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Saiba onde encontrar comida brasileira em Toronto

A saudade de casa aumenta quando a gente não encontra mais aquela comidinha que estávamos acostumados, não é mesmo? Para alguns, a experiência internacional fica até mais difícil, pois o cardápio em muitos países é bem distante da nossa culinária. Para te ajudar a sentir um pouco mais do gostinho de casa no seu dia a dia, fizemos uma lista dos locais onde você encontra comida brasileira nos arredores de Toronto. Assim fica fácil morar em outro país =)

Mercados

Brazil Direct
Endereço: 1473 Dundas St West
Única loja genuinamente brasileira, a Brazil Direct nasceu em 1998 e está localizada no coração da comunidade brazuca em Toronto. Além de alimentos como pão de queijo congelado, sucos, Toddy, farofa, chocolates e cereais, a loja vende roupas, biquínis, bijuterias, sandálias Havaianas, DVD’s, livros, perfumes do Boticário e muito mais.

Nosso Talho
Endereço: 1042 Bloor St West e 1326 Dundas St West
O Nosso Talho é um açougue e mini mercado português onde você encontra, além de cortes de carne, como de picanha e alcatra, alguns produtos como café, arroz, feijão, farofa, farinha, chocolates, nescau, polvilho para pão de queijo, fubá de milho, guaraná Antarctica, doce de leite, carne seca, frios e frutos do mar. O mais legal é que o website da empresa é totalmente em português, assim não tem como não se sentir em casa, né?

Pavão Meats & Deli
Endereço: 1435 Dundas Street West / 245 Dixon Road (dentro do No Frills) / 900 Dufferin St. (dentro do No Frills)
O Pavão também é um açougue e mercado. Oferece diversos cortes de carne e produtos de fabricação própria como linguiça calabresa. Você encontra nas diversas lojas pão de queijo congelado, farofa, café Pilão, farinha Yoki, chocolates, guaraná Antarctica, tapioca, requeijão, entre outros.

Tavora Foods
Endereço: 1625 St. Clair West
A Tavora Foods nasceu como uma pequena mercearia e hoje é uma cadeia de supermercados que importa uma grande quantidade de produtos com preços bem atraentes. Além dos mantimentos tradicionais como o arroz, feijão, farofa, há frutos do mar e uma grande variedade de pães na padaria que fica dentro do local. Inclusive, vale a pena experimentar o pão francês e o pão de queijo (hummm). Na prateleira também são encontrados guaraná Antarctica,, leite condensado, achocolatado em pó, doce de leite, entre outras delícias.

Talho Rui Gomes (Food and Meat Market Rui Gomes)
Endereço: 1300 St. Clair Avenue West e 546 Rogers Rd
Além de carne e linguiça eles vendem produtos Yoki, café, guaraná Antarctica e sucos de caju e acerola.

Churrascarias

Touro Churrascaria
Endereço: 125 York Blvd, Richmond Hill
A Touro Churrascaria é considerada pelos brasileiros uma das melhores opções da cidade, pois traz para a mesa o autêntico modelo de rodízio daquele jeito que estamos acostumados. Ah, e se você é vegetariano, há uma opção de rodízio para você. E o mais bacana é que a maioria das pessoas que trabalha por lá fala português. O rodízio é oferecido no almoço e jantar e conta com diversas carnes, saladas, sopa, arroz, feijoada, farofa, frutas, panqueca, waffles, cereais, omeletes, pães e abacaxi grelhado.

Copacabana
Endereço: 150 Eglinton East ou 230 Adelaide St. West
A churrascaria tem ótima localização e oferece rodízio all-you-can-eat (buffet livre). Bebidas e sobremesas não estão inclusas.

Restaurantes

Rio 40°

Endereço: 1256 St. Clair Ave W., Toronto

O restaurante fica na área brasileira de Toronto e muitas vezes o pessoal transmite jogos do Brasil no local, além de ter sempre uma TV ligada em algum canal da nossa terrinha. Entre as opções você encontra camarão ao alho e óleo, mandioquinha frita, coxinha, quibe, linguiça grelhada, picanha acebolada, frutos do mar e carnes vermelhas.

Sabor Brasil
Endereço: 1702 St Clair Ave West
O Sabor Brasil serve a autêntica comida brasileira. Localizado em St. Clair West, o local é bem acolhedor e serve uma grande variedade de aperitivos como a nossa querida coxinha, mandioquinha frita, quibe e bolinha de queijo. O cardápio também oferece carnes (picanha, costela, bife), frutos do mar e sobremesas, com pudim de leite, docinhos, mousse de maracujá, entre outros (hummm). A picanha vem com os acompanhamentos arroz, feijão, vinagrete, couve e farofa. Este texto está dando água na boca!

Mata
Endereço: 1690 Queen St. W. (na Roncesvalles Ave.)
Os chefes do Mata trazem um toque criativo aos ingredientes tradicionais, incorporando o melhor de suas raízes brasileiras e experiências em restaurantes portugueses e espanhóis.

 

Como comer bem e barato em Toronto

Vida de estudante intercambista não é fácil, sobretudo quando o assunto é economizar nas despesas do mês. A gente tenta economizar aqui e ali, mas acaba gastando mais do que o necessário, principalmente quando o assunto é a alimentação. O tempo para cozinhar é curto e muitas vezes o que resta é comer na rua, aí entram as opções de fast-food, que são mais baratas, mas nada saudáveis. Pensando nisso, nós resolvemos dar aquela forcinha e mostrar que é possível comer bem e barato na maior cidade do Canadá: Toronto.

Toronto é uma cidade multicultural, então você encontra restaurantes de diversos lugares do mundo. E essa pluralidade de cardápios faz com que surjam muitas promoções (que adoramos!) para chamar mais a atenção das pessoas, principalmente dos turistas. Neste contexto, encontramos também algumas opções bem atraentes, do tipo all you can eat (buffet livre) ou aquelas com pratos bem servidos a um preço bem camarada. Veja abaixo:

El Furniture Warehouse
Local: 410 Bloor St W
Horário: Segunda a sexta, de 11h às 2h.

O El Furniture Warehouse é um restaurante com cara de pub localizado no centro de Toronto no qual todas as opções do cardápio custam apenas CAD $4.95 todos os dias da semana. Isso mesmo, todos os dias! Além de baratos, os pratos são saborosos, elaborados com ingredientes orgânicos e produzidos localmente. Seja na opção de hambúrguer, taco ou poutine, você não vai se arrepender!

Salad King
Local: 340 Yonge Street
Horários: Segunda a quinta, de 11h às 22h; sexta, de 11h às 23h; sábado, de 12h às 23h; e domingo, de 12h às 21h.

Este restaurante de comida tailandesa oferece 20% de desconto para estudantes, basta mostrar uma carteirinha válida. O cardápio é bastante variado com opções de carne branca e vermelha, frutos do mar, sopas, macarrão e sobremesas e o prato mais caro custa CAD $11.50.

Kinka Izakaia
Local: 398 Church Street
Horários: De segunda a domingo – Almoço: 11h30 às 14h e ; Jantar: 17h às 00h

Neste restaurante, a decoração te leva a fazer uma viagem ao Japão enquanto saboreia os pratos do local, que vão muito além do sushi. O interior possui duas áreas de refeições – o bar, com mesas e cadeiras de madeira – e um espaço com tatame e luzes baixas bem aconchegantes, onde você pode sentar no chão para fazer sua refeição. O menu varia de clássicos pratos japoneses às mais modernas ofertas, com preços bem atraentes.

Pour Boy
Local: 583 College Street / 666 Manning Avenue
Horário: De segunda a domingo, de 11h30 às 2h

Com duas unidades em Toronto, o restaurante é bem famoso entre os estudantes e para quem quer comer bem e barato. Começando pelas entradas que variam de CAD $5.50 a CAD $9.50 e oferecem opções diversas como batata frita, tortillas, frutos do mar servidos com molhos, entre outros. Para os pratos principais, o leque de opções abrange saladas a CAD $6.50, sanduíches (brunch) a CAD $7.75, sopas, que podem ser encontradas a CAD $5.50, massas e grelhados a CAD $9. Clique aqui para ter acesso ao cardápio da Mannin Avenue e aqui para saber das novidades do College Street.

Mandarin
Local: 2200 Yonge Street (próximo à estação de metro da Eglinton).
Horários: Segunda, de 11h30 às 15h e 16h30 às 21h30; terça e quarta, de 11h30 às 15h e 16h30 às 21h30; quinta, de 11h30 às 15h e 16h30 às 22h30; sábado, de 11h30 às 15h e 16h30 às 22h30; e domingo, de 11h30 às 15h e 16h30 às 21h30.

Este all-you-can-eat (você paga uma vez e come à vontade) de comida chinesa em Toronto é muito famoso entre os intercambistas, pois oferece uma grande variedade de comida a um preço bem acessível. Você pode se deliciar entre saladas, sopas, grelhados, sushi, pizza, além das sobremesas (que são muitas!). De segunda a sexta, o almoço custa CAD $16.99 por pessoa e o jantar CAD $21.99. Nos fins de semana e feriados, custa CAD $24.99 durante o almoço e CAD $31.99 no jantar. Há descontos para crianças de até 12 anos e pessoas com mais de 65 anos. Vale lembrar de acrescentar a taxa de serviço + gorjeta. Bebidas não estão inclusas no pacote.

The Real jerk
Local: 842 Gerrard St E / 1004 Kingston Rd
Horários: Gerrard – De segunda a quarta, de 11h30 às 23h; quinta, de 11h30 às 00h; sexta, de 11h3 às 1h; sábado, de 12h às 1h; e domingo, de 14h às 22h.
Kingston – Segunda, de 16h às 22h; terça e quarta, de 11h30 às 23h; quinta, de 11h30 às 23h; sexta, de 11h30 às 00h; sábado, de 13h às 00h; e domingo, de 13h às 21h.

O local ganhou atenção internacional quando a cantora Rihanna escolheu o este restaurante caribenho para gravar o clipe da música “Work” com o rapper Drake no local, no início de 2016. O restaurante é um ponto histórico, com mais de 30 anos de tradição, o que ratifica a qualidade dos produtos oferecidos. Com um clima bem irreverente em uma “great vibe”, você pode se deliciar com diversas opções de pratos caribenhos a preços bem bacanas. Para você ter ideia, o prato mais caro custa CAD $23. Clique aqui para conferir o cardápio da Gerrard e aqui para se deliciar nas opções da Kingston (beaches).

Como tornar seu currículo mais atrativo aos olhos do mercado canadense

Quando uma vaga para um processo seletivo é aberta, as empresas recebem milhares de currículos e, por isso, costumam dedicar apenas um pequeno intervalo de tempo na análise de cada um deles. De acordo com especialistas, esse tempo não ultrapassa os 10 segundos! Por isso, é preciso saber montar cuidadosamente o seu documento. É ele que, juntamente com a cover letter, irá garantir a sua vaga para a entrevista.

Veja abaixo algumas dicas que irão fazer o seu currículo chamar a atenção do empregador:

1)Use gráficos e torne o seu currículo mais fácil de ler

Gráficos resumem bem as informações e tornam mais fácil a compreensão do empregador. Por exemplo, se você quer mostrar que o seu projeto foi responsável por um aumento de 25% nas vendas da última empresa que você trabalhou, um gráfico vai mostrar isso de uma forma bem mais interessante do que um simples texto.

2) Retire todas as informações desnecessárias de seu currículo

Um currículo muito longo pode desanimar o entrevistador. No Canadá normalmente os currículos contam com apenas uma página, no máximo duas.

3) Escolha um formato apropriado para a vaga que você está tentando

Aqui em nosso blog você consegue ter acesso à três tipos diferentes de currículo. Escolha aquele que mais valorize a sua experiência e que mais se adeque a posição de trabalho desejada.

Além de seguir as dicas acima, é importante saber também algumas coisas que você não deve fazer de maneira alguma em seu currículo. Desta forma, você evita ser “cortado” logo de cara na primeira etapa da seleção.

Veja abaixo:

1) Não coloque a sua idade. Esta não é uma prática comum no Canadá. Desta forma você evita também não ser chamado por ser “muito velho” ou “muito novo” para a posição desejada.

2) Nunca revele características como estado civil, religião, orientação sexual, etc. Se uma característica não tem absolutamente nada a ver com o trabalho, nunca a inclua no currículo.

3) Não adicione seus “hobbies” em seu currículo. Se não é algo relevante para a vaga, não coloque.

4) Não adicione sua foto. Essa não é uma prática comum no Canadá. Os empregadores estão mais interessados nas suas habilidades do que em sua aparência.

5) Se você tem “gaps” em sua história de trabalho, não explique o porquê em seu currículo. “Gaps” são comuns, mas o currículo não é lugar para você justificá-los.

Quer saber mais sobre currículos e cover letters? Clique aqui e assista ao hangout que fizemos com a especialista canadense Brenda Crump. 

Dúvidas frequentes: Cursos vocacionais

Há algum tempo, nós produzimos um texto explicando um pouco sobre os cursos vocacionais. Porém, este ainda é um assunto que gera muitas dúvidas e, por isso, nós decidimos reunir aqui as principais questões de nossos clientes sobre o assunto.

Para quem não sabe, os cursos vocacionais – ou career colleges, como também são conhecidos – são programas que atraem muitos estudantes pois costumam contar com valores mais acessíveis, exigem um nível de inglês mais baixo e também muitas vezes oferecem a possibilidade de trabalho durante os estudos.

No entanto, se a sua intenção é imigrar para o Canadá, ele pode não ser o ideal para você. Esses cursos são mais indicados para aqueles que querem apenas ter uma experiência internacional, retornando ao Brasil em seguida. Veja abaixo as principais questões de nossos clientes e descubra o porquê disso:

1) Como funcionam os cursos vocacionais?

Os cursos vocacionais também são conhecidos como programas de estudo e trabalho, pois contam exatamente com um componente de estudo e um de trabalho (estágio). Neste tipo de programa, geralmente o aluno vai estudar por um período, os primeiros seis meses, por exemplo, e, para se formar, precisará concluir um período de estágio na área após os estudos, pelo mesma quantidade de tempo que estudou. Por exemplo: Se você se matriculou em um curso com 480 horas/aula, para se formar, precisará concluir 480 horas de trabalho em seu estágio. O tempo da parte prática do curso nunca deve superar o tempo de estudos. As áreas mais comuns em cursos vocacionais são: business, hospitality, customer service, etc.

2) Como funciona a permissão de trabalho nos cursos de carreira?

Se o curso em que você se matriculou tem as características exigidas pela imigração canadense – ou seja, é um curso full-time com no mínimo seis meses de duração – você terá permissão para trabalhar 20 horas off campus por semana durante o seu período de aulas. Já na parte prática do programa, você poderá trabalhar até 40 horas por semana, sendo 20 horas por semana referentes à sua permissão de trabalho off campus e 20 horas referentes ao programa de estágio obrigatório. Lembrando que você só poderá começar a trabalhar a partir do seu primeiro dia de aula no curso vocacional. Caso você precise estudar um pouco de inglês antes, você não poderá trabalhar durante este período. É importante lembrar que, nos casos dos cursos vocacionais, as horas trabalhadas não irão contar para os processos de imigração e por isso eles não são muito vantajosos para quem deseja ficar no país de vez.
3) Os cursos vocacionais dão direito ao PGWP após sua conclusão?

Essa com certeza é a pergunta mais frequente e uma das mais importantes. Os cursos vocacionais são programas de certificado e diploma oferecidos por instituições privadas. Portanto, não dão direito ao PGWP – aquela permissão de trabalho após a conclusão do programa. (Clique aqui para saber mais sobre o assunto). O PGWP é um dos maiores aliados daqueles que querem imigrar para o Canadá através de programas de estudo, pois oferecem um tempo maior de permanência no Canadá e permissão de trabalho sem restrições de horas – o que pode colaborar com o seu processo de imigração no futuro. Durante o PGWP, caso o aluno consiga um emprego dentro dos requisitos da imigração canadense – essa experiência de trabalho pode contar pontos para o processo (confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP). 

4) Cursos vocacionais dão direito ao visto de trabalho para o cônjuge e escola pública para os filhos?

Não. Como já falamos em textos anteriores, há até relatos de pessoas que conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como no caso dos colleges públicos. Caso você tenha filhos, é bem provável que você também não consiga matriculá-los no ensino gratuito do país, precisando pagar uma escola particular para as crianças, que custa entre CAD$13 e CAD$ 17 mil por ano.

Apesar de não serem os mais indicados para quem quer imigrar para o Canadá, os cursos vocacionais apresentam uma série de vantagens para os clientes que querem garantir uma experiência de estudo e trabalho no país. Se esta é a sua intenção, a 3RA Intercâmbio conta com uma grande variedade de programas do tipo. Clique aqui e saiba mais informações.

Já se a sua intenção é procurar por programas de estudo que podem lhe ajudar em um processo de imigração no futuro, nós também temos muitas opções para você. Agende logo a sua consulta educacional.

As melhores perguntas do Hangout “Perspectivas para 2017”

No dia 07 de Dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a consultora de imigração da Immi Canada, Celina Hui, responderam dúvidas dos internautas sobre vistos, imigração e falaram um pouco sobre as perspectivas para 2017.  Se você perdeu o evento, você poderá assistir o vídeo na íntegra neste post. Nós também fizemos um texto com as melhores perguntas. Confira abaixo:

 

1)O que mudou em 2016 no processo de visto de quem vai para fazer o Pathway?

Atualmente, o estudante não chega ao Canadá com o visto para o tempo de estudo de inglês mais o tempo de estudo da faculdade como era anteriormente. Agora, o aluno chega ao Canadá primeiro com um visto para o tempo de estudo do idioma e, depois, precisa fazer uma mudança de status ou extensão de visto para o período da faculdade. “Acredito que isso tenha acontecido porque muitas pessoas estavam trabalhando já no período do Pathway, que não é permitido. Então a imigração foi lá e cortou isso”, disse Francisco.

Segundo Celina, o processo agora é feito da seguinte maneira: É emitido um visto com duração menor, e após a apresentação das notas do Pathway, se faz uma extensão de dentro do Canadá mesmo. “Isso foi uma coisa que prejudicou alguns de nossos clientes, principalmente quando o acompanhante queria aplicar para o open work permit. Eles tiveram que vir primeiro como visitante, ou então o estudante teve que vir sozinho neste primeiro momento, sem o acompanhante”, explicou a consultora da Immi Canada.

2) É verdade que o cidadãos brasileiros serão isentos do visto de turista para o Canadá em 2017?

Neste ano houve a confirmação que a partir do dia primeiro de maio de 2017 os brasileiros que possuem um visto americano válido ou um visto canadense emitido nos últimos dez anos não vão precisar mais tirar visto de visitante para vir para o Canadá. “Você vai precisar apenas preencher um documento online, o ETA. Ele custa CAD$7 e tem validade de cinco anos, a não ser que o passaporte vença antes desse prazo. Em seguida, você só precisa anexá-lo ao passaporte”, disse Celina. A consultora também destacou que a emissão deste documento não é garantida para todo mundo. “Esse processo também passa por uma análise. Por exemplo, se você teve visto canadense negado algumas vezes, talvez seu processo de aprovação leve mais tempo. O ETA também pode não ser aprovado”, completou.

3) Quais são as novas mudanças nos processos de Spousal /Common-law sponsorship e Dependentes?

Para quem está no processo de sponsorship através de casamento, o Ministro anunciou nesta manhã que o tempo de processamento vai cair, passando de 24 meses para 12 meses. Além disso, será apenas uma checklist para quem fizer o processo dentro ou fora do Canadá.

Quanto aos dependentes, a idade foi alterada. “Até uns três anos atrás a idade dos dependentes era 22 anos e eles acabaram cortando para 19. Porém, foi anunciado também nesta manhã que a idade dos dependentes volta a ser 22 anos. Isso é muito bom para os nossos clientes que vem para o Canadá com família e que tem filhos nessa idade”, explicou Celina.

4) Como vai funcionar a pontuação para quem concluir cursos no Canadá?

“Essa mudança entrou em vigor no último dia 19 de novembro. Agora, a pessoa que se graduar no Canadá em um programa reconhecido – seguindo as mesmas regras do PGWP – ganha pontos no Express Entry. Se você fez um programa de um a dois anos, você vai receber 15 pontos. Se você fez um curso de três anos de duração ou um masters degree, você vai receber 30 pontos. Isso vale apenas para o aplicante principal”, explicou Celina.

5) O que mudou em relação ao Labor Market Impact Assessment (LMIA)?

“O LMIA valia 600 pontos. Hoje ele não vale mais. Agora ele vale de 50 a 200 pontos, sendo a pontuação máxima concedida apenas para quem está no NOC 00 – senior management”, falou Celina.

“Eu vi o pessoal reclamando muito em relação ao LMIA nas redes sociais, que ele não vale mais 600 pontos. Porém, eu vejo da seguinte maneira: Eu acredito que agora o jogo ficou muito mais justo. Na realidade, era muito raro conseguir esse LMIA de 600 pontos. Ou então, existiam até mesmo pessoas que compravam esse LMIA. E essas pessoas estavam competindo com quem estava querendo fazer a coisa certa. Hoje eles já não competem mais. Então eu acredito que esta pontuação vá cair e vai refletir essa nova realidade”, opinou Francisco.

6) Como funciona o programa International Graduate de British Columbia (BC PNP)?

“Existe um programa chamado International Graduate, que é para pessoas que se formaram dentro de BC. Se você se formou no Canadá, mas não em BC, você também pode aplicar por este programa, só vai precisar trabalhar mais tempo. Neste programa, é necessário apresentar apenas uma oferta de trabalho, não sendo necessária a comprovação de experiência prévia de trabalho na área. Caso o seu salário também não seja ainda o salário mediano dessa província, a empresa pode fazer uma progressão para você. Isso é bastante interessante para quem não tem experiência de trabalho no Brasil e o primeiro emprego está sendo aqui no Canadá. É um atalho”, comentou Celina.

7) Existe outra província além de Quebec que concede pontos pela quantidade de filhos?

Não. “O programa de Quebec é o único que te dá pontuação por você ter filhos”, explicou Celina.

8) Quais são os custos envolvidos no processo de imigração em si e os custos da consultoria de vocês?

De acordo com Celina, os valores podem variar. Porém, geralmente para quem está aplicando para o processo de residente permanente os custos são a taxa imigratória, de CAD$ 1040 para cada adulto, e CAD$ 150 para os dependentes. Em relação aos honorários da Immi Canada, para o express entry o valor é de CAD$ 3800 e nós parcelamos este valor em alguns pagamentos de acordo com o movimento positivo do processo. Então, os valores irão variar entre CAD$ 3000 e CAD $ 5000.

“A Immi Canada e a 3RA são empresas diferentes. Portanto, os valores também são. A 3RA é paga em sua maioria pelas faculdades e escolas. Nós temos uma taxa administrativa de CAD$ 300 que cobre a consultoria e todo o auxílio que a empresa dá ao cliente”, completou Francisco.

9) Como comprovar vínculos com o Brasil?

De acordo com Celina, carro e imóvel não são vínculos. “Quando a imigração diz vínculo, eles querem saber o que vai te levar de volta ao Brasil. Por exemplo: proposta de emprego, empregabilidade, família…É mais uma questão de laços do que de bens em si”, explicou.

“Por isso nós temos muito cuidado no planejamento de nossos clientes, pois a imigração precisa ver uma lógica no seu processo. Temos sempre que buscar um curso para você que justifique sua volta ao Brasil”, completou Francisco.

“Quando você fala para a imigração que você quer vir estudar no Canadá, a imigração não está preocupada com a sua empregabilidade no Canadá, eles estão preocupados em como esse curso vai lhe trazer benefícios após seu retorno ao Brasil. Por exemplo: o curso vai ser um upgrade para você? Você está fazendo um curso que não tem no Brasil? Você vai crescer profissionalmente? É isso que preocupa a imigração”, disse Celina.

10) Como a idade influencia no processo de imigração?

“Atualmente, o Express Entry é baseado em um sistema de pontuação. A idade ideal é até os 29 anos. Após essa idade a pessoa perde 5 pontos por ano e após os 40, dez pontos por ano. A partir dos 45 a pessoa já não pontua mais. Então ainda que você tenha uma escolaridade boa ou um excelente nível de inglês, dependendo da idade a sua pontuação pode ficar bem baixa. Nestes casos, é preciso pensar em outras alternativas como um programa provincial, por exemplo”, destacou Celina.

5 Dúvidas Frequentes sobre o PGWP

Atualmente, o Post Graduation Work Permit (PGWP) é um dos maiores aliados daqueles que desejam imigrar para o Canadá.

Para quem não sabe, o PGWP é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que todo estudante internacional tem direito a aplicar após completar um curso de nível superior em uma instituição de ensino que cumpra os requisitos exigidos pela imigração. Nós já explicamos um pouco sobre o PGWP neste link. Porém, agora decidimos reunir aqui no blog as respostas para as 5 principais dúvidas de nossos clientes sobre o assunto. Veja abaixo:

**Lembramos que este texto é apenas um resumo e cada caso é diferente. Por isso, recomendamos sempre a contratação de uma empresa especialista em vistos e imigração. Para nossos clientes, recomendamos a nossa parceira Immi Canada: contact@immi-canada.com

1) Quando preciso aplicar para o PGWP?

Você tem até 180 dias após a conclusão de seu curso para aplicar para o PGWP e você precisa ter um status válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país.

2) Como aplicar e quais documentos irei precisar?

Você poderá aplicar online no site oficial da imigração canadense ou pelo correio.

  • Será preciso enviar todos os formulários exigidos pela imigração;
  • a cópia do passaporte completo;
  • cópia da permissão de estudos;
  • cópia do diploma ou certificado da instituição canadense ou do histórico escolar ou uma carta oficial da instituição declarando o término do curso.

3) O meu cônjuge também terá direito a estender a permissão de trabalho junto com o meu PGWP?

Para que o cônjuge consiga estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal, o estudante, no momento da aplicação do PGWP, deverá ter um contrato simples de trabalho firmado com uma empresa, em uma vaga full-time, dentro dos NOCs 0, A ou B. Para quem não sabe, o NOC é um sistema nacional que classifica e descreve todas as ocupações no país. Neste link você consegue descobrir em qual NOC a sua posição de trabalho se encaixa.

4) Não consegui o contrato de trabalho. Como meu cônjuge poderá continuar no Canadá?

Neste caso, as opções são ou o cônjuge se matricular em uma instituição de ensino e estender sua estadia como estudante ou então apenas como turista. Porém, caso você consiga um contrato de trabalho depois, o seu cônjuge poderá aplicar novamente para a permissão de trabalho.

5) Todos os cursos dão direito ao estudante aplicar para o PGWP?

Não. Para ter direito a pedir pelo PGWP, o aluno deverá ter concluído um programa em uma faculdade pública de no mínimo oito meses de duração ou um programa de degree em faculdades particulares (no caso das privadas, não valem diplomas e certificados). Ainda existem uma série de outros requisitos que devem ser seguidos. Por isso, é sempre importante contar com uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio. Assim você terá a garantia de que irá se matricular em uma instituição que lhe dará esse direito.

Para te ajudar ainda mais, o Governo Canadense liberou uma lista com todos os colleges que dão direito ao PGWP.  Seguindo os passos da tela,  você vai encontrar a província, o nome da instituição e se aquele college é elegível ao PGWP através das opções sim e não.

 

Outras informações sobre o PGWP podem ser obtidas no site oficial da imigração canadense.

empleo en mi área en Canadá

Depoimento: “Como eu conquistei um emprego na minha área de atuação no Canadá”

Um dos grandes desejos de quem se muda para o Canadá é conseguir trabalhar na sua área de formação e, consequentemente, garantir a tão famosa experiência canadense. Porém, se inserir profissionalmente em um mercado completamente novo e sem nenhuma referência pode ser um grande desafio. Pensando nisso, a 3RA Intercâmbio convidou o cliente Guilherme Batista Bastos, de 39 anos, a dividir conosco sua experiência. Ele é front-end developer e aterrissou em Vancouver com a família há cerca de um ano. Com muito esforço e dedicação, Guilherme, que chegou ao país com inglês básico, já garantiu a sua vaga em uma empresa canadense em sua área de atuação.

Formado em processamento de dados e pós-graduado em engenharia de software, Guilherme trabalhou em diversas empresas no Brasil e seu último cargo no país foi como desenvolvedor sênior em uma grande empresa de saúde suplementar. Foram mais de dez anos atuando como designer, web-designer, instrutor em escola de informática e web-developer. Porém, em busca de uma qualidade de vida, ele e a família resolveram deixar tudo para trás e realizar o sonho de se mudar para o Canadá.

Ao pisar em terras canadenses, assim como todo recém-chegado a um novo país, Guilherme precisou dar alguns passos para trás, ainda que tivesse muita experiência e conhecimentos adquiridos no Brasil. “Eu cheguei e fiquei dois meses estudando inglês, mas acabei tendo um problema com aluguel e perdi um bom dinheiro. Nisso me vi forçado a procurar um emprego mais rápido do que eu esperava. Depois de insistir na minha área e receber várias respostas negativas, resolvi tentar um trabalho em qualquer coisa para ajudar com as despesas de casa e acabei arrumando emprego em uma padaria que funcionava dentro de um mercado. Eu trabalhava lá de 24 a 32 horas semanais ganhando o salário mínimo, mas continuava aplicando para a minha área mas, desta vez, seguindo uma nova estratégia”, contou.

Diante das negativas, Guilherme percebeu que o mercado canadense é mais exigente e qualificado que o brasileiro e, por isso, mudou a forma de procurar por um trabalho. “Aqui o seu conhecimento deve estar bem enraizado e eu me senti raso perante o mercado de Vancouver. Isso me abalou um pouco no início, mas ao mesmo tempo também me motivou a buscar mais conhecimento e foco”, destacou. Ele começou a focar todas as suas energias em front-end development e se jogou nos livros. “Enxuguei meu currículo e o adaptei para o padrão canadense. Retirei muita informação que eu tinha no currículo mas que não tinha tanto domínio. E tão importante quanto essa adaptação, foi também adequar meu perfil no linkedin. Aqui no Canadá muitas empresas te encontram através desta rede social e cheguei a participar de entrevistas em que eu nem havia aplicado para a vaga. Além disso, estudava onde podia: no ônibus, no metrô e estava sempre procurando por vagas de nível júnior e intermediário”, relembrou.

Após dois meses trabalhando na padaria e ao mesmo tempo buscando novas oportunidades, uma startup para a qual ele havia aplicado através do site Craigslist o convidou para a seleção. “Eles me deram um teste para resolver em 48 horas e eu o fiz. Também participei de uma entrevista por skype com o dono da empresa e eles me unnamedchamaram para trabalhar como front-end developer junior. Para mim tem sido ótimo principalmente por conta da experiência canadense que tanto se pede aqui, pela tecnologia que estou utilizando e aprendendo e pelo ambiente”, comentou.

Depois de toda a sua trajetória, Guilherme separou algumas dicas para quem está começando a procurar um emprego na área. A primeira delas, sem dúvidas, é estudar e muito o inglês. “Eu achava o meu inglês intermediário, mas quando cheguei aqui percebi que era básico. O idioma ainda tem sido uma enorme barreira para mim, mas é essencial para arrumar o emprego e também para se manter nele. Atualmente, mesmo sem participar de aulas formais, tenho estudado em casa usando recursos da internet como vídeos no youtube e sites de exercícios”, falou.

Ainda de acordo com ele, é necessário se manter sempre atualizado. “Percebi que na entrevista, por exemplo, não adianta tentar se justificar falando  que você ficou muito tempo fora do mercado e que não sabe a resposta. Esteja sempre preparado”, enfatizou. E o mais importante de tudo: nunca desanimar. “Jamais deixe de aplicar para as vagas. Existem diversos sites de emprego no Canadá e com a insistência você vai adquirindo experiência e a contratação acaba acontecendo. Eu recebi muitos ‘nãos’ até receber o meu primeiro sim. Às vezes temos que dar um passo para trás para andarmos dois para frente. Se você é sênior e conseguiu uma vaga para trabalhar como júnior, agarre a oportunidade, faça o melhor possível para se destacar e também continue aplicando para vagas melhores”, finalizou.

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Você sabe quanto ganha um profissional da sua área no Canadá?

Ao começar a planejar a nova vida canadense, muitas pessoas têm a mesma dúvida: “Quanto ganha um profissional da minha área no Canadá?”. Todos querem saber não apenas qual será seu possível salário inicial – caso venha a atuar na mesma área do Brasil – mas também quais são as perspectivas para futuro.

Porém, na maioria das vezes, as pessoas não sabem onde procurar por esses dados e acabam ficando um pouco perdidas. Pensando nisso, nós decidimos listar aqui alguns dados importantes e, além disso, apresentar dois sites que contam com informações detalhadas sobre cada profissão e podem ser muito úteis para o seu planejamento.

O primeiro deles é o Statistics Canada. Para quem não conhece, o site é uma excelente fonte de busca e lá você consegue encontrar a média de salário por hora por campo de atuação em terras canadenses. São informações mais gerais e que já irão te dar uma ideia inicial. Veja na tabela abaixo os dados mais recentes:

Ocupações Média salarial por hora (em CAD)/Julho 2015 Média salarial por hora (em CAD/Julho 2016)
0 – Management occupations 39,23 42,28
1- Business, finance and administration occupations 25.06 25.53
2- Natural and applied sciences and related occupations 34.70 35.58
3- Health occupations 28.89 29.43
4 – Occupations in education, law and social, community and government services 30.39 31.75
5 – Occupations in art, culture, recreation and sport 21.71 20.61
6 – Sales and service occupations 16.60 16.35
7- Trades, transport and equipment operators and related occupations 25.06 25,21
8 – Natural resources, agriculture and related production occupations 21.43 20.24
9 – Occupations in manufacturing and utilities 21.06 21,59

Se você não sabe em qual ocupação a sua profissão se encaixa, é só procurar o código do NOC (National Occupational Classification) nos sites do governo. O NOC é um sistema nacional que classifica e descreve todas as ocupações no país. Neste site, por exemplo, você só precisa digitar o nome de sua profissão (em inglês) e verificar o código de quatro números que aparece na coluna da esquerda. O primeiro número será o de sua área de ocupação. Por exemplo: Para “journalists”, o código é o “5123” o que significa que a profissão se encaixa na área número 5 : “Occupations in art, culture, recreation and sport”. Caso prefira, você também pode verificar esta informação na listagem das profissões já separadas por ocupação. É só clicar aqui!

Job Bank

Agora, se você quer uma informação mais detalhada sobre o salário da sua profissão, levando em consideração a sua formação, província escolhida e até mesmo a cidade, o ideal é visitar o site “Job Bank”. A página conta com um sistema muito simples de busca, no qual você digita o nome da cidade, e ele imediatamente apresenta a lista das profissões junto com a média dos salários mais baixos, médios e altos de cada uma, te deixando bem informado sobre a realidade do mercado canadense. É possível verificar os salários em uma cidade específica, província e a média em todo o Canadá.  

Por exemplo, nós procuramos por “Human Resources Managers” em  Vancouver. A primeira coisa que fizemos foi digitar o nome da cidade na tela inicial. Em seguida, encontramos a profissão na listagem fornecida e, de cara, descobrimos que a média dos salários mais baixos é CAD $ 21 por hora, dos intermediários CAD $ 40,87 e dos mais altos, CAD $ 61,03. Ao clicar no nome dá profissão, o site também nos oferece a opção de descobrir os valores em cada região da província de British Columbia e em cada província do Canadá. Vale a pena conferir!

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Entenda como funciona o sistema de transporte público em Toronto

Como todo mundo sabe, o transporte público no Canadá é bem diferente daquele que estamos acostumados no Brasil. Em Toronto, por exemplo, o sistema é chamado TTC (Toronto Transit Commission) e conta com metrô (subway), streetcar (bonde) e bus (ônibus). Como o sistema é interligado, você pode usar os três com apenas um único passe. Ficou confuso? Então calma que a gente explica!

**Clique aqui caso você queira descobrir como funciona o transporte público em Vancouver

Tipos de transporte:

Metrô (Subway) – Atualmente existem quatro linhas de metrô: amarela, azul, verde e roxa. Normalmente ele funciona das 6am às 1h30am de segunda a sábado e das 8am às 1h30am aos domingos.

Streetcar (bondes) – São 11 rotas e normalmente elas funcionam 24 horas por dia. Os bondinhos andam pelas principais ruas de downtown e também ligam as estações de metrô.

Ônibus – A maioria dos ônibus funciona entre 6am e 1am todos os dias, com exceção de domingo, quando começam a rodar às 9am. Normalmente eles fazem a conexão entre as estações principais de metrô.

Como funciona o sistema integrado?

Em Toronto você poderá utilizar os três meios de transporte pagando apenas uma tarifa. Normalmente as estações de metrô contam com um terminal de ônibus também. Desta forma, os passageiros podem transferir entre um e outro tranquilamente.

No caso de estações de metrô que não possuem terminal de ônibus, você poderá transferir-se utilizando o famoso transfer – um bilhete fornecido sem custo adicional aos usuários. Se você estiver em uma estação de metrô, poderá pegá-lo nas máquinas de cor vermelha. Nos ônibus e streetcar, você deverá pedi-lo ao motorista. Logo depois, é só apresentá-lo no próximo meio de transporte para seguir sem problemas. É importante lembrar que o transfer só é válido para a conexão entre um transporte e outro.

Formas de pagamento e tarifas
Atualmente a tarifa em Toronto é de $ 3,25 para adultos e $ 2,20 para estudantes e idosos (mais de 65 anos). Porém, se você usa o transporte público regulamente, existem alguns tipos de passe que você pode comprar e economizar.

Token: O Token é como se fosse uma moedinha e você pode comprá-lo nas máquinas localizadas nas estações. Você só consegue adquirir no mínimo três pelo valor de $9.30 ($3.10 cada um). Para estudantes e idosos, eles são vendidos em múltiplos de 5 por $ 10,75, ou seja, cada um sai por $ 2.15.

DayPass: Você compra direto na estação e poderá utilizá-lo o dia inteiro, quantas vezes quiser. O valor é $ 13. Aos sábados, domingos e feriados são disponibilizados os Group/Family Day pass. Neste caso, apenas um passe pode ser utilizado pelo grupo todo sendo obrigatoriamente no máximo um adulto e cinco jovens entre 13 e 19 anos; dois adultos e quatro jovens com idade entre 13 e 19 anos; ou dois adultos.

Monthly Pass: Este passe é válido para o mês todo, ou seja, você poderá usar quantas vezes quiser durante aquele mês e pagará um valor fixo. Hoje em dia, o cartão custa $ 151,15 para adultos e $122,45 para estudantes e idosos.

Crianças menores de 12 anos não pagam passagem. Para conferir os outros tipos de passe e seus valores atualizados é só clicar aqui.

Observação: É importante lembrar que nos ônibus e streetcar não há cobrador, apenas motorista. Portanto, caso você não tenha nenhum tipo de passe ou token, leve sempre o dinheiro trocado. O motorista nunca devolverá o troco.

Curiosidades:

  • O TTC é o terceiro maior sistema de transporte da América do Norte.
  • Os ônibus contam com ar condicionado, espaço para cadeirantes e lugar para carregar bicicletas. Eles ainda contam com um dispositivo para rebaixar a parte da frente do veículo, facilitando a entrada de cadeirantes e pessoas com carrinhos de bebê ou de compras.
  • Você não precisa fazer sinal para que o ônibus pare. Se você estiver no ponto, ele automaticamente irá parar para você.
  • Dentro do ônibus você encontra um painel eletrônico mostrando as ruas e as estações. Uma gravação de voz também avisa qual é a próxima parada.
  • No site do TTC você encontra um planejador de viagem (Trip Planner). Você só precisa colocar onde você está e onde quer chegar que ele irá lhe mostrar o caminho, horários e qual meio de transporte você precisa pegar.
  • Existem vários aplicativos e outros sistemas que irão lhe ajudar a planejar sua viagem e até mesmo mostrar o trajeto do ônibus em tempo real. Eles estão todos listados no site oficial do TTC. Para ver a lista, é só clicar aqui.
Toronto

5 locais para conhecer em Toronto (e SEM gastar dinheiro!)

Que vida de estudante não é fácil, todo mundo já sabe! Porém, ser um estudante no Canadá torna as coisas muito melhores, não é mesmo? Ainda mais quando se vive em uma cidade como Toronto, que conta com inúmeras opções gratuitas de lazer. E foi pensando em você que está com o orçamento apertado que nós preparamos esta lista com cinco lugares imperdíveis da maior cidade canadense. E o melhor: você não vai precisar mexer no bolso! Confira:

1)The Distillery District

No The Distillery District você vai encontrar inúmeras lojas de grife, cafés, lojas de artesanato, galerias de arte deslumbrantes e restaurantes premiados. O local é uma das áreas mais charmosas de Toronto, principalmente pelas construções no estilo vitoriano. Ir ao Distellery District é como viajar no tempo, já que o espaço conta com construções antigas muito bem conservadas. No passado, o local abrigou o Goorderham and Worts Distillery, uma das maiores destilarias do mundo. No complexo são realizados também vários eventos e festivais. Para checar a programação completa, é só clicar aqui. A entrada no The Distillery District é gratuita.

2) High Park

O High Park é considerado o maior parque de Toronto. O local conta com inúmeras trilhas, bosques, áreas para piquenique, quadras para praticar esportes, parquinho para crianças, espaço para cachorros e até mesmo um zoológico. Assim como no The Distillery District, vários eventos são realizados no local e você pode conferir o calendário aqui. O High Park fica na Bloor Street West, número 1873.

3) Kensington Market

O Kengsington Market é um bairro super original de Toronto. A sua principal característica é a pluralidade. Podemos falar que o local reflete bem o Canadá, um país multicultural. Neste pedacinho de Toronto você vai conseguir encontrar produtos do mundo todo, até mesmo do nosso Brasil. São inúmeros brechós, lojas, quitandas de frutas e verduras… um excelente local para passar o dia!

4) Yonge Dundas Square

A Younge Dundas Square é conhecida como a “Times Square Canadense”. O local é um dos principais cartões postais de Toronto e conta com grandes redes de lojas, teatros, restaurantes, cinemas e também o maior shopping da cidade. Vários eventos são realizados por lá e você pode descobrir quais são os próximos neste link. No verão, acontece uma espécie de “Cinema ao ar livre”, com a exibição de vários filmes.

5) Woodbine Beach

Se você estiver em Toronto no verão, uma dica é ir até até a Woodbine Beach, uma das praias mais famosas da cidade. O local é muito popular entre os adeptos de esportes como o vôlei de praia e o futebol de areia. A praia ainda conta com uma piscina pública bem grande para que você possa se refrescar nos dias de calor.