A decisão de estudar fora do país nem sempre acontece de forma individual, ainda mais se ela é feita em estágios mais avançados da vida do estudante. É num contexto de carreiras que se desenvolvem por mais tempo e fluxos distintos de trabalho que mais pessoas avaliam a possibilidade de estudar no Canadá com a família, levando cônjuge e filhos para viver essa experiência juntos.
Esse movimento reflete as mudanças no perfil dos estudantes internacionais, que hoje incluem profissionais mais maduros, casais e famílias em busca de qualificação acadêmica, crescimento pessoal e novas perspectivas. Andam até mesmo dizendo que os 40 anos são os novos 30.
O Canadá tem se destacado como um dos destinos mais procurados por oferecer qualidade de ensino, segurança, diversidade cultural e um ambiente favorável para famílias. Com isso, cresce também a busca por informações claras sobre como funciona a rotina, os custos e os desafios de estudar no país acompanhado.
Felizmente, com a ajuda da 3RA Educação Superior no Canadá você está munido de informações que te permitem fazer essa escolha de forma mais consciente e segura, avaliando riscos e construindo um planejamento claro. Se essa ideia te interessa, continue a leitura!
É possível estudar no Canadá com a família?
Sim, é possível estudar no Canadá com a família, desde que o estudante esteja matriculado em um curso elegível e atenda aos requisitos estabelecidos pelas instituições e pelas regras de estudo no país. Em geral, estudantes internacionais matriculados em cursos de longa duração podem levar o cônjuge e os filhos durante o período de estudos.
Quem pode levar a família inclui estudantes de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, além de alguns programas de college com carga horária e duração compatíveis. Cursos de curta duração, como programas de estudo rápidos de idioma, normalmente não oferecem essa possibilidade.
A escolha do tipo de curso é um ponto central no planejamento. Graduações e pós-graduações costumam exigir dedicação integral, enquanto mestrados e doutorados envolvem uma rotina acadêmica mais intensa, mas também oferecem maior estabilidade e previsibilidade para quem está com a família.
Vale lembrar que, normalmente, será necessário que o/a cônjuge do estudante já tenha alguma perspectiva profissional em vista, uma vez que a falta de um emprego fixo já definido no destino pode significar a perda da oportunidade de acompanhar o parceiro que fará o programa de estudos.
Como funciona a rotina de quem estuda no Canadá com a família
A rotina de quem decide estudar no Canadá com a família exige organização e alinhamento entre todos os envolvidos. O estudante precisa conciliar aulas, trabalhos acadêmicos e prazos com a vida familiar, o que demanda planejamento diário e divisão clara de responsabilidades.
A adaptação à nova dinâmica familiar começa ainda antes da mudança. É importante definir quem ficará responsável por tarefas como acompanhamento escolar dos filhos, organização da casa e questões práticas do dia a dia. Esse equilíbrio ajuda a reduzir o estresse e a sobrecarga durante o período de estudos, além de trazer o conforto de contar com entes queridos, aliviando a rotina de adaptação.
Além disso, a adaptação cultural afeta toda a família, afinal, costumes, horários, clima e hábitos diferentes exigem flexibilidade e diálogo constante. Quanto mais alinhada a família estiver em relação às expectativas, mais saudável tende a ser a experiência, sendo uma vivência desafiadora para todos.
Cônjuge: trabalho, estudo e adaptação
Um dos pontos mais relevantes ao estudar no Canadá com a família é entender o papel do cônjuge durante esse período. Em muitos casos, o acompanhante pode buscar oportunidades de trabalho ou estudo, o que contribui tanto para a renda familiar quanto para a adaptação ao novo país, mas, claro, esse processo precisa ser visto com maior antecedência para evitar transtornos.
O mercado de trabalho canadense valoriza habilidades práticas, comunicação e experiência local. Mesmo quando o cônjuge não atua imediatamente na área de formação, a experiência profissional no Canadá pode ser um diferencial no futuro. Para outros, a escolha pode ser investir em cursos complementares ou no aprimoramento do idioma.
Esse processo também tem impacto emocional, pois estar em outro país, longe da rede de apoio, pode gerar insegurança e desafios de adaptação. Por isso, é fundamental que o cônjuge também tenha um plano claro e expectativas realistas sobre a rotina no Canadá.
É nesse contexto que o alinhamento mútuo se torna mais do que importante: esse sonho precisa ser partilhado e nutrido por ambos, de forma que frustrações futuras não se tornem um impeditivo no relacionamento.
Filhos no Canadá durante o período de estudos
Para quem decide estudar no Canadá com a família, os filhos costumam ser uma das maiores preocupações. A boa notícia é que o sistema educacional canadense é reconhecido pela qualidade e pela estrutura voltada ao desenvolvimento integral das crianças.
Em muitos casos, filhos de estudantes internacionais podem frequentar escolas públicas, o que representa uma vantagem significativa. A escolha entre escola pública ou privada depende da região, da idade da criança e das preferências da família.
A adaptação ao idioma é um desafio inicial, mas geralmente acontece de forma rápida, especialmente entre crianças. O ambiente multicultural das escolas canadenses favorece a inclusão e o aprendizado, além de contribuir para o desenvolvimento social e emocional dos pequenos.
Planejamento financeiro para estudar no Canadá em família
O planejamento financeiro é um dos pilares para quem deseja estudar no Canadá com a família. Os custos variam de acordo com o curso, a cidade e o estilo de vida, mas alguns gastos são comuns à maioria das experiências.
As mensalidades dos cursos representam uma parte significativa do orçamento, especialmente em graduações e pós-graduações. Além disso, é preciso considerar gastos com moradia, alimentação, transporte, materiais acadêmicos e despesas do dia a dia. Ah, e não se esqueça das comprovações de renda, que são essenciais para mostrar aos órgãos canadenses que você poderá arcar com despesas.
A escolha da cidade impacta diretamente o custo de vida. Grandes centros urbanos tendem a ser mais caros, enquanto cidades menores podem oferecer um equilíbrio melhor entre qualidade de vida e gastos. Nesse contexto, ter uma reserva financeira e um planejamento detalhado ajuda a evitar imprevistos e traz mais segurança durante o período de estudos, garantindo uma experiência mais tranquila para todos os membros da família.
Principais desafios de estudar no Canadá com a família e como se preparar
Apesar das vantagens, estudar no Canadá com a família também envolve desafios. O custo de vida, a carga intensa de estudos e a adaptação cultural podem gerar desgaste físico e emocional, especialmente nos primeiros meses.
A saúde mental deve ser uma prioridade. Buscar apoio, manter uma rotina equilibrada e construir uma rede de contatos ajudam a tornar a experiência mais leve. Planejamento, informação e expectativas realistas são ferramentas essenciais para atravessar esse período com mais tranquilidade.
Tendo em vista esse aspecto, contar com uma empresa preparada para te dar o suporte, da escolha do curso até o processo de mudança e adaptação se torna essencial. A 3RA Educação Superior no Canadá conta com uma extensa equipe de especialistas para oferecer assistência no processo, garantindo que você possa tirar o melhor de toda essa vivência.
Estudar no Canadá com a família é possível, mas exige organização
Optar por estudar no Canadá com a família é uma decisão que envolve planejamento, diálogo e comprometimento. Quando bem estruturada, essa experiência pode ser extremamente enriquecedora para todos os envolvidos, tanto no aspecto acadêmico quanto pessoal.
A informação é a principal aliada nesse processo e nós entendemos isso muito bem. Entender como funciona a rotina, os custos, os desafios e as oportunidades permite tomar decisões mais conscientes e aproveitar ao máximo essa etapa da vida.
Se você tem interesse em tirar mais dúvidas, curiosidade de simular um projeto de estudo e afins, pode clicar aqui para falar diretamente com a nossa equipe e descobrir quais as perspectivas disponíveis para estudar no Canadá com a família. Conte com a gente nesse processo!
Moradia no Canadá: Qual a melhor opção para mim?
/0 Comentários/em Canadá, Custo de vida e planejamento, Moradia por intercambioO local de moradia no Canadá é, sem dúvida, algo de extrema importância, afinal de contas, você está deixando sua caminha confortável, o sofá da sala de TV que você adora ou aquele outro cantinho preferido do seu lar no Brasil para mudar para um lugar totalmente novo e desconhecido. Por isso, uma das maiores ansiedades de nossos clientes é sobre a moradia durante o período do intercâmbio. Muitas vezes, enquanto ainda estamos no processo de escolha do curso, o aluno já está pensando sobre onde morar, com quem, valores, etc.
O que a 3RA sempre indica é que o aluno venha para ficar os primeiros dias em um lugar provisório, como as casas de família, ou homestay, como são chamadas e só depois de enxergar o Canadá com seus próprios olhos, optar por um local definitivo e que combine com a personalidade do estudante e, é claro, com o bolso também.
Veja no vídeo abaixo algumas dicas sobre onde ficar nesse primeiro momento e algumas vantagens e desvantagens.
Se você está vindo com a família e não deseja ficar em uma Homestay neste primeiro momento, há outras opções de locais provisórios. O importante é nunca tentar escolher sua casa definitiva estando ainda no Brasil. Lembre-se que você está de mudança para um novo país e morar em um local agradável e que tenha a cara de sua família irá fazer toda a diferença.
Se você preferir, poderá contratar empresas que auxiliam brasileiros na busca por uma moradia no Canadá de acordo com a personalidade, objetivos e o orçamento de cada cliente. Uma delas é a Easy Vancouver, fundada por dois brasileiros.
As opções de moradia no Canadá são muitas: apartamentos, casas, basements e townhouses. Não se preocupe, pois temos certeza que você irá encontrar o local ideal no Canadá para você e sua família! :)
Leia mais:
Veja dicas para quem quer alugar um imóvel em Vancouver
Quanto custa viver no Canadá
Cidades para estudar no Canadá: vale sair dos grandes centros?
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosSe falamos em Canadá, muito provável que você pense automaticamente nos destinos mais badalados, como Toronto, Vancouver ou Montreal. Essas cidades são, de fato, referências globais em educação, cultura e oportunidades, mas não são a única possibilidade.
Conforme os anos passam, vem crescendo o interesse por cidades para estudar no Canadá que sejam capazes de oferecer qualidade de ensino e qualidade de vida, alinhando melhor o equilíbrio entre os valores de investimento e as alternativas disponíveis.
A verdade é que nem todo estudante precisa (ou deve) ir para grandes centros urbanos e essa mudança de paradigma está ligada às novas necessidades. Para muitos estudantes internacionais, especialmente aqueles que planejam passar mais tempo no país, a escolha da cidade impacta não apenas o orçamento, mas toda a experiência acadêmica e pessoal.
Nesse contexto, entender as diferenças entre grandes cidades e cidades de médio porte é essencial para tomar uma decisão mais consciente. Se essa busca faz sentido para você, continue a leitura e descubra mais possibilidades no seu processo de estudo no Canadá.
Entenda os perfis de cidades para estudar no Canadá
Ao pesquisar cidades para estudar no Canadá, é importante entender que o país oferece opções para perfis muito diferentes de estudantes, o que é compreensível graças às suas dimensões continentais! As grandes cidades costumam concentrar universidades renomadas, ampla oferta cultural e um mercado de trabalho diversificado mas, em contrapartida, também apresentam custo de vida mais elevado e maior competitividade por vagas de trabalho, moradia e até estágios.
Já as cidades de médio porte têm se destacado como alternativas estratégicas. Elas costumam oferecer instituições de ensino de alta qualidade, infraestrutura adequada para estudantes internacionais e um ambiente mais acolhedor, com um ritmo de vida que tende a ser mais tranquilo, o que facilita a adaptação, especialmente para quem está chegando ao país pela primeira vez.
O perfil de cada tipo de cidade deve ser analisado de acordo com os objetivos do estudante. Quem busca agitação urbana, eventos constantes e um mercado altamente competitivo pode se identificar mais com grandes centros. Por outro lado, quem prioriza o equilíbrio no foco nos estudos, economia e integração com a comunidade local pode encontrar nas cidades médias uma experiência mais equilibrada.
Vantagens de estudar em cidades de médio porte
Entre as principais vantagens de escolher cidades para estudar no Canadá fora dos grandes centros está o custo de vida. Aluguel, transporte e alimentação costumam ser significativamente mais acessíveis em cidades de médio porte. Essa diferença permite que o estudante administre melhor o orçamento e reduza a pressão financeira durante o período de estudos.
Outro ponto relevante é a menor concorrência, afinal, em cidades menores, a disputa por vagas de trabalho, estágios e oportunidades acadêmicas tende a ser menos acirrada. Isso pode facilitar a inserção do estudante internacional no mercado local e proporcionar experiências práticas mais rapidamente.
A qualidade de vida também é um ponto que chama mais atenção. Cidades de médio porte oferecem deslocamentos mais curtos, menos trânsito e um ambiente mais tranquilo. Esse cenário contribui para uma rotina menos estressante, permitindo que o estudante concilie melhor estudos, trabalho e vida pessoal. Para muitos, esse equilíbrio é determinante para o sucesso acadêmico!
Cidades para estudar no Canadá fora dos grandes centros
A verdade é que existem opções reais e muito relevantes de cidades de médio porte no Canadá que são boas para estudantes internacionais, alinhando custo de vida mais baixo, qualidade de ensino e vida estudantil rica.
Guelph, em Ontário, é uma das cidades universitárias mais acolhedoras do Canadá, com uma forte presença estudantil forte e custo de vida mais acessível do que nos grandes centros. Guelph abriga instituições reconhecidas e conta com uma atmosfera cultural ativa, segura e organizada, ideal para quem busca integração com a comunidade local. A vida acadêmica dinâmica, aliada à boa oferta de universidades e colleges, faz toda a diferença para quem deseja estudar no país com qualidade e tranquilidade!
Já Kelowna, cidade localizada no interior da Colúmbia Britânica, é encantadora, com um clima temperado e altíssima qualidade de vida. Com instituições com presença significativa na região, Kelowna atrai estudantes internacionais e oferece programas práticos e acadêmicos num ambiente mais tranquilo e seguro, com custos de vida menores que nas grandes cidades costeiras.
Em Halifax, na Nova Escócia, encontramos instituições de destaque, muito procuradas por sua comunidade estudantil forte e espírito local único, agregando boa qualidade de vida com custo inferior aos grandes centros. Essas são apenas algumas das opções e vale lembrar que estudar em uma universidade fora dos grandes centros significa ter acesso a professores, recursos acadêmicos e suporte institucional com menos competição interna.
Adaptação e experiência nas cidades para estudar no Canadá
A escolha da cidade impacta diretamente a adaptação do estudante internacional. Em cidades para estudar no Canadá de médio porte, a integração com a comunidade local costuma acontecer de forma mais natural. A presença menor de grandes fluxos turísticos e a proximidade entre moradores favorecem relações mais próximas e uma sensação maior de pertencimento.
O networking também pode ser facilitado. Em ambientes menos saturados, estudantes têm mais chances de criar conexões com colegas, professores e profissionais locais. Essas relações são valiosas tanto durante os estudos quanto após a conclusão do curso, especialmente para quem busca experiência profissional no Canadá.
A vivência cultural é outro diferencial. Cidades médias permitem uma imersão mais profunda na cultura canadense, com costumes, eventos locais e interação direta com moradores. Para muitos estudantes internacionais, essa experiência mais autêntica é um dos grandes ganhos de estudar fora dos grandes centros.
A escolha da cidade influencia toda a experiência
Ao avaliar cidades para estudar no Canadá, fica claro que a escolha vai muito além do nome da instituição de ensino. A cidade influencia custos, rotina, oportunidades, adaptação e qualidade de vida e é claro que não existe uma opção única que funcione para todos, mas sim escolhas que fazem mais sentido de acordo com o perfil e os objetivos de cada estudante.
Considerar cidades de médio porte pode ser uma estratégia inteligente para quem busca equilíbrio entre qualidade acadêmica e viabilidade financeira. Com planejamento e informação, é possível encontrar destinos que ofereçam uma experiência completa, enriquecedora e alinhada às expectativas do estudante internacional.
Se bateu a curiosidade por aí e você quer mergulhar mais nessas possibilidades, clique aqui para falar com a nossa equipe e começar a planejar o seu processo de estudo no Canadá. Conheça mais oportunidades e, com a parceria da 3RA Educação Superior no Canadá, abrace um caminho que vai elevar a sua vida acadêmica e profissional.
Como é estudar no Canadá como estrangeiro
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosVocê decidiu estudar no Canadá (o que já é um passo importante), mas agora está de frente para muitas expectativas e inseguranças. Entre as dúvidas mais comuns estão o medo de não se adaptar, a preocupação com o idioma e, principalmente, o receio de não ser bem recebido pela população local.
Para quem pensa em estudar no Canadá como estrangeiro, essa questão é mais frequente, já que o país possui uma série de costumes bem diferentes dos brasileiros. Pois é, se engana quem pensa que as diferenças só se tornam gritantes quando comparamos ocidente e oriente.
Mas antes de entrar nos detalhes, vamos esclarecer um ponto importante: o Canadá é reconhecido mundialmente por ser um dos destinos mais acolhedores para estudantes internacionais. Com políticas de inclusão, diversidade cultural e respeito às diferenças, o país oferece um ambiente favorável para quem busca crescimento acadêmico e pessoal.
Hoje queremos entrar nos detalhes dessas diferenças culturais com um recorte diferente. Já parou para pensar em como os estudantes estrangeiros são vistos pela população local? Neste blog você vai descobrir esses detalhes, então continue a leitura!
Como é estudar no Canadá como estrangeiro
De cara, as primeiras semanas costumam ser marcadas por descobertas e adaptações. Ao começar a estudar no Canadá como estrangeiro, muitos estudantes percebem rapidamente a organização, a segurança e o respeito às regras como características fortes da sociedade canadense.
É comum se surpreender com a pontualidade no transporte público, a cordialidade no atendimento e a estrutura das instituições de ensino. Além disso, as escolas e universidades costumam ter setores específicos para apoio ao estudante internacional, facilitando a adaptação inicial.
Conforme o tempo passa e a adaptação vai ganhando corpo, a convivência tende a ser mais e mais tranquila. Isso porque os canadenses valorizam o respeito, a educação e a privacidade, então pequenos gestos como pedir licença, agradecer e respeitar filas fazem parte da rotina e fazem toda a diferença.
Para quem vem do Brasil, onde a informalidade é maior, essa diferença pode causar estranhamento no início, mas logo se torna natural. Quando você menos esperar, estará fazendo tudo como eles… É como diz o ditado: “Quando em Roma, faça como os romanos”!
O que os canadenses pensam de estudantes internacionais
De modo geral, estudantes internacionais são bem vistos no Canadá. Eles contribuem para a diversidade cultural, movimentam a economia local e enriquecem o ambiente acadêmico. Por isso, quem decide estudar no Canadá como estrangeiro costuma encontrar abertura e receptividade.
Muitos canadenses demonstram interesse em conhecer outras culturas, aprender novos idiomas e trocar experiências. Essa curiosidade facilita a criação de vínculos, tanto nas instituições de ensino quanto fora delas. Algumas atitudes são especialmente valorizadas pelos canadenses, como:
Demonstrar responsabilidade e interesse em se integrar à cultura local ajuda a construir uma imagem positiva e fortalece as relações interpessoais.
Diferenças culturais na convivência para estudar no Canadá como estrangeiro
O primeiro ponto de diferenciação que vale o destaque tem a ver com a comunicação, que costuma ser mais direta, porém respeitosa. Para brasileiros, que tendem a ser mais expansivos, pode ser necessário ajustar o tom em ambientes formais.
As pessoas evitam confrontos desnecessários e valorizam o diálogo objetivo, além disso, o hábito de pedir desculpas e agradecer com frequência faz parte da cultura canadense e é visto como sinal de educação.
Já a pontualidade, segundo ponto a ser destacado, é considerado um dos mais importantes, afinal, chegar atrasado a aulas, reuniões ou compromissos pode ser interpretado como falta de respeito. Para quem deseja estudar no Canadá como estrangeiro com sucesso, aprender a gerenciar bem os horários é fundamental.
E falando em gerenciamento, os canadenses prezam bastante pelo espaço individual. Abraços, toques e aproximações físicas são menos comuns, especialmente entre pessoas que não têm intimidade. Respeitar essa distância é essencial para uma convivência harmoniosa.
E os brasileiros estudando no Canadá?
Assim como acontece em outros países, existem alguns estereótipos sobre brasileiros. Muitos canadenses associam o Brasil a alegria, sociabilidade, futebol e música. Em geral, esses estereótipos são positivos, mas podem gerar expectativas irreais. Ao estudar no Canadá como estrangeiro, o brasileiro tem a oportunidade de mostrar que vai além desses rótulos, demonstrando profissionalismo, dedicação e responsabilidade. Entre os principais desafios enfrentados por brasileiros estão:
Com o tempo, esses obstáculos tendem a ser superados. Participar de atividades extracurriculares, grupos estudantis e eventos culturais ajuda bastante no processo de integração. Além disso, manter contato com outros brasileiros pode ser reconfortante, desde que não impeça a vivência com pessoas de outras nacionalidades.
Estudar no Canadá como estrangeiro não é um bicho de sete cabeças!
A experiência de estudar no Canadá como estrangeiro vai muito além da sala de aula. Ela envolve adaptação cultural, desenvolvimento pessoal e construção de relações interculturais. Embora existam desafios, o ambiente canadense favorece o acolhimento, o respeito e a diversidade.
A integração depende de troca, abertura e disposição para aprender com o outro. Quanto mais o estudante se envolve com a cultura local, mais rica se torna a experiência. Para quem busca crescimento acadêmico aliado a uma vivência internacional completa, o Canadá se mostra como um dos destinos mais preparados para receber estudantes do mundo inteiro.
Se todo esse papo despertou o seu desejo em conhecer mais e construir o seu caminho para estudar no Canadá, fale com a nossa equipe clicando aqui! Teremos o maior prazer em te explicar tudo detalhadamente e ajudar a transformar seu sonho em realidade.
Estudar no Canadá com a família: o que você precisa saber
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosA decisão de estudar fora do país nem sempre acontece de forma individual, ainda mais se ela é feita em estágios mais avançados da vida do estudante. É num contexto de carreiras que se desenvolvem por mais tempo e fluxos distintos de trabalho que mais pessoas avaliam a possibilidade de estudar no Canadá com a família, levando cônjuge e filhos para viver essa experiência juntos.
Esse movimento reflete as mudanças no perfil dos estudantes internacionais, que hoje incluem profissionais mais maduros, casais e famílias em busca de qualificação acadêmica, crescimento pessoal e novas perspectivas. Andam até mesmo dizendo que os 40 anos são os novos 30.
O Canadá tem se destacado como um dos destinos mais procurados por oferecer qualidade de ensino, segurança, diversidade cultural e um ambiente favorável para famílias. Com isso, cresce também a busca por informações claras sobre como funciona a rotina, os custos e os desafios de estudar no país acompanhado.
Felizmente, com a ajuda da 3RA Educação Superior no Canadá você está munido de informações que te permitem fazer essa escolha de forma mais consciente e segura, avaliando riscos e construindo um planejamento claro. Se essa ideia te interessa, continue a leitura!
É possível estudar no Canadá com a família?
Sim, é possível estudar no Canadá com a família, desde que o estudante esteja matriculado em um curso elegível e atenda aos requisitos estabelecidos pelas instituições e pelas regras de estudo no país. Em geral, estudantes internacionais matriculados em cursos de longa duração podem levar o cônjuge e os filhos durante o período de estudos.
Quem pode levar a família inclui estudantes de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, além de alguns programas de college com carga horária e duração compatíveis. Cursos de curta duração, como programas de estudo rápidos de idioma, normalmente não oferecem essa possibilidade.
A escolha do tipo de curso é um ponto central no planejamento. Graduações e pós-graduações costumam exigir dedicação integral, enquanto mestrados e doutorados envolvem uma rotina acadêmica mais intensa, mas também oferecem maior estabilidade e previsibilidade para quem está com a família.
Vale lembrar que, normalmente, será necessário que o/a cônjuge do estudante já tenha alguma perspectiva profissional em vista, uma vez que a falta de um emprego fixo já definido no destino pode significar a perda da oportunidade de acompanhar o parceiro que fará o programa de estudos.
Como funciona a rotina de quem estuda no Canadá com a família
A rotina de quem decide estudar no Canadá com a família exige organização e alinhamento entre todos os envolvidos. O estudante precisa conciliar aulas, trabalhos acadêmicos e prazos com a vida familiar, o que demanda planejamento diário e divisão clara de responsabilidades.
A adaptação à nova dinâmica familiar começa ainda antes da mudança. É importante definir quem ficará responsável por tarefas como acompanhamento escolar dos filhos, organização da casa e questões práticas do dia a dia. Esse equilíbrio ajuda a reduzir o estresse e a sobrecarga durante o período de estudos, além de trazer o conforto de contar com entes queridos, aliviando a rotina de adaptação.
Além disso, a adaptação cultural afeta toda a família, afinal, costumes, horários, clima e hábitos diferentes exigem flexibilidade e diálogo constante. Quanto mais alinhada a família estiver em relação às expectativas, mais saudável tende a ser a experiência, sendo uma vivência desafiadora para todos.
Cônjuge: trabalho, estudo e adaptação
Um dos pontos mais relevantes ao estudar no Canadá com a família é entender o papel do cônjuge durante esse período. Em muitos casos, o acompanhante pode buscar oportunidades de trabalho ou estudo, o que contribui tanto para a renda familiar quanto para a adaptação ao novo país, mas, claro, esse processo precisa ser visto com maior antecedência para evitar transtornos.
O mercado de trabalho canadense valoriza habilidades práticas, comunicação e experiência local. Mesmo quando o cônjuge não atua imediatamente na área de formação, a experiência profissional no Canadá pode ser um diferencial no futuro. Para outros, a escolha pode ser investir em cursos complementares ou no aprimoramento do idioma.
Esse processo também tem impacto emocional, pois estar em outro país, longe da rede de apoio, pode gerar insegurança e desafios de adaptação. Por isso, é fundamental que o cônjuge também tenha um plano claro e expectativas realistas sobre a rotina no Canadá.
É nesse contexto que o alinhamento mútuo se torna mais do que importante: esse sonho precisa ser partilhado e nutrido por ambos, de forma que frustrações futuras não se tornem um impeditivo no relacionamento.
Filhos no Canadá durante o período de estudos
Para quem decide estudar no Canadá com a família, os filhos costumam ser uma das maiores preocupações. A boa notícia é que o sistema educacional canadense é reconhecido pela qualidade e pela estrutura voltada ao desenvolvimento integral das crianças.
Em muitos casos, filhos de estudantes internacionais podem frequentar escolas públicas, o que representa uma vantagem significativa. A escolha entre escola pública ou privada depende da região, da idade da criança e das preferências da família.
A adaptação ao idioma é um desafio inicial, mas geralmente acontece de forma rápida, especialmente entre crianças. O ambiente multicultural das escolas canadenses favorece a inclusão e o aprendizado, além de contribuir para o desenvolvimento social e emocional dos pequenos.
Planejamento financeiro para estudar no Canadá em família
O planejamento financeiro é um dos pilares para quem deseja estudar no Canadá com a família. Os custos variam de acordo com o curso, a cidade e o estilo de vida, mas alguns gastos são comuns à maioria das experiências.
As mensalidades dos cursos representam uma parte significativa do orçamento, especialmente em graduações e pós-graduações. Além disso, é preciso considerar gastos com moradia, alimentação, transporte, materiais acadêmicos e despesas do dia a dia. Ah, e não se esqueça das comprovações de renda, que são essenciais para mostrar aos órgãos canadenses que você poderá arcar com despesas.
A escolha da cidade impacta diretamente o custo de vida. Grandes centros urbanos tendem a ser mais caros, enquanto cidades menores podem oferecer um equilíbrio melhor entre qualidade de vida e gastos. Nesse contexto, ter uma reserva financeira e um planejamento detalhado ajuda a evitar imprevistos e traz mais segurança durante o período de estudos, garantindo uma experiência mais tranquila para todos os membros da família.
Principais desafios de estudar no Canadá com a família e como se preparar
Apesar das vantagens, estudar no Canadá com a família também envolve desafios. O custo de vida, a carga intensa de estudos e a adaptação cultural podem gerar desgaste físico e emocional, especialmente nos primeiros meses.
A saúde mental deve ser uma prioridade. Buscar apoio, manter uma rotina equilibrada e construir uma rede de contatos ajudam a tornar a experiência mais leve. Planejamento, informação e expectativas realistas são ferramentas essenciais para atravessar esse período com mais tranquilidade.
Tendo em vista esse aspecto, contar com uma empresa preparada para te dar o suporte, da escolha do curso até o processo de mudança e adaptação se torna essencial. A 3RA Educação Superior no Canadá conta com uma extensa equipe de especialistas para oferecer assistência no processo, garantindo que você possa tirar o melhor de toda essa vivência.
Estudar no Canadá com a família é possível, mas exige organização
Optar por estudar no Canadá com a família é uma decisão que envolve planejamento, diálogo e comprometimento. Quando bem estruturada, essa experiência pode ser extremamente enriquecedora para todos os envolvidos, tanto no aspecto acadêmico quanto pessoal.
A informação é a principal aliada nesse processo e nós entendemos isso muito bem. Entender como funciona a rotina, os custos, os desafios e as oportunidades permite tomar decisões mais conscientes e aproveitar ao máximo essa etapa da vida.
Se você tem interesse em tirar mais dúvidas, curiosidade de simular um projeto de estudo e afins, pode clicar aqui para falar diretamente com a nossa equipe e descobrir quais as perspectivas disponíveis para estudar no Canadá com a família. Conte com a gente nesse processo!
Cultura canadense: por que a pontualidade é tão importante
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosPara muitos brasileiros, um dos primeiros choques ao chegar em outro país não está no idioma, no clima ou na comida, mas no modo como o tempo é tratado. E claro que isso não seria diferente quando falamos do Canadá!
A cultura canadense tem uma relação muito clara e objetiva com horários, o que pode causar estranhamento para quem vem de uma realidade mais flexível, como a nossa com o jeitinho brasileiro. Entender esse aspecto é fundamental para quem pretende estudar, trabalhar ou viver no Canadá, já que a pontualidade está diretamente ligada à ideia de respeito e responsabilidade.
Entre os choques culturais mais comuns relatados por brasileiros está a percepção de que atrasos, mesmo pequenos, não são bem vistos. No Canadá, o horário combinado não é apenas uma referência, mas um compromisso e esse peso dado ao tempo influencia desde ambientes formais, como trabalho e estudos, até situações do cotidiano e da vida social.
Se você deseja entender mais sobre a relação entre o tempo e a cultura canadense para se preparar para o processo de mudança, continue a leitura!
Como funciona a cultura canadense em relação ao tempo
A cultura canadense valoriza a pontualidade como uma forma de respeito ao outro, seguindo por aquela perspectiva de “o tempo é o nosso ativo mais precioso”. Chegar no horário demonstra consideração pelo tempo alheio e compromisso com o que foi combinado. Diferente de culturas onde atrasos são relativizados, no Canadá o padrão é cumprir horários de maneira rigorosa.
Outro ponto importante é a organização, uma vez que a previsibilidade faz parte do dia a dia canadense. Reuniões, aulas, compromissos e eventos costumam começar e terminar no horário previsto, o que facilita o planejamento pessoal e profissional, além de criar uma lógica que contribui para uma rotina mais estruturada e para relações mais transparentes.
Essa relação com o tempo também está ligada à confiança: quando alguém marca um compromisso no Canadá, espera-se que ele seja cumprido exatamente como combinado. Alterações de horário, atrasos ou cancelamentos de última hora podem ser interpretados como falta de profissionalismo ou desinteresse.
A cultura canadense da pontualidade no trabalho e nos estudos
No ambiente profissional, a pontualidade é um dos pilares da cultura canadense, o que inclui reuniões que começam no horário marcado, independentemente de todos os participantes estarem presentes. Chegar atrasado pode causar uma impressão negativa, mesmo que seja de poucos minutos.
No contexto acadêmico, o funcionamento é semelhante. Aulas começam no horário e, em muitos casos, portas são fechadas após o início. Professores e instituições esperam que os alunos estejam preparados e presentes no momento exato, reforçando a importância de levar os estudos a sério.
Já os compromissos formais, como entrevistas, atendimentos e reuniões institucionais, seguem a mesma lógica. Nesse contexto, chegar com antecedência é visto como algo positivo, enquanto atrasos frequentes podem prejudicar relações profissionais e acadêmicas. Para quem está se adaptando, esse cuidado com horários é essencial para uma boa integração.
Vida social no Canadá: chegar cedo, na hora ou atrasado?
A pontualidade também se reflete na vida social, embora de forma um pouco mais flexível do que em ambientes formais. Ainda assim, a cultura canadense possui regras implícitas que vale a pena conhecer, afinal, mesmo em encontros entre amigos, jantares ou eventos sociais, chegar no horário combinado ou poucos minutos antes é o comportamento mais comum.
Chegar muito atrasado, mesmo em situações informais, pode causar desconforto. Diferente do Brasil, onde atrasos podem ser socialmente aceitos, no Canadá isso pode ser interpretado como falta de consideração. Em eventos com horário definido, como festas ou compromissos em restaurantes, a pontualidade continua sendo valorizada.
As diferenças culturais ficam claras nesse ponto: enquanto no Brasil o horário muitas vezes é visto como uma sugestão, no Canadá ele é levado ao pé da letra. Entender essa diferença ajuda a evitar situações constrangedoras e facilita a construção de relações sociais mais fluidas, afinal, ninguém quer ficar sem amigos durante sua experiência no exterior, né?
Dicas para se adaptar à cultura canadense
Adaptar-se à cultura canadense em relação ao tempo exige atenção e planejamento, sendo a organização com antecedência uma das principais dicas. Nesse contexto, considere o tempo de deslocamento, possíveis atrasos no transporte público e imprevistos do dia a dia e tudo serão flores.
Criar uma margem de segurança é fundamental, então se organizar para chegar de 5 a 10 minutos antes do horário marcado é uma prática comum e bem vista, especialmente em compromissos profissionais ou acadêmicos. Isso demonstra respeito e comprometimento.
O uso de ferramentas também pode ajudar, com aplicativos de agenda, lembretes e planejamento de rotas como aliados importantes para quem está se adaptando a uma rotina mais rígida com horários. Com o tempo, essa organização se torna natural e passa a fazer parte do cotidiano.
Pontualidade como parte da integração cultural
Compreender a importância do tempo é um passo essencial para se integrar à cultura canadense. Mais do que uma simples regra social, a pontualidade reflete valores profundamente enraizados na sociedade do Canadá, como respeito mútuo, responsabilidade individual e organização coletiva. Para brasileiros, acostumados a uma relação mais flexível com horários, essa adaptação pode exigir atenção e mudança de hábitos, especialmente nos primeiros meses.
A pontualidade no Canadá não está ligada apenas a cumprir horários, mas à forma como as pessoas constroem confiança. Chegar no horário combinado demonstra comprometimento e consideração pelo tempo do outro, seja em um ambiente profissional, acadêmico ou social.
No processo de adaptação, entender essa lógica ajuda a evitar frustrações e situações desconfortáveis. Muitos brasileiros relatam que, ao se ajustarem à cultura canadense em relação ao tempo, passam a se sentir mais seguros, organizados e confiantes no dia a dia.
Com o tempo, esse comportamento deixa de ser um esforço consciente e passa a fazer parte da rotina, influenciando positivamente a produtividade e a qualidade das relações interpessoais.
Ao entender o papel do tempo na cultura canadense, o processo de adaptação se torna mais leve, respeitoso e enriquecedor, então, não deixe de adotar a pontualidade como parte da sua vida no Canadá!
Estágio no exterior enquanto estuda: guia completo
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosQuando falamos sobre estudar fora, o que a maioria das pessoas pensa são as salas de aula, provas e até mesmo certificados diversos. Mas, no Canadá, a sua experiência acadêmica pode ir muito além disso!
O estágio no exterior, quando feito de forma legal e planejada, é uma das ferramentas mais importantes para transformar o período de estudos em algo prático, estratégico e alinhado ao mercado de trabalho canadense. Inclusive para deixar o seu currículo ainda mais atrativo.
Para estudantes internacionais, especialmente brasileiros, o estágio representa mais do que renda extra ou experiência no currículo. Ele pode ser decisivo para a adaptação cultural, para a construção de networking local e até para futuros planos profissionais, desde que tudo seja feito dentro das regras.
Vale lembrar que esse processo deve ser estruturado antes mesmo da mudança para o Canadá, com a escolha da instituição e do curso que permitem o estudo. Hoje, queremos compartilhar contigo um guia completo sobre isso, então continue a leitura!
Estágio no exterior enquanto estuda: o que é e o que não é
No contexto canadense, estágio no exterior não significa “trabalhar com qualquer coisa enquanto estuda”. Existe uma diferença clara entre estágio educacional e trabalho comum. O estágio precisa estar diretamente ligado ao curso, fazer parte da estrutura acadêmica ou ser exigido como componente curricular.
É essa conexão intrínseca que faz toda a diferença. Mas se você ainda não entendeu, a gente explica o que é estágio no Canadá:
O que não é estágio:
Essa distinção é essencial, porque muitos estudantes acreditam que qualquer trabalho relacionado à área pode ser considerado estágio, o que não é verdade de um ponto de vista mais amplo. E tudo acaba ficando ainda mais gritante quando pensamos na possibilidade de construir uma experiência migratória.
Detalhes importantes para o estágio no exterior
Embora vários países ofereçam algum tipo de permissão de trabalho para estudantes internacionais, o Canadá se destaca pela estrutura clara e regulamentada para estágios educacionais.
Diferente de destinos onde o estágio depende de acordos específicos ou permissões limitadas, o Canadá integra a experiência prática ao próprio sistema educacional.
No caso canadense, o estágio só é permitido quando o curso prevê oficialmente uma parte prática. Além disso, é obrigatório que a instituição seja reconhecida pelo governo e o estudante possua o visto adequado.
Isso torna o Canadá um dos países mais procurados por quem busca estágio no exterior de forma legal, segura e alinhada aos estudos. Se esse é o seu caso, queremos te contar quais tipos de estágio no exterior podem ser vivenciados por você.
Conheça a modalidade Co-op de estágio no exterior
Quando falamos de estágio no exterior no país do “maple syrup”, o principal modelo adotado é o Co-op, que pode acontecer de forma remunerada ou não remunerada, dependendo do curso, da área de atuação e da instituição. Acredite: entender como esse sistema funciona é mais simples do que parece.
O Co-op é o modelo mais conhecido e estruturado de estágio no Canadá. Ele combina períodos de estudo com períodos de experiência prática na área do curso, sempre vinculados ao programa acadêmico. Por isso, não se trata de uma atividade opcional: o estágio precisa estar previsto na grade curricular.
Nesse formato, o estudante alterna entre sala de aula e vivência profissional, aplicando diretamente na prática o que aprende durante os estudos. Esse contato com o mercado é um dos grandes diferenciais do sistema canadense e faz com que o Co-op seja altamente valorizado por empregadores.
Dependendo do curso e da área, o Co-op pode ser remunerado ou não remunerado. Em programas mais voltados para negócios, tecnologia e engenharia, por exemplo, é comum que as vagas ofereçam pagamento. Já em áreas como saúde, educação e serviços comunitários, a experiência pode ter caráter mais formativo, priorizando o aprendizado e a supervisão, mesmo sem remuneração.
Independentemente do formato, todo Co-op precisa ser formalmente autorizado, documentado e acompanhado pela instituição de ensino. Isso garante que a experiência esteja alinhada aos objetivos do curso e às regras de imigração, oferecendo mais segurança ao estudante.
Além disso, o sistema de Co-op permite que o aluno desenvolva habilidades profissionais, construa networking e ganhe experiência internacional ainda durante a formação. Por esse motivo, ele é considerado uma das formas mais eficientes de inserção no mercado canadense para estudantes internacionais.
De olho nas regras de visto e carga horária
Para fazer estágio no exterior no Canadá, o estudante precisa, além do Study Permit, de uma autorização específica chamada Co-op Work Permit, quando o estágio é obrigatório ou parte do programa. Alguns pontos essenciais são:
Além disso, fora do estágio, o estudante internacional pode trabalhar até 24 horas semanais durante o período letivo. Já nos casos em que o curso seja de 6 meses ou mais, por tempo integral (e não seja um curso de idiomas), o aluno terá direito a trabalhar por 24 horas semanais durante o curso e por tempo integral durante co-ops e férias programadas pela escola.
Erros que você precisa evitar!
Mesmo com regras claras, muitos estudantes cometem erros que colocam todo o plano em risco. Mas lendo esse texto você já deve ter entendido muitos tropeços que devem ser evitados e nós queremos facilitar ainda mais essa compreensão.
Os erros mais comuns incluem escolher cursos que prometem estágio, mas não têm Co-op autorizado. Outro ponto que você deve evitar a qualquer custo é trabalhar antes de obter a permissão correta ou mesmo aceitar estágios fora da área de estudo.
Por fim, não confie apenas em informações de colegas, conhecidos ou mesmo redes sociais. Nesse contexto, buscar a expertise de quem já trabalha com a educação superior no exterior, como nós, é essencial!
Erros como os que citamos podem resultar em advertências, perda de status, recusa de futuras extensões de visto e até impacto negativo em processos migratórios posteriores. No Canadá, a lógica é simples: não existe improviso migratório. Tudo precisa estar documentado, aprovado e alinhado às regras oficiais.
Estágio no exterior é estratégia, não improviso
Fazer um estágio enquanto estuda no Canadá pode ser uma das experiências mais enriquecedoras da vida acadêmica e profissional. Mas ele só cumpre esse papel quando é tratado como estratégia, não como oportunidade aleatória.
Escolher o curso certo, entender o tipo de estágio disponível, respeitar as regras de visto e alinhar expectativas são passos fundamentais para transformar o período de estudos em algo sólido e positivo.
No Canadá, o estágio não é um “jeitinho” para trabalhar mais. É uma ferramenta educacional séria, regulamentada e extremamente valiosa, para quem sabe usá-la da forma correta. Planejamento, informação e escolhas conscientes fazem toda a diferença entre uma experiência que abre portas e uma que cria problemas desnecessários.
Se você quer começar a construir esse caminho de estudo e estágio no exterior, clique aqui para falar com a nossa equipe e descobrir tudo o que a 3RA Educação Superior no Canadá tem a oferecer para que você tenha uma jornada acadêmica brilhante!
Estudar no Canadá depois dos 50 anos: vale a pena?
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosDurante muito tempo, estudar fora foi associado à juventude, início de carreira e planos de longo prazo no mercado de trabalho. No entanto, essa visão vem mudando de forma consistente.
Cada vez mais brasileiros buscam estudar no Canadá depois dos 50 anos, não como um passo profissional obrigatório, mas como um projeto de vida, aprendizado e realização pessoal. Os padrões mudam, e ainda bem!
O Canadá, em especial, se tornou um dos destinos mais atrativos para esse público por reunir segurança, qualidade de vida, diversidade cultural e um sistema educacional flexível, capaz de atender estudantes em diferentes fases da vida.
Estudar depois dos 50 não é exceção, é uma escolha cada vez mais comum. Se você deseja construir essa caminhada, então continue a leitura e descubra dicas de ouro!
Por que cresce o número de estudantes 50+ no Canadá
Após os 50 anos, as prioridades mudam. Muitos profissionais já alcançaram estabilidade financeira ou encerraram ciclos de carreira e passam a buscar experiências que tragam significado, aprendizado contínuo e qualidade de vida. Estudar fora deixa de ser um investimento de retorno financeiro e passa a ser um investimento pessoal.
Nesse contexto, estudar no Canadá depois dos 50 anos surge como uma forma estruturada de viver uma experiência internacional sem a pressão de “dar certo profissionalmente”. Outro aspecto que chama atenção é o bem-estar, organização e respeito à diversidade. Para estudantes 50+, esses fatores pesam ainda mais.
Cidades seguras, transporte eficiente, acesso à natureza e serviços públicos de qualidade tornam a experiência menos estressante e mais confortável. Além disso, o ambiente multicultural canadense costuma ser mais acolhedor para estudantes maduros, reduzindo a sensação de deslocamento ou exclusão.
Por fim, estudar no exterior é uma forma de buscar novas possibilidades de realização pessoal. Aprender um novo idioma, mergulhar em outra cultura e viver o dia a dia em um país diferente são formas poderosas de realização pessoal.
Muitos estudantes relatam que estudar fora depois dos 50 representa um sonho antigo finalmente colocado em prática, sem a culpa de “chegar tarde demais”.
Que tipo de curso faz sentido depois dos 50
Escolher o curso certo é um dos pontos mais importantes para quem decide estudar no Canadá depois dos 50 anos. Nesse momento da vida, a decisão pode estar menos ligada à progressão de carreira e mais conectada a aprendizado contínuo, bem-estar e realização pessoal.
Por isso, faz sentido priorizar programas que respeitem o ritmo individual, ofereçam prazer no aprendizado e tenham coerência com a trajetória de vida do estudante, evitando escolhas feitas apenas por status ou promessas irreais.
Cursos de idiomas são, de longe, os mais procurados por quem decide estudar no Canadá depois dos 50 anos. Eles oferecem flexibilidade, ritmo mais leve e foco em comunicação prática. Além disso, permitem interação com estudantes de diferentes idades e nacionalidades, sem pressão por desempenho acadêmico rígido.
Mas esse é, claramente, apenas um dos caminhos. Os estudantes sempre podem buscar cursos de interesse pessoal, seja para graduação, mestrado ou similar. Programas voltados para áreas de tecnologia, cuidado de crianças ou idosos e por aí vai podem fazer muito sentido para o seu perfil.
Esses são cursos pensados para aprendizado e vivência, não necessariamente para progressão de carreira. Esse tipo de programa costuma ter carga horária equilibrada e uma abordagem mais prática e prazerosa. Além de dar aquele up no seu currículo para um projeto de reinvenção profissional.
Visto de estudante após os 50: o que muda na prática
Do ponto de vista migratório, não existe idade máxima para obter um visto de estudante no Canadá. No entanto, o perfil do solicitante influencia diretamente na análise do processo. Para estudantes 50+, a coerência do plano de estudos é essencial.
O curso precisa fazer sentido dentro da trajetória de vida da pessoa. Mudanças bruscas ou escolhas desconectadas costumam gerar questionamentos. Um outro ponto importante é a comprovação financeira, pois o governo canadense espera que o estudante demonstre capacidade real de se manter durante o período de estudos, sem depender de trabalho informal ou recursos incertos.
Para estudantes 50+, esse aspecto costuma ser visto de forma positiva quando bem documentado, já que muitos possuem patrimônio, renda estável, aposentadoria ou uma trajetória profissional consolidada. Esses fatores ajudam a demonstrar consistência financeira e clareza de objetivos, pontos relevantes no processo de solicitação do visto.
Outro ponto importante é a clareza da intenção apresentada no plano de estudos. Para alguns estudantes 50+, estudar no Canadá representa uma experiência educacional, cultural ou de desenvolvimento pessoal. Para outros, especialmente aqueles que optam por cursos mais longos, como diplomas, pós-graduações, mestrados ou MBAs, o estudo pode fazer parte de um projeto maior, que inclui a possibilidade de imigração futura, sempre dentro das regras e processos adequados.
Em ambos os casos, o mais relevante é que o projeto seja coerente, bem estruturado e alinhado ao perfil do estudante. Demonstrar vínculos com o Brasil, quando aplicável, ou apresentar um plano educacional consistente, com objetivos claros de curto e médio prazo, contribui para a solidez do pedido de visto.
Desafios comuns (e como se preparar)
Embora o visto de estudante permita trabalho em algumas situações, é importante alinhar expectativas, especialmente para estudantes 50+. O trabalho, quando ocorre, tende a ter um papel complementar na experiência, contribuindo para a vivência local e integração cultural, e não necessariamente para o sustento integral.
Entre os desafios mais frequentes estão:
A melhor forma de lidar com esses pontos é com planejamento realista, escolha adequada de curso e cidade, e expectativas alinhadas ao propósito da experiência, seja ele acadêmico, profissional ou mesmo como parte de um plano migratório estruturado.
Estudar como projeto de vida, não de carreira
Decidir estudar no Canadá depois dos 50 anos é menos sobre carreira e mais sobre qualidade de vida, aprendizado e realização pessoal. É um projeto que exige planejamento, clareza de objetivos e escolhas coerentes, mas que pode ser profundamente transformador.
Estudar fora não tem prazo de validade. Quando encarado como um projeto de vida, e não como uma corrida profissional, o aprendizado se torna mais leve, significativo e verdadeiro. Será que, para o novo ano, você não está precisando de uma reinvenção?
Com a ajuda da 3RA Educação Superior no Canadá isso é possível. Construa seu sonho de estudar no exterior com a nossa ajuda! Basta clicar aqui para falar com o nosso time e, assim, tirar todas as dúvidas que ainda possam existir. Dê a chance para você mesmo e se abra para escrever uma nova página da sua história.
Hobbies para estudantes internacionais: como relaxar fora
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosMorar e estudar em outro país é uma experiência transformadora, mas também desgastante. Para muitos brasileiros, a rotina no Canadá envolve estudar em tempo integral, trabalhar, lidar com outro idioma, clima diferente e uma cultura completamente nova.
Nesse contexto, os hobbies para estudantes internacionais deixam de ser apenas um passatempo e passam a ser uma ferramenta real de saúde mental, adaptação e até integração social.
Sem momentos de pausa e prazer, o estudante entra rapidamente em um ciclo de cansaço, ansiedade e isolamento. Ter atividades que tragam leveza não é luxo, é parte da estratégia para se manter bem e conseguir aproveitar a experiência no Canadá de forma mais equilibrada.
Para conhecer mais detalhes sobre essas estratégias de bem-estar, continue a leitura!
Por que hobbies fazem tanta diferença ao estudar no exterior?
Ao chegar no Canadá, muitos estudantes se concentram apenas em trabalhar e estudar, acreditando que o descanso pode ficar para depois. O problema é que a soma de pressão acadêmica, idioma e distância da família pode gerar esgotamento emocional.
Hobbies ajudam a reduzir o estresse, melhoram a autoestima, criam rotina mais leve e facilitam conexões sociais. Além disso, participar de atividades fora da sala de aula aumenta a exposição ao idioma, melhora a comunicação e acelera a adaptação cultural.
Ou seja, investir em hobbies não é perder tempo: é proteger sua saúde mental e aumentar suas chances de ter uma experiência positiva no país.
Experimente hobbies sociais!
Os hobbies sociais são uma das formas mais rápidas e naturais de quebrar o isolamento que muitos estudantes internacionais sentem ao chegar no Canadá. Participar de atividades em grupo cria oportunidades reais de praticar o idioma, entender a cultura local e formar amizades que tornam a rotina mais leve.
Mais do que entretenimento, esses hobbies funcionam como portas de entrada para a integração e ajudam o estudante a se sentir parte da comunidade. Algumas possibilidades são:
Clubes de conversação: Muitas bibliotecas, escolas e centros comunitários no Canadá oferecem conversation clubs gratuitos ou de baixo custo. Esses encontros permitem que estudantes internacionais pratiquem inglês ou francês de forma descontraída, conheçam pessoas de diversas nacionalidades e ganhem mais confiança para o dia a dia.
Além de melhorar o idioma, os clubes ajudam a reduzir o medo de falar e a construir laços que podem virar amizades duradouras.
Esportes coletivos: Participar de esportes como futebol, vôlei, basquete ou até ligas amadoras de hockey é uma excelente forma de se integrar à comunidade local. Academias, parques e centros esportivos públicos costumam ter programas acessíveis para estudantes.
O esporte libera endorfina, reduz a ansiedade e cria oportunidades naturais de socialização, o que é fundamental para quem está longe de casa.
Voluntariado: O voluntariado é muito valorizado no Canadá e oferece benefícios emocionais e práticos. Ao ajudar em abrigos, eventos comunitários ou instituições de caridade, o estudante se sente útil, cria conexões locais e ainda adiciona experiência canadense ao currículo.
Conheça opções de hobbies individuais
Nem toda pausa precisa ser social. Os hobbies individuais são essenciais para quem precisa de momentos de silêncio, organização emocional e autocuidado. Eles ajudam a reduzir a ansiedade, organizar pensamentos e criar uma rotina de bem-estar, especialmente em períodos de adaptação, saudade de casa ou pressão acadêmica.
No Canadá, a facilidade de acesso a espaços públicos e áreas verdes torna esses hobbies ainda mais viáveis e terapêuticos. Nossas principais dicas são:
Caminhada: Caminhar por parques, trilhas e áreas naturais é um dos hobbies mais simples e eficazes. O Canadá possui uma enorme quantidade de áreas verdes, e caminhar regularmente ajuda a reduzir o estresse, melhorar o humor e manter o corpo ativo, especialmente importante durante o inverno.
Fotografia: A diversidade de paisagens canadenses torna a fotografia um hobby acessível e inspirador. Fotografar a cidade, a natureza e momentos do cotidiano ajuda a desenvolver criatividade e cria uma forma de expressão pessoal.
Escrita: Escrever diários, blogs ou textos criativos permite que o estudante processe emoções, organize pensamentos e registre a experiência no exterior. É uma ferramenta poderosa para autoconhecimento.
Desenho: Desenhar é uma forma terapêutica de aliviar tensão, desenvolver foco e estimular criatividade, sem exigir grandes investimentos.
Os hobbies culturais também são válidos
Os hobbies culturais permitem que o estudante vá além da sala de aula e realmente mergulhe no modo de vida canadense. Através da música, da dança e da gastronomia, é possível compreender costumes, criar conexões com pessoas de diferentes origens e desenvolver um senso de pertencimento mais profundo.
Esses hobbies transformam o aprendizado em experiência e ajudam a tornar a adaptação mais natural e prazerosa. Nossas dicas mais divertidas são:
Aulas de culinária: Aprender a cozinhar pratos típicos canadenses ou internacionais em aulas comunitárias ajuda a conhecer pessoas e expandir repertório cultural. Também reduz gastos com alimentação.
Dança local: Aulas de dança, como swing, salsa e danças contemporâneas, são populares em muitas cidades canadenses e funcionam como ponto de encontro multicultural.
Música: Aulas de instrumentos, corais e grupos musicais são oferecidos por centros comunitários e igrejas, criando ambientes acolhedores para integração.
O seu bem-estar é uma estratégia!
No Canadá, os melhores lugares para encontrar hobbies são: bibliotecas públicas, community centres, escolas, universidades, Facebook Groups, Meetup e Eventbrite. Muitos programas são gratuitos ou custam muito pouco.
Pesquisar pelo nome da cidade + “community centre” já abre um mundo de possibilidades. Investir em hobbies para estudantes internacionais não é perda de tempo, é parte do planejamento para viver bem no Canadá. Eles protegem sua saúde mental, melhoram seu inglês, ampliam seu círculo social e tornam sua jornada mais leve.
Quem cuida do bem-estar não apenas “aguenta mais”, como também aproveita mais, cresce mais e constrói uma experiência verdadeiramente transformadora. Conheça nossas possibilidades de estudo clicando aqui para falar com a nossa equipe!
Cursos de tecnologia no Canadá: os mais procurados
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosOs anos passam e, cada vez mais, o Canadá deixa de ser um simples destino turístico e vai se consolidando como um dos maiores pólos globais de tecnologia. Cidades como Toronto, Vancouver, Waterloo e Montreal passaram a concentrar hubs de inovação, startups e sedes de gigantes como Google, Amazon, Microsoft e Shopify.
É nesse cenário que os cursos de tecnologia no Canadá se tornam uma das escolhas mais estratégicas para estudantes internacionais que buscam não apenas estudar, mas também construir carreira e até mesmo imigração.
Ao contrário de outras áreas que podem acabar saturadas, a tecnologia no Canadá cresce em ritmo acelerado e tem mantido demanda constante por profissionais qualificados. É aí que temos uma combinação rara: educação de qualidade e oportunidade real de permanência no país.
Se você quer um guia completo com dicas e muitas informações sobre os cursos de tecnologia no Canadá, continue a leitura.
Por que estudar tecnologia no Canadá?
O primeiro e mais importante aspecto é a demanda real, uma vez que o mercado canadense tem enfrentado um déficit estrutural de profissionais de tecnologia. Empresas têm dificuldade em preencher vagas nas áreas de desenvolvimento de software, dados, segurança digital e infraestrutura de nuvem.
Isso faz com que estudantes formados localmente tenham mais chances de inserção profissional rápida. Além disso, profissionais de tecnologia estão entre os mais bem pagos do país, mesmo em cargos iniciais.
E o principal é a vantagem migratória que essa área possui. Grande parte das profissões de tecnologia estão listadas como ocupações prioritárias em programas provinciais e federais de imigração. Ou seja, estudar tecnologia no Canadá não é apenas uma decisão acadêmica, é uma decisão migratória estratégica.
Principais áreas de tecnologia em alta
Para te ajudar a ter mais clareza na hora de escolher o curso, preparamos uma lista com as principais áreas para cursos de tecnologia no Canadá que estão super em alta. Confira abaixo:
Com esses cursos em mente, você pode começar a estruturar de forma mais clara o seu projeto de estudo no exterior, alinhando suas áreas de afinidade com objetivos mais amplos, como aperfeiçoamento de currículo e até mesmo a construção de um caminho para imigração futura.
Conheça os tipos de programas disponíveis para cursos de tecnologia no Canadá
É importante levar em consideração que algumas instituições se destacam pela forte conexão com o mercado e empregabilidade de seus alunos. Elas mantêm parcerias com empresas, oferecem programas atualizados e possuem alta taxa de empregabilidade, fatores muito mais importantes do que apenas posição em rankings.
Já no que diz respeito às categorias de programas, temos os diplomas, que têm duração de 1 a 2 anos, voltados para inserção rápida no mercado de trabalho, com forte foco prático. Nos advanced diplomas, temos uma possibilidade de cursos mais longos e aprofundados, geralmente com duração de até 3 anos, oferecendo formação técnica robusta.
Outro caminho possível é a pós-graduação, ideal para quem já possui diploma universitário e busca especialização e melhor posicionamento no mercado canadense. Por último, mas não menos importante, os Co-ops são programas com estágio remunerado integrado. O estudante alterna períodos de estudo com trabalho na área, ganhando experiência canadense antes mesmo de se formar.
Qual o impacto no PGWP e na imigração?
Existem muitos cursos de tecnologia no Canadá que são elegíveis ao PGWP (Post-Graduation Work Permit), permitindo trabalhar legalmente por até três anos após a formatura. Mas isso não é uma regra, por isso é essencial avaliar com atenção quais caminhos de estudo você está tomando.
Vale destacar que esse período que o PGWP viabiliza é fundamental para acumular experiência canadense, principal requisito para programas como Canadian Experience Class e programas provinciais.
Em muitos casos, a área de tecnologia permite que o estudante atinja os pontos necessários para imigração, o que acaba sendo uma mão na roda para um projeto futuro de mudança para o Canadá.
Tecnologia como ponte para sua nova carreira
A verdade é que escolher cursos de tecnologia no Canadá é muito mais do que apenas decidir o que estudar. Estamos falando sobre construir um caminho para seu futuro profissional, viabilizar uma imigração futura e muito mais.
Poucas áreas oferecem ao mesmo tempo empregabilidade, salários elevados e vantagem migratória real. Por isso, a dica que nós da 3RA Educação Superior no Canadá temos para você é: considere se aprofundar nas áreas de tecnologia.
Para quem busca transformar o estudo em permanência, a tecnologia não é apenas uma opção. É uma ponte sólida e segura entre o estudo no exterior e a residência permanente. E claro, você sempre pode contar com a nossa expertise no assunto, basta clicar aqui e falar com a nossa equipe!
Mitos sobre imigração no Canadá que enganam brasileiros
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosAcredite se quiser: os mitos sobre imigração no Canadá continuam sendo um dos maiores sabotadores dos sonhos de brasileiros que tentam construir a vida no país. Diferente do que muitos acreditam, o maior inimigo do imigrante não é a burocracia, é a desinformação.
Dentro da comunidade brasileira no Canadá, criou-se uma verdadeira bolha de conselhos informais: “meu primo fez assim”, “uma amiga conseguiu”, “fulano disse que dá certo”. Esse tipo de informação, passada de grupo em grupo, constrói uma falsa sensação de segurança que não se sustenta diante das regras reais da imigração canadense.
Isso tudo sem levar em consideração que esse “disse-me-disse” deixa de levar em consideração até mesmo as mudanças de legislação que podem acontecer de um ano para outro.
O problema é que “ouvir de alguém” virou regra, enquanto consultar fontes oficiais virou exceção. E o resultado disso são vistos recusados, perda de status, deportações e anos de investimento jogados fora. Mas calma, esse não precisa ser o seu caso. Continue a leitura para desmistificar os principais mitos sobre imigração no Canadá!
Mito 1: “Quem entra como estudante pode ficar”
Esse mito nasceu da confusão entre possibilidade e probabilidade. Tecnicamente, sim, existem caminhos para quem entra como estudante mudar de status. O problema é que isso não significa que seja simples, rápido ou garantido.
O erro, atualmente, acontece com quem entra como estudante, mas sem estratégia e sem escolha correta de curso e instituição. Na prática, o estudante precisa cumprir exigências acadêmicas, financeiras e migratórias muito específicas para construir um histórico que permita continuar no país após a formatura. Sem isso, o resultado é quase sempre o mesmo: o curso termina, o PGWP não vem (ou vem com tempo insuficiente) e a pessoa é obrigada a retornar para seu país de origem, muitas vezes depois de anos de investimento e expectativa.
Mito 2: “Todo college dá PGWP”
Esse erro é, talvez, um dos mais comuns, mas um dos mais perigosos se você está buscando construir uma carreira internacional. O PGWP (Post-Graduation Work Permit) é a permissão que permite trabalhar legalmente após a formatura e é um dos pilares da imigração canadense.
O problema é que nem todo college é elegível ao PGWP. Muitos brasileiros escolhem cursos mais baratos em instituições privadas que não estão na lista oficial do governo. Eles só descobrem isso depois de concluir o curso, quando percebem que não podem trabalhar legalmente e, portanto, não conseguem acumular experiência para imigrar.
Resultado: anos perdidos e milhares de dólares jogados fora. Por isso, contar com a expertise da 3RA Educação Superior no Canadá faz toda a diferença!
Mito 3: “Trabalhar ilegalmente não dá problema”
Pensa em algo que mancha de vez a sua reputação no país? Saiba que esse é um dos mitos mais perigosos, pois trabalhar sem autorização gera uma violação direta do seu status.
Isso fica registrado no seu histórico migratório e pode comprometer futuras renovações de visto e processos de residência permanente. Além disso, o estudante que trabalha ilegalmente não tem proteção trabalhista, aceita salários menores e fica vulnerável à exploração.
Mito 4: “Qualquer curso leva à imigração”
Esse anda de mãos dadas com os últimos dois e é também um erro grave, uma vez que nem todo curso é um “passaporte para imigração”. O Canadá, como qualquer outro país, leva isso a sério e tem uma série de passos, programas e formatações que ajudam o estudante a imigrar posteriormente.
Muitos programas mantêm o estudante legal no país, mas não constroem imigração. Cursos de curta duração ou não reconhecidos academicamente não geram PGWP e não somam pontos em processos migratórios.
Mito 5: “Depois eu regularizo”
Esse talvez seja o mito mais comum e, sem dúvida, o mais destrutivo. Essa ideia de “depois eu resolvo” cria uma falsa segurança que vai fazendo com que o estudante acumule irregularidades, podendo contribuir para períodos sem status, escolhas acadêmicas que não levam a lugar nenhum e até mesmo o trabalho ilegal.
Sabe aquele dizer popular, “algo que começou errado não pode acabar certo”? Aqui é exatamente isso que acontece, uma vez que regularizar depois é sempre mais difícil, podendo sair também mais caro, com mais riscos e menor chance de retorno. Olha aí você perdendo oportunidades reais!
Vencer os mitos é o que te leva para o Canadá!
Entre todos os mitos sobre imigração no Canadá, existe um que é mais destrutivo do que qualquer regra mal compreendida ou escolha errada de curso: a crença de que “sempre dá um jeito”.
Essa ideia cria uma falsa sensação de segurança que leva o brasileiro a tomar decisões baseadas em improviso, não em estratégia. Cada “depois eu resolvo”, cada “todo mundo faz assim” ou “me disseram que funciona” constrói um histórico migratório frágil. Isso é invisível no início, mas extremamente pesado quando chega o momento de renovar um visto, aplicar para o PGWP ou tentar a residência permanente.
O sistema canadense não avalia apenas quem você é hoje, mas toda a sua trajetória dentro do país. Ele analisa coerência acadêmica, continuidade, legalidade, escolhas institucionais, tempo, status e comportamento migratório. E isso significa que erros pequenos, repetidos ao longo do tempo, criam um padrão que pode fechar portas que você nem sabe que existem.
Imigrar para o Canadá não é uma corrida contra o tempo e nem algo baseado em sorte. É um projeto de vida que exige planejamento, informação correta e decisões conscientes. Quem constrói esse projeto baseado em mitos constrói sobre areia, e quando a primeira onda de exigências chega, tudo desmorona.
O verdadeiro divisor de águas entre quem consegue ficar e quem é obrigado a ir embora não é dinheiro, idioma ou idade. É estratégia. E a estratégia começa quando você para de ouvir boatos e começa a tomar decisões que realmente sustentam o seu futuro.
A 3RA Educação Superior no Canadá conhece os caminhos para uma jornada acadêmica que sustenta o seu futuro e podemos, juntos, construir a sua transição para estudar no Canadá. Fale agora com um de nossos consultores e descubra como podemos ajudar você nesse processo!
Trocar de curso no Canadá: quando vale a pena e quando é risco
/0 Comentários/em Não categorizado por Karolen PassosTrocar de curso no Canadá é uma decisão muito comum entre estudantes internacionais brasileiros mas que, caso não seja bem estruturada, pode ser arriscada. À primeira vista, mudar de programa parece algo simples: não gostei do curso, ficou caro, apareceu outro mais fácil, então eu troco.
O problema dessa linha de pensamento é que, quando falamos do sistema de imigração canadense, trocar de curso no Canadá nunca é uma decisão neutra. E ela deve ser muito bem pensada para que você não acabe jogando fora as suas chances de imigração ou mesmo manche o seu currículo.
Tenha em mente que cada mudança gera impacto direto no seu status legal, no seu direito ao PGWP (Post-Graduation Work Permit) e nas suas chances futuras de imigração. Felizmente, com o suporte certo e clareza nos seus objetivos esse processo pode ser mais simples.
O que muita gente descobre tarde demais é que o governo não analisa apenas se você está estudando, mas o que, onde e em qual nível você está estudando. Uma troca mal feita pode anular anos de investimento. Mas hoje nós vamos te dar dicas claras, então continue lendo!
Por que brasileiros optam por trocar de curso no Canadá?
Não é exagero dizer que a questão financeira figura como o motivo mais comum para as trocas de curso, afinal, o aperto de orçamento pode ser real, principalmente se você não tem um bom planejamento de gastos.
O estudante chega, o custo de vida pesa mais do que o esperado, o dólar sobe, o aluguel aumenta, e então surge a “solução”: um curso mais barato. O problema é que nem todo curso mais barato é elegível para vistos que podem ajudar na sua imigração. Já outra possibilidade é descobrir que, por falta de uma boa orientação real, você escolheu o curso errado.
Muitos estudantes entram em programas apenas porque eram os mais baratos, rápidos ou “garantidos” por agências, e só percebem depois que não se identificam ou que aquele curso não gera benefício migratório.
Um ponto de atenção para qualquer pessoa que deseja fazer a transição de curso é não ceder à pressão das agências. Infelizmente, ainda existe no mercado canadense a prática de direcionar estudantes para instituições que pagam comissões maiores, não necessariamente para as que oferecem melhor retorno para os objetivos do estudante. A troca acaba sendo estimulada não pelo seu futuro, mas pelo interesse comercial de terceiros.
E, por último, ainda pode acontecer o peso da desinformação, uma vez que muitos brasileiros acreditam que “qualquer college serve” e que depois “dá para resolver”. Essa mentalidade é um dos maiores causadores de perda de PGWP e recusas de visto.
Quando trocar de curso no Canadá pode valer a pena?
Apesar dos riscos, trocar de curso no Canadá pode ser uma boa decisão quando feita corretamente.
A troca tende a ser vista de forma mais positiva quando há continuidade de área. Por exemplo: sair de um diploma em Business para um diploma em Marketing, ou de IT Support para Cybersecurity. O governo entende isso como progressão lógica, não como abandono de propósito.
Isso nos leva a um outro aspecto: a nova instituição e o novo curso precisam estar na lista de DLI e curso elegível ao PGWP. Nem todo college possui essa autorização, e estudar em um que não esteja na lista pode significar perder totalmente o direito ao PGWP.
O estudante precisa manter o status de full-time (tempo integral), com exceções específicas permitidas. Quedas de carga horária, intervalos mal planejados ou trimestres “quebrados” podem anular o direito ao PGWP.
Mas cuidado com os riscos!
Essa jornada não precisa ser assustadora, mas é importante estar de olho nos riscos e no que pode atrapalhar o seu planejamento. Por exemplo: Trocar de um programa de diploma para um certificado de menor nível, ou sair de um programa acadêmico para um curso vocacional, pode ser interpretado como regressão acadêmica, o que pesa negativamente em renovações de visto.
Claro, você também não deve fazer a troca para instituições e cursos que não sejam elegíveis ao PGWP. Isso, sem dúvida, seria capaz de acabar com suas chances de imigração futura. Muitos brasileiros só descobrem isso quando terminam o curso e percebem que não têm direito a trabalhar legalmente após a formatura.
E, por último, desconfie quando o curso tiver um valor muito baixo. Cursos muito baratos geralmente não são reconhecidos como programas acadêmicos completos. Eles podem manter seu status temporariamente, mas não constroem imigração.
Nesse processo, aproveitamos para compartilhar contigo os erros comuns que podem causar a recusa do seu visto:
Cada um desses erros pode gerar recusa de extensão de visto, perda de status e até exigência de saída do país.
O impacto direto no PGWP e na imigração
O PGWP é o principal instrumento para transformar o estudo em residência permanente. Ele permite trabalhar legalmente por até três anos após a formatura.
Ao trocar de curso no Canadá, o governo passa a avaliar:
Uma única troca mal feita pode reduzir o tempo do PGWP ou eliminá-lo completamente, afetando diretamente sua elegibilidade para programas como Express Entry, CEC e PNP.
Trocar de curso no Canadá é um passo que precisa de propósito
Ao contrário do que se possa pensar num primeiro momento, trocar de curso no Canadá não é uma loucura, muito menos algo errado. Essa é uma decisão migratória! E, como tal, ela pode acelerar ou te afastar das chances de imigração futura, por isso merece tanta atenção.
O maior erro do brasileiro é tratar essa troca como algo simples, quando na prática ela redefine seu histórico perante a imigração canadense. Antes de mudar qualquer coisa, o ideal é sempre analisar impacto no PGWP, continuidade acadêmica e elegibilidade institucional.
Saiba que você pode entrar em contato com a nossa equipe para descobrir como a 3RA Educação Superior no Canadá pode te ajudar nesse processo de transição. E, lembre-se, o Canadá, não basta estar estudando: é preciso estar estudando certo.