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3RA Intercâmbio é destaque no portal nacional BrasilTuris

A 3RA foi destaque mais uma vez na mídia brasileira. Desta vez, o nosso diretor educacional, Francisco Zarro, deu uma entrevista para o portal BrasilTuris, um portal nacional de turismo. Ele falou sobre a oportunidade de conhecer o Canadá e, ao mesmo tempo, estudar no país – que conta com um dos melhores sistemas educacionais do mundo.

A reportagem aborda ainda o fato de o Canadá ter sido eleito pelo jornal “The New York Times” o melhor destino para viagens neste ano de 2017, além de ter sido considerado pelo oitavo ano consecutivo o destino preferido dos brasileiros para estudar inglês.

Ficou interessado? Então clique no link abaixo para ter acesso à reportagem completa:

Brasil Turis – Agência especializada no Canadá acredita que é possível unir o prazer de conhecer o destino com estudos

Entenda as regiões postais de Dublin

Se você está se preparando para um intercâmbio em Dublin, com certeza já começou a pesquisar bastante sobre a cidade, não é mesmo? E durante as suas buscas pela internet, provavelmente você já se deparou com expressões como Dublin 1, Dublin 2, Dublin 3 e até mesmo Dublin 24 nos endereços de escolas, homestays, bares etc e ficou se perguntando: O que é isso? Como assim? Quantas “Dublins” existem?

Calma que a gente explica!

O que acontece é que a cidade de Dublin é dividida em diferentes regiões postais, ou seja, o tal “Dublin + número”, nada mais é do que o nosso famoso CEP no Brasil, mas com bem menos números. (Um “pouquinho” mais fácil de memorizar, não é? rs).

E o mais interessante é que apenas este simpes código pode facilitar e muito a sua vida, já que você consegue saber bastante coisa sobre o local onde determinado estabelecimento está localizado. Por exemplo:

Dublin é cortada pelo Rio Liffey, que divide a cidade em dois lados: Sul e Norte. Do lado Norte estão localizados os números ímpares, portanto, Dublin 1, Dublin 3, Dublin 5, Dublin 7, Dublin 9, Dublin 11, Dublin 13, Dublin 15, Dublin 17, Dublin 19, Dublin 21 e Dublin 23. Já do lado sul estão os números pares: Dublin 2, Dublin 4, Dublin 6, Dublin 8, Dublin 10, Dublin 12, Dublin 14, Dublin 16, Dublin 18, Dublin 20, Dublin 22 e Dublin 24. Desta forma, apenas com o código postal do local você já sabe para qual lado da cidade deve ir!

https://www.instagram.com/p/BOh3oy7hD8L/?tagged=riverliffey

Outra informação interessante é: Quanto menor o número, mais perto e mais fácil é chegar daquela região ao centro da cidade.  Dublin 1 e Dublin 2 estão no Centro, sendo um de um lado do rio e o outro do lado oposto. Já Dublin 15, por exemplo, fica bem mais afastado. Portanto, se você quer morar em uma região mais “Central” deve procurar por apartamentos em Dublin 3,4,6,7,8 ou 9.

Gostou da nossa dica? Quer saber mais sobre a cidade? Deixe a sua sugestão nos comentários para a gente ;)

Como funciona o transporte público em Dublin?

Dublin não é uma cidade muito grande. Só para se ter uma ideia, ela conta com pouco mais de 500 mil habitantes e cerca de 115 km², tanto é que quem mora no Centro quase não precisa usar o transporte público.

Porém, se você vai morar um pouquinho mais afastado, é provável que os ônibus, metrô e trem façam parte de sua rotina diária. Veja abaixo como funciona cada tipo de transporte disponível na capital irlandesa e algumas curiosidades sobre eles:

Dublin Bus

Como já comentamos em postagens anteriores aqui do blog, todos os ônibus de Dublin contam com wifi gratuito para os usuários, são bem pontuais e adaptados para pessoas com deficiência. Bem diferente da realidade que conhecemos no Brasil, não é mesmo? Além disso, geralmente as paradas contam com um painel digital que mostra quanto tempo falta para o próximo veículo chegar.

Caso a parada de seu ônibus não tenha este painel, você pode usar também o Dublin Bus App, disponível gratuitamente para Android e iOS. Com este aplicativo você consegue verificar informações sobre trajeto e horários, por exemplo. Além disso, é possível planejar a sua rota e calcular quanto você precisará pagar ao motorista, pois o valor da passagem varia de acordo com o trajeto que será percorrido por você. Também é possível encontrar todas essas informações no site https://www.dublinbus.ie.

É importante lembrar que nos ônibus de Dublin não há cobrador. Assim que entrar no ônibus, você precisará colocar as moedas (os veículos só aceitam pagamento em moedas!) em uma máquina. Por isso é importante ter sempre o valor trocado. No entanto, caso você tenha dado moedas a mais, o motorista irá entregar a você um ticket com o valor do troco. Você só precisará ir até o escritório do Dublin Bus – que fica no número 59 Upper O’Connell Street, Dublin 1 – e pegar seu dinheiro de volta.

Uma dica interessante para quem vai ficar por algum tempo na cidade e vai precisar o transporte público com frequência é fazer o Leap Card. Com este cartão, você não vai precisar ficar carregando moedas por aí e ainda economizará cerca de 20% no valor das tarifas. Clique aqui para saber mais informações sobre este cartão.

Dublin ❤️

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Luas (Metrô de superfície)

O Luas é um metrô de superfície que conta com duas linhas: a verde e a vermelha. Neste tipo de metrô não há cobrador, ou seja, você mesmo precisa emitir o seu ticket nas máquinas disponíveis nas estações. Os valores também variam de acordo com o trajeto e normalmente o single ticket custa entre €2.00 e €3.30. Porém, assim como no Dublin Bus, você pode usar o Leap Card e obter desconto nessa tarifa. Há também opções especiais para quem usa o transporte todos os dias como o 7 Day & 30 Day Tickets, Flexi Tickets e Luas Tax Saver Tickets.

Clique aqui para obter mais informações sobre as tarifas
Clique aqui para ter acesso à rota do Luas

We are proud to present the PHOTO OF THE DAY by: 🍀@irishstreets 🍀 Congratulations!! ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Location: 📌 Abbey Street, Co. Dublin. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Please show your support to our featured artist and visit their awesome gallery for more great shots!! ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Photo selected by: @digilou48 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Thank You all so much for following @loves_ireland and tagging #loves_ireland. Your support is highly appreciated!! ~ Admins Profile: @loves_ireland team Founder @siachori C.C.: @milly_kelleher @glarch @coogs72 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ #ireland #inspireland_ #insta_ireland #instaireland #icu_ireland #ireland_gram #thisisireland #discoverireland #visitireland #igersireland #ig_ireland #loveireland #eire #tourismireland #wanderireland #loves_united_kingdom #irishpassion #luas #abbeystreet #dublincity #countydublin #discoverdublin #ligersdublin #loves_reflections

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Dart (trem)

O Dart é uma verdadeira “mão na roda” para aqueles que precisam ir a locais mais afastados. Para quem não sabe, ele é um trem que segue pela costa e viaja em altas velocidades. O Dart é o transporte público que vai lhe dar aquela forcinha no verão, levando você até as famosas praias de Bray e Howth, por exemplo.

Assim como os ônibus, todos os vagões disponibilizam wifi gratuitamente aos usuários e são extremamente pontuais. Para checar os horários, você só precisa acessar o site do Dart. Os aplicativos do Dart também podem te ajudar nessa missão. Eles são disponibilizados gratuitamente para iOS e Android.

Os tickets são vendidos nas máquinas disponibilizadas nas estações e assim como nos ônibus e Luas os valores da tarifa variam de acordo com o trajeto que será percorrido por você.

DART arriving into Greystones

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Além destas três opções, há ainda o Dublin Bike, um sistema de aluguel de bicicletas. Como este é o meio de transporte favorito dos intercambistas, estamos preparando um texto especial sobre o assunto. Então, fique ligado aqui no blog da 3RA!

5 lugares para ver as luzes de Natal em Vancouver

Vancouver já está totalmente no clima de Natal. As baixas temperaturas e a neve – que resolveu dar as caras este ano – colaboram ainda mais para este ar natalino que a gente adora! E se você está passando o Natal pela primeira vez na cidade, não pode deixar de ver as luzes que deixam nossa Vancouver mais linda do que nunca. Confira abaixo:

1)St. Paul’s Hospital Lights of Hope

As luzes do hospital St. Paul são tradicionais em Vancouver.

São mais de 100 mil luzes (isso mesmo!) que montam um lindo painel de mais de dez quilômetros.

O Hospital fica na Burrard Street, número 1081, em Downtown.

Você tem até o final de dezembro para dar um pulinho lá.

https://www.instagram.com/p/BOOdsYThgJG/?tagged=lightsofhope

2) Bright Nights at Stanley Park

Nesta época do ano, o Stanley Park recebe mais de três milhões de luzes.

A atração também conta com um passeio de trem para os pequenos, muita música, lanches e visitas do Papai Noel e seus elfos.

A exposição irá funcionar até domingo, dia 1 de Janeiro.

feeling the Christmas spirit #brightnights #stanleypark #holiday #christmas #yvr #vancity

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3) Holiday Hi-Light Festival

O Holiday Hi-Light Festival é o local ideal para levar a criançada.

O festival conta com mais de 50 mil luzes de natal, além de noites super agradáveis com papai noel, chocolate quente, pintura facial e muito mais!

O Holiday Hi-Light Festival acontece no Park & Tilford Gardens, North Vancouver e estará aberto até o dia 31 de dezembro.

https://www.instagram.com/p/BOEQ-nmAvAQ/?taken-at=1537356

4) Canyon Lights at Capilano Suspension Bridge

Um dos locais mais famosos nessa época do ano é a Capilano Suspension Bridge.

A ponte e a bela paisagem ficam ainda mais bonitas com as luzes do festival. No local você poderá ver ainda a árvore de Natal mais alta do mundo, com 153 metros de altura, e muitas outras atrações.

A Capilano Suspension Bridge fica na Capilano Road, número 3735, North Vancouver e você tem até o dia 8 de janeiro, das 11am às 9pm para visitar o parque.

5) Festival of Lights at VanDusen Garden

Imagine um lindo jardim botânico todo coberto por mais de um milhão de luzes de Natal. Incrível, não é?

Você será transportado para um mundo mágico, podendo fazer as trilhas do local com renas e gnomos, passando pela gruta dos desejos e muito mais!

O VanDusen Gardens fica na Oak Street, número 5251, em Vancouver.

O evento segue até o dia 2 de janeiro, das 4h30pm às 9pm. Porém, até o dia 23 de dezembro a exposição ficará aberta até às 10pm.

Fonte: Daily Haive Vancouver

 

As 10 melhores perguntas do Hangout “Sessão tira-dúvidas: Estudo no Canadá”

No dia 14 de dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a gerente da empresa, Schirley Dalmagro, responderam as principais dúvidas dos internautas sobre estudo no Canadá em um Hangout ao vivo com transmissão para todo o Brasil. Se você não conseguiu acompanhar o evento, não tem problema! Aqui nós separamos as dez melhores perguntas e respostas para você. Além disso, você também pode assistir ao vídeo na íntegra. É só clicar no play:

1) Quais são as regras gerais para quem quer estudar e trabalhar no Canadá?

 

De acordo com a gerente da 3RA Intercâmbio, Schirley Dalmagro, o aluno que embarca para o Canadá para fazer um programa de College, chega ao país com visto de estudo e permissão de trabalho off campus de 20 horas por semana e 40 horas por semana no scheduled break. Se o aluno tiver um cônjuge, este tem direito a visto de trabalho aberto, sem limite de horas. “É importante lembrar que os dois, tanto aluno quanto cônjuge, só podem trabalhar após o primeiro dia de aula do College ou Faculdade. Se o estudante estiver fazendo um programa Pathway ou inglês, ele não poderá trabalhar durante este período”, explicou.

O diretor da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, também relembrou que na hora de escolher o curso é preciso tomar muito cuidado com a nomenclatura College. “Existem vários cursos vocacionais e até escolas de inglês com o nome de College. Por isso, antes de fechar a instituição procure saber se cumpre os requisitos para que você consiga atingir seus objetivos. Para que a faculdade te dê direito ao PGWP, por exemplo, você precisa fazer um programa com no mínimo oito meses de duração em faculdades ou colleges públicos. Para instituições privadas, apenas programas degree, como bachelor ou masters, por exemplo, dão direito ao PGWP”, disse.

2) Quais são as vantagens do Post-graduation Work Permit (PGWP)?

 

Segundo Schirley Dalmagro, o PGWP é uma grande ajuda para quem quer imigrar para o Canadá. “O seu trabalho durante o período de estudos não irá contar pontos como experiência canadense para a sua imigração, até porque você vai estar trabalhando apenas part-time. Porém, quando você chegar ao PGWP, você não terá limite de horas para trabalhar e se você tiver um emprego full-time dentro dos NOCs 0, A ou B, você poderá somar mais pontos em alguns processos de imigração”, falou a gerente. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

3) Como fica a situação do cônjuge durante o PGWP do aplicante principal?

 

Se o estudante tiver um contrato de trabalho dentro dos NOC 0, A, B, o cônjuge poderá estender o visto de trabalho também. Caso contrário, o cônjuge precisará ficar com visto de visitante e não poderá trabalhar até o estudante conseguir este contrato. “Dentro da nossa experiência, não é difícil conseguir este emprego. Este contrato é simples”, disse Francisco Zarro.

“Nós também sempre orientamos nossos alunos a fazerem suas conexões e construir seu networking ainda na faculdade. Não deixe para depois de formado. Pense no seu objetivo desde o início e vá construindo esse leque antes mesmo de se formar. Assim quando você cair no mercado você já estará mais preparado e aumentará as suas chances de conseguir este contrato de trabalho mais rapidamente”, recomentou Schirley.

4) Pretendo fazer College em uma área distinta da qual me formei. Qual documento devo traduzir para enviar ao College, o Histórico Escolar ou o da Universidade?

 

“Na verdade, nós evitamos matricular os estudantes em áreas muito diferentes das quais eles se formaram no Brasil porque estamos vendo que a imigração não tem reagido bem a esses casos, nos quais o curso escolhido não tem qualquer ligação com o background profissional do aluno”, destacou Francisco.

Porém, sobre a documentação, isso vai variar muito de acordo com a Faculdade. “Nós procuramos analisar quais são os documentos aceitos por cada instituição. Se a faculdade aceita os dois, por exemplo, nós vamos optar por aquele que tornaria o aluno um candidato com mais chances de ser aceito. Vamos escolher aquele com a nota maior, porque a faculdade quer ver quem é você como aluno”, completou Schirley.

5) Ao receber uma solicitação de PGWP o que o governo canadense considera: O tempo de duração do curso divulgado pelo College ou o tempo gasto pelo aluno para concluir o curso?

 

“Quando você terminar o seu curso, a faculdade vai emitir um documento falando o tempo daquele programa. Eu já vi o oficial seguir as duas opções citadas por você. Porém, é interessante você pensar sempre no tempo do curso. Não adianta ficar estendendo muito o seu programa, até porque você precisa ter muito cuidado ao fazer isso. Você vai precisar se manter como aluno full-time no Canadá, cumprindo os critérios determinados pela faculdade”, esclareceu Francisco.

“Eu iria pelo mais seguro. Não vale a pena arriscar um projeto desse para apressar as coisas, ou até mesmo alongar demais, porque isso pode ser mau visto pelos olhos da imigração”, completou Schirley.

6) É verdade que em Montreal, apesar da língua predominante ser o francês, é possível viver, trabalhar e estudar apenas falando inglês?

 

“Existe a possibilidade de estudar em inglês sim. Porém, quanto à busca por emprego, já é um pouco mais complicado. Principalmente aquele primeiro emprego, que é mais coloquial e geralmente envolve atendimento ao público. Acho difícil conseguir se você não tiver o francês”, comentou Francisco.

7) É verdade que cursos de College iniciados em Janeiro não dão direto às férias de Verão?

 

“Depende muito da província, do College e do programa. Na maioria dos programas de Ontario, para você ter direito às férias de verão, você precisa ter estudado dois termos anteriormente. Logo, se você começou em Janeiro, não vai conseguir tirar essas férias, porque o termo de Verão já é o seguinte. Agora se você começou em Setembro, você já vai ter estudado o termo que iniciou em Setembro e o de Janeiro, sendo o de Verão o terceiro termo. Então, de uma maneira geral, na província de Ontario você não consegue mesmo. Em Vancouver já é um pouco diferente. Normalmente não tem essa exigência. Você tem mais mobilidade”, explicou Schirley.

8) Cônjuge e estudante podem chegar ao país em datas diferentes?

 

“O aplicante principal, ou seja, quem vai estudar, não pode entrar depois. Logo, se você é a pessoa que vai estudar, o seu cônjuge pode vir com você ou depois de você, mas nunca antes”, explicou Francisco.

9) Para quem vai tentar uma vaga em uma instituição canadense, qual prova de inglês vocês recomendam? IELTS ou TOEFL?

 

“As faculdades normalmente aceitam os dois. Porém, nós quase sempre indicamos o IELTS, porque é um teste que você vai precisar fazer de novo para o seu processo de imigração (Caso você não queira fazer o CELPIP) e se você já tiver estudado o formado desta prova antes, vai facilitar bastante, ainda que para a universidade seja pedido o IELTS Academic e para a imigração, o General. No entanto, vale a pena avaliar o tipo de prova que te deixa mais confortável. Escolha sempre aquela que você acredita que se sairá melhor”, aconselhou Schirley.

10) Considerando um casal no qual ambos estão fazendo cursos vocacionais. Os filhos terão direito a estudar em escola pública?

 

“Geralmente não, mas isso vai depender muito do school board. Cada um tem suas próprias regras. Porém, na maioria dos casos, com os pais estudando em cursos vocacionais, dificilmente eles irão conseguir matricular o filho em uma escola pública gratuita. Nesta caso, eles podem registrar a criança em uma particular, que custa entre CAD$ 13 e CAD$ 17 mil por ano”, finalizou Francisco.

Regras básicas para quem quer estudar e trabalhar na Irlanda

A Irlanda está entre os destinos favoritos dos brasileiros que desejam aprender inglês fora do país. E não é difícil entender os motivos que fazem da Ilha Esmeralda a queridinha dos estudantes: além de estar localizada na Europa, possibilitando que o aluno conheça vários países com facilidade, a obtenção de visto é relativamente mais tranquila do que em outros destinos e, além disso, a Irlanda é um dos poucos países que oferecem a possibilidade de trabalho para estudantes de cursos de idioma, uma das características que mais chama a atenção dos futuros intercambistas.

Porém, se você quer ir trabalhar e estudar na Irlanda, antes de fazer as malas é preciso estar atento a algumas regras válidas para estudantes internacionais não-europeus. Veja abaixo:

1)Para ter direito a trabalhar, você precisará estar matriculado em um curso de, no mínimo, seis meses de duração com 15 horas semanais de aulas. Neste formato, você terá direito ainda a dois meses de férias, totalizando 25 semanas de estudo e 8 semanas de férias. Durante o período em que estiver estudando, você poderá trabalhar por até 20 horas semanais, mas nos meses de Junho, Julho, Agosto, Setembro , e entre os dias 15 de Dezembro e 15 de Janeiro, você poderá trabalhar até 40 horas semanais.

2) A duração máxima do seu visto no país será de oito meses. No entanto, caso você queira estudar mais, você poderá renová-lo por até duas vezes, permanecendo no país como estudante de inglês por no máximo 24 meses, ou seja, dois anos.

3) Mantenha pelo menos 85% de frequência nas aulas. Caso você queira renovar o seu visto, irá precisar comprovar este fato. Além disso, as escolas são obrigadas a comunicar ao Irish Naturalisation and Immigration Service (INIS) e ao GNIB (Garda National Immigration Bureau) caso o estudante tenha mais de 25% de faltas.

 

Agora que você já conhece um pouco sobre as regras que lhe permitem trabalhar e estudar na Irlanda, é só escolher o seu curso. A 3RA Intercâmbio conta com diversas opções econômicas para você. Clique aqui e descubra.

Fontes oficiais:

Irish Naturalisation and Immigration Service

Irish Council for International Students

Conhecendo Dublin

Um dos principais destinos dos brasileiros que embarcam para a Irlanda é Dublin. A cidade, que é a capital do país, é muito conhecida pelos seus pubs e vida noturna. Além disso, ela reserva todo aquele ar hospitaleiro, aconchegante, e fica localizada bem às margens do Rio Liffey, que combinado com a belíssima arquitetura local tiram o fôlego de qualquer brasileiro que se aventura pela cidade. Mas esses não são os únicos motivos que fazem o coração de quem caminha por lá bater mais forte. 

Outro ponto que encanta os brasileiros é o transporte público, que conta com ônibus, Dart (trem) e Luas (bondinho). Os ônibus da cidade dão um show à parte: os passageiros têm acesso a wi-fi gratuito e todos os veículos são bem pontuais e adaptados para pessoas com deficiência. Nas paradas de ônibus, um painel digital mostra quanto tempo falta para o próximo veículo chegar. Incrível, não é mesmo? Mas fique atento quando for pegar ônibus pela primeira vez: Em Dublin, o valor da passagem muda de acordo com o trajeto que será percorrido por você. Os veículos também só aceitam pagamento em moedas e não dão troco. Por isso, tenha sempre a quantia certa em mãos.

A temperatura da cidade também é considerada perfeita por muitos intercambistas. Em Dublin, ninguém passa muito frio (neve é coisa rara por lá!), nem quase derrete durante o Verão. Basicamente o clima é ameno durante todo o ano, com algumas exceções, é claro.

Na primavera, entre os meses de fevereiro e abril, as temperaturas mais altas variam entre 8 e 12C. Já no Verão, que acontece entre os meses de maio e julho, as temperaturas mais elevadas giram em torno de 20C e o sol se põe bem tarde, até mesmo depois das 23h em alguns dias. No outono, entre os meses de agosto e outubro, as temperaturas costumam variar entre os 14C e 18C e no inverno, entre Novembro e Janeiro, as temperaturas normalmente giram em torno de 8C, sendo Janeiro e Fevereiro os meses mais frios do ano, atingindo até mesmo valores negativos.

E para quem gosta de cultura, a cidade é um prato cheio! A capital da Ilha Esmeralda é repleta de tradições e conta com muitos museus e galerias de arte. Além disso, Dublin é a cidade da natal de grandes músicos, como os integrantes da banda U2, Enya, entre outros. Vários escritores também nasceram por lá: Oscar Wide, Bram stoker e George Bernard Shaw são apenas alguns dos muitos nomes.

Informações gerais sobre a cidade:

Fuso horário: três horas à frente do horário de Brasília

Número de habitantes: mais de 500.000

Território: Aproximadamente 15 mil km²

Ficou interessado? Então arrume as malas e venha conhecer este lugar maravilhoso com a 3RA Intercâmbio.

Currículo e cover letter para procurar emprego no Canadá

O mundo mudou. A tecnologia conecta pessoas mais do que nunca, mas para conseguir uma entrevista de emprego o melhor caminho ainda é investir no bom e velho currículo. Esse sim, precisou acompanhar as mudanças do mercado e, principalmente, chamar atenção do selecionador em no máximo 10 segundos.

Isso mesmo! 10 segundos é o tempo que você tem para convencer a empresa que é o melhor candidato para a vaga através do seu currículo.  Quem revela esse segredo do mundo das contratações é a especialista em consultoria de emprego e programas de treinamento para o mercado de trabalho, Brenda Crump. E tem mais, a primeira coisa que o responsável pela contratação vai olhar no currículo é se você tem as habilidades procuradas para a vaga, se essa informação não estiver muito clara, e exposta no documento no local estratégico, em alguns segundos seu currículo será deixado de lado e sua chance também.

Outro ponto que precisa ganhar destaque no seu resumo profissional é a vaga que você está interessado. Nos cruciais 10 segundos, essa informação também precisa ser facilmente localizada pelo empregado. Só depois de checar qual vaga a pessoa está interessada e se ela possui as habilidades desejadas, é que o empregador vai dedicar mais tempo para olhar os outros detalhes do seu resumo profissional.

Importância do currículo no Canadá

Apesar do crescimento de outras ferramentas de contratação como o LinkedIn (rede social focada em negócios, carreira e emprego), Crump conta que, no Canadá, um bom currículo ainda pesa muito para que qualquer pessoa consiga uma chance para ser entrevistado e assim mostrar pessoalmente para a empresa suas qualidade. “O resume é um documento muito importante para aqueles que estão a procura de emprego no Canadá”, explica.

Outra dica que a especialista dá é sobre o modelo do currículo. Segundo Crump, oportunidades diferentes de trabalho vão mudar também o estilo do documento. No Canadá são usados principalmente três tipos, sendo dois deles muito populares. Ela explica que “se você, recém-chegado no Canadá, quiser  impressionar o empregador, é muito importante escolher o estilo certo de currículo, especialmente se você tem um alto nível de educação e está disposto a entrar no mercado de trabalho mesmo que atendendo a cargos iniciais de carreira”.

Sobre a Cover Letter

Perguntamos para a especialista qual outro ponto que atrapalha os candidatos quando estão buscando por emprego. Para os brasileiros um ponto que deixa a desejar é a Cover Letter, já que esse tipo de documento não é usado no Brasil. Crump explica que a carta realmente é importante para os empregadores canadenses, e que precisa ser escrita pensando exclusivamente na vaga que o candidato está aplicando. Além da própria apresentação, o documento deve incluir informações sobre a empresa, a vaga desejada e como o candidato se vê na posição e como poderia ajudar a empresa em seus objetivos. O fato é que para escrever esses pontos, o candidato precisa de conhecimento, pesquisa, dedicação. As empresas gostam de ver isso. 

Mão na massa

Procurar emprego é uma tarefa que muda de um país para outro, e não conhecer os aspectos diferentes desse processo pode tirar bons candidatos da competição. Por isso, pensando em ajudar seus clientes a se destacarem na busca por oportunidades de emprego no Canadá, a 3RA Intercâmbio promove mensalmente workshops presenciais explicando justamente como deixar seu currículo do Brasil com cara de canadense, como escrever sua cover letter e claro, como se portar na hora da entrevista. Tudo isso para aumentar as chances de você, que já está no Canadá, conseguir um emprego.

Fique de olho na nossa fanpage para saber mais sobre os workshops e outros eventos feitos especialmente para você!

O que saber antes de procurar emprego no Canadá

Procurar emprego é um processo que muda de um país para o outro. Além do idioma você precisa conhecer outros aspectos, como o mercado de trabalho e os fatores culturais de cada país. Quem garante isso é a especialista em consultoria de emprego e programas de treinamento para o mercado de trabalho canadense, Brenda Crump. Segundo Crump, conhecer a economia, cultura e as tradições do país onde se deseja trabalhar é também conhecer melhor os empregadores e o que eles esperam dos estudantes internacionais.

Atuante no mercado canadense há 20 anos, a especialista explica que aspectos pouco notados pelos brasileiros, como a formatação do currículo, a ordem das informações, o jeito de se vestir e como se comportar durante uma entrevista, são detalhes que podem tirar a vaga de um candidato qualificado. Experiências anteriores e bom nível de inglês são importantes, mas é preciso também sincronizar suas qualidades com as expectativas do mercado.

Segundo Brenda Crump, “o mercado canadense é altamente competitivo, e saber o que esse mercado espera de você vai te ajudar a se destacar como um recém-chegado no Canadá”. Ela ainda afirma que, para os candidatos que seguem essas dicas, as oportunidades de trabalho aparecem mais rápido.

Outro fator de extrema importância é conhecer quais segmentos e indústrias estão em crescimento no país. Essas informações vão te ajudar a mapear quais áreas são mais prósperas para se procurar emprego. Depois disso, é hora do candidato focar nas competências. Cada profissão, área de trabalho ou cargo exige habilidades específicas e, por isso, é necessário conhecê-las e destacá-las em sua apresentação, mostrando ao empregador aquilo que ele quer ver.

Se preparando para ganhar o mercado canadense

A questão é que conhecer os aspectos da cultura corporativa do país, saber para onde o mercado está crescendo, e também as habilidades esperadas para cada área de trabalho, não é algo tão simples, ainda mais para quem está há pouco tempo no Canadá. Pensando em ajudar os brasileiros nessa tarefa, a 3RA oferece uma série de workshops com a especialista Brenda Crump, explicando com mais profundidade os aspectos que vão te abrir portas para conseguir um emprego por aqui.

A estudante Jéssica Cruz e seu marido, Alex Kuo, participaram de dois workshops oferecidos pela 3RA. Jéssica conseguiu até que a consultora olhasse seu currículo e sugerisse algumas alterações, que segundo ela, foram fundamentais. Após os workshops, Jéssica e Alex seguiram as dicas e colheram os frutos, os dois não só conseguiram emprego como escolheram onde queriam trabalhar.

“Antes das minhas entrevistas eu li todo o material que a Brenda nos entregou no workshop, estudei bastante as perguntas que poderiam fazer na entrevista, preparei a minha Cover Letter (o que no Brasil a gente não precisa, porém aqui é super importante), e comecei a entregar os meus currículos. Foi impressionante o resultado! Recebi muitas ligações e pude até escolher onde eu queria trabalhar! Com o Alex foi a mesma coisa. Na minha entrevista a gerente elogiou o meu currículo e disse que eu era super qualificada”, contou Jéssica.

Se você tem interesse em participar de um de nossos workshops, fique atento às nossas redes sociais. Os eventos são oferecidos gratuitamente para clientes 3RA uma vez por mês.

 

 

O que fazer em Vancouver nos dias de chuva

Vancouver é também conhecida pelo apelido carinhoso de “RainCouver” – Rain (Chuva) + Couver (final da palavra Vancouver). Sim, o nome surgiu porque realmente chove muito por aqui.  E esse clima fica mais em evidência durante o outono e inverno, principalmente de outubro a abril. Durante esse período saia sempre de casa com um guarda-chuva, mesmo que o dia comece sem nenhuma nuvem no céu.

Mas, calma! Não é chuva forte, daquelas de não conseguir sair de casa. Na maioria das vezes a chuva é fininha, bem tranquila e você vai conseguir levar uma vida normal. Por isso separamos algumas atividades bem legais para se fazer em Vancouver nos dias de chuva.

Se divirta sozinho, com a família, com o seu amor ou com os amigos:

  1. Science World – Fuja da chuva e se divirta com a sua família visitando o Science World, museu onde você vai aprender sobre dinossauros, animais, ciência, assuntos espaciais, entre outros temas, de um jeito super didático e divertido. O Science World fica na rua Quebec, número 1455. É muito fácil chegar até lá, a estação de metrô Main Street-Science World Station fica praticamente na porta do museu. Famílias podem economizar até CAD $30 quando compram o pacote para a família, que dá direito a dois adultos e quatro crianças.
  2. Vancouver Aquarium – Um ótimo passeio para se divertir e ao mesmo tempo se esconder da chuva é passar o dia no aquário da cidade. Além dos shows dos pinguins, tubarões, leões-marinhos, o Aquário de Vancouver oferece várias atrações, como cinema em 4D, atividades educativas para as crianças, fora as centenas de espécies de vidas marinhas. O lugar fica aberto diariamente das 10h às 17h, e os convites variam de acordo com a idade, também é possível comprar um passe anual. Localizado no coração do Stanley Park (845, Avison Way) é possível chegar até o Aquário caminhando, de bicicleta, carro ou ônibus (número 19).
  3. La Casa Gelato – Quem não gosta de sorvete? Descubra mais de 500 sabores de sorvete na La Casa Gelato, entre os tradicionais morango ou baunilha, aos super exoticos, como pimenta. Essa é a única sorveteria no mundo todo que oferece tantos sabores de sorvete. O lugar fica aberto diariamente das 11h às 23h na rua Venables, número 1033.
  4. Cozinha multicultural – Vancouver conta com lugares muito legais para um jantar a dois. E o melhor, você pode experimentar a gastronomia de diferentes partes do mundo, já que na cidade é possível encontrar restaurantes de várias nacionalidades. O site de turismo de Vancouver fez uma lista sugerindo os 5 melhores lugares de Vancouver para você aproveitar a chuva e abusar do romantismo, veja a lista aqui.
  5. UBC Museum Anthropology – Você vai fugir da chuva sem deixar de conhecer o Canadá e sua história. O museu de antropologia é um lugar riquíssimo em arte e cultura, que conta com um acervo extenso de esculturas, pinturas e artefatos. E mesmo o carro chefe sendo a história dos povos canadenses, no lugar você também confere expressões culturais de povos do mundo todo. O museu fica na NW Marine Drive, número 6393, é possível chegar de carro ou ônibus. Aberto de terça a domingo das 10h às 17h. Os convites individuais variam entre CAD $9 e 16.75 e famílias podem comprar o passe por CAD $44.75 que dá direito a dois adultos e quatro crianças.
  6. Vancouver Public Library – Esconder da chuva para mergulhar em um mundo de livros e muita beleza. A biblioteca pública central de Vancouver é um lugar ótimo para conhecer não apenas pelo imenso acervo – são sete andares de livros – mas também pela beleza, a arquitetura do prédio é daquelas que enchem os olhos. A biblioteca fica aberta diariamente variando os horários, de segunda a quinta ela abre às 10h e fecha às 21h. A localização é ótima, fica bem no centro mesmo de Downtown – número 350, West Georgia Street.
  7. Arts Club Theater Company – Dias de chuva combinam com teatro. Se você também concorda, precisa conhecer a companhia de teatro Arts Club. Eles são uma instituição sem fins lucrativos que trazem espetáculos de teatro ou musicais para Vancouver. São três localizações, Granville Island Stage, Stanley Industrial Alliance Stage e Goldcorp Stage at the BMO Theater Center, onde sempre você vai encontrar alguma peça legal para assistir.
  8. Bloedel Floral Conservatory – Conhecer o Queen Elizabeth Park em um dia de chuva não é uma boa ideia? Se enganou. Dentro do parque existe uma estufa com vários passáros e plantas de diferentes espécies. Para quem gosta de flores e passáros essa programação é perfeita, você vai até esquecer a chuva lá fora. O parque fica na 33rd Avenue, entre as ruas Cambie e Main. É possível chegar via carro, ônibus ou andando. Os ingressos custam de CAD $3.25 a $6.50. Famílias também podem comprar o passe para dois adultos e duas crianças por $15.

Via: tourismvancouver.com