado você já estará mais preparado e aumentará as suas chances de conseguir este contrato de trabalho mais rapidamente”, recomentou Schirley.
4) Pretendo fazer College em uma área distinta da qual me formei. Qual documento devo traduzir para enviar ao College, o Histórico Escolar ou o da Universidade?
“Na verdade, nós evitamos matricular os estudantes em áreas muito diferentes das quais eles se formaram no Brasil porque estamos vendo que a imigração não tem reagido bem a esses casos, nos quais o curso escolhido não tem qualquer ligação com o background profissional do aluno”, destacou Francisco.
Porém, sobre a documentação, isso vai variar muito de acordo com a Faculdade. “Nós procuramos analisar quais são os documentos aceitos por cada instituição. Se a faculdade aceita os dois, por exemplo, nós vamos optar por aquele que tornaria o aluno um candidato com mais chances de ser aceito. Vamos escolher aquele com a nota maior, porque a faculdade quer ver quem é você como aluno”, completou Schirley.
5) Ao receber uma solicitação de PGWP o que o governo canadense considera: O tempo de duração do curso divulgado pelo College ou o tempo gasto pelo aluno para concluir o curso?
“Quando você terminar o seu curso, a faculdade vai emitir um documento falando o tempo daquele programa. Eu já vi o oficial seguir as duas opções citadas por você. Porém, é interessante você pensar sempre no tempo do curso. Não adianta ficar estendendo muito o seu programa, até porque você precisa ter muito cuidado ao fazer isso. Você vai precisar se manter como aluno full-time no Canadá, cumprindo os critérios determinados pela faculdade”, esclareceu Francisco.
“Eu iria pelo mais seguro. Não vale a pena arriscar um projeto desse para apressar as coisas, ou até mesmo alongar demais, porque isso pode ser mau visto pelos olhos da imigração”, completou Schirley.
6) É verdade que em Montreal, apesar da língua predominante ser o francês, é possível viver, trabalhar e estudar apenas falando inglês?
“Existe a possibilidade de estudar em inglês sim. Porém, quanto à busca por emprego, já é um pouco mais complicado. Principalmente aquele primeiro emprego, que é mais coloquial e geralmente envolve atendimento ao público. Acho difícil conseguir se você não tiver o francês”, comentou Francisco.
7) É verdade que cursos de College iniciados em Janeiro não dão direto às férias de Verão?
“Depende muito da província, do College e do programa. Na maioria dos programas de Ontario, para você ter direito às férias de verão, você precisa ter estudado dois termos anteriormente. Logo, se você começou em Janeiro, não vai conseguir tirar essas férias, porque o termo de Verão já é o seguinte. Agora se você começou em Setembro, você já vai ter estudado o termo que iniciou em Setembro e o de Janeiro, sendo o de Verão o terceiro termo. Então, de uma maneira geral, na província de Ontario você não consegue mesmo. Em Vancouver já é um pouco diferente. Normalmente não tem essa exigência. Você tem mais mobilidade”, explicou Schirley.
8) Cônjuge e estudante podem chegar ao país em datas diferentes?
“O aplicante principal, ou seja, quem vai estudar, não pode entrar depois. Logo, se você é a pessoa que vai estudar, o seu cônjuge pode vir com você ou depois de você, mas nunca antes”, explicou Francisco.
9) Para quem vai tentar uma vaga em uma instituição canadense, qual prova de inglês vocês recomendam? IELTS ou TOEFL?
“As faculdades normalmente aceitam os dois. Porém, nós quase sempre indicamos o IELTS, porque é um teste que você vai precisar fazer de novo para o seu processo de imigração (Caso você não queira fazer o CELPIP) e se você já tiver estudado o formado desta prova antes, vai facilitar bastante, ainda que para a universidade seja pedido o IELTS Academic e para a imigração, o General. No entanto, vale a pena avaliar o tipo de prova que te deixa mais confortável. Escolha sempre aquela que você acredita que se sairá melhor”, aconselhou Schirley.
10) Considerando um casal no qual ambos estão fazendo cursos vocacionais. Os filhos terão direito a estudar em escola pública?
“Geralmente não, mas isso vai depender muito do school board. Cada um tem suas próprias regras. Porém, na maioria dos casos, com os pais estudando em cursos vocacionais, dificilmente eles irão conseguir matricular o filho em uma escola pública gratuita. Nesta caso, eles podem registrar a criança em uma particular, que custa entre CAD$ 13 e CAD$ 17 mil por ano”, finalizou Francisco.
Salário mínimo no Canadá
/0 Comentários/em Canadá, Custo de vida e planejamento, Salários por intercambioNo Brasil, o salário mínimo tem o mesmo valor em todo o território nacional. Porém, no nosso amado país da América do Norte as coisas são um pouquinho diferentes. Primeiramente, o valor do salário mínimo no Canadá não é mensal, mas sim por hora. Além disso, esse valor da hora pode variar de acordo com a província e a diferença pode chegar a ser de quase três dólares por hora!
Atualmente o salário mais baixo, por exemplo, é de CAD$ 10,96 e o mais alto CAD$ 14,00. Ou seja, se você for um trabalhador full time (40 horas por semana), ganhando o salário mínimo, no final do mês a diferença pode ser de até CAD$ 486.
Por isso, pensando em lhe ajudar, nós resolvemos elaborar um texto com o salário atual de todas as províncias canadenses e também com os aumentos previstos para os próximos anos.
Veja abaixo:
Salário mínimo no Canadá por província
1) Alberta:
Em Alberta, o salário mínimo atual é de CAD$ 13,60 por hora. Ainda, de acordo com o governo da província, este valor chegará à CAD$ 15 por hora a partir do dia 1º de Outubro de 2018.
2) British Columbia:
Em British Columbia, o salário atual é de CAD$ 12,65. Porém, o governo vem fazendo uma série de anúncios sobre o aumento do benefício, que chegará a CAD$ 15,20 até junho de 2021. Veja abaixo a crescente:
1º de Junho de 2019: $13.85 por hora (aumento de $1.20 )
1º de Junho de 2020: $14.60 por hora (aumento de $0.75 )
1º de Junho de 2021: $15.20 por hora (aumento de $0.60 )
3) Manitoba:
Em Manitoba, o salário mínimo atual é de CAD$ 11,15 por hora.
4) New Brunswick:
Atualmente, o salário na província é de CAD$ 11,25. Este valor será reajustado anualmente de acordo com o Índice de Preços do Consumidor (Consumer Price Index).
5) Newfoundland & Labrador:
O valor atual do salário mínimo na província é de CAD$ 11,15.
6) Northwest Territories:
O salário mínimo na região é de CAD$ 13,46 por hora. O regulamento não especifica que deve haver um aumento anual.
7) Nova Scotia:
Atualmente, o valor do salário na província é de CAD$ 11. No local, o montante é reajustado de acordo com o Índice de Preços do Consumidor (Consumer Price Index).
8) Nunavut:
O valor do salário mínimo nesta província é de CAD$ 13 por hora e é reajustado sempre no mês de abril de cada ano.
9) Ontario:
Ontario conta com o maior salário mínimo do Canadá atualmente, com o valor de CAD$ 14 por hora. O governo ainda confirmou que, em janeiro de 2019, o montante passará a ser CAD 15,00, por hora.
10) Prince Edward Island:
Atualmente, o salário mínimo na região é de CAD$ 11,55 por hora.
11) Quebec:
Em Quebec, o salário mínimo é CAD$ 12,00 por hora.
12) Saskatchewan:
O salário mínimo atual é de CAD$ 10,96 e é reajustado anualmente, sempre no dia 1 de Outubro, de acordo com o Índice de Preços do Consumidor (Consumer Price Index) e o salário médio por hora (Average Hourly Wage). As alterações no salário mínimo são sempre anunciadas a cada ano até 30 de junho.
13) Yukon:
O valor do salário em Yukon é de CAD$ 11,51 por hora e é ajustado no dia primeiro de Abril de cada ano de acordo com o Índice de Preços do Consumidor (Consumer Price Index).
É importante lembrar que cada província também conta com um custo de vida diferente. Portanto, apenas o valor do salário mínimo não pode ser o único fator levado em consideração no seu “Projeto Canadá”. É preciso analisar o índice de empregabilidade da sua área, o seu estilo de vida, os programas disponíveis em cada cidade e muitos outros fatores.
Por isso, a consulta gratuita da 3RA é um tão importante próximo passo.
Veja quanto custa viver no Canadá.
Como se dar bem em entrevistas de emprego por telefone no Canadá
/0 Comentários/em Canadá, Entrevistas, Trabalho por intercambioVocê sabia que uma prática muito comum dos processos seletivos no Canadá é a entrevista por telefone? Isso mesmo! Pode parecer estranho, já que essa não é uma prática muito comum no Brasil, mas em terras canadenses isso acontece o tempo todo. Normalmente, esta é uma das primeiras etapas, que ocorre logo após a análise do currículo. Se você nunca teve essa experiência, não se preocupe! Nós temos algumas dicas para você:
1) Tenha sempre em mãos informações sobre as vagas que você aplicou
Após se candidatar a uma vaga de emprego no Canadá, você poderá receber a qualquer momento uma ligação do empregador. Portanto, tenha sempre em mãos informações sobre as vagas para as quais você enviou currículo. Caso tenha enviado para mais de uma, carregue com você uma listinha com as posições e principais informações sobre a posição como cargo, qualificações exigidas, nome da pessoa para quem você enviou seu currículo e suas informações de contato, a data que você enviou seu currículo e algumas informações sobre a empresa. É legal ter também uma cópia de seu currículo. Organize essas informações de uma forma que seja fácil e rápida de encontrar.
2) Certifique-se de estar no lugar adequado
Se o seu telefone tocar enquanto você estiver na rua fazendo compras, tomando conta das crianças, ou fazendo algo que lhe impeça de conversar direito com o entrevistador, peça para remarcar a entrevista para uma hora conveniente para vocês dois. Mas lembre-se: Mostre que você ficou entusiasmado com a ligação e com a oportunidade.
3) Seja simpático, educado e profissional
Uma entrevista por telefone pode parecer um pouco mais informal, mas não é motivo para você esquecer-se de ser simpático, educado e demonstrar profissionalismo. Lembre-se que você está tentando uma vaga em uma empresa, então este não é um bate-papo qualquer. Você precisa passar uma boa impressão, mesmo que por telefone. Os especialistas até indicam um tom mais casual no início e no final da conversa, mas nada exagerado.
Não se esqueça também de agradecer ao recrutador pelo telefonema e reiterar seu interesse na prosição. O final da entrevista pode fazer toda a diferença!
Gostou das dicas? Então fique ligado aqui em nosso blog: Toda semana uma nova dica sobre o mercado de trabalho canadense para você!
Como funciona o transporte público em Dublin?
/0 Comentários/em Irlanda por intercambioDublin não é uma cidade muito grande. Só para se ter uma ideia, ela conta com pouco mais de 500 mil habitantes e cerca de 115 km², tanto é que quem mora no Centro quase não precisa usar o transporte público.
Porém, se você vai morar um pouquinho mais afastado, é provável que os ônibus, metrô e trem façam parte de sua rotina diária. Veja abaixo como funciona cada tipo de transporte disponível na capital irlandesa e algumas curiosidades sobre eles:
Dublin Bus
Como já comentamos em postagens anteriores aqui do blog, todos os ônibus de Dublin contam com wifi gratuito para os usuários, são bem pontuais e adaptados para pessoas com deficiência. Bem diferente da realidade que conhecemos no Brasil, não é mesmo? Além disso, geralmente as paradas contam com um painel digital que mostra quanto tempo falta para o próximo veículo chegar.
Caso a parada de seu ônibus não tenha este painel, você pode usar também o Dublin Bus App, disponível gratuitamente para Android e iOS. Com este aplicativo você consegue verificar informações sobre trajeto e horários, por exemplo. Além disso, é possível planejar a sua rota e calcular quanto você precisará pagar ao motorista, pois o valor da passagem varia de acordo com o trajeto que será percorrido por você. Também é possível encontrar todas essas informações no site https://www.dublinbus.ie.
É importante lembrar que nos ônibus de Dublin não há cobrador. Assim que entrar no ônibus, você precisará colocar as moedas (os veículos só aceitam pagamento em moedas!) em uma máquina. Por isso é importante ter sempre o valor trocado. No entanto, caso você tenha dado moedas a mais, o motorista irá entregar a você um ticket com o valor do troco. Você só precisará ir até o escritório do Dublin Bus – que fica no número 59 Upper O’Connell Street, Dublin 1 – e pegar seu dinheiro de volta.
Uma dica interessante para quem vai ficar por algum tempo na cidade e vai precisar o transporte público com frequência é fazer o Leap Card. Com este cartão, você não vai precisar ficar carregando moedas por aí e ainda economizará cerca de 20% no valor das tarifas. Clique aqui para saber mais informações sobre este cartão.
Luas (Metrô de superfície)
O Luas é um metrô de superfície que conta com duas linhas: a verde e a vermelha. Neste tipo de metrô não há cobrador, ou seja, você mesmo precisa emitir o seu ticket nas máquinas disponíveis nas estações. Os valores também variam de acordo com o trajeto e normalmente o single ticket custa entre €2.00 e €3.30. Porém, assim como no Dublin Bus, você pode usar o Leap Card e obter desconto nessa tarifa. Há também opções especiais para quem usa o transporte todos os dias como o 7 Day & 30 Day Tickets, Flexi Tickets e Luas Tax Saver Tickets.
Clique aqui para obter mais informações sobre as tarifas
Clique aqui para ter acesso à rota do Luas
Dart (trem)
O Dart é uma verdadeira “mão na roda” para aqueles que precisam ir a locais mais afastados. Para quem não sabe, ele é um trem que segue pela costa e viaja em altas velocidades. O Dart é o transporte público que vai lhe dar aquela forcinha no verão, levando você até as famosas praias de Bray e Howth, por exemplo.
Assim como os ônibus, todos os vagões disponibilizam wifi gratuitamente aos usuários e são extremamente pontuais. Para checar os horários, você só precisa acessar o site do Dart. Os aplicativos do Dart também podem te ajudar nessa missão. Eles são disponibilizados gratuitamente para iOS e Android.
Os tickets são vendidos nas máquinas disponibilizadas nas estações e assim como nos ônibus e Luas os valores da tarifa variam de acordo com o trajeto que será percorrido por você.
Além destas três opções, há ainda o Dublin Bike, um sistema de aluguel de bicicletas. Como este é o meio de transporte favorito dos intercambistas, estamos preparando um texto especial sobre o assunto. Então, fique ligado aqui no blog da 3RA!
5 lugares para ver as luzes de Natal em Vancouver
/0 Comentários/em Atrações turísticas, Canadá, Cidades, Cultura e estilo de vida, Curiosidades, Diversão, Familia, Lazer, Vancouver, Vancouver por intercambioVancouver já está totalmente no clima de Natal. As baixas temperaturas e a neve – que resolveu dar as caras este ano – colaboram ainda mais para este ar natalino que a gente adora! E se você está passando o Natal pela primeira vez na cidade, não pode deixar de ver as luzes que deixam nossa Vancouver mais linda do que nunca. Confira abaixo:
1)St. Paul’s Hospital Lights of Hope
As luzes do hospital St. Paul são tradicionais em Vancouver.
São mais de 100 mil luzes (isso mesmo!) que montam um lindo painel de mais de dez quilômetros.
O Hospital fica na Burrard Street, número 1081, em Downtown.
Você tem até o final de dezembro para dar um pulinho lá.
https://www.instagram.com/p/BOOdsYThgJG/?tagged=lightsofhope
2) Bright Nights at Stanley Park
Nesta época do ano, o Stanley Park recebe mais de três milhões de luzes.
A atração também conta com um passeio de trem para os pequenos, muita música, lanches e visitas do Papai Noel e seus elfos.
A exposição irá funcionar até domingo, dia 1 de Janeiro.
3) Holiday Hi-Light Festival
O Holiday Hi-Light Festival é o local ideal para levar a criançada.
O festival conta com mais de 50 mil luzes de natal, além de noites super agradáveis com papai noel, chocolate quente, pintura facial e muito mais!
O Holiday Hi-Light Festival acontece no Park & Tilford Gardens, North Vancouver e estará aberto até o dia 31 de dezembro.
https://www.instagram.com/p/BOEQ-nmAvAQ/?taken-at=1537356
4) Canyon Lights at Capilano Suspension Bridge
Um dos locais mais famosos nessa época do ano é a Capilano Suspension Bridge.
A ponte e a bela paisagem ficam ainda mais bonitas com as luzes do festival. No local você poderá ver ainda a árvore de Natal mais alta do mundo, com 153 metros de altura, e muitas outras atrações.
A Capilano Suspension Bridge fica na Capilano Road, número 3735, North Vancouver e você tem até o dia 8 de janeiro, das 11am às 9pm para visitar o parque.
5) Festival of Lights at VanDusen Garden
Imagine um lindo jardim botânico todo coberto por mais de um milhão de luzes de Natal. Incrível, não é?
Você será transportado para um mundo mágico, podendo fazer as trilhas do local com renas e gnomos, passando pela gruta dos desejos e muito mais!
O VanDusen Gardens fica na Oak Street, número 5251, em Vancouver.
O evento segue até o dia 2 de janeiro, das 4h30pm às 9pm. Porém, até o dia 23 de dezembro a exposição ficará aberta até às 10pm.
Fonte: Daily Haive Vancouver
Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá
/20 Comentários/em Canadá, Educação no Canadá, Estudo e imigração por intercambioQuer estudar no Canadá, mas está cheio de dúvidas? Então veja abaixo o texto que preparamos para você. Ele responde as principais dúvidas de nossos clientes:
1)Quais cursos dão direito à permissão de trabalho?
Atualmente, de acordo com a lei canadense, para ter direito a trabalhar o aluno precisa ser um estudante full-time em um programa pós-secundário, ou seja, pós-ensino médio, como colleges, bacharelados, mestrados, etc, com no mínimo seis meses de duração.
Nestes casos, enquanto está tendo aula, o aluno poderá trabalhar até 20 horas por semana (part-time). Já nos períodos de férias, denominados “scheduled breaks”, o estudante poderá trabalhar até 40 horas por semana.
Se o aluno estiver cursando um programa que conta com componente de trabalho (co-op), ele poderá trabalhar full-time no termo destinado para esta parte prática do curso (até 40 horas na semana).
É importante destacar que estudantes matriculados em cursos de inglês NÃO tem permissão para trabalhar.
Clique aqui e saiba mais sobre o assunto
2) Se eu tiver uma permissão de trabalho, posso começar a trabalhar a partir do dia que entrar no país?
A permissão de trabalho é válida a partir do primeiro dia de aula do estudante na instituição de ensino. A regra também é válida para o cônjuge. Antes do início das aulas nenhum dos dois podem trabalhar, mesmo que já tenham um work permit válido.
3) O que é o PGWP? Quais cursos dão direito à essa permissão?
O Post-graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que o estudante internacional pode solicitar após completar seus estudos no Canadá. Porém, nem todos os cursos oferecem o direito de aplicar para o PGWP. De uma maneira geral, os programas que dão direito à essa permissão são:
*Faculdades públicas: Qualquer programa com duração acima de oito meses;
*Faculdades particulares: Qualquer programa que seja um degree (Exemplo: Bachelor Degree, Associate Degree ou Masters Degree)
Confira no site do governo canadense se a sua instituição é elegível ao PGWP.
Cursos vocacionais e cursos de inglês não dão direito ao PGWP. Nestes casos, após a conclusão deste tipo de curso, o estudante precisa retornar ao Brasil, a não ser que encontre um outro caminho para continuar no Canadá (como se matricular em um outro curso, por exemplo).
Clique aqui para mais informações sobre o PGWP
4) Qual a diferença entre Colleges e programas de carreira (cursos vocacionais)?
Os programas de carreira ( também conhecidos como cursos vocacionais ou co-op) têm esse nome porque apresentam um componente de estudos mais um componente de trabalho.
Eles são cursos de diplomas e certificados oferecidos em instituições privadas e apresentam uma série de vantagens para os estudantes: Normalmente contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo quando comparado ao nível exigido pelos Colleges em geral. Eles também oferecem ao estudante a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa.
Porém, como já dito anteriormente, eles não dão direito à solicitação do PGWP ao término do curso, não sendo o mais indicado para aqueles que desejam imigrar para o país.
Infelizmente, não há uma lista identificando quais são as instituições públicas e privadas do país. Por isso, procure o seu consultor 3RA para não correr risco de tomar uma decisão equivocada e perder seu tempo e dinheiro.
Obs.: É importante tomar muito cuidado com a nomenclatura co-op. Existem programas em instituições públicas que contam com um termo de co-op, ou seja, um período no qual o estudante precisará trabalhar – ou fazer um estágio – para completar o curso. Este caso é diferente do citado acima.
Clique aqui e saiba mais sobre a diferença entre os cursos vocacionais e colleges
5) Quero levar o cônjuge para o Canadá. Os cursos vocacionais dão direito ao Open Work Permit?
De uma maneira geral, não. Há relatos de pessoas que até conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como é no caso dos colleges públicos. Outro ponto importante a se considerar é quando o casal tem filhos. Cursos vocacionais não dão direito ao ensino público gratuito para as crianças e/ou adolescentes.
6) Existe alguma pontuação extra no sistema de imigração para quem conclui cursos no Canadá?
Sim. Desde o dia 19 de novembro de 2016, estudantes internacionais que concluírem programas pós-secundários ganham pontos no Express Entry, sendo 15 pontos para aqueles que tiverem uma credencial elegível de um programa de um ano ou dois anos e 30 pontos para quem tiver uma credencial elegível de um programa pós-secundário de três anos ou mais ou uma credencial elegível de um programa de mestrado ou doutorado; ou ainda uma credencial elegível no nível de um grau profissional de entrada para a prática para uma ocupação listada na matriz de classificação ocupacional nacional no Nível de Habilidade A para o qual o licenciamento por uma entidade reguladora provincial é necessária.
Clique aqui e saiba mais sobre o assunto
Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Então deixe sua pergunta nos comentários para a nossa equipe ;)
Conheça ferramentas que irão lhe ajudar a encontrar um emprego no Canadá
/2 Comentários/em Canadá, Custo de vida e planejamento, Procurando emprego, Tecnologia, Trabalho por intercambioO site “Job bank” é uma excelente fonte de informação para quem está procurando emprego no país. Nós já escrevemos um pouco sobre ele aqui em outras ocasiões, como quando falamos sobre salários e carreiras. Porém, agora resolvemos mostrar algumas outras ferramentas deste site que podem ser muito úteis principalmente para quem acabou de chegar ao Canadá e não sabe muito bem ainda onde procurar pelas oportunidades.
Advanced Search
O advanced search é um recurso muito interessante da página. Nele você consegue encontrar as vagas disponíveis com as exatas características que você procura. Você pode, por exemplo, filtrar sua busca por tipo de trabalho (temporário, permanente, casual etc), carga horária (full-time ou part-time), idioma, nível educacional, categorias, província e região, entre outros. Clique aqui para acessar esta ferramenta.
Job Alerts
Job Alerts é uma outra ferramenta muito útil. Com ela, você não precisa perder tempo checando o site todos os dias. Basta cadastrar-se no site e, duas vezes por dia, você irá receber em sua caixa de e-mail as vagas disponíveis que atendam ao seu perfil. Caso você consiga um emprego e não precise mais receber as mensagens, basta cancelar a assinatura. Clique aqui para se cadastrar.
Job Market Trends
O site oferece as principais tendências sobre o mercado de trabalho canadense. Desta forma, você pode entender onde estão as oportunidades – a médio e a longo prazo – e pode direcionar suas buscas para alguma região específica do país. A ferramenta “Job Market Trends” também reúno os eventos significativos do último mês que podem ter algum impacto na oferta e demanda de novas oportunidades em todo o Canadá. Você tem a opção de procurar por informações gerais ou filtrar suas pesquisa de acordo com o tipo de informação desejada, setor ou região. Clique aqui para acessar a página.
Top Advertised Jobs
Na seção “Top Advertised Jobs” você encontra uma lista completa e atualizada de quais são os profissionais mais procurados pelas empresas que estão anunciando no site. Normalmente a página recebe cerca de 3 mil novas postagens por dia. Clique aqui e veja a lista atualizada.
As 10 melhores perguntas do Hangout “Sessão tira-dúvidas: Estudo no Canadá”
/0 Comentários/em Canadá, Educação no Canadá, Estudo e imigração por intercambioNo dia 14 de dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a gerente da empresa, Schirley Dalmagro, responderam as principais dúvidas dos internautas sobre estudo no Canadá em um Hangout ao vivo com transmissão para todo o Brasil. Se você não conseguiu acompanhar o evento, não tem problema! Aqui nós separamos as dez melhores perguntas e respostas para você. Além disso, você também pode assistir ao vídeo na íntegra. É só clicar no play:
1) Quais são as regras gerais para quem quer estudar e trabalhar no Canadá?
De acordo com a gerente da 3RA Intercâmbio, Schirley Dalmagro, o aluno que embarca para o Canadá para fazer um programa de College, chega ao país com visto de estudo e permissão de trabalho off campus de 20 horas por semana e 40 horas por semana no scheduled break. Se o aluno tiver um cônjuge, este tem direito a visto de trabalho aberto, sem limite de horas. “É importante lembrar que os dois, tanto aluno quanto cônjuge, só podem trabalhar após o primeiro dia de aula do College ou Faculdade. Se o estudante estiver fazendo um programa Pathway ou inglês, ele não poderá trabalhar durante este período”, explicou.
O diretor da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, também relembrou que na hora de escolher o curso é preciso tomar muito cuidado com a nomenclatura College. “Existem vários cursos vocacionais e até escolas de inglês com o nome de College. Por isso, antes de fechar a instituição procure saber se cumpre os requisitos para que você consiga atingir seus objetivos. Para que a faculdade te dê direito ao PGWP, por exemplo, você precisa fazer um programa com no mínimo oito meses de duração em faculdades ou colleges públicos. Para instituições privadas, apenas programas degree, como bachelor ou masters, por exemplo, dão direito ao PGWP”, disse.
2) Quais são as vantagens do Post-graduation Work Permit (PGWP)?
Segundo Schirley Dalmagro, o PGWP é uma grande ajuda para quem quer imigrar para o Canadá. “O seu trabalho durante o período de estudos não irá contar pontos como experiência canadense para a sua imigração, até porque você vai estar trabalhando apenas part-time. Porém, quando você chegar ao PGWP, você não terá limite de horas para trabalhar e se você tiver um emprego full-time dentro dos NOCs 0, A ou B, você poderá somar mais pontos em alguns processos de imigração”, falou a gerente. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP.
3) Como fica a situação do cônjuge durante o PGWP do aplicante principal?
Se o estudante tiver um contrato de trabalho dentro dos NOC 0, A, B, o cônjuge poderá estender o visto de trabalho também. Caso contrário, o cônjuge precisará ficar com visto de visitante e não poderá trabalhar até o estudante conseguir este contrato. “Dentro da nossa experiência, não é difícil conseguir este emprego. Este contrato é simples”, disse Francisco Zarro.
“Nós também sempre orientamos nossos alunos a fazerem suas conexões e construir seu networking ainda na faculdade. Não deixe para depois de formado. Pense no seu objetivo desde o início e vá construindo esse leque antes mesmo de se formar. Assim quando você cair no mercado você já estará mais preparado e aumentará as suas chances de conseguir este contrato de trabalho mais rapidamente”, recomentou Schirley.
4) Pretendo fazer College em uma área distinta da qual me formei. Qual documento devo traduzir para enviar ao College, o Histórico Escolar ou o da Universidade?
“Na verdade, nós evitamos matricular os estudantes em áreas muito diferentes das quais eles se formaram no Brasil porque estamos vendo que a imigração não tem reagido bem a esses casos, nos quais o curso escolhido não tem qualquer ligação com o background profissional do aluno”, destacou Francisco.
Porém, sobre a documentação, isso vai variar muito de acordo com a Faculdade. “Nós procuramos analisar quais são os documentos aceitos por cada instituição. Se a faculdade aceita os dois, por exemplo, nós vamos optar por aquele que tornaria o aluno um candidato com mais chances de ser aceito. Vamos escolher aquele com a nota maior, porque a faculdade quer ver quem é você como aluno”, completou Schirley.
5) Ao receber uma solicitação de PGWP o que o governo canadense considera: O tempo de duração do curso divulgado pelo College ou o tempo gasto pelo aluno para concluir o curso?
“Quando você terminar o seu curso, a faculdade vai emitir um documento falando o tempo daquele programa. Eu já vi o oficial seguir as duas opções citadas por você. Porém, é interessante você pensar sempre no tempo do curso. Não adianta ficar estendendo muito o seu programa, até porque você precisa ter muito cuidado ao fazer isso. Você vai precisar se manter como aluno full-time no Canadá, cumprindo os critérios determinados pela faculdade”, esclareceu Francisco.
“Eu iria pelo mais seguro. Não vale a pena arriscar um projeto desse para apressar as coisas, ou até mesmo alongar demais, porque isso pode ser mau visto pelos olhos da imigração”, completou Schirley.
6) É verdade que em Montreal, apesar da língua predominante ser o francês, é possível viver, trabalhar e estudar apenas falando inglês?
“Existe a possibilidade de estudar em inglês sim. Porém, quanto à busca por emprego, já é um pouco mais complicado. Principalmente aquele primeiro emprego, que é mais coloquial e geralmente envolve atendimento ao público. Acho difícil conseguir se você não tiver o francês”, comentou Francisco.
7) É verdade que cursos de College iniciados em Janeiro não dão direto às férias de Verão?
“Depende muito da província, do College e do programa. Na maioria dos programas de Ontario, para você ter direito às férias de verão, você precisa ter estudado dois termos anteriormente. Logo, se você começou em Janeiro, não vai conseguir tirar essas férias, porque o termo de Verão já é o seguinte. Agora se você começou em Setembro, você já vai ter estudado o termo que iniciou em Setembro e o de Janeiro, sendo o de Verão o terceiro termo. Então, de uma maneira geral, na província de Ontario você não consegue mesmo. Em Vancouver já é um pouco diferente. Normalmente não tem essa exigência. Você tem mais mobilidade”, explicou Schirley.
8) Cônjuge e estudante podem chegar ao país em datas diferentes?
“O aplicante principal, ou seja, quem vai estudar, não pode entrar depois. Logo, se você é a pessoa que vai estudar, o seu cônjuge pode vir com você ou depois de você, mas nunca antes”, explicou Francisco.
9) Para quem vai tentar uma vaga em uma instituição canadense, qual prova de inglês vocês recomendam? IELTS ou TOEFL?
“As faculdades normalmente aceitam os dois. Porém, nós quase sempre indicamos o IELTS, porque é um teste que você vai precisar fazer de novo para o seu processo de imigração (Caso você não queira fazer o CELPIP) e se você já tiver estudado o formado desta prova antes, vai facilitar bastante, ainda que para a universidade seja pedido o IELTS Academic e para a imigração, o General. No entanto, vale a pena avaliar o tipo de prova que te deixa mais confortável. Escolha sempre aquela que você acredita que se sairá melhor”, aconselhou Schirley.
10) Considerando um casal no qual ambos estão fazendo cursos vocacionais. Os filhos terão direito a estudar em escola pública?
“Geralmente não, mas isso vai depender muito do school board. Cada um tem suas próprias regras. Porém, na maioria dos casos, com os pais estudando em cursos vocacionais, dificilmente eles irão conseguir matricular o filho em uma escola pública gratuita. Nesta caso, eles podem registrar a criança em uma particular, que custa entre CAD$ 13 e CAD$ 17 mil por ano”, finalizou Francisco.
Como funciona o processo de visto para a Irlanda?
/6 Comentários/em Irlanda, Não categorizado por intercambioUma das dúvidas mais frequentes de quem quer fazer um intercâmbio na Irlanda com possibilidade de trabalho é quanto ao processo de visto. As perguntas são muitas: Vou precisar tirar um visto antes de embarcar? Quais documentos preciso? O que vai garantir a minha entrada no país?
A verdade é que o processo de visto de estudante para a Irlanda é bem mais simples do que para outros países como Canadá e Estados Unidos, por exemplo. Para começar, você não vai precisar solicitar um visto antes de seu embarque, pois o seu documento será emitido lá mesmo na Ilha Esmeralda.
3RA, o que preciso fazer então?
Antes de mais nada, se você vai fazer 25 semanas de aulas de inglês, é preciso saber que o seu visto – ou GNIB Card, como é conhecido na Irlanda – será do tipo Stamp 2. É ele que vai garantir que você possa trabalhar 20 horas semanais no período de aulas e 40 horas durante o período especificado pela imigração.
O processo de emissão do visto é bem simples, mas é preciso ficar atento aos detalhes para não esquecer nenhum dos documentos obrigatórios para trás ou perder os prazos.
O primeiro passo é separar a documentação necessária. Você precisará mostrar alguns destes documentos – como carta de matrícula, passaporte, passagem e comprovante de acomodação – logo no aeroporto. Veja mais detalhes sobre esta documentação abaixo:
1)Enrolment Letter: Esta é uma carta que a escola vai mandar para você por correio ou por e-mail logo após o pagamento do seu curso. Caso você receba via e-mail, precisará imprimi-la para apresentá-la no aeroporto, seja já na Irlanda ou durante alguma conexão pela Europa. Este documento precisa conter informações como a duração do seu curso, a garantia de que todo o valor foi pago e que você será um estudante full-time, ou seja, irá estudar em tempo integral. Fique bem atento pois se alguma destas informações estiverem faltando, a sua entrada no país poderá ser negada.
2)Passagem: Não esqueça de levar a passagem que irá comprovar o seu retorno ao Brasil. Fique atento para que a data agendada não extrapole os oito meses de visto aos quais você tem direito.
3)Passaporte: Que o passaporte é um documento muito importante e essencial, todo mundo ja sabe. Porém, é preciso ficar atento à data de validade dele. Por exemplo, se você acredita que vá ficar na Irlanda até julho de 2017, seu passaporte deverá ser válido no mínimo até agosto deste mesmo ano.
4)Comprovante de acomodação: É claro que você não vai precisar decidir onde vai morar durante toda a sua estadia na Irlanda estando ainda no Brasil. Porém, você terá que comprovar que tem onde ficar por pelo menos uma semana. E aí fica a seu critério: Pode ser uma homestay, hotel, student house, hostel… você só precisa comprovar que está com tudo pago.
5)Dinheiro: Você vai precisar comprovar que tem €3.000 para a imigração da Irlanda. Porem, nós recomendamos que você leve um pouco a mais, cerca de €4000, já que precisará gastar uma quantia razoável durante os primeiros dias no país e o seu visto pode ainda não ter sido emitido neste período. (Você vai entender o porquê estamos falando isso no finalzinho deste texto). Você pode comprovar esse valor de algumas formas: Money Order, Visa Travel Money ou até mesmo levar um extrato do Brasil em seu nome. Porém, esta última é a forma mais complicada, pois o extrato precisa ser traduzido para o inglês e estar com o valor em euros.
6)Seguro-Saúde: Você deve ter um seguro saúde privado ou público que seja aceito pelo governo da Irlanda.
O processo de visto
O seu processo de visto vai começar logo na chegada à Ilha Esmeralda. Se você estiver com a documentação toda certinha, o oficial irá carimbar o seu passaporte com uma permissão temporária de estadia no país que pode variar entre 30 e 90 dias. Este será o período que você terá para correr atrás de seu visto de estudo e trabalho.
Nos próximos dias, você deverá solicitar o visto definitivo no escritório da imigração em Dublin – se este for o seu destino final. Você precisará agendar um horário online (sempre faça isso com antecedência!) e ir até o local para apresentar novamente todos os documentos que listamos acima, inclusive a comprovação dos €3.000 (Por isso que falamos para você ter uma quantia maior anteriormente. Assim você não corre o risco de já ter gastado parte do dinheiro e ter menos de €3.000 quando for apresentar a documentação na imigração). Você também deverá estar preparado para realizar o pagamento da taxa de €300 euros para emissão do visto. (Clique aqui e confira as formas de pagamento)
Para estudantes matriculados em cursos full-time com 25 semanas de duração, o tempo de visto será de oito meses. Neste caso, o aluno ainda poderá renovar o visto por até duas vezes, permanecendo no máximo dois anos no país. Para que a renovação aconteça, o estudante não precisará de comprovação financeira, mas deverá comprovar para a imigração que teve pelo menos 85% de presença em sala de aula e também deverá realizar uma prova para demonstrar sua evolução no idioma.
Estudantes que irão estudar menos de três meses não precisam passar pelo processo de visto, mas também não tem direito à permissão de trabalho.
Ainda tem dúvidas? Visite o site oficial da Imigração irlandesa.
Regras básicas para quem quer estudar e trabalhar na Irlanda
/0 Comentários/em Irlanda, Não categorizado por intercambioA Irlanda está entre os destinos favoritos dos brasileiros que desejam aprender inglês fora do país. E não é difícil entender os motivos que fazem da Ilha Esmeralda a queridinha dos estudantes: além de estar localizada na Europa, possibilitando que o aluno conheça vários países com facilidade, a obtenção de visto é relativamente mais tranquila do que em outros destinos e, além disso, a Irlanda é um dos poucos países que oferecem a possibilidade de trabalho para estudantes de cursos de idioma, uma das características que mais chama a atenção dos futuros intercambistas.
Porém, se você quer ir trabalhar e estudar na Irlanda, antes de fazer as malas é preciso estar atento a algumas regras válidas para estudantes internacionais não-europeus. Veja abaixo:
1)Para ter direito a trabalhar, você precisará estar matriculado em um curso de, no mínimo, seis meses de duração com 15 horas semanais de aulas. Neste formato, você terá direito ainda a dois meses de férias, totalizando 25 semanas de estudo e 8 semanas de férias. Durante o período em que estiver estudando, você poderá trabalhar por até 20 horas semanais, mas nos meses de Junho, Julho, Agosto, Setembro , e entre os dias 15 de Dezembro e 15 de Janeiro, você poderá trabalhar até 40 horas semanais.
2) A duração máxima do seu visto no país será de oito meses. No entanto, caso você queira estudar mais, você poderá renová-lo por até duas vezes, permanecendo no país como estudante de inglês por no máximo 24 meses, ou seja, dois anos.
3) Mantenha pelo menos 85% de frequência nas aulas. Caso você queira renovar o seu visto, irá precisar comprovar este fato. Além disso, as escolas são obrigadas a comunicar ao Irish Naturalisation and Immigration Service (INIS) e ao GNIB (Garda National Immigration Bureau) caso o estudante tenha mais de 25% de faltas.
Agora que você já conhece um pouco sobre as regras que lhe permitem trabalhar e estudar na Irlanda, é só escolher o seu curso. A 3RA Intercâmbio conta com diversas opções econômicas para você. Clique aqui e descubra.
Fontes oficiais:
Irish Naturalisation and Immigration Service
Irish Council for International Students
Conhecendo Dublin
/0 Comentários/em Irlanda por intercambioUm dos principais destinos dos brasileiros que embarcam para a Irlanda é Dublin. A cidade, que é a capital do país, é muito conhecida pelos seus pubs e vida noturna. Além disso, ela reserva todo aquele ar hospitaleiro, aconchegante, e fica localizada bem às margens do Rio Liffey, que combinado com a belíssima arquitetura local tiram o fôlego de qualquer brasileiro que se aventura pela cidade. Mas esses não são os únicos motivos que fazem o coração de quem caminha por lá bater mais forte.
Outro ponto que encanta os brasileiros é o transporte público, que conta com ônibus, Dart (trem) e Luas (bondinho). Os ônibus da cidade dão um show à parte: os passageiros têm acesso a wi-fi gratuito e todos os veículos são bem pontuais e adaptados para pessoas com deficiência. Nas paradas de ônibus, um painel digital mostra quanto tempo falta para o próximo veículo chegar. Incrível, não é mesmo? Mas fique atento quando for pegar ônibus pela primeira vez: Em Dublin, o valor da passagem muda de acordo com o trajeto que será percorrido por você. Os veículos também só aceitam pagamento em moedas e não dão troco. Por isso, tenha sempre a quantia certa em mãos.
A temperatura da cidade também é considerada perfeita por muitos intercambistas. Em Dublin, ninguém passa muito frio (neve é coisa rara por lá!), nem quase derrete durante o Verão. Basicamente o clima é ameno durante todo o ano, com algumas exceções, é claro.
Na primavera, entre os meses de fevereiro e abril, as temperaturas mais altas variam entre 8 e 12C. Já no Verão, que acontece entre os meses de maio e julho, as temperaturas mais elevadas giram em torno de 20C e o sol se põe bem tarde, até mesmo depois das 23h em alguns dias. No outono, entre os meses de agosto e outubro, as temperaturas costumam variar entre os 14C e 18C e no inverno, entre Novembro e Janeiro, as temperaturas normalmente giram em torno de 8C, sendo Janeiro e Fevereiro os meses mais frios do ano, atingindo até mesmo valores negativos.
E para quem gosta de cultura, a cidade é um prato cheio! A capital da Ilha Esmeralda é repleta de tradições e conta com muitos museus e galerias de arte. Além disso, Dublin é a cidade da natal de grandes músicos, como os integrantes da banda U2, Enya, entre outros. Vários escritores também nasceram por lá: Oscar Wide, Bram stoker e George Bernard Shaw são apenas alguns dos muitos nomes.
Informações gerais sobre a cidade:
Fuso horário: três horas à frente do horário de Brasília
Número de habitantes: mais de 500.000
Território: Aproximadamente 15 mil km²
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