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3RA Intercâmbio e Immi Canada são destaque no Jornal do Brasil

Nesta sexta-feira, dia 17 de Fevereiro, a 3RA Intercâmbio e a Immi Canada foram destaques em uma reportagem do Jornal do Brasil.

A matéria, que abordou o aumento da procura pelo Canadá por conta das medidas do presidente americano Donald Trump, destacou a qualidade dos serviços públicos do país, como segurança, educação e saúde, e também a boa receptividade em relação aos imigrantes.

Ficou interessado? Então clique aqui e leia a reportagem completa.

 

Confira o depoimento de Luiza Cabadas, aluna full-time da BCIT

Arrumar as malas e partir para um novo país. Esse é o sonho de muita gente, principalmente quando falamos de Canadá. No entanto, essa grande mudança gera também muitos desafios e, por várias vezes, o nervosismo e a ansiedade podem tomar conta daqueles que optam por este novo caminho. Por isso é sempre bom ler história de pessoas que driblaram o medo e a insegurança e estão conquistando cada vez mais o seu lugar aqui na América do Norte. E desta vez nós da 3RA Intercâmbio convidamos a cliente Luiza Cabadas, de 34 anos, para dividir conosco suas experiências.

luizaLuiza Cabadas chegou a Vancouver em Setembro de 2015. Quase um ano e meio depois, ela, que era advogada no Brasil e estava há dez anos longe dos bancos acadêmicos, vem construindo uma história de sucesso no British Columbia Institute of Technology (BCIT), onde estuda Business Operations Management na modalidade full-time. “Cheguei ao Canadá com o meu marido. Eu sempre quis estudar fora e conhecer outras culturas. Como na época da decisão eu estava trabalhando com Projetos, decidi que seria uma boa hora de buscar conhecimento na área de Business”, revelou.

Atualmente Luiza trabalha na empresa Hansen Industries, que conta com um concorrido programa de estágio. “Consegui o tão disputado estágio de verão e trabalhei na organização do estoque de materiais, implementando conceitos de mapeamento de processos, desenvolvimento de manual de procedimentos e treinamento de funcionários. Continuo na empresa, mas agora atuo em outra área, na migração de dados do sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) e desenvolvimento de treinamentos”, explicou.

De acordo com ela, a BCIT a preparou muito bem para o mercado de trabalho. “Além de ser uma instituição altamente renomada e reconhecida no Canadá, ela é extremamente inspiradora. Os professores são profissionais da área e realmente ensinam a teoria, a prática e treinam os estudantes para atingir uma ótima performance no mercado de trabalho. O fato de vários cursos oferecerem a oportunidade de realizar um projeto real em empresas canadenses também agrega valor ao currículo. Com toda certeza a BCIT é um divisor de águas na minha carreira”, destacou.

Porém, segundo Luiza, é preciso muita dedicação para atingir seus objetivos na instituição. “Business era um novo mundo para mim, e digamos que relembrar álgebra e aprender ‘de cara’ matemática financeira em inglês inicialmente foi um desafio. Mesmo que você tenha um inglês avançado, há uma curva de aprendizado para o ouvido, o cérebro e a boca entrarem em sintonia. Mas com o tempo todos conseguem! O conceito de College não existe no Brasil: é um curso muito profundo, concentrado em práticas, e a BCIT tem um nível bem difícil e requer bastante estudo – horas e horas – para obter sucesso”, explicou.

Para quem estuda ou vai estudar na BCIT – seja tanto na modalidade full-time quanto na part-time – Luiza dá algumas dicas: “Organize bem o seu tempo. Não deixa a matéria acumular. Estude constantemente, pois você terá assignments, quizzes e midterms simultaneamente. Além disso, aprenda a trabalhar em grupo. A maioria dos trabalhos são em times. Essa é uma forma da BCIT preparar o estudante para  lidar com a diversidade e conflitos”, finalizou.

Vice-presidente da BCITSA

img_0548Atualmente Luiza Cabadas está concorrendo ao cargo de Vice Presidente Externo da BCIT Student Association (BCITSA). As eleições começam nesta segunda-feira, dia 6 de fevereiro, e seguem até a quarta-feira, dia 8 de Fevereiro, às 2pm.

Caso eleita, Luiza terá como responsabilidade buscar benefícios para os estudantes junto aos órgãos externos. “Já participo do conselho e sou bastante atuante. Entre as minhas propostas estão trazer mais benefícios para os estudantes – como fazer parcerias com academias externas e creches com descontos para os alunos -, buscar uma maior flexibilidade no horário de funcionamento dos restaurantes da BCIT e extensão de benefícios para alunos part-time”, destacou.

Se você é estudante da BCIT e deseja votar em Luiza, basta apenas garantir sua participação através do my.bcit.ca. Clique aqui para votar.

Estratégias para procurar emprego no Canadá em 2017

O site Workopolis – que conta com um dos maiores bancos de emprego do Canadá – realizou um bate-papo online com especialistas das áreas de recursos humanos do país sobre estratégias para procurar emprego neste ano de 2017. Se você está a procura de um trabalho em terras canadenses, leia com atenção as dicas abaixo:

1) Amplie seu “networking”

Não é segredo para ninguém que o networking é algo muito importante para uma carreira de sucesso. Por isso, tire um tempinho agora no início do ano para aprimorar sua rede de contatos, especialmente se você é um pouco introvertido. Comece a procurar na internet eventos de network em sua área de atuação. Saia de sua zona de conforto!

Segundo os especialistas, uma outra opção é usar o Linkedin. No Canadá, as pessoas têm o costume de realizar a chamada “informational interview”, ou seja, marcar de conversar pessoalmente com alguém da área ou da empresa na qual está interessado sobre o mercado de trabalho . Esta rede social pode ajudar e muito em um primeiro contato.

2) Fique atento à sua “Personal Branding”

Ainda de acordo com os especialistas que participaram do evento online, personal branding é a chave para conseguir um emprego em 2017. Para quem não sabe, personal branding é o que você quer que as pessoas pensem sobre você, ou seja, a sua imagem. Construir um bom portfólio, limpar as mídias sociais e montar um próprio site são apenas algumas das formas de trabalhar sua marca pessoal (personal brand).

3) Não limite suas opções

Existe uma linha tênue entre saber o que você quer e manter suas opções abertas. O recomendado pelos especialistas é sempre pesquisar pela empresa que você quer trabalhar e também pelo cargo que você quer. O ideal é nunca limitar suas opções, já que o seu trabalho dos sonhos pode não estar na empresa que você sempre desejou.

4) Use a tecnologia como uma aliada

Atualmente praticamente todo mundo tem um smartphone. Isso facilita muito a vida de quem está procurando por oportunidades. Inscreva-se em sites de trabalho, ative as opções de “job alerts” e newsletters. Coloque para ser notificado em seu celular. Assim você não deixará passar nenhuma oportunidade.

Além disso, antes de enviar seu currículo e sua cover letter, separe um tempinho para olhar com atenção o anúncio da vaga. Hoje em dia existem vários geradores de nuvem de palavras que podem lhe ajudar a extrair as características importantes que o empregador está buscando. Certifique-se de colocá-las em seu currículo. Este passo pode fazer toda a diferença entre conseguir a entrevista ou ter o seu currículo ignorado.

5) Nunca esqueça de anexar sua cover letter

Muitos brasileiros acabam esquecendo deste documento por não ser algo muito utilizado no Brasil. Porém, no Canadá, ele é extremamente importante. Clique nos links abaixo para ver dicas de como criar a cover letter ideal:

Preparando-se para o mercado canadense: Dicas para uma cover letter de sucesso
Os 20 erros mais comuns cometidos por candidatos em suas cover letters

Fonte oficial: http://careers.workopolis.com/advice/job-search-strategies-2017-experts/

Dúvidas frequentes: Cursos vocacionais

Há algum tempo, nós produzimos um texto explicando um pouco sobre os cursos vocacionais. Porém, este ainda é um assunto que gera muitas dúvidas e, por isso, nós decidimos reunir aqui as principais questões de nossos clientes sobre o assunto.

Para quem não sabe, os cursos vocacionais – ou career colleges, como também são conhecidos – são programas que atraem muitos estudantes pois costumam contar com valores mais acessíveis, exigem um nível de inglês mais baixo e também muitas vezes oferecem a possibilidade de trabalho durante os estudos.

No entanto, se a sua intenção é imigrar para o Canadá, ele pode não ser o ideal para você. Esses cursos são mais indicados para aqueles que querem apenas ter uma experiência internacional, retornando ao Brasil em seguida. Veja abaixo as principais questões de nossos clientes e descubra o porquê disso:

1) Como funcionam os cursos vocacionais?

Os cursos vocacionais também são conhecidos como programas de estudo e trabalho, pois contam exatamente com um componente de estudo e um de trabalho (estágio). Neste tipo de programa, geralmente o aluno vai estudar por um período, os primeiros seis meses, por exemplo, e, para se formar, precisará concluir um período de estágio na área após os estudos, pelo mesma quantidade de tempo que estudou. Por exemplo: Se você se matriculou em um curso com 480 horas/aula, para se formar, precisará concluir 480 horas de trabalho em seu estágio. O tempo da parte prática do curso nunca deve superar o tempo de estudos. As áreas mais comuns em cursos vocacionais são: business, hospitality, customer service, etc.

2) Como funciona a permissão de trabalho nos cursos de carreira?

Se o curso em que você se matriculou tem as características exigidas pela imigração canadense – ou seja, é um curso full-time com no mínimo seis meses de duração – você terá permissão para trabalhar 20 horas off campus por semana durante o seu período de aulas. Já na parte prática do programa, você poderá trabalhar até 40 horas por semana, sendo 20 horas por semana referentes à sua permissão de trabalho off campus e 20 horas referentes ao programa de estágio obrigatório. Lembrando que você só poderá começar a trabalhar a partir do seu primeiro dia de aula no curso vocacional. Caso você precise estudar um pouco de inglês antes, você não poderá trabalhar durante este período. É importante lembrar que, nos casos dos cursos vocacionais, as horas trabalhadas não irão contar para os processos de imigração e por isso eles não são muito vantajosos para quem deseja ficar no país de vez.
3) Os cursos vocacionais dão direito ao PGWP após sua conclusão?

Essa com certeza é a pergunta mais frequente e uma das mais importantes. Os cursos vocacionais são programas de certificado e diploma oferecidos por instituições privadas. Portanto, não dão direito ao PGWP – aquela permissão de trabalho após a conclusão do programa. (Clique aqui para saber mais sobre o assunto). O PGWP é um dos maiores aliados daqueles que querem imigrar para o Canadá através de programas de estudo, pois oferecem um tempo maior de permanência no Canadá e permissão de trabalho sem restrições de horas – o que pode colaborar com o seu processo de imigração no futuro. Durante o PGWP, caso o aluno consiga um emprego dentro dos requisitos da imigração canadense – essa experiência de trabalho pode contar pontos para o processo (confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP). 

4) Cursos vocacionais dão direito ao visto de trabalho para o cônjuge e escola pública para os filhos?

Não. Como já falamos em textos anteriores, há até relatos de pessoas que conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como no caso dos colleges públicos. Caso você tenha filhos, é bem provável que você também não consiga matriculá-los no ensino gratuito do país, precisando pagar uma escola particular para as crianças, que custa entre CAD$13 e CAD$ 17 mil por ano.

Apesar de não serem os mais indicados para quem quer imigrar para o Canadá, os cursos vocacionais apresentam uma série de vantagens para os clientes que querem garantir uma experiência de estudo e trabalho no país. Se esta é a sua intenção, a 3RA Intercâmbio conta com uma grande variedade de programas do tipo. Clique aqui e saiba mais informações.

Já se a sua intenção é procurar por programas de estudo que podem lhe ajudar em um processo de imigração no futuro, nós também temos muitas opções para você. Agende logo a sua consulta educacional.

5 motivos para conhecer o Canadá em 2017

O ano de 2016 está chegando ao fim e já está na hora de começar a preparar a famosa lista de desejos para 2017.

Pensando em lhe ajudar nesta missão, nós resolvemos listar cinco motivos para que você coloque “Conhecer o Canadá” entre os seus objetivos para o novo ano.

Veja abaixo:

1) Isenção de visto de turista para brasileiros

Como já falamos aqui no blog, a partir do dia 1º de Maio de 2017 alguns cidadãos brasileiros não precisarão de visto de turista para o Canadá, podendo solicitar apenas o eTA (Electronic Travel Authorization). A regra será válida para quem possuir um visto americano válido ou para quem já teve algum visto canadense nos últimos dez anos. Clique aqui para saber mais sobre o assunto.

2) Canadá: Primeiro lugar no ranking dos melhores países para viajar em 2017

Em outubro deste ano, a Lonely Planet escolheu o Canadá como o melhor país para viajar em 2017. No site você pode se cadastrar para receber um guia completo sobre o país, com indicações de locais para visitar. Vale a pena conferir!

3) Aniversário do Canadá

O Canadá foi criado oficialmente em 1867, logo, neste ano de 2017 o país completa 150 anos! Será um ano inteirinho de festa! As comemorações já começam esta semana, no último dia do ano, em 19 cidades diferentes: St. John’s ; Halifax ; Charlottetown ; Moncton ; Fredericton ; Québec; Montréal; Ottawa; Toronto; Iqaluit; Winnipeg; Regina; Saskatoon; Yellowknife; Edmonton; Calgary; Whitehorse; Vancouver e Victoria.

Em Vancouver, a festa acontece ao redor do Canada Place, com diversas apresentações culturais e música ao vivo. Estão previstos também dois shows de fogos de artifício: o primeiro às 9pm e o segundo às 00h. Clique aqui para mais informações.

Já em Toronto a festa será na Nathan Phillips Square. O evento contará com atividades para toda a família, além de DJs e shows diversos. Também estão previstos um show pirotécnico e uma contagem regressiva especial. Clique aqui para mais informações.

Os demais eventos comemorativos serão postados no site oficial do governo, desenvolvido especialmente para a data. Clique aqui para ter acesso ao site.

4) Entrada gratuita nos parque nacionais

Ainda para comemorar o aniversário de 150 anos do país, o governo liberou entrada gratuita em todos os parques nacionais no ano de 2017. Você só precisa garantir seu passe gratuito no site. Clique aqui para ver a lista dos parques nacionais do Canadá.

5) Todos os motivos óbvios que você já está cansado de saber

Além dos motivos citados acima, nós poderíamos ficar horas aqui listando pelo menos mais umas 50 razões óbvias para você visitar o Canadá no ano que vem como as belezas naturais do país, a qualidade de vida, a cortesia com que os canadenses recebem os visitantes estrangeiros, a segurança etc. Vale a pena separar um pedacinho do ano para conhecer este país que é considerado um dos melhores do mundo para se viver!

Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá

Quer estudar no Canadá, mas está cheio de dúvidas? Então veja abaixo o texto que preparamos para você. Ele responde as principais dúvidas de nossos clientes:

1)Quais cursos dão direito à permissão de trabalho?

Atualmente, de acordo com a lei canadense, para ter direito a trabalhar o aluno precisa ser um estudante full-time em um programa pós-secundário, ou seja, pós-ensino médio, como colleges, bacharelados, mestrados, etc, com no mínimo seis meses de duração.

Nestes casos, enquanto está tendo aula, o aluno poderá trabalhar até 20 horas por semana (part-time). Já nos períodos de férias, denominados “scheduled breaks”, o estudante poderá trabalhar até 40 horas por semana.

Se o aluno estiver cursando um programa que conta com componente de trabalho (co-op), ele poderá trabalhar full-time no termo destinado para esta parte prática do curso (até 40 horas na semana).

É importante destacar que estudantes matriculados em cursos de inglês NÃO tem permissão para trabalhar.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

2) Se eu tiver uma permissão de trabalho, posso começar a trabalhar a partir do dia que entrar no país?

A permissão de trabalho é válida a partir do primeiro dia de aula do estudante na instituição de ensino. A regra também é válida para o cônjuge. Antes do início das aulas nenhum dos dois podem trabalhar, mesmo que já tenham um work permit válido.

3) O que é o PGWP? Quais cursos dão direito à essa permissão?

O Post-graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que o estudante internacional pode solicitar após completar seus estudos no Canadá. Porém, nem todos os cursos oferecem o direito de aplicar para o PGWP. De uma maneira geral, os programas que dão direito à essa permissão são:

*Faculdades públicas: Qualquer programa com duração acima de oito meses;
*Faculdades particulares: Qualquer programa que seja um degree (Exemplo: Bachelor Degree, Associate Degree ou Masters Degree)

Confira no site do governo canadense se a sua instituição é elegível ao PGWP.

Cursos vocacionais e cursos de inglês não dão direito ao PGWP. Nestes casos, após a conclusão deste tipo de curso, o estudante precisa retornar ao Brasil, a não ser que encontre um outro caminho para continuar no Canadá (como se matricular em um outro curso, por exemplo).

Clique aqui para mais informações sobre o PGWP

4) Qual a diferença entre Colleges e programas de carreira (cursos vocacionais)?

Os programas de carreira ( também conhecidos como cursos vocacionais ou co-op) têm esse nome porque apresentam um componente de estudos mais um componente de trabalho.

Eles são cursos de diplomas e certificados oferecidos em instituições privadas e apresentam uma série de vantagens para os estudantes: Normalmente contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo quando comparado ao nível exigido pelos Colleges em geral. Eles também oferecem ao estudante a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa.

Porém, como já dito anteriormente, eles não dão direito à solicitação do PGWP ao término do curso, não sendo o mais indicado para aqueles que desejam imigrar para o país.

Infelizmente, não há uma lista identificando quais são as instituições públicas e privadas do país. Por isso, procure o seu consultor 3RA para não correr risco de tomar uma decisão equivocada e perder seu tempo e dinheiro.

Obs.: É importante tomar muito cuidado com a nomenclatura co-op. Existem programas em instituições públicas que contam com um termo de co-op, ou seja, um período no qual o estudante precisará trabalhar – ou fazer um estágio – para completar o curso. Este caso é diferente do citado acima.

Clique aqui e saiba mais sobre a diferença entre os cursos vocacionais e colleges

5) Quero levar o cônjuge para o Canadá. Os cursos vocacionais dão direito ao Open Work Permit?

De uma maneira geral, não. Há relatos de pessoas que até conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como é no caso dos colleges públicos. Outro ponto importante a se considerar é quando o casal tem filhos. Cursos vocacionais não dão direito ao ensino público gratuito para as crianças e/ou adolescentes.

6) Existe alguma pontuação extra no sistema de imigração para quem conclui cursos no Canadá?

Sim. Desde o dia 19 de novembro de 2016, estudantes internacionais que concluírem programas pós-secundários ganham pontos no Express Entry, sendo 15 pontos para aqueles que tiverem uma credencial elegível de um programa de um ano ou dois anos e 30 pontos para quem tiver uma credencial elegível de um programa pós-secundário de três anos ou mais ou uma credencial elegível de um programa de mestrado ou doutorado; ou ainda uma credencial elegível no nível de um grau profissional de entrada para a prática para uma ocupação listada na matriz de classificação ocupacional nacional no Nível de Habilidade A para o qual o licenciamento por uma entidade reguladora provincial é necessária.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Então deixe sua pergunta nos comentários para a nossa equipe ;)

As melhores perguntas do Hangout “Perspectivas para 2017”

No dia 07 de Dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a consultora de imigração da Immi Canada, Celina Hui, responderam dúvidas dos internautas sobre vistos, imigração e falaram um pouco sobre as perspectivas para 2017.  Se você perdeu o evento, você poderá assistir o vídeo na íntegra neste post. Nós também fizemos um texto com as melhores perguntas. Confira abaixo:

 

1)O que mudou em 2016 no processo de visto de quem vai para fazer o Pathway?

Atualmente, o estudante não chega ao Canadá com o visto para o tempo de estudo de inglês mais o tempo de estudo da faculdade como era anteriormente. Agora, o aluno chega ao Canadá primeiro com um visto para o tempo de estudo do idioma e, depois, precisa fazer uma mudança de status ou extensão de visto para o período da faculdade. “Acredito que isso tenha acontecido porque muitas pessoas estavam trabalhando já no período do Pathway, que não é permitido. Então a imigração foi lá e cortou isso”, disse Francisco.

Segundo Celina, o processo agora é feito da seguinte maneira: É emitido um visto com duração menor, e após a apresentação das notas do Pathway, se faz uma extensão de dentro do Canadá mesmo. “Isso foi uma coisa que prejudicou alguns de nossos clientes, principalmente quando o acompanhante queria aplicar para o open work permit. Eles tiveram que vir primeiro como visitante, ou então o estudante teve que vir sozinho neste primeiro momento, sem o acompanhante”, explicou a consultora da Immi Canada.

2) É verdade que o cidadãos brasileiros serão isentos do visto de turista para o Canadá em 2017?

Neste ano houve a confirmação que a partir do dia primeiro de maio de 2017 os brasileiros que possuem um visto americano válido ou um visto canadense emitido nos últimos dez anos não vão precisar mais tirar visto de visitante para vir para o Canadá. “Você vai precisar apenas preencher um documento online, o ETA. Ele custa CAD$7 e tem validade de cinco anos, a não ser que o passaporte vença antes desse prazo. Em seguida, você só precisa anexá-lo ao passaporte”, disse Celina. A consultora também destacou que a emissão deste documento não é garantida para todo mundo. “Esse processo também passa por uma análise. Por exemplo, se você teve visto canadense negado algumas vezes, talvez seu processo de aprovação leve mais tempo. O ETA também pode não ser aprovado”, completou.

3) Quais são as novas mudanças nos processos de Spousal /Common-law sponsorship e Dependentes?

Para quem está no processo de sponsorship através de casamento, o Ministro anunciou nesta manhã que o tempo de processamento vai cair, passando de 24 meses para 12 meses. Além disso, será apenas uma checklist para quem fizer o processo dentro ou fora do Canadá.

Quanto aos dependentes, a idade foi alterada. “Até uns três anos atrás a idade dos dependentes era 22 anos e eles acabaram cortando para 19. Porém, foi anunciado também nesta manhã que a idade dos dependentes volta a ser 22 anos. Isso é muito bom para os nossos clientes que vem para o Canadá com família e que tem filhos nessa idade”, explicou Celina.

4) Como vai funcionar a pontuação para quem concluir cursos no Canadá?

“Essa mudança entrou em vigor no último dia 19 de novembro. Agora, a pessoa que se graduar no Canadá em um programa reconhecido – seguindo as mesmas regras do PGWP – ganha pontos no Express Entry. Se você fez um programa de um a dois anos, você vai receber 15 pontos. Se você fez um curso de três anos de duração ou um masters degree, você vai receber 30 pontos. Isso vale apenas para o aplicante principal”, explicou Celina.

5) O que mudou em relação ao Labor Market Impact Assessment (LMIA)?

“O LMIA valia 600 pontos. Hoje ele não vale mais. Agora ele vale de 50 a 200 pontos, sendo a pontuação máxima concedida apenas para quem está no NOC 00 – senior management”, falou Celina.

“Eu vi o pessoal reclamando muito em relação ao LMIA nas redes sociais, que ele não vale mais 600 pontos. Porém, eu vejo da seguinte maneira: Eu acredito que agora o jogo ficou muito mais justo. Na realidade, era muito raro conseguir esse LMIA de 600 pontos. Ou então, existiam até mesmo pessoas que compravam esse LMIA. E essas pessoas estavam competindo com quem estava querendo fazer a coisa certa. Hoje eles já não competem mais. Então eu acredito que esta pontuação vá cair e vai refletir essa nova realidade”, opinou Francisco.

6) Como funciona o programa International Graduate de British Columbia (BC PNP)?

“Existe um programa chamado International Graduate, que é para pessoas que se formaram dentro de BC. Se você se formou no Canadá, mas não em BC, você também pode aplicar por este programa, só vai precisar trabalhar mais tempo. Neste programa, é necessário apresentar apenas uma oferta de trabalho, não sendo necessária a comprovação de experiência prévia de trabalho na área. Caso o seu salário também não seja ainda o salário mediano dessa província, a empresa pode fazer uma progressão para você. Isso é bastante interessante para quem não tem experiência de trabalho no Brasil e o primeiro emprego está sendo aqui no Canadá. É um atalho”, comentou Celina.

7) Existe outra província além de Quebec que concede pontos pela quantidade de filhos?

Não. “O programa de Quebec é o único que te dá pontuação por você ter filhos”, explicou Celina.

8) Quais são os custos envolvidos no processo de imigração em si e os custos da consultoria de vocês?

De acordo com Celina, os valores podem variar. Porém, geralmente para quem está aplicando para o processo de residente permanente os custos são a taxa imigratória, de CAD$ 1040 para cada adulto, e CAD$ 150 para os dependentes. Em relação aos honorários da Immi Canada, para o express entry o valor é de CAD$ 3800 e nós parcelamos este valor em alguns pagamentos de acordo com o movimento positivo do processo. Então, os valores irão variar entre CAD$ 3000 e CAD $ 5000.

“A Immi Canada e a 3RA são empresas diferentes. Portanto, os valores também são. A 3RA é paga em sua maioria pelas faculdades e escolas. Nós temos uma taxa administrativa de CAD$ 300 que cobre a consultoria e todo o auxílio que a empresa dá ao cliente”, completou Francisco.

9) Como comprovar vínculos com o Brasil?

De acordo com Celina, carro e imóvel não são vínculos. “Quando a imigração diz vínculo, eles querem saber o que vai te levar de volta ao Brasil. Por exemplo: proposta de emprego, empregabilidade, família…É mais uma questão de laços do que de bens em si”, explicou.

“Por isso nós temos muito cuidado no planejamento de nossos clientes, pois a imigração precisa ver uma lógica no seu processo. Temos sempre que buscar um curso para você que justifique sua volta ao Brasil”, completou Francisco.

“Quando você fala para a imigração que você quer vir estudar no Canadá, a imigração não está preocupada com a sua empregabilidade no Canadá, eles estão preocupados em como esse curso vai lhe trazer benefícios após seu retorno ao Brasil. Por exemplo: o curso vai ser um upgrade para você? Você está fazendo um curso que não tem no Brasil? Você vai crescer profissionalmente? É isso que preocupa a imigração”, disse Celina.

10) Como a idade influencia no processo de imigração?

“Atualmente, o Express Entry é baseado em um sistema de pontuação. A idade ideal é até os 29 anos. Após essa idade a pessoa perde 5 pontos por ano e após os 40, dez pontos por ano. A partir dos 45 a pessoa já não pontua mais. Então ainda que você tenha uma escolaridade boa ou um excelente nível de inglês, dependendo da idade a sua pontuação pode ficar bem baixa. Nestes casos, é preciso pensar em outras alternativas como um programa provincial, por exemplo”, destacou Celina.

5 Dúvidas Frequentes sobre o PGWP

Atualmente, o Post Graduation Work Permit (PGWP) é um dos maiores aliados daqueles que desejam imigrar para o Canadá.

Para quem não sabe, o PGWP é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que todo estudante internacional tem direito a aplicar após completar um curso de nível superior em uma instituição de ensino que cumpra os requisitos exigidos pela imigração. Nós já explicamos um pouco sobre o PGWP neste link. Porém, agora decidimos reunir aqui no blog as respostas para as 5 principais dúvidas de nossos clientes sobre o assunto. Veja abaixo:

**Lembramos que este texto é apenas um resumo e cada caso é diferente. Por isso, recomendamos sempre a contratação de uma empresa especialista em vistos e imigração. Para nossos clientes, recomendamos a nossa parceira Immi Canada: [email protected]

1) Quando preciso aplicar para o PGWP?

Você tem até 180 dias após a conclusão de seu curso para aplicar para o PGWP e você precisa ter um status válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país.

2) Como aplicar e quais documentos irei precisar?

Você poderá aplicar online no site oficial da imigração canadense ou pelo correio.

  • Será preciso enviar todos os formulários exigidos pela imigração;
  • a cópia do passaporte completo;
  • cópia da permissão de estudos;
  • cópia do diploma ou certificado da instituição canadense ou do histórico escolar ou uma carta oficial da instituição declarando o término do curso.

3) O meu cônjuge também terá direito a estender a permissão de trabalho junto com o meu PGWP?

Para que o cônjuge consiga estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal, o estudante, no momento da aplicação do PGWP, deverá ter um contrato simples de trabalho firmado com uma empresa, em uma vaga full-time, dentro dos NOCs 0, A ou B. Para quem não sabe, o NOC é um sistema nacional que classifica e descreve todas as ocupações no país. Neste link você consegue descobrir em qual NOC a sua posição de trabalho se encaixa.

4) Não consegui o contrato de trabalho. Como meu cônjuge poderá continuar no Canadá?

Neste caso, as opções são ou o cônjuge se matricular em uma instituição de ensino e estender sua estadia como estudante ou então apenas como turista. Porém, caso você consiga um contrato de trabalho depois, o seu cônjuge poderá aplicar novamente para a permissão de trabalho.

5) Todos os cursos dão direito ao estudante aplicar para o PGWP?

Não. Para ter direito a pedir pelo PGWP, o aluno deverá ter concluído um programa em uma faculdade pública de no mínimo oito meses de duração ou um programa de degree em faculdades particulares (no caso das privadas, não valem diplomas e certificados). Ainda existem uma série de outros requisitos que devem ser seguidos. Por isso, é sempre importante contar com uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio. Assim você terá a garantia de que irá se matricular em uma instituição que lhe dará esse direito.

Para te ajudar ainda mais, o Governo Canadense liberou uma lista com todos os colleges que dão direito ao PGWP.  Seguindo os passos da tela,  você vai encontrar a província, o nome da instituição e se aquele college é elegível ao PGWP através das opções sim e não.

 

Outras informações sobre o PGWP podem ser obtidas no site oficial da imigração canadense.

Depoimento: “Estudando na Capilano University”

Escolher uma instituição canadense para estudar é um processo muito importante. Por isso, aqui na 3RA, nós sempre fazemos uma consulta personalizada para analisar cuidadosamente o perfil de cada cliente e indicar o curso e o programa que mais combinam com cada um. Porém, muitas vezes o aluno gosta de ouvir a opinião de estudantes que já estão lá dentro para compartilhar experiências.

E foi pensando nisso que nós decidimos convidar nossos clientes que estão estudando nas principais escolas canadenses para contar um pouquinho de como está sendo a experiência na instituição escolhida. E a nossa primeira convidada é a Manuela Camisasca, de Belo Horizonte, que atualmente está fazendo o curso Norh American Business Management Applied Post Baccalaureate (Nabu), com foco em Marketing, na Capilano University.

Manuela, que tem 37 anos, é designer e decidiu embarcar para Vancouver com o marido, Fabiano, em junho de 2013. “Eu sempre quis morar fora, viver a experiência do intercâmbio. O Fabiano viajou para Whistler em 2012 e se apaixonou. Então comecei a pesquisar sobre Vancouver e fui adorando tudo o que eu vi. Em 2015, como parte de nossos planos e investimentos, viemos os dois passar as férias em Whistler e Vancouver e eu também me apaixonei. Em junho de 2016 chegamos à Vancouver de mala e cuia”, contou.

O processo de escolha do curso e da instituição foi todo feito com auxílio da 3RA Intercâmbio. “Primeiro o Francisco havia me indicado o curso de Marketing da Langara. Em 2015 fui lá e conheci a escola. Gostei muito, mas eu estava muito apreensiva com a grade curricular, pois havia muita matéria de exatas como finanças, cálculos e outras que eu não tenho a menor afinidade. Comecei a conversar sobre isso também com a Schirley e ela me apresentou a Capilano, que tinha uma grade curricular muito mais acertada para o meu estilo”, relembrou.

capilano-manuDe acordo com Manuela, a escolha da universidade não poderia ter sido melhor: foi amor à primeira vista. “A escola é maravilhosa. Para todos os lados que você olha tem natureza. Nós tivemos três ‘primeiros dias’. Um só para alunos estrangeiros, um só para a escola de Business e outro geral. Todas as orientações foram muito bem organizadas e com pessoas envolvidas e motivadas. Senti um astral maravilhoso de uma equipe que ama estar ali”, destacou.

Além disso, ela ficou muito animada com o foco da instituição em colocar os alunos no mercado de trabalho. “O curso é totalmente voltado para isso. Feito e moldado para nos colocar no mercado. Todos os profissionais – professores e instrutores – são empresários ou super envolvidos em grandes empresas. A equipe de carreira nos dá um apoio enorme em como fazer resume, cover letter e como nos portar em entrevistas e reunião de negócios. Quando percebi este objetivo da instituição, de nos colocar nas melhores empresas, fiquei muito animada. Ter uma instituição como a Capilano nos dando suporte é muito importante neste momento em que ainda não somos ‘ninguém’ no mercado canadense”, falou.

Segundo ela, o que mais chamou atenção foi a preocupação que a escola tem com alunos estrangeiros. “Eles têm um suporte enorme em várias áreas como psicólogos, centro de carreiras, workshops, festas para integração, entre outros. Temos também aulas que julgo essenciais para a saúde mental como meditação e ioga”, disse.

Provas e trabalhos

Manuela considera o ritmo de estudos bem intenso. “Meus horários de aula e workshops estão todos em um calendário que eu olho toda hora. Não tenho aula nas quintas e sextas-feiras, mas mantenho a ida para a Capilano no mesmo horário dos outros dias para não sair da rotina e aproveito a biblioteca para estudar. A instituição também conta com um centro de apoio na escrita e no inglês que eu posso usar para me ajudar nos trabalhos que tenho que entregar. Também uso muito o espaço da cafeteria para conversar com meus colegas e entender melhor as matérias. Tem muitos que já são da área de Business e a visão deles facilita muito meu entendimento”, contou.

Inglês

Segundo Manuela, no início ela sentiu dificuldade por conta do idioma. “Estudei no Brasil só para fazer o IELTS. Aqui no Canadá fiz um mês de inglês quando cheguei. Eu senti muita dificuldade no início das aulas e ainda sinto um pouco. Em Vancouver a maioria das pessoas é de fora, então temos que lidar com sotaques o tempo todo. Na escola também é assim. Além da minha turma ser 100% de estrangeiros, os professores também são. Agora, por exemplo, tenho metade dos professores estrangeiros e com sotaques bem fortes. As vezes não entendo uma palavra…Mas a primeira coisa que aprendi aqui é que tenho sempre que pedir para repetir e isso não é um problema. Eles fazem com prazer”, destacou.

Ainda de acordo com ela, o segredo é sempre seguir em frente. “Não se sinta inferior porque não entende alguma coisa. Pergunte de novo e nunca peça desculpas pelo ‘seu inglês ruim’. Essa é a sua segunda língua! Você é bilíngue e já está na frente da maioria que só fala sua língua nativa”.

Novas oportunidades

Também na Capilano, Manuela conquistou uma vaga na Enactus – uma empresa sem fins lucrativos da instituição. Ela vai fazer um trabalho voluntário como Creative Content Manager. “No início não estava muito segura pois era um processo concorrido e eu teria que fazer entrevista – e ainda morro de medo de falar. Mas minha amiga insistiu que o cargo era perfeito para mim, então tomei coragem. No entanto, não achei que tinha passado da entrevista. Fiquei insegura, mas apliquei todas as técnicas de ‘greeting and meeting’ que aprendi nas aulas. Não relaxei. Foi minha primeira entrevista aqui. Mas parece que meu portfólio agradou e eles me ofereceram o cargo”, falou.

Manuela destacou que no trabalho é o local onde se sente mais confortável para falar inglês. “Eu trabalho com o que eu gosto e já tenho bastante experiência. Tenho que direcionar outras pessoas, mas como entendo do assunto, não acho difícil. Na verdade, trabalhar serva agora como terapia. É um tempo que tiro para fazer aquilo que está totalmente dentro da minha área de conforto”, revelou.

Para ela, esta oportunidade será muito importante para sua carreira aqui no Canadá. “Primeiro que é um trabalho voluntário e o canadense valoriza muito este tipo de iniciativa aqui. Segundo porque é uma experiência canadense na minha área e também um projeto dentro da universidade, o que me faz estar envolvida com a escola, criando um network super importante e, ainda, me fazendo ser vista”, concluiu.

Dicas

Para quem está no processo de escolha da instituição, Manuela indica pesquisar muito. “Leia o site da escola de cabo a rabo. Entenda a grade curricular e as regras da instituição. Vejo muitas pessoas sendo surpreendidas todos os dias e se revoltando com algumas coisas. Essas pessoas não se prepararam e agora sofrem por isso. Se prepare para que a sua mudança de país seja mais suave, porque fácil ela não vai ser”, finalizou.

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Estudiar en Canadá

Por que estudar no Canadá?

Atualmente, segundo o último levantamento realizado pelo The Canadian Bureau for International Education (CBIE), o número de estudantes internacionais no Canadá é de mais de 330 mil. Destes, cerca de 10 mil são brasileiros e a tendência é que esse número cresça cada vez mais, já que mais de 90% de todos os estudantes internacionais afirmam que estão satisfeitos com a experiência de estudar no Canadá e que recomendariam o país como destino para estudo.

E não é muito difícil entender o porquê disso. De acordo com a pesquisa mais recente do órgão, os estudantes apontaram três motivos principais que os fizeram escolher o Canadá: a qualidade do sistema educacional canadense, a sociedade em si – que é conhecida por ser tolerante e sem preconceitos – e a segurança.

Porém, como se esses já não fossem motivos suficientes, estudar no Canadá é uma das maneiras mais fáceis se de conseguir um visto de trabalho no país, o que pode abrir muitas portas no futuro para você. Dependendo do programa escolhido, você poderá trabalhar 20h semanais enquanto estuda e 40 horas por semana durante as férias. Além de fazer um dinheirinho extra para ajudar nas despesas, você estará ampliando sua rede de contatos e conhecendo cada vez mais o mercado canadense.

E as vantagens não param por aí. Segundo a pesquisa do The Canadian Bureau for International Education, mais de 50% dos estudantes internacionais que estão no Canadá atualmente desejam aplicar para a residência permanente após a conclusão do curso. Portanto, se a sua vontade também é imigrar,  estudar no Canadá pode pesar (e muito) a seu favor. Alguns cursos oferecem ao estudante a possibilidade de aplicar para o Post-Graduation Work Permit (PGWP). Para quem não sabe, o PGWP é uma permissão de trabalho que é concedida após a conclusão dos estudos e tem duração de até três anos. Com isso, você ganhará tempo no país para atingir aos critérios exigidos pelo programa de imigração vigente, o Express Entry*, e ainda poderá ampliar a sua pontuação no sistema adquirindo experiência de trabalho canadense.

É importante destacar que nem todos os cursos dão direito ao PGWP. Para poder solicitá-lo, você vai precisar ter feito um curso com duração superior a oito meses em uma instituição pública ou qualquer programa de degree em instituições particulares. Lembrando que cada caso é diferente e é preciso tomar cuidado. Por isso, contratar uma assessoria especializada como a 3RA Intercâmbio é fundamental para o seu processo. Assim nós podemos fazer uma análise detalhada de seu perfil e escolher o programa que é o mais indicado para você. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

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*Para saber mais detalhes de como funciona o processo de imigração para o Canadá, entender melhor o sistema e buscar o caminho que é o mais ideal para você, sugerimos uma consulta com a nossa empresa parceira Immi Canada, que é credenciada pelo governo canadense.