Confira as melhores perguntas do Webinar sobre imposto de renda no Canadá

Na quarta-feira, dia 18 de Janeiro, a 3RA Intercâmbio conversou ao vivo com o representante da TaxBack, Marcelo Tanaka, em mais um de nossos Webinars. Na ocasião, o especialista tirou as dúvidas de nossos internautas sobre o tema Tax Refund e Imposto de Renda no Canadá. Se você não conseguiu participar do evento, não tem problema! Clique no “play” abaixo e assista ao vídeo na íntegra!

 

Nós também preparamos um texto com as 10 melhores perguntas respondidas pelo nosso convidado. Veja abaixo:

1)Se uma pessoa for para o Canadá como residente temporário, voltar para o Brasil e não realizar o Tax Refund, isso pode interferir em alguma coisa se ela quiser aplicar para a residência permanente mais tarde?

 

“Sim. Todo estrangeiro que esteja trabalhando no Canadá e possui algum tipo de renda no país é obrigado a realizar esta declaração de imposto de renda, assim como todo cidadão canadense. Ele precisa respeitar essa regra. Se a pessoa viveu no Canadá, trabalhou e não declarou seus impostos, ela tem uma pendência com o Canada Revenue Agency (CRA) e pode ter problemas na hora de aplicar para a residência”, explicou Marcelo Tanaka.

2) Quem deve realizar o Tax Return?

 

De acordo com Marcelo, qualquer pessoa que tenha trabalhado ou recebido dinheiro de algum empregador dentro do Canadá precisa realizar a declaração. “Mesmo que essa pessoa tenha trabalhado apenas um mês em um restaurante, por exemplo, o empregador vai declarar esse pagamento ao CRA. Então eles sabem que determinado SIN Number recebeu esse dinheiro e irão fazer uma comparação entre o que foi pago pelo empregador e o que foi declarado pelo empregado. Se eles notarem alguma diferença, tanto empregador como empregado podem ser acionados para esclarecer essa diferença”, disse o especialista.

Ainda segundo ele, a declaração precisa ser feita após o fechamento do ano fiscal. “Normalmente entre o final de Janeiro e início de Fevereiro os empregadores enviam o T4, que é um resumo das taxas que foram pagas no ano anterior. Usando esse documento é possível realizar a declaração fiscal e solicitar o reembolso de impostos”, disse.

3) Há alguma diferença na declaração para estudantes internacionais, residentes permanentes ou cidadãos canadenses?

 

Segundo Marcelo, a diferença entre o estudante internacional, o residente permanente e o cidadão é basicamente a margem de isenção.

“Por exemplo, atualmente a margem de isenção para um não residente é de CAD$ 11,474. Desta forma, qualquer coisa que a pessoa ganhar abaixo disso não será tributável. Porém, desde o primeiro dia que o estudante começa a trabalhar, o empregador já vai descontar ali o imposto na fonte. Traduzindo: Se você ganhou menos de CAD$ 11,474 no ano, tudo o que você pagou de imposto será reembolsável, ou seja: 100%. Se você passou desse valor, será aplicada a tarifa real de impostos de acordo com a quantia que você ganhou. O que muda entre estudante internacional e PR ou cidadão é exatamente essa margem de isenção e as tabelas de tributação”, explicou.

4) Como fica a questão de quem é trabalhador autônomo e recebe por invoice?

 

De acordo com Marcelo, neste caso, o próprio trabalhador irá recolher os impostos. “O empregador vai pagar o valor integral, todo o dinheiro para o empregado, e este trabalhador é quem precisará pagar os impostos. Ele precisa fazer isso no final do ano ou no máximo até o dia 30 de abril do ano seguinte. Nestes casos, se a pessoa não realizar o tax refund, ela provavelmente terá problemas no futuro, já que ela ficará devendo para o CRA desde o início. Aconselho a pessoa que está nesta situação a fazer a declaração o mais rápido possível e dentro do prazo”, falou.

5) Quem não trabalhou no Canadá, mas recebeu dinheiro do Brasil, precisa fazer declaração do imposto de renda?

 

Segundo Marcelo, as rendas recebidas do exterior também afetam a declaração canadense. “Suponhamos que você vive no Canadá, mas recebe renda do Brasil. Um caso comum são de alguns trabalhadores que estão fazendo college no Canadá, mas estão de licença remunerada no Brasil e, por isso, continuam recebendo salário. Neste caso esse valor é tributável e precisa ser declarado”.

6) Se meus pais transferirem dinheiro do Brasil para mim, preciso declarar este valor?

 

Não. “Se seus pais transferiram dinheiro para você, ou você mesmo transferiu algum dinheiro de sua conta no Brasil, por exemplo, isso não conta. Pensão, por exemplo, também não é um valor tributável”.

7) Apresentar recibos de despesas médicas, transporte e educação faz alguma diferença?

 

Depende do caso. De acordo com Marcelo Tanaka, se a pessoa está abaixo da margem de isenção, ou seja, ganhou menos de CAD$ 11,474 no último ano, esses recibos não irão afetar em nada, já que ela é totalmente isenta de impostos e tudo que ela pagou naquele ano será recebido de volta. Porém, se a pessoa ganhou mais do que isso, se ela declarar essas despesas, ela pode abater do imposto de renda dela. “Neste caso, o que a pessoa faz é aumentar a margem de isenção e receber mais reembolso, ou seja, ela paga menos impostos”.

8) O Imposto de Renda varia de acordo com a quantidade de dependentes?

 

Sim. “Caso só um dos cônjuges trabalhe, por exemplo, a margem de isenção dobra. Ou seja, vai para mais de CAD$ 20 mil. Caso a família tenha outros dependentes, como filhos, por exemplo, essa isenção vai aumentando e o valor do reembolso também”, disse Tanaka. Ainda segundo ele, “se as duas pessoas do casal estão trabalhando, e uma ganhou cerca de CAD$ 11474, está dentro da margem de isenção, e o outro ganhou menos da metade desta margem, essa pessoa é considerada dependente da outra, automaticamente dobrando a margem de isenção do que ganhou mais. Agora se os dois ganharam acima dessa margem, eles irão pagar um pouquinho mais de impostos”, finalizou.

9) Em relação aos bens que temos no Brasil: Chegando no Canadá é preciso declará-los?

 

“Não. Esses bens já estão sendo declarados e tributados no Brasil. Logo, não há a necessidade de declará-los novamente”, justificou Marcelo.

10) Se um dos cônjuges é estudante e não trabalhou no último ano, na hora de declarar o imposto de renda é possível utilizar os custos dele para abater e conseguir resgatar os impostos?

 

“Sim. Se o cônjuge está no Canadá e vive no mesmo endereço, a despesa dele vale como a do outro que está trabalhando também. Logo, é possível fazer a declaração dos dois juntos e aumentar a margem de isenção”, disse Marcelo.

9 Compart.

Confira os melhores momentos do Webinar sobre IELTS

O diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, recebeu no escritório de Vancouver a professora canadense Maria Alfaro para o primeiro webinar do ano. Na ocasião, eles responderam as principais dúvidas dos internautas sobre preparação para o IELTS. Se você não conseguiu acompanhar o evento, não tem problema! Aqui nós separamos as melhores perguntas e respostas para você. Além disso, você também pode assistir ao vídeo na íntegra. É só clicar no play:

 

1) Quais são as duas provas do IELTS e quais as diferenças entre elas?

 

De acordo com Maria Alfaro, atualmente existem dois tipos de IELTS, o General e o Academic. No Canadá, o General é utilizado para a imigração, para programas como o Express Entry. Já o Academic é voltado para quem quer fazer cursos de ensino superior no Canadá, ou seja, o estudante precisa fazer esse tipo de prova para se matricular na instituição escolhida. “De uma maneira geral, você não consegue utilizar a nota do General para ingressar em instituições de ensino e nem a do Academic para a imigração”, explicou.

Ainda segundo a professora canadense, as duas provas contam com as mesmas quatro partes: Speaking, Listening, Writing e Reading. “O listening e o speaking são iguais nas duas provas. Então se uma pessoa já estudou pro IELTS Academic, vai ser mais fácil estudar pro IELTS General. A única coisa que muda é a parte 1 do writing e o reading. As perguntas podem até ser parecidas, mas o conteúdo é diferente. O IELTS Academic costuma abordar assuntos mais difíceis e o vocabulário pode ser mais desafiador. Já o General conta com conteúdos mais gerais, tipo um panfleto, uma revista entre outros”, falou.

2) Existe a possibilidade de pedir revisão de prova?

 

Sim. “Se você recebeu a prova e não está satisfeito com a nota, ou acha que ela não foi justa, você pode sim pedir reavaliação. Será preciso pagar um valor e a sua prova será enviada para a Inglaterra. Em cerca de três semanas você vai receber o resultado. Porém, não há garantias de mudança na nota”, disse Maria Alfaro.

3) Quando é interessante começar a estudar para a prova?

 

De acordo com Francisco Zarro, é importante ter noção de qual é o seu real nível de inglês antes de começar a preparação para o IELTS. “Se você tem um inglês básico ou intermediário, não é interessante começar com a preparação para o IELTS logo de cara, mas sim estudar a gramática antes”, disse.

A professora canadense Maria Alfaro concordou com ele. “Saber o seu nível de inglês é realmente muito importante. Já tive alunos que estudaram anos de inglês, se formaram em cursos no Brasil e acreditavam que estavam no nível avançado, mas não estavam. É essencial ser sincero e realista com o seu nível atual, não precisa ter vergonha. Só assim você poderá se organizar bem e fazer uma programação de estudo eficaz. Para quem é mais iniciante, é importante se preparar com inglês geral primeiro”, destacou.

4) O que é melhor: TOEFL ou IELTS?

 

Segundo Maria Alfaro, as duas provas são bem diferentes. “No Speaking do IELTS, a prova é feita diretamente com um examinador, tem três partes, e a duração varia entre 11 e 14 minutos. Os tópicos são bem abrangentes e geralmente são sobre coisas cotidianas: família, trabalho, bairro, escola…Já o Toefl conta com seis perguntas específicas, sendo duas independentes e quatro integradas e tem uma parte que você precisa ouvir, ler e depois responder por 40 segundos. Tudo é feito com um computador. Na minha opinião o TOEFL é mais rígido e não é uma boa referência do inglês de alguém. Acho o IELTS mais real”, disse.

5) Qual a nota necessária para ingressar em uma faculdade no Canadá?

 

Segundo o diretor educacional da 3RA, Francisco Zarro, depende muito da faculdade e também do curso. Às vezes a mesma faculdade tem cursos com exigências diferentes. “De uma maneira geral, a nota mínima que nós temos aqui é de 5,5. Temos até um curso que aceita 4,5, mas porque é um curso que envolve mais prática, como de cabeleireiro, spa, etc. Mas essa é uma exceção. Normalmente ficamos entre 5,5 e 6,5”, explicou.

6) Como funciona o tempo para transferir as questões do reading e do listening para a folha de respostas?

 

De acordo com Maria Alfaro, no reading não há tempo extra para transferir as respostas para o cartão. “No reading são 60 minutos para responder as 40 perguntas e só. Agora no listening, no final, você terá ainda dez minutos para transferir suas respostas. Então aproveite bem esses dez minutos. Veja se você está escrevendo tudo corretamente. Muitas vezes o candidato faz tudo certinho no panfleto, mas na hora de transferir, já está cansado e acaba transferindo errado. Tome cuidado e aproveite direitinho esses 10 minutos para revisar”, destacou.

7) O que vale mais a pena? Fazer o Pathway ou preparatório para o IELTS?

 

“São duas coisas diferentes. O Pathway te prepara mais para a vida acadêmica. Já o curso de IELTS vai prepará-lo mais para a prova em si. Acaba que você vai precisar dos dois”, disse Francisco. Maria Alfaro concordou com ele. “No curso de IELTS você não aprende gramática mais, o foco é total no exame. Já o Pathway vai te ajudar na transição para um curso no Canadá. Você vai aprender coisas sobre o estilo de ensino do país, por exemplo”, concluiu.

8) Além do IELTS, qual outra prova é aceita pela imigração canadense?

 

“A imigração também aceita o CELPIP, mas esta é uma prova que só pode ser feita no Canadá. Não é possível fazê-la do Brasil. Ela é bem parecida com o IELTS, só que é feita pelo computador”, contou Maria Alfaro.

9) O que é melhor? IELTS ou CELPIP?

 

“O CELPIP é feito no computador, eu acho que pode ser um pouco mais fácil. Mas eu prefiro o IELTS. Acho que é uma prova mais real, já que é feita com um examinador. Agora conheço muitas pessoas que preferem o CELPIP”, comentou Maria Alfaro.

“Se você já estudou para o IELTS Academic, acredito que fazer o General para a imigração é melhor, pois são provas parecidas. Eu acho o CELPIP mais parecido com o TOEFL, principalmente pelo uso do computador. Tudo vai depender muito do seu perfil, do que você prefere. Alguns não se sentem confortáveis falando na frente de uma pessoa, então neste caso o CELPIP pode ser melhor. Mas outras pessoas já acham o contrário”, completou Francisco Zarro.

10) Quando a data da prova já está próxima, devo focar em alguma habilidade específica?

 

“A prova tem quatro partes: reading, writing, speaking e listening. Duas dessas partes chamamos de receptive skills, que são aquelas nas quais você está recebendo informações, ou seja, o reading e o listening. As outras duas – speaking e writing – são as productive skills, quando você tem que produzir o inglês. Normalmente estas duas últimas são as mais difíceis para os alunos, então eu focaria nelas nas vésperas da prova”, comentou a professora canadense.

11) Se o candidato não atingir a nota desejada, ele pode refazer a prova?

 

Sim. “Não há problema algum. Você só precisará pagar a taxa novamente. A nota que vai contar é sempre a última que você tirou. Ou seja, se na primeira vez você tirou sete e na segunda seis, o que vai valer é o seis, mesmo sendo uma nota menor”, informou Maria Alfaro.

12) Qual o tempo mínimo de preparação para o IELTS?

 

“Para uma pessoa com inglês já avançado, acredito que quatro ou cinco meses de preparação sejam suficientes. Claro que vai depender muito do aluno. Ele vai precisar estudar direitinho, com o professor, seguindo o planejamento. Já uma pessoa com nível intermediário, seria interessante de seis a oito meses de preparação”, explicou a canadense.

13) O que pode ser levado em consideração no pedido de revisão do IELTS?

 

“O listening e o reading não serão reavaliados, porque está ali, no papel. Não é subjetivo. É o que está escrito. Porém, o speaking e o writing podem variar. Por isso que muitas pessoas pedem reavaliação. O speaking, por exemplo, é feito por uma pessoa, mas eles gravam a prova e utilizam essa gravação na reavaliação”, falou Maria Alfaro.

14) Existem sites ou aplicativos que podem ajudar na preparação do IELTS?

 

De acordo com a professora canadense, o próprio site do British Council conta com materiais bem interessantes. Na parte “Study IELTS” há PDFs e vídeos que podem dar uma ideia geral de como vai ser a prova.

15) No reading, qual a diferença entre as questões YES / NO / NOT GIVEN e TRUE / FALSE / NOT GIVEN?

 

“Elas são bem parecidas e eu trabalho muito isso nas aulas. Uma dica que posso dar é: Nunca marque a resposta baseado no que você acha, em seu conhecimento pessoal. Sempre dê a resposta baseado no que está de fato escrito no texto. Por exemplo: A questão fala que um homem pulou do prédio e a pergunta é se o homem faleceu. Algumas pessoas irão marcar sim, pois para elas parece óbvio. Porém, se essa informação não está escrita no texto, a resposta será NOT GIVEN”, explicou Maria.

97 Compart.

Filho de quem cursa college pode estudar no Canadá

Quem tem filhos em idade escolar passa por um dilema a mais na hora de decidir se deve ou não cursar um college no Canadá. E isso é perfeitamente esperado, já que não é apenas a sua vida que está em jogo, mas o futuro acadêmico de pessoinhas que confiam cegamente em suas escolhas – e, mesmo que isso não seja de todo verdade, eles têm que te seguir assim mesmo.

Quanto a isso, você pode ficar despreocupado. Filhos de estudantes com matrícula regular em um college canadense podem sim estudar por aqui, sem nenhum problema. O governo canadense entende que nenhuma criança deve ficar fora da escola, muito menos longe dos pais, por isso as portas das instituições educacionais locais estarão abertas para seus filhos.

Para que isso possa se tornar uma realidade, além de contar com o visto deles em situação regular como seus acompanhantes e dependentes, você deverá solicitar uma permissão de estudo para seus filhos.

Escola pode ser gratuita (ou não)

Além disso, a gratuidade (ou não) do ensino dependerá da província canadense para a qual você estará se mudando ainda que temporariamente. O governo canadense garante autonomia às suas províncias para que estas decidam sua própria política sobre este assunto.

Para saber se você terá que pagar pelo ano escolar de seu filho, você deve se informar diretamente com a escola de seu interesse. Os valores cobrados variam de acordo com o tipo da escola – se pública (financiada pelo governo) ou privada.

Procure também saber um pouco sobre o método de ensino aplicado na instituição, mas não se preocupe, pois o padrão de ensino é de excelente qualidade nacionalmente. Outra questão a indagar, caso esteja se mudando de vez ou por um longo prazo, é o número de anos a serem cursados por seu filho antes dele ter acesso a um curso de nível superior, pois existem diferenças de província para província.

As aulas são normalmente iniciadas em setembro e seguem até junho, mas algumas escolas podem aceitar que seu filho comece a estudar em outros períodos do ano.

No mais, é discutir o assunto com o seu filho, e prepará-lo para a adaptação. Com certeza, esta será uma experiência enriquecedora para todos vocês.

 

333 Compart.

Mestrado, pós-graduação e college no Canadá

Fazer um curso superior no Canadá é muito mais fácil do que você imagina. Apesar da aplicação ser em outra língua, a universidade pedir vários documentos entre comprovação de estudo no Brasil, e surgir aquela insegurança se o seu perfil será aceito ou não, a verdade é que no final das contas aplicar para um mestrado, pós-graduação ou college no Canadá é bem menos assustador do que em outros países.

A maioria das instituições canadenses possui processos de aplicação muito bem organizados e objetivos, principalmente quando falamos de mercado internacional. Por ser uma área muito aquecida no país, as maiores e melhores instituições acabam criando departamentos que atendem exclusivamente esse público formado por alunos estrangeiros.

Toda essa organização e objetividade acaba refletindo em transparência, deixando claro logo de início do processo se você poderá ou não ter seu pedido aprovado. Em outras palavras, se você contar com a documentação e qualificação esperadas, além dos recursos financeiros necessários, tudo dará certo. Mas, por onde começar?

Em primeiro lugar é preciso escolher a instituição e enviar seus documentos

O processo de estudar no Canadá começa com pesquisa. Por isso, sua primeira atividade será buscar universidades e programas disponíveis, e ver quais deles se encaixam em seu perfil acadêmico e objetivos profissionais. Tome cuidado porque nem sempre os programas oferecidos são abertos para alunos internacionais, existem alguns cursos abertos apenas para o mercado local.

Assim que encontrar uma (ou mais de uma) opção que ofereça aquilo que você procura, vá em busca das informações sobre requisitos. No Canadá você irá aplicar exclusivamente para o programa que escolheu. Diferente do Brasil, onde os cursos costumam ter a mesma exigência (prova de vestibular ou Enem), nas universidades canadenses cada curso tem seus próprios pré- requisitos. 

Diplomas e outros documentos precisam de tradução juramentada

Verifique com cuidado a lista de documentos que você terá que apresentar para garantir a sua vaga – a maioria deles, se não todos, terão que ser traduzidos para o inglês por um tradutor juramentado.

Além disso, observe outras exigências, como: notas mínimas obtidas no segundo grau e/ou curso de bacharelado (dependendo do programa escolhido a nota da faculdade também será avaliada), se os diplomas da universidade e escolas são reconhecida pelo Canadá, experiência profissional na área, nível esperado de proficiência em língua inglesa, entre outros.

Uma ajudinha para não errar!

Muitas pessoas acabam se atrapalhando com tantas opções oferecidas, porque além das instituições públicas, o Canadá também oferece opções de escolas privadas de excelente qualidade. Sem contar que, mesmo o processo sendo bastante organizado, para quem não lida diretamente com essas escolas, definir o melhor curso, instituição e enviar todos os documentos solicitados, pode ser uma armadilha.

Ainda há o risco de escolher um programa que não oferece o PGWP (Post Gradution Work Permit), o que não contribui para quem deseja imigrar. Por esses motivos, muitas pessoas acabam pedindo auxilio especializado da 3RA Intercâmbio, que com sua experiência em Canadá acaba oferecendo aos brasileiros opções personalizadas, com melhor custo/benefício. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

Agora veja os custos do Mestrado no Canadá

Se você marcou tudo como ok até agora, chegou o momento de ver se o sonho cabe no bolso. Lembre-se de que é não é possível pagar mensalidades como no Brasil – o valor total anual deve ser pago em duas ou três vezes, dependendo da quantidade de termos do curso, sendo o primeiro pagamento fundamental para garantir a sua vaga.

Depois de aceito é hora de emitir o visto de estudante canadense

Depois de receber e analisar os documentos, a escola irá enviar uma carta dizendo se o aluno foi aceito no curso ou não. Quando a aluno não é aceito, na maioria dos casos, a própria universidade sugere caminhos que o estudante pode tomar, ou para ser aceito no futuro, ou para estudar em algum outro curso parecido.

Quando a resposta da instituição é positiva, a mesma manda o que chamam de carta de oferta, que seria a proposta para o estudante pagar um valor inicial e segurar sua vaga. Esse valor pode variar muito, entre CAD $ 1000 a 8000 dólares, dependendo da escola. Após feito o pagamento, enfim o estudante recebe a carta de aceitação da universidade ou college, chamada de LOA (Letter of Acceptance).

É com essa carta que o aluno internacional dará entrada no visto de estudante junto à imigração canadense. Para obter esse visto, será preciso apresentar essa carta, preencher alguns formulários, apresentar comprovação de recursos financeiros, e passar por um exame médico realizado com um médico definido pelo Consulado do Canadá, entre outras exigências.

Agora é só arrumar as malas

Pronto! Após seu visto ser aprovado, basta arrumar as malas e se preparar para embarcar e aproveitar essa conquista ao máximo!

135 Compart.

Garanta o seu sucesso acadêmico no exterior com o programa Pathway

Muita gente acaba desistindo de cursar uma universidade no exterior por conta do nível de inglês. É verdade que este item é essencial, mas existem várias soluções capazes de dar um upgrade na sua proficiência em muito pouco tempo. Uma delas são os cursos Pathway, nome pelo qual são conhecidos no Canadá os cursos preparatórios para universidades, faculdades e até cursos técnicos.

O Pathway é um programa específico que visa preparar estudantes internacionais para ingressar em cursos pós ensino médio. Durante até 1 ano, o aluno interessado passará por um curso intensivo de inglês focado na sua futura área de estudo e nos requisitos necessários para uma vida acadêmica de qualidade.

As aulas do Pathway envolvem leitura, conversação, e muita escrita. Os alunos aprendem a preparar ensaios, artigos científicos e a fazer apresentações orais e trabalhos em grupo. Alguns programas Pathway incluem ainda aulas que valerão como créditos nos futuros cursos dos seus alunos.

Tanto escolas privadas quanto vários colleges públicos oferecem programas de Pathway. E, em muitos casos, participar com sucesso desse curso permite que a exigência de comprovação de proficiência de língua inglesa, como o IETLS e o TOEFL, seja dispensada.

Em resumo, procure por um curso Pathway se você:

  • Quer fazer um curso técnico ou superior no Canadá;
  • Pode passar até 1 ano aprimorando o seu inglês antes de iniciar o curso desejado;
  • Tem inglês avançado, mas precisa aprimorar habilidades acadêmicas;
  • Precisa fortalecer o vocabulário específico relacionado à sua área de estudo;

Se encaixa em algum desses casos?

Entre em contato com a 3RA Intercâmbio e comece seu planejamento.

470 Compart.

CELPIP ou IELTS, para qual teste estudar?

Quem está querendo imigrar para o Canadá sabe que comprovar a proficiência no idioma inglês e/ou francês é um dos pontos em comum entre os diferentes programas de imigração. Essa comprovação é realizada através dos exames IELTS (International English Language Testing System) ou CELPIP (Canadian English Language Proficiency Index Program), no caso do inglês, e TEF (Test d’évaluation de français) para o francês. Até pouco tempo atrás o exame mais popular entre os brasileiros era o IELTS, porém, o CELPIP tem virado primeira opção para muita gente que está no Canadá.

Há quem diga que o exame canadense seja mais fácil que o IELTS, mas é muito difícil fazer essa afirmação. Na verdade o que existe são perfis diferentes e compatíveis com cada modelo de teste, já que há quem prefira o IELTS, assim como existem os defensores do CELPIP. Por esse motivo resolvemos fazer uma comparação simples entre os dois, assim cada pessoa saberá qual modelo combina mais com seu estilo.

Leia mais

166 Compart.

Conheça mais sobre o Post-graduation Work Permit – PGWP

Quem está planejando estudar e/ou imigrar para o Canadá com certeza já deve ter ouvido a sigla PGWP, certo?

Para quem ainda não sabe, o Post-graduation Work Permit – PGWP – é uma permissão de trabalho de 8 meses a 3 anos de duração que os estudantes internacionais têm direito de solicitar após completarem seus estudos no Canadá. Por oferecer mais tempo de permanência no país e permissão de trabalho sem restrição de horas, o PGWP é hoje uma das principais opções para ajudar aqueles que desejam imigrar futuramente.

Porém, o que nem todo mundo sabe é que não são todos os cursos ou escolas que oferecem ao estudante esse direito de pedir pelo PGWP. Já recebemos em nossa agência muitas pessoas desesperadas que investiram um valor altíssimo em colleges de dois anos no Canadá, e que no final do curso descobriram que não teriam o direito de pedir o visto aberto de trabalho. Imagine a frustração e arrependimento dessas pessoas?

Uma das vantagens de contar com a assistência de uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio é ter a garantia de se matricular em uma instituição que lhe dará esse direito (caso essa seja a sua vontade, já que a 3RA também oferece cursos vocacionais). Por ter duas agências no Canadá – uma em Vancouver e outra em Toronto – a agência tem uma relação muito próxima com as instituições de ensino e é  é especialista no assunto.

O diretor educacional da 3RA, Francisco Zarro, gravou um vídeo explicando um pouco mais sobre o PGWP, instituições e o formato dos cursos que dão ao aluno esse direito. Veja aqui:

 

Veja abaixo algumas dúvidas frequentes de nossos alunos sobre o PGWP:

1) Quando preciso aplicar para o PGWP?

Você tem até 180 dias após o recebimento da carta oficial de conclusão de seu curso para aplicar para o PGWP e você precisa ter um status válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país. Para mais informações, entre em contato com a equipe da Immi Canada pelo e-mail [email protected]

2) Como aplicar para o PGWP e quais documentos irei precisar?

Você poderá aplicar online no site oficial da imigração canadense ou pelo correio.

  • Será preciso enviar todos os formulários exigidos pela imigração;
  • a cópia do passaporte completo;
  • cópia da permissão de estudos;
  • cópia do diploma ou certificado da instituição canadense ou do histórico escolar ou uma carta oficial da instituição declarando o término do curso.

3) O meu cônjuge também terá direito a estender a permissão de trabalho junto com o meu PGWP?

Para que o cônjuge consiga estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal, o estudante, no momento da aplicação do PGWP, deverá ter um contrato simples de trabalho firmado com uma empresa, em uma vaga full-time, dentro dos NOCs 0, A ou B. Para quem não sabe, o NOC é um sistema nacional que classifica e descreve todas as ocupações no país. Neste link você consegue descobrir em qual NOC a sua posição de trabalho se encaixa.

4) Não consegui o contrato de trabalho. Como meu cônjuge poderá continuar no Canadá?

Neste caso, as opções são ou o cônjuge se matricular em uma instituição de ensino e estender sua estadia como estudante ou então apenas como turista. Porém, caso você consiga um contrato de trabalho depois, o seu cônjuge poderá aplicar novamente para a permissão de trabalho.

5) Todos os cursos dão direito ao estudante aplicar para o PGWP?

Não. Para ter direito a pedir pelo PGWP, o aluno deverá ter concluído um programa em uma faculdade pública de no mínimo oito meses de duração ou um programa de degree em faculdades particulares (no caso das privadas, não valem diplomas e certificados). Ainda existem uma série de outros requisitos que devem ser seguidos. Por isso, é sempre importante contar com uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio. Assim você terá a garantia de que irá se matricular em uma instituição que lhe dará esse direito.

Para te ajudar ainda mais, o Governo Canadense liberou uma lista com todos os colleges que dão direito ao PGWP.  Seguindo os passos da tela você vai encontrar a província, o nome da instituição e se aquele college é elegível ao PGWP através das opções sim e não.

Outras informações sobre o PGWP podem ser obtidas no site oficial da imigração canadense.

Leia mais:

Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá

Dúvidas frequentes: Cursos vocacionais

3K Compart.

Verdade ou Mentira: Contratar uma agência de intercâmbio é mais caro do que fazer o processo sozinho?

Contratar uma agência de intercâmbio é mais caro do que fazer o processo sozinho?

Mito quem pensa que está economizando ao deixar de contar com a ajuda de uma agência de intercâmbio. No caso da 3RA o valor do curso a ser pago é o mesmo se você fechar direto com a escola. O que acontece é que em muitos casos conseguimos promoções especiais ou preços melhores, porque vendemos o mesmo programa para mais de um aluno.

Além disso, também facilitamos o pagamento para o aluno, seja parcelando o curso, quando conseguimos esse acordo com a escola, ou usando um programa de tranferência de moeda que cobra apenas 0.38% de IOF, e o câmbio é, em média, R$ 0,10 (dez centavos) mais barato que o valor comercial. No final das contas, a taxa administrativa de que se paga pela ajuda da agência acaba não pesando a mais no orçamento.

Fora isso, ao contratar a 3RA Intercâmbio você vai ficar livre do trabalho de preencher formulários e enviar documentos, vai se sentir seguro quanto a escolha da escola, sabendo que a instituição atenderá suas expectativas, além de contar com o suporte para vários outros serviços do seu intercâmbio, como homestay e seguro de saúde.

Converse com um dos consultores da 3RA Intercâmbio e comece seu planejamento. Clique aqui.

 

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