Confira o depoimento de Luiza Cabadas, aluna full-time da BCIT

Arrumar as malas e partir para um novo país. Esse é o sonho de muita gente, principalmente quando falamos de Canadá. No entanto, essa grande mudança gera também muitos desafios e, por várias vezes, o nervosismo e a ansiedade podem tomar conta daqueles que optam por este novo caminho. Por isso é sempre bom ler história de pessoas que driblaram o medo e a insegurança e estão conquistando cada vez mais o seu lugar aqui na América do Norte. E desta vez nós da 3RA Intercâmbio convidamos a cliente Luiza Cabadas, de 34 anos, para dividir conosco suas experiências.

luizaLuiza Cabadas chegou a Vancouver em Setembro de 2015. Quase um ano e meio depois, ela, que era advogada no Brasil e estava há dez anos longe dos bancos acadêmicos, vem construindo uma história de sucesso no British Columbia Institute of Technology (BCIT), onde estuda Business Operations Management na modalidade full-time. “Cheguei ao Canadá com o meu marido. Eu sempre quis estudar fora e conhecer outras culturas. Como na época da decisão eu estava trabalhando com Projetos, decidi que seria uma boa hora de buscar conhecimento na área de Business”, revelou.

Atualmente Luiza trabalha na empresa Hansen Industries, que conta com um concorrido programa de estágio. “Consegui o tão disputado estágio de verão e trabalhei na organização do estoque de materiais, implementando conceitos de mapeamento de processos, desenvolvimento de manual de procedimentos e treinamento de funcionários. Continuo na empresa, mas agora atuo em outra área, na migração de dados do sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) e desenvolvimento de treinamentos”, explicou.

De acordo com ela, a BCIT a preparou muito bem para o mercado de trabalho. “Além de ser uma instituição altamente renomada e reconhecida no Canadá, ela é extremamente inspiradora. Os professores são profissionais da área e realmente ensinam a teoria, a prática e treinam os estudantes para atingir uma ótima performance no mercado de trabalho. O fato de vários cursos oferecerem a oportunidade de realizar um projeto real em empresas canadenses também agrega valor ao currículo. Com toda certeza a BCIT é um divisor de águas na minha carreira”, destacou.

Porém, segundo Luiza, é preciso muita dedicação para atingir seus objetivos na instituição. “Business era um novo mundo para mim, e digamos que relembrar álgebra e aprender ‘de cara’ matemática financeira em inglês inicialmente foi um desafio. Mesmo que você tenha um inglês avançado, há uma curva de aprendizado para o ouvido, o cérebro e a boca entrarem em sintonia. Mas com o tempo todos conseguem! O conceito de College não existe no Brasil: é um curso muito profundo, concentrado em práticas, e a BCIT tem um nível bem difícil e requer bastante estudo – horas e horas – para obter sucesso”, explicou.

Para quem estuda ou vai estudar na BCIT – seja tanto na modalidade full-time quanto na part-time – Luiza dá algumas dicas: “Organize bem o seu tempo. Não deixa a matéria acumular. Estude constantemente, pois você terá assignments, quizzes e midterms simultaneamente. Além disso, aprenda a trabalhar em grupo. A maioria dos trabalhos são em times. Essa é uma forma da BCIT preparar o estudante para  lidar com a diversidade e conflitos”, finalizou.

Vice-presidente da BCITSA

img_0548Atualmente Luiza Cabadas está concorrendo ao cargo de Vice Presidente Externo da BCIT Student Association (BCITSA). As eleições começam nesta segunda-feira, dia 6 de fevereiro, e seguem até a quarta-feira, dia 8 de Fevereiro, às 2pm.

Caso eleita, Luiza terá como responsabilidade buscar benefícios para os estudantes junto aos órgãos externos. “Já participo do conselho e sou bastante atuante. Entre as minhas propostas estão trazer mais benefícios para os estudantes – como fazer parcerias com academias externas e creches com descontos para os alunos -, buscar uma maior flexibilidade no horário de funcionamento dos restaurantes da BCIT e extensão de benefícios para alunos part-time”, destacou.

Se você é estudante da BCIT e deseja votar em Luiza, basta apenas garantir sua participação através do my.bcit.ca. Clique aqui para votar.

Depoimento: “Estudando na Capilano University”

Escolher uma instituição canadense para estudar é um processo muito importante. Por isso, aqui na 3RA, nós sempre fazemos uma consulta personalizada para analisar cuidadosamente o perfil de cada cliente e indicar o curso e o programa que mais combinam com cada um. Porém, muitas vezes o aluno gosta de ouvir a opinião de estudantes que já estão lá dentro para compartilhar experiências.

E foi pensando nisso que nós decidimos convidar nossos clientes que estão estudando nas principais escolas canadenses para contar um pouquinho de como está sendo a experiência na instituição escolhida. E a nossa primeira convidada é a Manuela Camisasca, de Belo Horizonte, que atualmente está fazendo o curso Norh American Business Management Applied Post Baccalaureate (Nabu), com foco em Marketing, na Capilano University.

Manuela, que tem 37 anos, é designer e decidiu embarcar para Vancouver com o marido, Fabiano, em junho de 2013. “Eu sempre quis morar fora, viver a experiência do intercâmbio. O Fabiano viajou para Whistler em 2012 e se apaixonou. Então comecei a pesquisar sobre Vancouver e fui adorando tudo o que eu vi. Em 2015, como parte de nossos planos e investimentos, viemos os dois passar as férias em Whistler e Vancouver e eu também me apaixonei. Em junho de 2016 chegamos à Vancouver de mala e cuia”, contou.

O processo de escolha do curso e da instituição foi todo feito com auxílio da 3RA Intercâmbio. “Primeiro o Francisco havia me indicado o curso de Marketing da Langara. Em 2015 fui lá e conheci a escola. Gostei muito, mas eu estava muito apreensiva com a grade curricular, pois havia muita matéria de exatas como finanças, cálculos e outras que eu não tenho a menor afinidade. Comecei a conversar sobre isso também com a Schirley e ela me apresentou a Capilano, que tinha uma grade curricular muito mais acertada para o meu estilo”, relembrou.

capilano-manuDe acordo com Manuela, a escolha da universidade não poderia ter sido melhor: foi amor à primeira vista. “A escola é maravilhosa. Para todos os lados que você olha tem natureza. Nós tivemos três ‘primeiros dias’. Um só para alunos estrangeiros, um só para a escola de Business e outro geral. Todas as orientações foram muito bem organizadas e com pessoas envolvidas e motivadas. Senti um astral maravilhoso de uma equipe que ama estar ali”, destacou.

Além disso, ela ficou muito animada com o foco da instituição em colocar os alunos no mercado de trabalho. “O curso é totalmente voltado para isso. Feito e moldado para nos colocar no mercado. Todos os profissionais – professores e instrutores – são empresários ou super envolvidos em grandes empresas. A equipe de carreira nos dá um apoio enorme em como fazer resume, cover letter e como nos portar em entrevistas e reunião de negócios. Quando percebi este objetivo da instituição, de nos colocar nas melhores empresas, fiquei muito animada. Ter uma instituição como a Capilano nos dando suporte é muito importante neste momento em que ainda não somos ‘ninguém’ no mercado canadense”, falou.

Segundo ela, o que mais chamou atenção foi a preocupação que a escola tem com alunos estrangeiros. “Eles têm um suporte enorme em várias áreas como psicólogos, centro de carreiras, workshops, festas para integração, entre outros. Temos também aulas que julgo essenciais para a saúde mental como meditação e ioga”, disse.

Provas e trabalhos

Manuela considera o ritmo de estudos bem intenso. “Meus horários de aula e workshops estão todos em um calendário que eu olho toda hora. Não tenho aula nas quintas e sextas-feiras, mas mantenho a ida para a Capilano no mesmo horário dos outros dias para não sair da rotina e aproveito a biblioteca para estudar. A instituição também conta com um centro de apoio na escrita e no inglês que eu posso usar para me ajudar nos trabalhos que tenho que entregar. Também uso muito o espaço da cafeteria para conversar com meus colegas e entender melhor as matérias. Tem muitos que já são da área de Business e a visão deles facilita muito meu entendimento”, contou.

Inglês

Segundo Manuela, no início ela sentiu dificuldade por conta do idioma. “Estudei no Brasil só para fazer o IELTS. Aqui no Canadá fiz um mês de inglês quando cheguei. Eu senti muita dificuldade no início das aulas e ainda sinto um pouco. Em Vancouver a maioria das pessoas é de fora, então temos que lidar com sotaques o tempo todo. Na escola também é assim. Além da minha turma ser 100% de estrangeiros, os professores também são. Agora, por exemplo, tenho metade dos professores estrangeiros e com sotaques bem fortes. As vezes não entendo uma palavra…Mas a primeira coisa que aprendi aqui é que tenho sempre que pedir para repetir e isso não é um problema. Eles fazem com prazer”, destacou.

Ainda de acordo com ela, o segredo é sempre seguir em frente. “Não se sinta inferior porque não entende alguma coisa. Pergunte de novo e nunca peça desculpas pelo ‘seu inglês ruim’. Essa é a sua segunda língua! Você é bilíngue e já está na frente da maioria que só fala sua língua nativa”.

Novas oportunidades

Também na Capilano, Manuela conquistou uma vaga na Enactus – uma empresa sem fins lucrativos da instituição. Ela vai fazer um trabalho voluntário como Creative Content Manager. “No início não estava muito segura pois era um processo concorrido e eu teria que fazer entrevista – e ainda morro de medo de falar. Mas minha amiga insistiu que o cargo era perfeito para mim, então tomei coragem. No entanto, não achei que tinha passado da entrevista. Fiquei insegura, mas apliquei todas as técnicas de ‘greeting and meeting’ que aprendi nas aulas. Não relaxei. Foi minha primeira entrevista aqui. Mas parece que meu portfólio agradou e eles me ofereceram o cargo”, falou.

Manuela destacou que no trabalho é o local onde se sente mais confortável para falar inglês. “Eu trabalho com o que eu gosto e já tenho bastante experiência. Tenho que direcionar outras pessoas, mas como entendo do assunto, não acho difícil. Na verdade, trabalhar serva agora como terapia. É um tempo que tiro para fazer aquilo que está totalmente dentro da minha área de conforto”, revelou.

Para ela, esta oportunidade será muito importante para sua carreira aqui no Canadá. “Primeiro que é um trabalho voluntário e o canadense valoriza muito este tipo de iniciativa aqui. Segundo porque é uma experiência canadense na minha área e também um projeto dentro da universidade, o que me faz estar envolvida com a escola, criando um network super importante e, ainda, me fazendo ser vista”, concluiu.

Dicas

Para quem está no processo de escolha da instituição, Manuela indica pesquisar muito. “Leia o site da escola de cabo a rabo. Entenda a grade curricular e as regras da instituição. Vejo muitas pessoas sendo surpreendidas todos os dias e se revoltando com algumas coisas. Essas pessoas não se prepararam e agora sofrem por isso. Se prepare para que a sua mudança de país seja mais suave, porque fácil ela não vai ser”, finalizou.

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Depoimento: Primeiras impressões sobre o Canadá

Quem sonha em morar no Canadá, mas ainda não teve a oportunidade de conhecer o país de pertinho, sempre fica com a cabeça cheia de dúvidas, curioso para entender o que tem neste lugar gelado que conquista o coração de tantos brasileiros.

Pensando nisso, nós resolvemos convidar um casal de clientes que desembarcou no país há pouco mais de um mês, a Tharcyla Garcia e o Leandro Pimentel, ambos de 31 anos. Neste mês de setembro, Tharcyla irá começar o seu curso de Marketing na Douglas College, em Vancouver, e o Leandro já está a procura de um emprego em sua área de atuação. Eles contaram como foi o processo de mudança e as primeiras impressões sobre o Canadá.

Antes de decidirem arrumar as malas de vez, Tharcyla e Leandro moravam em São Paulo. De acordo com eles, o sonho de morar no exterior sempre esteve no coração desde a adolescência. “A gente sempre quis morar em outro país, mas como muitas pessoas, nunca tivemos condições financeiras de bancar um intercâmbio quando mais jovens. Mas sonho é assim: fica ali, quietinho, adormecido, até alguma coisa estalar e ele acordar de vez. No nosso caso esse estalo foi a nossa primeira viagem internacional, em 2012”, relembrou Tharcyla.

De acordo com eles, o Canadá foi escolhido após muita pesquisa, levando em consideração principalmente o mercado de trabalho, que parecia interessante para as áreas de atuação de ambos. “O Canadá pareceu o país mais aberto a imigrantes e com um mercado bastante interessante para TI e Marketing, áreas do nosso interesse. E não precisou de muito para escolhermos Vancouver. Jogamos a cidade no Google Images e foi amor a primeira vista. Brincadeiras a parte, o inverno mais ameno também teve papel super importante na escolha”, contaram.

Primeiras impressões e comparações com o Brasil

tharcy e leandro 2Segundo Tharcyla, como eles chegaram um pouco antes do início das aulas, eles tiveram a oportunidade de conhecer bem a cidade. “Nós curtimos um pouco Vancouver como se estivéssemos de férias. Não preciso dizer que nos apaixonamos no momento em que pisamos em solo canadense. Vancouver é uma cidade linda, cercada de natureza e com muito a oferecer. Chegamos também em pleno verão e isso fez toda a diferença. Aliás, essa é a dica que eu dou para quem está planejando essa mudança. Tenho certeza que fizemos a escolha certa”, disse.

Para o casal, muitas coisas no Canadá são diferentes do que estamos acostumados no Brasil. “Aqui é diferente o jeito que as pessoas pensam em termos de ‘comunidade’. Em sua maioria, as pessoas reciclam o lixo, agradecem ao motorista de ônibus ao descer, desejam um ótimo dia ao caixa do supermercado, têm o hábito de doar o que não lhes serve mais, etc. O acesso aos lugares fantásticos que vemos em fotos é quase sempre muito fácil e o transporte funciona”, destacaram.

Mesmo assim, às vezes, ainda bate aquela saudade do Brasil. Porém, de acordo com eles, os benefícios encontrados no novo lar compensam o coração apertado. “É claro que a gente sente muita falta da família e dos amigos que ficaram e, também, de poder beber uma cervejinha na praia ou comer uma coxinha de boteco. Mas não sentimos nem um pouco falta da inseguraça e do medo que sempre andou com a gente ao morar em uma cidade como São Paulo. Aqui também tem violência e criminalidade, afinal ainda é o planeta Terra e não o país das maravilhas. Mas não dá exatamente para comparar os dois países. É uma alegria imensa saber que você pode sair com seu celular na mão e ninguém vai tentar tomar o que é seu, ou que você pode voltar para casa tarde da noite e ninguém vai mexer com você. É a melhor coisa que existe!”, revelou Tharcyla.

Curiosidades e alimentação

Segundo o casal, eles têm o costume de comprar os ingredientes e cozinhar em casa, então eles continuam comendo o que sempre gostaram. “Acho até que as compras de supermercado são mais em conta do que no Brasil e vale lembrar que você acha de tudo por aqui: tapioca, leite condensado, batata palha, farofa e até paçoquinha. Basta pagar o preço – que às vezes é salgado para este tipo de item”, comentou Tharcyla.

Sobre a culinária canadense em si, eles contam que já ouviram opiniões muitos distintas. “Já me falaram que a comida daqui ou é apimentada demais, ou sem tempero. Na minha opinião, a gastronomia canadense não é muito rica, mas ao mesmo tempo é possível saborear delícias de todos os cantos do mundo. Comida japonesa, indiana, grega, russa, tailandesa, vietnamita, enfim…opções de sobra! Mesmo assim, ninguém pode deixar de experimentar o poutine – prato tradicional canadense – e, de sobremesa, uma Nanaimo Bar – um doce bem gordinho de biscoito, creme e chocolate aqui da terrinha”, recomendou o Tharcyla.

Já entre as coisas que eles acham curiosas ou “diferentes”, está o fato de normalmente não ter ralo nos banheiros e varandas, não ter tanque nas lavanderias, e nem lustre/luz nas salas de estar. “Além disso, outro fato interessante em relação aos hábitos canadenses: o costume de doar tudo o que você possa imaginar, seja porque não serve mais ou simplesmente porque não querem mais. No nosso prédio sempre tem alguma coisa para doação na entrada ou lavanderia. E já vi de quase tudo:  louça, móveis, roupas, temperos, creme de barbear, fio dental, macarrão já cozido e com molho, quadro, bicho de estimação… só não vi dinheiro ainda! E pensa você que alguém fica encabulado de pegar alguma dessas coisas? Imagina! Piscou, já não está mais lá”, falou Tharcyla.

Auxílio 3RA e a busca pelo primeiro emprego

tharcy e leandro 3Segundo Tharcyla, a 3RA teve um papel fundamental no planejamento dos dois. “A agência foi super importante na escolha do College que eu vou cursar, tanto na questão da área quanto da instituição.  A princípio, pensávamos que por o Leandro ser de uma área de grande destaque aqui no Canadá (TI), ele é quem estudaria. Estávamos enganados e tanto a 3RA quanto a empresa parceira Immi Canadá nos orientaram direitinho sobre isso. Justamente por TI ser de alta demanda, as vagas são em sua maioria full-time jobs, e aqui, a experiência prática é extremamente valorizada”, destacou.

De acordo com ela, a empresa foi de extrema importância também na decisão do campo de estudos. “Eu achei que faria Publicidade ou Comunicação, por já ser formada na área e, portanto, teria uma vantagem na hora dos estudos por já saber do assunto. Errada mais uma vez. Depois da consultoria, ficou muito claro que eu deveria escolher algo relacionado, que agregasse valor a minha atual formação, e que não destoasse tanto das minhas experiências profissionais anteriores caso retorne algum dia ao Brasil. Acabei escolhendo o programa de dois anos de Marketing da Douglas College”, contou.

Agora, Leandro está procurando seu primeiro emprego. “Ele está na busca, fazendo entrevistas e descobrindo o quão diferente e longo é o processo para ser contratado por uma empresa aqui no Canadá.  Entre a procura em si até o contrato, são tantas etapas que até assustam. É entrevista por telefone, por Skype, pessoalmente, testes, dinâmicas, ufa! Mas, no fim, eles só querem ter 100% de certeza de que você é, de fato, o candidato ideal para a vaga”, falou Tharcyla, que por enquanto vai aguardar o início das aulas antes de procurar trabalho. “Já estou sabendo que a demanda de trabalhos, leituras e provas dos colleges canadenses é bem extensa, e bem diferente das universidades do Brasil. Se eu sentir que dá para trabalhar sem comprometer os estudos, arregaço as manguinhas e começo a procura por um part-time job com certeza. Alô, Five Guys! Me chama – e me paga em hamburger – que eu vou!”, brincou.

Dicas

De acordo com Leandro e Tharcyla, quem está pensando em se mudar para o Canadá precisa guardar dinheiro e estudar inglês. Mas, para eles, a pesquisa é tão importante quanto essas duas etapas. Por isso, eles decidiram montar um canal no youtube – o Canadá Fora de Série – no qual contam o seu dia a dia e dão dicas para quem está pensando em embarcar de vez. “Pesquise muito! A mudança não vai ocorrer de um dia para o outro, então prepare-se para tudo. Informação nunca é demais. Pesquise desde as oportunidades de trabalho para a sua área, a cidade ideal para você – até o preço do leite! Isso nos ajudou muito para criarmos uma visão real do que seria nossa vida aqui no Canadá. Hoje em dia é muito fácil encontrar qualquer tipo de informação na internet: existem grupos no Facebook, empresas que prestam consultoria como a 3RA e a Immi, canais de youtube… as ferramentas são várias e você não perde nada ao ficar bem informado”, concluiu.

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Confira o depoimento de Fernanda Negrisoli, cliente 3RA e aluna de destaque na Langara

Começar um College ou uma Pós-graduação no Canadá deixa qualquer um com frio na barriga. Afinal, você estará em um novo país, estudando em uma língua que não é a sua e em um sistema educacional completamente diferente daquele que você está acostumado.  E pensando em ajudar aqueles que estão ansiosos com o desafio, nós convidamos a nossa cliente Fernanda Negrisoli  para dividir conosco suas experiências. Ela, que atualmente cursa a pós-graduação em Administração e Negócios na Langara, entrou recentemente para o Dean’s Honour Roll, uma forma de reconhecimento da instituição para os melhores alunos do semestre.

Fernanda tem 35 anos, é de São Paulo e chegou ao Canadá há pouco mais de quatro meses com o marido. De acordo com ela, o planejamento começou dois anos antes do embarque. “Decidimos que queríamos uma qualidade de vida melhor fora do Brasil e um amigo comentou sobre o Canadá. Começamos a pesquisar os programas de imigração, que na época eram diferentes. Quando o esquema de imigração mudou para o Express Entry, já tínhamos investido bastante tempo e dinheiro e, por isso, resolvemos procurar a Immi Canada e o plano B de vir estudando acabou virando prioridade”, contou.

Em seguida, Fernanda começou a decidir qual curso seria o ideal para ela e, para isso, contou com a ajuda da 3RA Intercâmbio. “Através de muita pesquisa e com o suporte da agência, escolhi fazer a pós-graduação em administração e negócios. Já sou formada e pós-graduada no Brasil e achei que esse curso agregaria mais ao meu currículo profissional, me ajudaria a fazer networking, uma vez que um dos requisitos é já possuir um diploma, e também aperfeiçoaria  meu inglês”, falou.

Fernanda Negrisoli 2Sobre o inglês, que é uma das maiores preocupações dos brasileiros que estudam no Canadá, Fernanda optou por estudar um pouco antes de começar o curso na Langara. “Eu já tinha estudado muito inglês no Brasil e no exterior, inclusive em Toronto. Mesmo assim, decidi fazer um mês de inglês antes do curso para ‘aquecer’ e desenferrujar. Fiz um curso focado no inglês acadêmico em Vancouver na VGC exatamente um mês antes do início do programa na Langara”, disse.

Mesmo já tendo outras experiências anteriores no exterior, Fernanda confessou que antes de iniciar a Langara estava um pouco preocupada. “Já tinha feito dois programas de inglês fora do Brasil, um em San Diego e outro em Toronto. Também fiz um curso de liderança na Disney mas não tinha feito cursos acadêmicos como o da Langara. Estava ansiosa para voltar a estudar e um pouco aflita com o inglês, achando que o que eu tinha não seria suficiente pois tirei a nota limite no IELTS para poder me inscrever nesse programa. Porém, foi mais tranquilo do que eu pensei. Nem todos os professores tem o inglês como primeiro idioma e é preciso se adaptar aos diferentes sotaques. Em todas as minhas matérias só tinham alunos internacionais e um único canadense. Por isso, exceto pelo canadense, todos tinham as mesmas dificuldades ”,  relembrou.

Segundo Fernanda, a maior diferença que ela sentiu quanto aos cursos de pós-graduação no Brasil é em relação a carga horária do curso e o tempo que é preciso dedicar fora da sala de aula. “O curso é puxado, tem muito trabalho em grupo e exige que você realmente estude além do tempo em classe. A pós que fiz no Brasil tinha aula duas noites por semana e eram baseadas mais em prática do que em teoria. Aqui eu tenho aula de segunda a quinta, de manhã e a tarde, e carga de teoria das aulas é bem pesada”, revelou.

Ainda de acordo com ela, no Brasil é mais tranquilo conciliar trabalho e estudo. “Talvez por isso, no Brasil, muitos profissionais buscam pós graduações com o objetivo de se especializar. Aqui isso é mais difícil, a começar pelo horário das aulas. Dificilmente se consegue também um trabalho que não seja em restaurante, supermercado e retail. Por isso, vim preparada para não precisar trabalhar durante o programa, mas muitos dos meus colegas de classe trabalham”, destacou.

Para quem está iniciando seu planejamento, Fernanda tem uma dica: pesquisar bastante. “Pesquise muito sobre o curso e o que as pessoas falam dele. O site da instituição ajuda, mas considere o que alunos ou ex-alunos falam nos blogs e nas redes sociais”. Além disso, ela também recomenda a 3RA Intercâmbio: “O atendimento da 3RA aqui em Vancouver é muito bom. Gostei do profissionalismo e da agilidade em nos responderem aqui”, concluiu.

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Cliente 3RA se destaca no mercado canadense através da organização de eventos de Marketing

Recomeçar. Essa é a palavra chave na vida de quem decide deixar tudo no Brasil e embarcar de vez para o Canadá em busca de uma vida melhor. Porém este recomeço nem sempre é fácil. Você vai estar em um novo país, sem contatos profissionais e, muitas vezes, terá que dar alguns passos para trás na carreira. No entanto, o segredo para o sucesso é um só: dedicação. E é assim que o cliente da 3RA Intercâmbio, Guilherme Selles, tem conquistado seu espaço no mercado canadense. Há apenas nove meses no país, ele, que é estudante do curso de pós-graduação em Marketing da Langara, tem organizado eventos na área e levado palestrantes reconhecidos para compartilhar experiências com os estudantes. Desta forma, além de ajudar os outros alunos a se qualificarem cada vez mais, ele tem feito contatos e conseguido consolidar seu nome no mercado.

blog_post_guilerme-1030x579“A realização dos eventos tem sido muito útil por alguns motivos, como a criação de portfólio no país e ampliação do networking. Para realizar eventos, tenho que entrar em contato com muitas pessoas, desde professores e coordenadores na Langara à profissionais de destaque no mercado de Vancouver, passando por alunos e demais participantes dos eventos. Sobre portfólio, tenho apresentado os eventos como projetos de minha autoria em entrevistas de emprego. Os entrevistadores e gestores ficam impressionados com a capacidade de realizar projetos desse porte por conta própria”, contou Guilherme.

Ainda segundo Guilherme, que já tinha um background como empreendedor digital e professor, os desafios são muitos e vão desde o financiamento do evento até e própria organização em si. Porém, para ele, a maior dificuldade é o fato de ainda ter poucos contatos no país. “Tenho que fazer esforço dobrado para chegar aos palestrantes e transmitir credibilidade. Para vencer essa barreira, passei a me apresentar como presidente do Langara Digital Media Marketing Club, uma organização estudantil que busca introduzir estudantes ao mercado digital canadense. Acredito que o fato de ter criado o club tenha facilitado minha aproximação com profissionais do mercado”, destacou. Para ajudar a financiar tais eventos, Guilherme também criou um outro projeto. “Criei uma loja virtual que vende camisetas e canecas com a temática digital”, disse.

 

Próximo evento

O próximo evento organizado por Guilherme acontece nesta quinta-feira, dia 30 de junho, na Langara, a partir das 7PM. Com o tema “How to create your dream career as a social media director”, Guilherme vai receber com o palestrante Matt Astifan, que é fundador da Web Friendly e diretor da Internet Masterminds Meetup, o maior grupo de internet marketing do meetup no mundo, que conta com mais de 6000 membros. Segundo Guilherme, Matt vem ajudando pessoas a obterem lucro a partir das mídias sociais desde 2009.

O ingresso custa apenas $ 5 e pode ser adquirido pela internet. Todos os participantes terão ainda acesso gratuito ao curso online “4 Steps to social media profits”, que abordará temas diversos como estratégias de Social Media, os segredos dos anúncios do Facebook, técnicas utilizadas pelos profissionais para atrair e reter seguidores nas mídias sociais, entre outros.

Parte do valor arrecado com o evento será doado para a Cruz Vermelha Canadense para ajudar na reconstrução de Fort McMurray, cidade atingida por um grande incêndio em maio deste ano.

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Como você veio parar no Canadá?

 

bruna.caiadoBruna Caiado Vasco Arcanjo Soares, 28 anos, jornalista por formação, se diz uma  mulher sonhadora, que não tem medo de arriscar quando seus ideais estão em jogo. Por isso, em 2014 resolveu deixar a cidade americana de Los Angeles, Califórnia,  onde morava desde 2011 para começar uma nova história em Calgary. Ela conta que escolheu o Canadá por “ser um país de alta qualidade de vida, o que implica em baixa violência, cidades limpas, pessoas educadas, transporte público excelente, e o melhor de tudo: respeito com a diferença”. Já a escolha de Calgary foi por ser “uma cidade pequena e que está crescendo economicamente e fisicamente”.

Depois de escolher o destino o próximo passo foi entrar em contato com um consultor de imigração para saber quais seriam suas chances reais de morar no Canadá. Através da Celina Hui, da Immi-Canadá, Bruna foi orientada a estudar em algum college canadense. Foi nessa etapa que ela conheceu a 3RA Intercâmbio e começou a planejar seu intercâmbio. “Sem sombra de dúvidas foi o meu melhor investimento. Sem a agência não sei se estaria aqui hoje no Canadá”. Ela conta que foi atendida por profissionais exemplares que deram “não só suporte profissional mas emocional durante todo o processo”.

Bruna Caiado e seu marido no Lake Louise

Por ser uma faculdade muito procurada por canadeses e alunos internacionais o processo entre aplicação, avaliação e aceitação no curso que Bruna escolheu demorou quase 6 meses. Depois de todo o processo da espera ela conseguiu dar entrada no visto e desde maio está em Calgary, onde estudará por 2 anos na SAIT. “Estou amando a infra estrutura da faculdade, principalmente a biblioteca e o fato de termos tutores incluído no curso, ou seja, você além dos professores de alto gabarito, ainda pode usufruir de tutores depois da aula. O campus é maravilhoso, gigante, e a didática do ensino é exemplar”.

Sobre a adaptação a jornalista disse que ter planejado o inercâmbio com um ano de atencedência ajudou muito nessa etapa, tanto no sentido físico como no emocional . “Posso dizer ter sido uma escolha racional e madura”. Tirando o frio no inverno, que segundo Bruna “você congela até os órgãos”, a cidade tem muitos pontos positivos, como “ transporte, educação, trânsito, natureza, pessoas educadas e a diversidade cultural”.

Mesmo passando por dificuldades, como “ juntar dinheiro para pagar o curso e sobreviver em Calgary, conseguir tirar uma nota suficiente no TOEFL e o mais complicado, que foi o de ser aceita na faculdade”, Bruna não se arrepende de nada que tenha feito durante o processo de planejamento até começar os estudos no Canadá. Quando perguntamos se ela tinha  arrependimentos a resposta foi curta e direta. “Não, mil vezes não. Essa foi minha melhor escolha”.

11909665_10153673792808189_1156925582_n (1)Bruna está começando uma nova fase do seu intercâmbio, de planejar seu futuro no Canadá. Agora o foco é fazer muito bem o college e conseguir um emprego para se estabilizar de vez no país, e assim conseguir realizar seus sonhos de “construir uma família e viver uma vida simples baseada no amor”.


Para quem está planejando correr atrás de um sonho parecido com o da Bruna, ela deixa aqui seu conselho: “Seja realista e pé no chão. A imigração é um processo lento e desafiador, não é fácil largar tudo e todos e tentar a vida em outro país com sua cultura e tradições. Mas mesmo com todos os contras, no final das contas vale cada lágrima, sofrimento, noites mal dormidas, conversas em inglês que você entende pela metade (risos), solidão. Por isso, sonhe. Foque. Acredite. Faça acontecer”.

*As fotos são do arquivo pessoal da Bruna Caiado