Cursos de inglês no Canadá

Cursos de inglês no Canadá: Tipos de programas, preços e vistos

Que a língua inglesa é muito importante, não é nenhum mistério. Ela pode fazer a diferença na hora de conseguir uma boa oportunidade de emprego e pode deixar a sua viagem de férias ao exterior muito mais tranquila e agradável. Além disso, ela pode fazer com que você faça novas amizades, bem como pode ser o empurrãozinho que falta para você iniciar uma nova vida em outro país. Por isso, que tal fazer cursos de inglês no Canadá?

Sabemos que nem todo mundo tem a mesma facilidade de aprendizado. Na maioria das vezes, apenas estudar em uma boa escola de idiomas não é suficiente.

Desta forma, a vivência mesmo que temporária em um país de língua inglesa, além de ser uma experiência incrivelmente enriquecedora culturalmente falando, pode acelerar o seu aprendizado de uma forma surpreendente. 

Estar em constante contato com pessoas que falam a língua que você está tentando aprender e usá-la no dia a dia, com certeza garantem estímulo e mais confiança quando chega a sua hora de se comunicar. 

Afinal, você vai precisar usar o idioma mesmo que nas mais corriqueiras atividades como pedir sua refeição em um restaurante, jogar conversa fora no ponto de ônibus, ou pedir ajuda da atendente de loja para encontrar aquele item que você está procurando. 

E quando você vê resultados, é muito mais gostoso e recompensador, não é mesmo? E, por isso, fazer cursos de inglês no Canadá é uma ótima opção! 

Então, para ajudar você a conquistar o inglês que você sempre sonhou um dia falar, a gente resolveu criar um texto com o objetivo de reunir, em um só lugar, tudo o que você precisa saber sobre cursos de inglês no Canadá. Let’s start?

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Estudar inglês no Canadá: Tipos de curso

Antes de mais nada, seja qual for o seu objetivo com a língua inglesa, existem uma série de cursos que você poderá optar por fazer. 

Eles vão desde inglês Geral, até inglês preparatório para provas de proficiência, inglês para negócios e, também, Pathway Universitário.

Abaixo, vamos explicar com mais detalhes cada um destes cursos.

Inglês Geral

Como o próprio nome já diz, estes são cursos indicados para quem deseja aprimorar o inglês de uma forma geral.

Durante as aulas deste curso, você irá expandir o seu vocabulário, ganhar muito mais confiança para conversar, e melhorar uma determinada habilidade da língua. Por exemplo, algumas pessoas têm muita facilidade na gramática, mas dificuldade no “listening” (compreensão).

Este tipo de curso atende diferentes níveis de conhecimento, do básico ao avançado. Uma boa pedida para quem deseja fazer um intercâmbio e vivenciar a cultura do país, e, de quebra, fazer amigos de diferentes lugares do mundo.

Inglês Preparatório para TOEFL / IELTS

Quem pensa em estudar em um curso superior no Canadá ou tem a intenção de imigrar para o país, precisa provar o domínio do idioma através de um exame com reconhecimento internacional. 

O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o IELTS (International English Language Testing System) são dois exemplos desses exames, comumente aceitos pela maioria das universidades canadenses. O IELTS também é aceito pela imigração no momento em que se aplica para algum processo do tipo.

O curso de inglês preparatório para TOEFL / IELTS tem como objetivo principal auxiliar os alunos em todas as quatro competências geralmente exigidas pelas provas: speaking, listening, reading e writing.

Inglês para Negócios

Os programas dessa modalidade são indicados para quem visa construir uma carreira de sucesso no mundo dos negócios.

Durante as aulas, os alunos irão aprimorar suas habilidades gerais de comunicação, além de construir vocabulário em inglês voltado para empresas.

Com esse curso, em pouco tempo você estará tirando de letra aquelas temidas reuniões de trabalho em inglês!

Pathway

“Pathway” significa “caminho”. E é um termo bem apropriado para o que este tipo de programa representa.

O pathway é indicado para quem deseja realizar um curso superior no Canadá, mas ainda tem um caminho pela frente por dois principais motivos: 

  • Por ainda não ter o nível de proficiência na língua exigido pelos colleges e universidades canadenses 
  • Por até ter o nível exigido, mas não se sentir inteiramente confiante e preparado para iniciar suas aulas em um curso superior. 

As aulas do Pathway envolvem leitura, conversação, e escrita. Os alunos aprendem a preparar ensaios, artigos científicos e a fazer apresentações orais e trabalhos em grupo, ou seja, tudo o que será exigido no dia a dia de um college.

O Pathway é oferecido por escolas de inglês e, também, por algumas universidades. A dedicação e o sucesso neste tipo de programa permite dispensar a exigência da comprovação de proficiência de língua inglesa na hora de ingressar em um curso superior, principalmente se for através da mesma universidade da qual o Pathway foi oferecido.  

É importante dizer que não existe idade para se aprender um novo idioma. E a cliente 3RA Eliane Kanner é a prova disso, vivenciado sozinha um intercâmbio em Vancouver aos 60 anos de idade. Algumas escolas oferecem programas voltados para a terceira idade, bem como para crianças a partir de três anos de idade e adolescentes. Se você ficou interessado em mais detalhes dos cursos de inglês citados, a 3RA Intercâmbio poderá lhe ajudar. Entre em contato!

Trabalhar e estudar inglês no Canadá: É possível?

Independente do tipo de curso de inglês que você optar por fazer, é importante lembrar que, já há algum tempo, cursos de idioma não dão mais permissão de trabalho para estudantes e seus respectivos cônjuges no Canadá.

Caso você esteja procurando um curso que permita trabalhar, a 3RA Intercâmbio também poderá auxiliá-lo com um programa neste sentido. São inúmeras opções que vão desde cursos vocacionais a cursos de desenvolvimento profissional, bacharelados, etc. Portanto, a resposta para a pergunta acima é, infelizmente, um sonoro NÃO.

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Intercâmbio no Canadá: Visto para estudar inglês

Agora que você já escolheu o curso de inglês que irá fazer, basta comprar as passagens e preparar as malas, certo?

Errado! Agora é hora de se preocupar com o visto que permitirá sua permanência no país para fazer cursos de inglês no Canadá. 

Caso o curso de inglês tenha duração inferior a 24 semanas, não é preciso aplicar para um visto de estudos. Com um simples visto de turista você já poderá dar início às suas aulas no Canadá.

No entanto, se você já possui um visto americano válido ou teve um visto canadense aprovado nos últimos 10 anos, o processo é bem mais simples.

Basta solicitar o eTA (Electronic Travel Authorization ou a Autorização Eletrônica de Viagem) pela internet, e entrar no Canadá por via aérea como turista. Além de prático, esse processo é, também, mais em conta, já que a taxa a ser paga após o preenchimento do formulário online é de apenas 7 CAD. Mas fique sempre de olho na validade de seus vistos e passaporte para evitar que ela expire enquanto você estiver no Canadá, estudando.

Agora, se a duração de seu programa de inglês for superior a 6 meses, não é possível utilizar o eTA – que só dá direito de permanecer no país por até seis meses – nem o visto de turista.

É preciso aplicar para um visto de estudos tradicional. Caso precise de auxílio, a nossa parceira Immi-Canada poderá lhe ajudar com esse processo. Entre em contato!

**Lembramos que este é apenas um texto informativo geral sobre cursos de inglês no Canadá. Para dúvidas sobre casos específicos de vistos e imigração sugerimos que entre em contato com a Immi Canada, empresa parceira da 3RA. E-mail de contato: [email protected]

Onde estudar inglês no Canadá?

O Canadá é considerado um dos melhores países do mundo para se viver. E justamente pela sua qualidade de vida, aliada à sua recepção, multiculturalidade e paisagens incríveis, é, também, um dos principais países quando o assunto é intercâmbio.

A 3RA tem parceria com escolas de inglês em Vancouver, Toronto, Montreal, Victoria, Calgary e Ottawa.

Elas são cidades bem diferentes, cada uma com suas atrações, clima e infraestrutura, mas todas com aquele charme e beleza que só o Canadá tem.

Portanto, na hora de escolher entre as inúmeras opções de cursos de inglês no Canadá, tenha em mente que tipo de cidade mais lhe agrada. Para algumas pessoas, cidades mais pacatas, com cenários exuberantes, são a melhor opção.  Outras já preferem uma cidade mais agitada, repleta de bons restaurantes e uma vida noturna efervescente.

Science World in Vancouver Canada

Vancouver é uma das cidades preferidas dos intercambistas

Intercâmbio no Canadá: Preços

O valor pago em um curso de General English (Inglês Geral) pode girar em torno de $ 800 a $ 1000 dólares canadenses por um período de 4 semanas. Quanto mais semanas de curso o aluno fechar, mais esse valor tende a diminuir.

Cada escola pratica uma tabela de preço e possui promoções especiais em determinadas datas do ano. O ideal é consultar uma agência de intercâmbio e fazer um orçamento para escolher o programa que irá garantir o melhor custo-benefício para você.

Abaixo, criamos uma tabela com uma média de valores, em dólares canadenses, dos diferentes tipos de cursos em cidades que a 3RA Intercâmbio tem parceria com escolas de inglês. Lembrando que esta é apenas uma média de valores para quatro semanas e há programas mais baratos e mais caros.

Confira:

Calgary Montreal Ottawa Toronto Vancouver Victoria
Inglês Geral $ 900 $ 930 $ 900 $ 800 $ 1.000 $ 900
Inglês Preparatório para TOEFL / IELTS $ 1.200 $ 1.680 $ 1.400 $ 1.000 $ 1.010 $ 1.400
Inglês para negócios $ 1.080 $ 1.680 $ 950 $ 1.200 $ 2.000
Pathway $ 1.200 $ 1.900 $ 2.280* $ 1.300 $ 1.300 $ 2.200*

*Esses dois valores são específicos para nove semanas de curso, diferente dos outros valores da tabela que são para quatro semanas de programa.  

É importante lembrar que, nesta estimativa, que é mensal, não estão inclusos os materiais de estudo, transporte, alimentação ou moradia, apenas o valor do programa citado (que poderá sofrer alterações, de acordo com a escola de inglês).

Cursos de inglês no Canadá: Primeiro dia de aula

É no primeiro dia de aula que os alunos irão realizar o teste de nivelamento para saber em que turma irão iniciar os seus estudos.

Normalmente, os testes online de inglês realizados ainda no Brasil pelas agências de intercâmbio são para se ter uma estimativa de quanto tempo o aluno precisará fazer de inglês para atingir o nível avançado. No entanto, quem define em que nível ele realmente está é a própria instituição de ensino, já no Canadá.

Depois desse teste, os alunos seguirão para o Orientation Day. Nesnte momento será apresentada a escola, suas regras gerais, esclarecimentos sobre mudança de nível, atividades, entre outras informações pertinentes sobre a cidade, leis canadense, telefones de emergência, etc.

Será no segundo dia que irão iniciar, de fato, as suas aulas. Daí por diante, é papel e caneta na mão, olhos atentos e ouvidos bem abertos para absorver, ao máximo, tudo o que será ensinado ao longo das semanas. 

A gente já publicou aqui no blog um texto muito bacana com dicas para deixar o seu intercâmbio ainda mais proveitoso. Se você se interessou pelo assunto, não deixe de ler o texto na íntegra e aproveitar cada dica. Temos certeza que valerá a pena!

Enfim, quando se trata de aprender ou aprimorar uma nova língua, a palavra-chave é: dedicação. Agora que você já tem toda a informação que precisa sobre cursos de inglês no Canadá, it is up to you! ;)

E lembre-se: no que precisar, a 3RA Intercâmbio poderá lhe ajudar a se planejar em cada passo do seu intercâmbio e oferecer todo o suporte que você precisa para embarcar, tranquilo, nessa experiência maravilhosa!

 

Greve dos Colleges de Ontario: Como fica a situação dos estudantes internacionais?

O fim da greve dos Colleges de Ontario tem gerado muitas dúvidas nos estudantes brasileiros. Muitos deles retornaram as aulas na última terça-feira, dia 21  de Novembro. Neste mesmo dia, o diretor educacional da 3RA, Francisco Zarro, e a consultora de imigração da Immi Canada, Celina Hui, fizeram um vídeo explicando alguns pontos importantes sobre o assunto.

No entanto, alguns alunos ainda apresentaram dúvidas sobre diferentes tópicos. Por isso, veja abaixo um resumo sobre como fica a situação dos estudantes internacionais em relação a visto, cancelamento de aulas, auxílio financeiro para os que foram prejudicados e o calendário de aulas atualizado.

Cancelamento e Reembolso

De acordo com Celina e Francisco, por conta da paralisação, este termo de Fall será um pouco corrido. “A greve atrapalhou o andamento das aulas, então os programas serão oferecidos de uma maneira mais condensada neste termo e os alunos precisarão se esforçar”, destacou Celina.

Por esse motivo, muitos estudantes chegaram a considerar a hipótese de trancar o semestre, pedir o reembolso total que será oferecido pelas instituições, e voltar a estudar apenas no próximo termo, o Winter/2018. Porém, isso não é o mais indicado para os alunos internacionais.

“Nós temos uma grande preocupação em relação a isso. Quando você é um estudante internacional, você precisa preocupar com o seu visto. Quando as instituições falam que irão devolver o dinheiro para quem quiser cancelar o semestre, isso é mais aplicável a um aluno canadense, que não precisa se preocupar com visto. Para um aluno internacional, isso faz toda a diferença”, explicou Francisco Zarro.

Segundo Celina Hui, nesses casos, o aluno não estaria em um scheduled break, que são intervalos pré-determinados pelas instituições de ensino. “Nós conversamos com algumas escolas e 90% delas afirmou que esse ‘intervalo’ não será considerado um scheduled break, mas sim que o aluno cancelou a matrícula e desistiu do programa naquele termo. Isso pode acarretar problemas futuros para os estudantes internacionais”, destacou.

Já aqueles que irão continuar estudando normalmente, não terão problemas. “Você vai continuar tendo direito a trabalhar 20 horas semanais durante o período de aulas e nos scheduled breaks de Natal e de inverno você poderá trabalhar full-time. O cônjuge continua com Open Work Permit, nada vai mudar”, disse Celina.

PGWP e extensão de visto

Para aqueles estudantes que precisarão aplicar para uma extensão de visto por conta da greve e para aqueles que irão aplicar para o Post-Graduation Work Permit (PGWP), a sugestão é sempre incluir uma justificativa. “O que a imigração disse é que em toda aplicação de PGWP é preciso incluir uma carta de explicação falando o que aconteceu. Como a greve dos Colleges de Ontario não é culpa do estudante, acredito que não haverá nenhum problema”, completou Celina.

Caso o aluno ainda assim queira cancelar a matrícula no termo de Fall, algumas preocupações precisam ser levadas em consideração: “O aluno não pode ficar mais de 90 dias sem estudar. Se por algum motivo ele não consiga iniciar o curso em janeiro, como por falta de vagas, por exemplo, ele precisará avisar a imigração, fazer um pedido de visitor permit, além de indicar quando as aulas irão começar. Enquanto ele não estiver estudando, ele não poderá trabalhar as 20 horas semanais e nem durante o Winter e o Christmas break, pois teoricamente ele não será um aluno full-time. No caso do cônjuge, como o visto já foi emitido, ele poderá trabalhar”, finalizou a consultora.

Suporte Financeiro

Por conta dos transtornos gerados pela greve dos colleges de Ontario, a província determinou que os Colleges públicos de Toronto ofereçam um suporte aos estudantes que tenham tido algum tipo de prejuízo financeiro por conta da paralisação.

De acordo com um comunicado emitido Ministério da Educação, estudantes full-time (sejam eles domésticos ou internacionais) estão elegíveis para receber até $ 500 para cobrir gastos inesperados causados pela greve, como taxas adicionais de creches, remarcação de passagens aéreas, entre outros.

A maioria das faculdades ainda não divulgou como será feita a aplicação para o recebimento desse suporte. O previsto é que essas informações sejam divulgadas em breve.

A princípio, a 3RA obteve uma resposta da Centennial College. No caso da instituição, a solicitação do auxílio poderá ser realizada até o dia 5 de Dezembro através de uma ferramenta disponibilizada no site da escola. A ferramenta estará disponível até sexta-feira, dia 24 de Novembro.

Saiba mais no site oficial da província de Ontario

Greve dos Colleges de Ontario: Novo calendário de aulas

Por conta da paralisação de cinco semanas, muitas instituições precisaram alterar as datas do período letivo. Confira abaixo um resumo de como fica as aulas nas principais instituições:

Centennial

Fall/17

– 21 de Novembro: Retomada das aulas
– 30 de Novembro: Prazo limite para o depósito da tuition referente ao Winter 2018
– 23 de Dezembro de 2017 a 1 de Janeiro de 2018 – Intervalo (Holiday Break)
– 12 de Janeiro de 2018: Término do semestre

Winter/2018

– 22 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– 26 de Fevereiro a 2 de Março de 2018 – Intervalo
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

O Spring/Summer Term começará no dia 14 de Maio de 2018.

Para outras informações, acesse o site da Centennial.

Sheridan

Fall/17

– 21 de Novembro: Retomada das aulas
– 23 de Dezembro de 2017 a 1 de janeiro de 2018 – Intervalo (Holiday Break)
– 2 de Janeiro: Volta às aulas
– 12 de Janeiro de  2018: Término do semestre

Winter/2018

– 22 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– 26 de Fevereiro a 2 de Março de 2018 – Intervalo
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

Para outras informações, acesse o site da Sheridan.

George Brown

Fall/17

– 21 de Novembro de 2017 – Recomeço do semestre
– 25 de Dezembro de 2017 a 5 de janeiro de 2018 – Intervalo (Holiday Break)
– 19 de Janeiro de 2018 – Término do semestre

Winter/2018

– 29 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– 26 de Fevereiro a 2 de Março de 2018 – Intervalo
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

Para outras informações, acesse o site da George Brown

Cornestoga

Fall/2017

– 21 de Novembro de 2017 – Recomeço do semestre
– Holiday Break de 23 de Dezembro a 01 de Janeiro de 2018
– Retomada do Fall semester no dia 02 de Janeiro (a data do término do semestre ainda não foi divulgada)

Winter/2018

– 13 de Janeiro (Sábado) – Orientation Session
– Início das aulas em 15 de Janeiro de 2018
– Mid-winter break mantido de 26 de Fevereiro a 02 de Março

Para outras informações, acesse o site da Cornestoga

Fanshawe

Fall/2017

– 21 de Novembro: Recomeço das aulas
– 22 de Dezembro a 2 de Janeiro
– 3 de Janeiro: Recomeço das aulas
– 16 de Janeiro: Término do semestre

Winter/2018

– 22 de Janeiro: Início do semestre
– 27 de Abril: Término do semestre

Para mais informações, acesse o site da Fanshawe

Humber

Fall/17

– 21 de Novembro: Retomada das aulas
– Intervalo (Holiday Break) – Após 6pm do dia 22 de Dezembro de 2017 até às 8am de 2 de Janeiro
– 23 de Janeiro de 2018: Término do semestre

Winter 2018

– 29 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– “Reading week” – Intervalo cancelado
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

Para mais informações, acesse o site da Humber

Lambton

Fall/2017

Lambton Toronto e Mississauga:

– 21 de Novembro de 2017: Recomeço do semestre
– 15 de Dezembro de 2017: Fim do semestre

Sarnia

– 21 de Novembro de 2017: Recomeço do semestre
– 12 de Janeiro de 2018: Fim do semestre para a maioria dos programas

Winter/2018

Lambton Toronto e Mississauga:

– 02 de Janeiro: Início do Orientation
– 08 de Janeiro: Início do aulas
– Spring Break: Mantido

Lambton Sarnia

– 15 de Janeiro: Início do Orientation
– 22 de Janeiro: Início do aulas
– Spring Break: Cancelado.

Para mais informações, acesse o site da Lambton.

 Seneca

Fall/2017

– 21 de Novembro: Retomada das aulas até 22 de Dezembro
– de 23 de Dezembro a 01 de Janeiro – Holiday Break
– 02 de Janeiro: Retorno das aulas até 09 de Janeiro

Winter/2018

– 17 de Janeiro: Início das aulas até 24 de Abril
– 26 de Fevereiro a 02 de Março – Study Week Break

Para mais informações, entre no site da Seneca.

Se você é estudante e ainda tem dúvidas, entre em contato com a nossa equipe: [email protected] Em Toronto, nós estamos localizado na Victoria Street, número 44, Sala 710.

Plano Canadá: Como fazer o seu planejamento financeiro

O sonho de estudar no Canadá faz parte do dia a dia de muita gente. Mas para começar a pensar neste grande projeto de vida é preciso ter um planejamento financeiro bem estruturado, pois o “Plano Canadá” envolve muitos fatores, que vão desde o investimento educacional, passando pelo custo de vida na América do Norte, até questões burocráticas para entrada no país.

Por isso, é muito importante estar preparado. O custo de vida no Canadá, por exemplo, vai depender da província que você escolher e o estilo de vida que terá. Além disso, os valores para família vão aumentar de acordo com o número de pessoas.

Francisco Zarro, diretor educacional da 3RA Intercâmbio, destaca que “o planejamento financeiro é o primeiro passo para começar a pensar no plano Canadá.  Por exemplo, em nossa consulta educacional, recomendamos que se a família tem até quatro integrantes é necessário calcular uma média de CAD 1.000 por pessoa mensais, sem contar o valor destinado ao pagamento da educação. Lembrando que estes são valores mínimos, para uma vida simples”.

Planeje-se com antecedência

A primeira dica para entender qual será o custo total de seu “Plano Canadá” é colocar as despesas na ponta do lápis com, pelo menos, um ano de antecedência. Esta dinâmica vai te ajudar a ter tempo de reação quando for necessário. Por exemplo, você terá alguns meses para comparar a cotação do dólar, quais as épocas em que as passagens estão mais caras, entre outras análises.

Nosso cliente, Osmair Krepski, que já está no Canadá com sua esposa, se planejou financeiramente por cerca de oito meses. “Já tínhamos uma quantia guardada, que nos mantinha no país pelo tempo de nossa estadia. Mas além disso, desde o primeiro momento, começamos a economizar nas atividades do dia a dia. Por exemplo, antes de embarcar, nós tiramos férias e não viajamos. Foi uma opção para guardar uma graninha a mais para o Plano Canadá”, destaca o estudante.

Se você ainda não tem a quantia necessária para realizar o seu Plano Canadá, comece a economizar o quanto antes. Tente reservar um montante no início do mês, já como prioridade para seu objetivo. Muitas pessoas deixam para separar este dinheiro depois e sabemos que muitas vezes pode não sobrar quase nada =(. Então, tente mensurar a quantidade que precisa juntar e reserve mensalmente.

Plano Canadá: Qual o meu objetivo no país?

Você deve estar se questionando se esta pergunta vai influenciar no seu planejamento financeiro. Sim, ela vai e muito! Por exemplo, para as pessoas que querem apenas ter uma experiência internacional, voltando para o Brasil após um certo período, poderão optar por um curso vocacional. Estes cursos normalmente contam com valores bem mais acessíveis.

No entanto, se a sua intenção é imigrar para o Canadá, os programas vocacionais podem não ser o ideal para você. Eles não dão direito ao PGWP – aquela permissão de trabalho após a conclusão do programa. Neste caso, a melhor opção seria um college público em um curso full-time com mais de oito meses de duração, ou programas de instituições particulares que oferçam um degree. Eles sim irão te dar a possibilidade de aplicar para esta permissão. Lembramos que cada caso é diferente, e o ideal é fazer uma consulta educacional com nossos especialistas para definir o programa mais adequado para os seus objetivos no país. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

Veja este cenário: a pessoa vem para o Canadá para fazer um curso vocacional e paga o valor deste programa. Porém, depois ela descobre que quer ficar, mas não pode estender sua permanência por meio do PGWP. Então, ela precisa se matricular novamente em um programa de estudos, o que vai lhe obrigar a desembolsar mais uma quantia. Portanto, ter um objetivo claro dos seus planos canadenses vai te ajudar a economizar muito!

Valores da educação no Canadá

A escolha do tipo de programa e da instituição pode impactar diretamente no seu planejamento financeiro.

Para se ter uma ideia, na província de British Columbia, o valor pago por um estudante internacional em colleges públicos gira em torno de CAD$ 18.000 por ano dependendo do programa e da instituição escolhidos. Já em Ontario, esse valor fica em torno de CAD$ 15.000. Em Quebec, os valores variam entre CAD$ 13.000 e CAD$ 15.000 anuais. E em Manitoba, o valor anual gira em torno de CAD$ 12.000. É importante lembrar que esses são apenas valores gerais, e que existem várias exceções. A 3RA conta, por exemplo, com programas de CAD$ 11.000 por ano em Vancouver.

Já os cursos vocacionais, oferecidos em colleges privados, costumam ser mais baratos. Com cerca de CAD$ 8.000 você poderá se matricular em um curso de um ano, por exemplo.

Veja um comparativo de valores em British Columbia e Ontario:

British Columbia Ontario
Cursos de inglês CAD$ 1.000/mês CAD$ 1.000/mês
Cursos vocacionais CAD$ 8.000 a 10.000/ano CAD$ 8.000 a 10.000/ano
Colleges públicos CAD$ 18.000/ano CAD$ 15.000/ano

Pagamento de college

De um modo geral, os colleges possuem a mesma dinâmica para pagamento. Não é possível pagar mensalidades como no Brasil – o valor total anual deve ser pago em duas ou três vezes, dependendo da quantidade de termos do curso, sendo o primeiro pagamento fundamental para garantir a sua vaga.

Depois de receber e analisar os documentos, a escola irá enviar uma carta dizendo se o aluno foi aceito no curso ou não. Quando a resposta é positiva, a mesma manda uma carta de oferta, que seria a proposta para o estudante pagar um valor inicial e segurar sua vaga. Esse valor pode variar muito, entre CAD$ 1.000 a 8.000 dólares, dependendo da escola.

É importante lembrar que o pagamento do curso deverá ser feito em dólar canadense. Portanto, recomenda-se acompanhar diariamente o movimento do câmbio para comparar as cotações.

A 3RA Intercâmbio conta com um sistema de pagamento para estudantes que conta com taxa de câmbio exclusiva para educação e IOF de 0.38%. Utilizando esse sistema, em média, os nossos clientes conseguem economizar de R$0,10 a R$0,20 por dólar. Ou seja, se a sua faculdade custar CAD$30.000 você poderá economizar até R$6.000 somente por ter contratado a 3RA. Confira o valor do câmbio especial da 3RA Intercâmbio.

Com a 3RA, você também terá a comodidade de pagar toda a sua educação fazendo apenas Transferência Eletrônica Disponível (TED) entre contas nacionais evitando assim toda burocracia e taxas para transferências internacionais.

Tenha um check-list em mãos com os gastos de seu Plano Canadá

Fazer uma lista com os principais gastos vai te ajudar a ter uma visão geral do custo para a sua viagem. Tente conversar com pessoas que já estão no país e com seu consultor 3RA para que eles possam te dar um norte deste investimento. Eles estão vivendo o dia a dia e poderão te dar dicas preciosas para começar sua lista.

Plano Canadá: Custo de vida

Para você obter sucesso no seu “Plano Canadá”, você também precisará pensar nos gastos que terá no país. E ir preparado é a melhor opção. De uma maneira geral, as cidades do Canadá contam com um custo de vida parecido. Normalmente, a única diferença entre os gastos é no valor do aluguel. Pensando nisso, fizemos a listinha abaixo com algumas referências para você começar seu planejamento financeiro desde já!

Aluguel

Em Vancouver, se você deseja morar em Downtown, provavelmente encontrará quartos individuais por preços que variam entre CAD$ 700 e CAD$ 900. Mas sempre há a opção de dividir com alguém, ou até mesmo alugar apenas o living room de algum apartamento, o que lhe custará cerca de CAD$ 500.

Uma outra opção econômica são as homestays. O preço normalmente gira em torno de CAD$ 900 mensais com três refeições inclusas além de todas as outras utilidades (internet e energia, por exemplo).

Já para um casal sem filhos e que deseja seu próprio espaço, existe a opção de alugar um apartamento ou um basement. Para quem não sabe, o basement é o mesmo que um porão no Brasil. Porém, diferente do que estamos acostumados em nosso país, no Canadá os basements são claros e espaçosos e é uma prática muito comum alugar esta parte de baixo da casa.

O preço vai variar muito de acordo com a localização e o tamanho do local. No geral, com cerca de CAD$ 1.000 é possível encontrar um lugar bacana. Porém, para algumas pessoas o basement tem uma grande desvantagem: normalmente eles ficam afastados de Downtown.

Para aqueles que querem morar perto de tudo e sem precisar usar transporte público, um apartamento em Downtown é o ideal. Os preços normalmente variam entre CAD$ 1.400 e CAD$ 1.800. Já para uma família com filhos e que deseja um apartamento de dois quartos, por exemplo, esse valor vai aumentar um pouco. Podemos considerar entre CAD$ 2.000 e CAD$ 3.000. Em outros locais (fora do centro), você consegue encontrar valores mais em conta.

Em Toronto, esse valor não é muito diferente. Um apartamento de um quarto também fica na faixa de CAD$1.400 a CAD$ 1.800 e esses valores variam de acordo com a localização: Você encontra apartamentos mais baratos em regiões mais afastadas do centro e mais caros nas regiões mais próximas. Os valores de homestay são praticamente os mesmos também.

Depósito de segurança

Você também vai precisar colocar entre os seus gastos o famoso depósito de segurança. No Canadá, no momento de fechar o contrato, você precisa pagar cerca de 50% do valor do aluguel. Este dinheiro ficará retido com o dono do imóvel ou administrador do condomínio para uso em caso de quebra de contrato.

Se tudo ocorrer bem, o dinheiro será devolvido quando você se mudar do local. Fora isso, você não terá muitos outros gastos com moradia. Normalmente a cota do condomínio, a água e o aquecimento estão inclusos no valor do aluguel e praticamente todos os imóveis já são alugados com fogão e geladeira.

Compras de supermercado

No Canadá, existe uma grande variedade de supermercados e é preciso pesquisar bastante, pois a diferença de preço pode ser exorbitante. Os supermercados mais baratos são No Frills, Cotsco e Walmart. Em Vancouver, o Superstore é uma boa opção. Já em Toronto, Valu-Mart e FreshCo também estão entre os mais econômicos.

Se você optar por fazer todas as refeições em casa, com cerca de CAD$ 250 dólares por pessoa é possível comprar o necessário por mês. Portanto, para um casal a média é de CAD$ 500.

Veja a lista de supermercados mais baratos de Vancouver.

Veja a lista de supermercados mais baratos de Toronto.

Plano de Saúde

Praticamente em todo o Canadá, o plano de saúde é gratuito. Uma das poucas exceções é a província de British Columbia, no qual o MSP custa CAD$ 37.50 dólares para uma pessoa e CAD$ 75  para famílias com dois adultos ou mais.

Transporte Público

Vancouver

A região de Vancouver é dividida em três zonas – Zona 1 (Vancouver), Zona 2 e 3 (cidades vizinhas). A passagem custa CAD$ 2,95 para a Zona 1, CAD$ 4,20 para a Zona 2 e CAD$ 5,70 para a Zona 3.

Para quem usa o transporte diariamente, o ideal é comprar o passe mensal, que é ilimitado. Para a Zona 1 o valor é de CAD$ 95, para a zona 2, CAD$ 128 e para a zona 3, CAD$174. Veja como funciona o transporte público em Vancouver.

Toronto

Em Toronto, a tarifa é de CAD$ 3,25 para adultos e CAD$ 2,20 para estudantes e idosos (mais de 65 anos). Porém, se você for usar o transporte público regularmente, existem alguns tipos de passe que você pode comprar e economizar.

Token: O Token é como se fosse uma moedinha e você pode comprá-lo nas máquinas localizadas nas estações. Você só consegue adquirir no mínimo três pelo valor de CAD$ 9.30. Para estudantes e idosos, eles são vendidos em múltiplos de 5 por CAD$ 10.75, ou seja, cada um sai por CAD$ 2,15.

DayPass: Você compra direto na estação e poderá utilizá-lo o dia inteiro, quantas vezes quiser. O valor é CAD$ 13. Aos sábados, domingos e feriados são disponibilizados os Group/Family Day pass. Neste caso, apenas um passe pode ser utilizado pelo grupo todo sendo obrigatoriamente no máximo um adulto e cinco jovens com idade inferior a 19 anos; dois adultos e quatro jovens com idade inferior a 19 anos; ou dois adultos.

Weekly Pass: É o passe semanal. Atualmente o valor é de CAD$ 64,95. Você poderá usá-lo durante toda a semana.

Monthly Pass: Este passe é válido para o mês todo, ou seja, você poderá usar quantas vezes quiser durante aquele mês e pagará um valor fixo. Hoje em dia, o cartão custa CAD$ 151.15 para adultos e CAD$ 122.45 para estudantes e idosos.

Veja como funciona o transporte público em Toronto

Vistos e imigração

Para processos de vistos e imigração, nós sempre pedimos para que os nossos clientes procurem a empresa parceira Immi Canada.  As taxas do governo irão variar de acordo com o tipo de visto ou tipo de processo de aplicação para a residência permanente.

Veja também:

Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá

Visto canadense: Saiba mais sobre a isenção para brasileiros

Viver no Canadá

Pesquisa de intercâmbio: Brasileiros preferem viver no Canadá

Viver no Canadá é o sonho de muitas pessoas. Mais precisamente, pelo 13° ano consecutivo, o país aparece no topo dos destinos mais procurados pelos brasileiros. Quem afirma é a Pesquisa Selo Belta 2017, que reuniu informações de agências de educação internacional e pessoas que realizaram ou desejam fazer um intercâmbio.

O estudo mostra que 53% das empresas apontam o Canadá como o destino mais procurado. Já 20,9% dos interessados têm vontade de estudar no país. A pesquisa ainda ressalta que os cursos em alta são de Marketing, Direito, Turismo e Administração.

Entre os motivos que levam a escolha de viver no Canadá estão a vontade de aumentar as oportunidades de emprego após a especialização no exterior e as chances de sucesso em novas áreas. A carioca Flávia Bartholo optou pelo país para investir na carreira. “Sou formada em jornalismo, tenho experiência em Marketing e há três anos abri uma pequena empresa de design. Neste sentido, senti a necessidade de estudar mais e escolhi o Canadá, pois esta área está em alta no país”, destaca a intercambista e cliente da 3RA Intercâmbio que embarca para Toronto em janeiro de 2018.

Além da questão profissional, os brasileiros buscam melhor qualidade de vida e um sistema de saúde mais digno. “O Canadá é um país diversificado que nos proporciona uma série de benefícios. Queremos uma experiência bacana para toda a família”, completa Flávia, que terá a companhia do seu marido e dos seus dois filhos – de 5 e 11 anos – nesta experiência internacional.

Viver no Canadá: Fatores econômicos no Brasil influenciam escolha

Os brasileiros estão percebendo um aumento da competição no mercado de trabalho e do desemprego – os últimos dados do IBGE mostram que 12,8% da população está desempregada -, e aproveitam as reservas financeiras ou o dinheiro das rescisões trabalhistas para investir na realização de um sonho.

Segundo Francisco Zarro, diretor educacional da 3RA Intercâmbio, o número de clientes que escolhe viver no Canadá vem aumentando gradativamente “Nos últimos anos identificamos um crescimento significativo na demanda de pessoas que querem buscar novas experiências no país. Só em 2016 crescemos 15% em relação ao ano anterior. Temos todo perfil de intercambistas, desde jovens que querem ter a primeira experiência internacional até o profissional que quer fazer uma especialização no exterior”.

Fonte: Pesquisa Selo Belta 2017

Canadá é considerado um dos países mais tranquilos do mundo

O Canadá foi eleito um dos países mais tranquilos e fora de conflitos do mundo. A informação foi divulgada recentemente pelo Global Peace Index (GPI).

De acordo com o relatório, o país ocupa a oitava posição do ranking dos mais tranquilos do mundo. Para chegar a essa conclusão, foram analisados quantitativamente e qualitativamente 23 quesitos diferentes. A intenção foi medir com precisão o nível de segurança, conflitos e o grau de militarização.

O primeiro lugar ficou com a Islândia, que está no topo da lista desde o ano de 2008. Logo em seguida estão Nova Zelândia, Portugal, Áustria e Dinamarca. Confira a lista completa:

1 – Islândia
2 – Nova Zelândia
3 – Portugal
4 – Áustria
5 – Dinamarca
6 – República Checa
7 – Eslovênia
8 – Canadá
9 – Suíça
10 – Irlanda

Canadá: Mais tranquilo e mais feliz

No início deste ano, o país também apareceu na lista dos mais felizes do mundo ocupando a sétima colocação. Para chegar ao Top 10, o Canadá demonstrou valores elevados em todas as seis variáveis-chave usadas para explicar as diferenças de felicidade entre os países como: renda, expectativa de vida saudável, alguém com quem contar em tempos de dificuldade, generosidade, liberdade para fazer escolhas de vida e confiança, com o último medido pela ausência de corrupção nos negócios e no governo.

Canadá está novamente entre os melhores países do mundo
Canadá é um dos países mais felizes do mundo

Importância do inglês para entrada no mercado de trabalho canadense

Muitos brasileiros chegam ao Canadá com um currículo de dar inveja, porém, quando entram no mercado de trabalho canadense esbarram na barreira do idioma, e tudo começa pela entrevista de emprego.

O empregador poderá ficar impressionado pela sua experiência no Brasil, porém ele não irá te contratar sem antes te conhecer pessoalmente e entender, de fato, quais são seus objetivos no país e o que você poderá contribuir para a empresa. E isso tudo será explicado em inglês!

É aí que muitas oportunidades são perdidas pois, dependendo da posição, será necessário ter um nível de inglês um pouco mais avançado. Afinal de contas, se comunicar bem em inglês será indispensável para o seu sucesso.

Mercado de trabalho canadense: meu inglês não é muito bom, o que eu faço?

Nesta etapa, vale a pena, então, pensar se não é interessante começar pelas vagas mais operacionais, como atendimento em loja, estoque de materiais, construção civil, entre outras, que não exigem um alto grau do idioma e, ao mesmo tempo, proporcionam diálogo com outras pessoas.

Segundo pesquisa da Labour Force Survey 2017, site oficial do governo canadense, a taxa de empregabilidade no país cresceu 1,6% em relação ao ano anterior. Portanto, fique tranquilo, que há oportunidades para todos os níveis!

O importante é pensar que toda experiência é válida e nunca deixar de estudar inglês, pois quanto mais avançado você estiver, mais oportunidades aparecerão. Outra alternativa se você não estiver muito seguro é procurar algo voluntário, pois além de ser muito valorizado no Canadá, você dará um “up” no seu inglês.

Resumindo: o inglês vai te ajudar a abrir portas em diversas áreas no país, principalmente em áreas mais estratégicas como Marketing, Finanças e Tecnologia. Mas não desanime, pois há diversas vagas que exigem um nível mais baixo do idioma e que podem ser seu pontapé inicial no mercado canadense. Lembre-se que muitos brasileiros que hoje estão fazendo carreira em empresas canadenses,  começaram em posições “de entrada”.

Dicas para se sair bem na procura de emprego no Canadá

O primeiro passo para a entrada no mercado de trabalho canadense é a busca de vagas. E não vá achando que elas aparecerão milagrosamente em sua vida.

Amplie seu “networking”

A nossa primeira dica e que também vai ajudá-lo muito a aprimorar o inglês é: amplie sua rede de contatos. Não é segredo para ninguém que o networking é algo muito importante para uma carreira de sucesso. Por isso, tire um tempinho para aprimorar sua rede de contatos, especialmente se você é um pouco introvertido. A ideia aqui é se comunicar. E em inglês! Comece a procurar na internet eventos de network em sua área de atuação. Saia de sua zona de conforto!

Segundo alguns especialistas, uma outra opção é usar o Linkedin. No Canadá, as pessoas têm o costume de realizar a chamada “informational interview”, ou seja, marcar de conversar pessoalmente com alguém da área ou da empresa na qual está interessado sobre o mercado de trabalho . Esta rede social pode ajudar e muito em um primeiro contato.

Não use gírias na entrevista de emprego

Muitas pessoas, principalmente adolescentes, aprendem diversas gírias em inglês e elas acabam aparecendo nos diálogos de forma natural. Mas tenha em mente que esta “mania” é vista de forma negativa pelos empregadores. Para Robert Fodge, de uma empresa localizada em Dover, Delaware, a forma de falar pode ser um grande problema durante a entrevista. Segundo ele, a forma de usar a linguagem é muito importante. Gírias não tem espaço no mundo dos negócios.

Jamais minta durante a entrevista

Segundo o site Monster.ca, uma das maiores reclamações dos entrevistadores é quando os candidatos não são completamente verdadeiros. Acredite, pequenas mentiras são muito comuns. Um exemplo frequente é, por exemplo, “aumentar” as realizações profissionais.

Principais perguntas em entrevistas de emprego

Para te ajudar a se preparar, é muito importante que você trace uma ideia das suas respostas no momento da entrevista. E como ela será em inglês, a dica é treinar em casa (na frente do espelho mesmo!) para não gaguejar na hora.

Assim como no Brasil, nas entrevistas de emprego no Canadá também existem aquelas perguntas-chave que, independente da vaga disputada, serão feitas pelos entrevistadores para conhecê-lo melhor e avaliar se você tem o perfil ideal para a empresa.

1)Tell me about yourself.

Com esta pergunta, o entrevistador quer, além de lhe deixar mais tranquilo, ouvir de você porque ele deve lhe contratar e o que você tem para oferecer à empresa. Para responder esta questão, a sugestão é que você fale um pouco sobre as suas qualificações e experiências anteriores relacionadas com a vaga disponível, suas habilidades, incluindo a maneira como você lida com as pessoas, e alguma informação pessoal que demonstre estabilidade.

2) Tell me about your experiences with this type of work.

Neste caso o entrevistador quer descobrir se você é capaz de desenvolver o trabalho proposto. Se você já teve alguma experiência parecida anteriormente, conte onde e dê exemplos de suas realizações. Caso sua experiência não seja a mesma, mas seja relacionada à vaga disponível, indique as habilidades que podem ser aproveitadas e também demostre vontade de aprender. Em caso de não ter feito nada parecido, foque apenas em suas habilidades e indique seu interesse no treinamento disponibilizado pela empresa.

3) Why do you want to work here?

Neste momento o entrevistador quer saber o que você conhece e gosta na empresa além de descobrir se você quer contribuir para o crescimento da companhia ou se está apenas atrás de segurança e dos benefícios oferecidos. Para responder a esta pergunta, primeiramente você precisará descrever o que você sabe sobre a organização. Além disso, não esqueça de indicar como as suas habilidades vão de encontro ao que eles estão precisando no momento e sua vontade de crescer com a empresa.

4) Why did you leave your last job?

A intenção desta pergunta é descobrir se você teve algum problema no passado e se há algum motivo para não contratá-lo. O empregador também quer avaliar sua atitude em relação aos colegas de trabalho, supervisores, políticas da empresa e situações difíceis.
Ao responder esta pergunta, sempre fale algo positivo sobre a sua antiga empresa. Também descreva brevemente a sua razão para ter deixado o emprego. Se você saiu bem da empresa ou tem uma carta de recomendação, conte para o entrevistador. Caso a sua situação não tenha sido tão boa assim, mencione o que os colegas de trabalho gostavam em você, algumas de suas realizações no antigo emprego e a oportunidade que você está tendo de procurar novos desafios e crescimento na carreira.

5) What kind of salary do you need?

Neste caso, o entrevistador quer saber se o salário que você tem em mente vai de acordo com o que a empresa está disposta a pagar. Nesse caso, temos três diferentes sugestões de resposta:

  • “I’m really interested in finding out what salary range you are offering”.
  • “I’m negotiable and ready to discuss an amount which is fair to both of us, and takes into account my responsibilities and qualifications”.
  • Caso o empregador esteja realmente interessado em contratá-lo, ou insista em uma resposta, diga um valor que você saiba que é realista. Por isso, saiba o quanto você precisa para conseguir cobrir seus gastos mensais. Pergunte também sobre benefícios e oportunidades de crescimento dentro da empresa.

6) When are you available for work?

O motivo desta pergunta é óbvio: descobrir quando você pode começar e se você tem outros compromissos. Se você estiver livre para começar imediatamente, diga. Caso você esteja trabalhando e ainda precisa avisar ao atual empregador, deixe claro o tempo que você necessita para isso.

7) What are your greatest strengths?

Com esta pergunta, o empregador quer descobrir o quão bem você se conhece, se você acredita em suas competências e se está confiante de que é a pessoa certa para a vaga. Para responder, diga que além de suas habilidades profissionais, treinamentos ou experiências anteriores você também tem qualidades que podem colaborar com o seu trabalho e liste cada uma delas. Se ainda tiver tempo, esteja preparado para dar exemplos reais e citar situações anteriores nas quais suas características lhe ajudaram a fazer um bom trabalho.

8) What are your weakness?

O motivo desta pergunta é descobrir se você não é a pessoa ideal para a vaga. Neste caso, você poderá apontar seus pontos fracos, mas ao mesmo tempo mostre que você está sempre trabalhando para superá-los.

Exemplos:
“I’m so enthusiastic that I want to do 100 thing at once, so I have to sit down and make a list of priorities and plan a schedule. That always works well with me”.
“I’m eager to have computer training, so I’m enrolling in evening courses for next term”

9) What are your long-range goals?

Os motivos desta pergunta são claros: descobrir se você tem interesse em permanecer na empresa; se a vaga é o que você realmente quer; identificar seus planos de carreira e se eles estão de acordo com os objetivos da companhia. Quando for responder a esta pergunta, mostre interesse e comprometimento com a sua área de trabalho.

10) Can you work under pressure or tight deadlines?

Neste caso, se for verdade, responda “sim”. Você pode falar algo do tipo “I know pressure and deadlines are a part of work and I enjoy meeting realistic goals and challenges”. Cite também exemplos de experiências passadas e descreva os prazos e pressões que você considera normais no tipo de trabalho que você estará executando.

Caso trabalhar sob pressão não seja o seu forte, primeiro cite alguns de seus pontos positivos e depois diga que você prefere saber os deadlines com antecedência para que você possa se organizar e trabalhar melhor.

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Confira o depoimento de Luiza Cabadas, aluna full-time da BCIT

Arrumar as malas e partir para um novo país. Esse é o sonho de muita gente, principalmente quando falamos de Canadá. No entanto, essa grande mudança gera também muitos desafios e, por várias vezes, o nervosismo e a ansiedade podem tomar conta daqueles que optam por este novo caminho. Por isso é sempre bom ler história de pessoas que driblaram o medo e a insegurança e estão conquistando cada vez mais o seu lugar aqui na América do Norte. E desta vez nós da 3RA Intercâmbio convidamos a cliente Luiza Cabadas, de 34 anos, para dividir conosco suas experiências.

luizaLuiza Cabadas chegou a Vancouver em Setembro de 2015. Quase um ano e meio depois, ela, que era advogada no Brasil e estava há dez anos longe dos bancos acadêmicos, vem construindo uma história de sucesso no British Columbia Institute of Technology (BCIT), onde estuda Business Operations Management na modalidade full-time. “Cheguei ao Canadá com o meu marido. Eu sempre quis estudar fora e conhecer outras culturas. Como na época da decisão eu estava trabalhando com Projetos, decidi que seria uma boa hora de buscar conhecimento na área de Business”, revelou.

Atualmente Luiza trabalha na empresa Hansen Industries, que conta com um concorrido programa de estágio. “Consegui o tão disputado estágio de verão e trabalhei na organização do estoque de materiais, implementando conceitos de mapeamento de processos, desenvolvimento de manual de procedimentos e treinamento de funcionários. Continuo na empresa, mas agora atuo em outra área, na migração de dados do sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) e desenvolvimento de treinamentos”, explicou.

De acordo com ela, a BCIT a preparou muito bem para o mercado de trabalho. “Além de ser uma instituição altamente renomada e reconhecida no Canadá, ela é extremamente inspiradora. Os professores são profissionais da área e realmente ensinam a teoria, a prática e treinam os estudantes para atingir uma ótima performance no mercado de trabalho. O fato de vários cursos oferecerem a oportunidade de realizar um projeto real em empresas canadenses também agrega valor ao currículo. Com toda certeza a BCIT é um divisor de águas na minha carreira”, destacou.

Porém, segundo Luiza, é preciso muita dedicação para atingir seus objetivos na instituição. “Business era um novo mundo para mim, e digamos que relembrar álgebra e aprender ‘de cara’ matemática financeira em inglês inicialmente foi um desafio. Mesmo que você tenha um inglês avançado, há uma curva de aprendizado para o ouvido, o cérebro e a boca entrarem em sintonia. Mas com o tempo todos conseguem! O conceito de College não existe no Brasil: é um curso muito profundo, concentrado em práticas, e a BCIT tem um nível bem difícil e requer bastante estudo – horas e horas – para obter sucesso”, explicou.

Para quem estuda ou vai estudar na BCIT – seja tanto na modalidade full-time quanto na part-time – Luiza dá algumas dicas: “Organize bem o seu tempo. Não deixa a matéria acumular. Estude constantemente, pois você terá assignments, quizzes e midterms simultaneamente. Além disso, aprenda a trabalhar em grupo. A maioria dos trabalhos são em times. Essa é uma forma da BCIT preparar o estudante para  lidar com a diversidade e conflitos”, finalizou.

Vice-presidente da BCITSA

img_0548Atualmente Luiza Cabadas está concorrendo ao cargo de Vice Presidente Externo da BCIT Student Association (BCITSA). As eleições começam nesta segunda-feira, dia 6 de fevereiro, e seguem até a quarta-feira, dia 8 de Fevereiro, às 2pm.

Caso eleita, Luiza terá como responsabilidade buscar benefícios para os estudantes junto aos órgãos externos. “Já participo do conselho e sou bastante atuante. Entre as minhas propostas estão trazer mais benefícios para os estudantes – como fazer parcerias com academias externas e creches com descontos para os alunos -, buscar uma maior flexibilidade no horário de funcionamento dos restaurantes da BCIT e extensão de benefícios para alunos part-time”, destacou.

Se você é estudante da BCIT e deseja votar em Luiza, basta apenas garantir sua participação através do my.bcit.ca. Clique aqui para votar.

Dúvidas frequentes: Cursos vocacionais

Há algum tempo, nós produzimos um texto explicando um pouco sobre os cursos vocacionais. Porém, este ainda é um assunto que gera muitas dúvidas e, por isso, nós decidimos reunir aqui as principais questões de nossos clientes sobre o assunto.

Para quem não sabe, os cursos vocacionais – ou career colleges, como também são conhecidos – são programas que atraem muitos estudantes pois costumam contar com valores mais acessíveis, exigem um nível de inglês mais baixo e também muitas vezes oferecem a possibilidade de trabalho durante os estudos.

No entanto, se a sua intenção é imigrar para o Canadá, ele pode não ser o ideal para você. Esses cursos são mais indicados para aqueles que querem apenas ter uma experiência internacional, retornando ao Brasil em seguida. Veja abaixo as principais questões de nossos clientes e descubra o porquê disso:

1) Como funcionam os cursos vocacionais?

Os cursos vocacionais também são conhecidos como programas de estudo e trabalho, pois contam exatamente com um componente de estudo e um de trabalho (estágio). Neste tipo de programa, geralmente o aluno vai estudar por um período, os primeiros seis meses, por exemplo, e, para se formar, precisará concluir um período de estágio na área após os estudos, pelo mesma quantidade de tempo que estudou. Por exemplo: Se você se matriculou em um curso com 480 horas/aula, para se formar, precisará concluir 480 horas de trabalho em seu estágio. O tempo da parte prática do curso nunca deve superar o tempo de estudos. As áreas mais comuns em cursos vocacionais são: business, hospitality, customer service, etc.

2) Como funciona a permissão de trabalho nos cursos de carreira?

Se o curso em que você se matriculou tem as características exigidas pela imigração canadense – ou seja, é um curso full-time com no mínimo seis meses de duração – você terá permissão para trabalhar 20 horas off campus por semana durante o seu período de aulas. Já na parte prática do programa, você poderá trabalhar até 40 horas por semana, sendo 20 horas por semana referentes à sua permissão de trabalho off campus e 20 horas referentes ao programa de estágio obrigatório. Lembrando que você só poderá começar a trabalhar a partir do seu primeiro dia de aula no curso vocacional. Caso você precise estudar um pouco de inglês antes, você não poderá trabalhar durante este período. É importante lembrar que, nos casos dos cursos vocacionais, as horas trabalhadas não irão contar para os processos de imigração e por isso eles não são muito vantajosos para quem deseja ficar no país de vez.
3) Os cursos vocacionais dão direito ao PGWP após sua conclusão?

Essa com certeza é a pergunta mais frequente e uma das mais importantes. Os cursos vocacionais são programas de certificado e diploma oferecidos por instituições privadas. Portanto, não dão direito ao PGWP – aquela permissão de trabalho após a conclusão do programa. (Clique aqui para saber mais sobre o assunto). O PGWP é um dos maiores aliados daqueles que querem imigrar para o Canadá através de programas de estudo, pois oferecem um tempo maior de permanência no Canadá e permissão de trabalho sem restrições de horas – o que pode colaborar com o seu processo de imigração no futuro. Durante o PGWP, caso o aluno consiga um emprego dentro dos requisitos da imigração canadense – essa experiência de trabalho pode contar pontos para o processo (confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP). 

4) Cursos vocacionais dão direito ao visto de trabalho para o cônjuge e escola pública para os filhos?

Não. Como já falamos em textos anteriores, há até relatos de pessoas que conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como no caso dos colleges públicos. Caso você tenha filhos, é bem provável que você também não consiga matriculá-los no ensino gratuito do país, precisando pagar uma escola particular para as crianças, que custa entre CAD$13 e CAD$ 17 mil por ano.

Apesar de não serem os mais indicados para quem quer imigrar para o Canadá, os cursos vocacionais apresentam uma série de vantagens para os clientes que querem garantir uma experiência de estudo e trabalho no país. Se esta é a sua intenção, a 3RA Intercâmbio conta com uma grande variedade de programas do tipo. Clique aqui e saiba mais informações.

Já se a sua intenção é procurar por programas de estudo que podem lhe ajudar em um processo de imigração no futuro, nós também temos muitas opções para você. Agende logo a sua consulta educacional.

Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá

Quer estudar no Canadá, mas está cheio de dúvidas? Então veja abaixo o texto que preparamos para você. Ele responde as principais dúvidas de nossos clientes:

1)Quais cursos dão direito à permissão de trabalho?

Atualmente, de acordo com a lei canadense, para ter direito a trabalhar o aluno precisa ser um estudante full-time em um programa pós-secundário, ou seja, pós-ensino médio, como colleges, bacharelados, mestrados, etc, com no mínimo seis meses de duração.

Nestes casos, enquanto está tendo aula, o aluno poderá trabalhar até 20 horas por semana (part-time). Já nos períodos de férias, denominados “scheduled breaks”, o estudante poderá trabalhar até 40 horas por semana.

Se o aluno estiver cursando um programa que conta com componente de trabalho (co-op), ele poderá trabalhar full-time no termo destinado para esta parte prática do curso (até 40 horas na semana).

É importante destacar que estudantes matriculados em cursos de inglês NÃO tem permissão para trabalhar.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

2) Se eu tiver uma permissão de trabalho, posso começar a trabalhar a partir do dia que entrar no país?

A permissão de trabalho é válida a partir do primeiro dia de aula do estudante na instituição de ensino. A regra também é válida para o cônjuge. Antes do início das aulas nenhum dos dois podem trabalhar, mesmo que já tenham um work permit válido.

3) O que é o PGWP? Quais cursos dão direito à essa permissão?

O Post-graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que o estudante internacional pode solicitar após completar seus estudos no Canadá. Porém, nem todos os cursos oferecem o direito de aplicar para o PGWP. De uma maneira geral, os programas que dão direito à essa permissão são:

*Faculdades públicas: Qualquer programa com duração acima de oito meses;
*Faculdades particulares: Qualquer programa que seja um degree (Exemplo: Bachelor Degree, Associate Degree ou Masters Degree)

Confira no site do governo canadense se a sua instituição é elegível ao PGWP.

Cursos vocacionais e cursos de inglês não dão direito ao PGWP. Nestes casos, após a conclusão deste tipo de curso, o estudante precisa retornar ao Brasil, a não ser que encontre um outro caminho para continuar no Canadá (como se matricular em um outro curso, por exemplo).

Clique aqui para mais informações sobre o PGWP

4) Qual a diferença entre Colleges e programas de carreira (cursos vocacionais)?

Os programas de carreira ( também conhecidos como cursos vocacionais ou co-op) têm esse nome porque apresentam um componente de estudos mais um componente de trabalho.

Eles são cursos de diplomas e certificados oferecidos em instituições privadas e apresentam uma série de vantagens para os estudantes: Normalmente contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo quando comparado ao nível exigido pelos Colleges em geral. Eles também oferecem ao estudante a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa.

Porém, como já dito anteriormente, eles não dão direito à solicitação do PGWP ao término do curso, não sendo o mais indicado para aqueles que desejam imigrar para o país.

Infelizmente, não há uma lista identificando quais são as instituições públicas e privadas do país. Por isso, procure o seu consultor 3RA para não correr risco de tomar uma decisão equivocada e perder seu tempo e dinheiro.

Obs.: É importante tomar muito cuidado com a nomenclatura co-op. Existem programas em instituições públicas que contam com um termo de co-op, ou seja, um período no qual o estudante precisará trabalhar – ou fazer um estágio – para completar o curso. Este caso é diferente do citado acima.

Clique aqui e saiba mais sobre a diferença entre os cursos vocacionais e colleges

5) Quero levar o cônjuge para o Canadá. Os cursos vocacionais dão direito ao Open Work Permit?

De uma maneira geral, não. Há relatos de pessoas que até conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como é no caso dos colleges públicos. Outro ponto importante a se considerar é quando o casal tem filhos. Cursos vocacionais não dão direito ao ensino público gratuito para as crianças e/ou adolescentes.

6) Existe alguma pontuação extra no sistema de imigração para quem conclui cursos no Canadá?

Sim. Desde o dia 19 de novembro de 2016, estudantes internacionais que concluírem programas pós-secundários ganham pontos no Express Entry, sendo 15 pontos para aqueles que tiverem uma credencial elegível de um programa de um ano ou dois anos e 30 pontos para quem tiver uma credencial elegível de um programa pós-secundário de três anos ou mais ou uma credencial elegível de um programa de mestrado ou doutorado; ou ainda uma credencial elegível no nível de um grau profissional de entrada para a prática para uma ocupação listada na matriz de classificação ocupacional nacional no Nível de Habilidade A para o qual o licenciamento por uma entidade reguladora provincial é necessária.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Então deixe sua pergunta nos comentários para a nossa equipe ;)

 

As 10 melhores perguntas do Hangout “Sessão tira-dúvidas: Estudo no Canadá”

No dia 14 de dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a gerente da empresa, Schirley Dalmagro, responderam as principais dúvidas dos internautas sobre estudo no Canadá em um Hangout ao vivo com transmissão para todo o Brasil. Se você não conseguiu acompanhar o evento, não tem problema! Aqui nós separamos as dez melhores perguntas e respostas para você. Além disso, você também pode assistir ao vídeo na íntegra. É só clicar no play:

1) Quais são as regras gerais para quem quer estudar e trabalhar no Canadá?

 

De acordo com a gerente da 3RA Intercâmbio, Schirley Dalmagro, o aluno que embarca para o Canadá para fazer um programa de College, chega ao país com visto de estudo e permissão de trabalho off campus de 20 horas por semana e 40 horas por semana no scheduled break. Se o aluno tiver um cônjuge, este tem direito a visto de trabalho aberto, sem limite de horas. “É importante lembrar que os dois, tanto aluno quanto cônjuge, só podem trabalhar após o primeiro dia de aula do College ou Faculdade. Se o estudante estiver fazendo um programa Pathway ou inglês, ele não poderá trabalhar durante este período”, explicou.

O diretor da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, também relembrou que na hora de escolher o curso é preciso tomar muito cuidado com a nomenclatura College. “Existem vários cursos vocacionais e até escolas de inglês com o nome de College. Por isso, antes de fechar a instituição procure saber se cumpre os requisitos para que você consiga atingir seus objetivos. Para que a faculdade te dê direito ao PGWP, por exemplo, você precisa fazer um programa com no mínimo oito meses de duração em faculdades ou colleges públicos. Para instituições privadas, apenas programas degree, como bachelor ou masters, por exemplo, dão direito ao PGWP”, disse.

2) Quais são as vantagens do Post-graduation Work Permit (PGWP)?

 

Segundo Schirley Dalmagro, o PGWP é uma grande ajuda para quem quer imigrar para o Canadá. “O seu trabalho durante o período de estudos não irá contar pontos como experiência canadense para a sua imigração, até porque você vai estar trabalhando apenas part-time. Porém, quando você chegar ao PGWP, você não terá limite de horas para trabalhar e se você tiver um emprego full-time dentro dos NOCs 0, A ou B, você poderá somar mais pontos em alguns processos de imigração”, falou a gerente. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

3) Como fica a situação do cônjuge durante o PGWP do aplicante principal?

 

Se o estudante tiver um contrato de trabalho dentro dos NOC 0, A, B, o cônjuge poderá estender o visto de trabalho também. Caso contrário, o cônjuge precisará ficar com visto de visitante e não poderá trabalhar até o estudante conseguir este contrato. “Dentro da nossa experiência, não é difícil conseguir este emprego. Este contrato é simples”, disse Francisco Zarro.

“Nós também sempre orientamos nossos alunos a fazerem suas conexões e construir seu networking ainda na faculdade. Não deixe para depois de formado. Pense no seu objetivo desde o início e vá construindo esse leque antes mesmo de se formar. Assim quando você cair no mercado você já estará mais preparado e aumentará as suas chances de conseguir este contrato de trabalho mais rapidamente”, recomentou Schirley.

4) Pretendo fazer College em uma área distinta da qual me formei. Qual documento devo traduzir para enviar ao College, o Histórico Escolar ou o da Universidade?

 

“Na verdade, nós evitamos matricular os estudantes em áreas muito diferentes das quais eles se formaram no Brasil porque estamos vendo que a imigração não tem reagido bem a esses casos, nos quais o curso escolhido não tem qualquer ligação com o background profissional do aluno”, destacou Francisco.

Porém, sobre a documentação, isso vai variar muito de acordo com a Faculdade. “Nós procuramos analisar quais são os documentos aceitos por cada instituição. Se a faculdade aceita os dois, por exemplo, nós vamos optar por aquele que tornaria o aluno um candidato com mais chances de ser aceito. Vamos escolher aquele com a nota maior, porque a faculdade quer ver quem é você como aluno”, completou Schirley.

5) Ao receber uma solicitação de PGWP o que o governo canadense considera: O tempo de duração do curso divulgado pelo College ou o tempo gasto pelo aluno para concluir o curso?

 

“Quando você terminar o seu curso, a faculdade vai emitir um documento falando o tempo daquele programa. Eu já vi o oficial seguir as duas opções citadas por você. Porém, é interessante você pensar sempre no tempo do curso. Não adianta ficar estendendo muito o seu programa, até porque você precisa ter muito cuidado ao fazer isso. Você vai precisar se manter como aluno full-time no Canadá, cumprindo os critérios determinados pela faculdade”, esclareceu Francisco.

“Eu iria pelo mais seguro. Não vale a pena arriscar um projeto desse para apressar as coisas, ou até mesmo alongar demais, porque isso pode ser mau visto pelos olhos da imigração”, completou Schirley.

6) É verdade que em Montreal, apesar da língua predominante ser o francês, é possível viver, trabalhar e estudar apenas falando inglês?

 

“Existe a possibilidade de estudar em inglês sim. Porém, quanto à busca por emprego, já é um pouco mais complicado. Principalmente aquele primeiro emprego, que é mais coloquial e geralmente envolve atendimento ao público. Acho difícil conseguir se você não tiver o francês”, comentou Francisco.

7) É verdade que cursos de College iniciados em Janeiro não dão direto às férias de Verão?

 

“Depende muito da província, do College e do programa. Na maioria dos programas de Ontario, para você ter direito às férias de verão, você precisa ter estudado dois termos anteriormente. Logo, se você começou em Janeiro, não vai conseguir tirar essas férias, porque o termo de Verão já é o seguinte. Agora se você começou em Setembro, você já vai ter estudado o termo que iniciou em Setembro e o de Janeiro, sendo o de Verão o terceiro termo. Então, de uma maneira geral, na província de Ontario você não consegue mesmo. Em Vancouver já é um pouco diferente. Normalmente não tem essa exigência. Você tem mais mobilidade”, explicou Schirley.

8) Cônjuge e estudante podem chegar ao país em datas diferentes?

 

“O aplicante principal, ou seja, quem vai estudar, não pode entrar depois. Logo, se você é a pessoa que vai estudar, o seu cônjuge pode vir com você ou depois de você, mas nunca antes”, explicou Francisco.

9) Para quem vai tentar uma vaga em uma instituição canadense, qual prova de inglês vocês recomendam? IELTS ou TOEFL?

 

“As faculdades normalmente aceitam os dois. Porém, nós quase sempre indicamos o IELTS, porque é um teste que você vai precisar fazer de novo para o seu processo de imigração (Caso você não queira fazer o CELPIP) e se você já tiver estudado o formado desta prova antes, vai facilitar bastante, ainda que para a universidade seja pedido o IELTS Academic e para a imigração, o General. No entanto, vale a pena avaliar o tipo de prova que te deixa mais confortável. Escolha sempre aquela que você acredita que se sairá melhor”, aconselhou Schirley.

10) Considerando um casal no qual ambos estão fazendo cursos vocacionais. Os filhos terão direito a estudar em escola pública?

 

“Geralmente não, mas isso vai depender muito do school board. Cada um tem suas próprias regras. Porém, na maioria dos casos, com os pais estudando em cursos vocacionais, dificilmente eles irão conseguir matricular o filho em uma escola pública gratuita. Nesta caso, eles podem registrar a criança em uma particular, que custa entre CAD$ 13 e CAD$ 17 mil por ano”, finalizou Francisco.

As melhores perguntas do Hangout “Perspectivas para 2017”

No dia 07 de Dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a consultora de imigração da Immi Canada, Celina Hui, responderam dúvidas dos internautas sobre vistos, imigração e falaram um pouco sobre as perspectivas para 2017.  Se você perdeu o evento, você poderá assistir o vídeo na íntegra neste post. Nós também fizemos um texto com as melhores perguntas. Confira abaixo:

 

1)O que mudou em 2016 no processo de visto de quem vai para fazer o Pathway?

Atualmente, o estudante não chega ao Canadá com o visto para o tempo de estudo de inglês mais o tempo de estudo da faculdade como era anteriormente. Agora, o aluno chega ao Canadá primeiro com um visto para o tempo de estudo do idioma e, depois, precisa fazer uma mudança de status ou extensão de visto para o período da faculdade. “Acredito que isso tenha acontecido porque muitas pessoas estavam trabalhando já no período do Pathway, que não é permitido. Então a imigração foi lá e cortou isso”, disse Francisco.

Segundo Celina, o processo agora é feito da seguinte maneira: É emitido um visto com duração menor, e após a apresentação das notas do Pathway, se faz uma extensão de dentro do Canadá mesmo. “Isso foi uma coisa que prejudicou alguns de nossos clientes, principalmente quando o acompanhante queria aplicar para o open work permit. Eles tiveram que vir primeiro como visitante, ou então o estudante teve que vir sozinho neste primeiro momento, sem o acompanhante”, explicou a consultora da Immi Canada.

2) É verdade que o cidadãos brasileiros serão isentos do visto de turista para o Canadá em 2017?

Neste ano houve a confirmação que a partir do dia primeiro de maio de 2017 os brasileiros que possuem um visto americano válido ou um visto canadense emitido nos últimos dez anos não vão precisar mais tirar visto de visitante para vir para o Canadá. “Você vai precisar apenas preencher um documento online, o ETA. Ele custa CAD$7 e tem validade de cinco anos, a não ser que o passaporte vença antes desse prazo. Em seguida, você só precisa anexá-lo ao passaporte”, disse Celina. A consultora também destacou que a emissão deste documento não é garantida para todo mundo. “Esse processo também passa por uma análise. Por exemplo, se você teve visto canadense negado algumas vezes, talvez seu processo de aprovação leve mais tempo. O ETA também pode não ser aprovado”, completou.

3) Quais são as novas mudanças nos processos de Spousal /Common-law sponsorship e Dependentes?

Para quem está no processo de sponsorship através de casamento, o Ministro anunciou nesta manhã que o tempo de processamento vai cair, passando de 24 meses para 12 meses. Além disso, será apenas uma checklist para quem fizer o processo dentro ou fora do Canadá.

Quanto aos dependentes, a idade foi alterada. “Até uns três anos atrás a idade dos dependentes era 22 anos e eles acabaram cortando para 19. Porém, foi anunciado também nesta manhã que a idade dos dependentes volta a ser 22 anos. Isso é muito bom para os nossos clientes que vem para o Canadá com família e que tem filhos nessa idade”, explicou Celina.

4) Como vai funcionar a pontuação para quem concluir cursos no Canadá?

“Essa mudança entrou em vigor no último dia 19 de novembro. Agora, a pessoa que se graduar no Canadá em um programa reconhecido – seguindo as mesmas regras do PGWP – ganha pontos no Express Entry. Se você fez um programa de um a dois anos, você vai receber 15 pontos. Se você fez um curso de três anos de duração ou um masters degree, você vai receber 30 pontos. Isso vale apenas para o aplicante principal”, explicou Celina.

5) O que mudou em relação ao Labor Market Impact Assessment (LMIA)?

“O LMIA valia 600 pontos. Hoje ele não vale mais. Agora ele vale de 50 a 200 pontos, sendo a pontuação máxima concedida apenas para quem está no NOC 00 – senior management”, falou Celina.

“Eu vi o pessoal reclamando muito em relação ao LMIA nas redes sociais, que ele não vale mais 600 pontos. Porém, eu vejo da seguinte maneira: Eu acredito que agora o jogo ficou muito mais justo. Na realidade, era muito raro conseguir esse LMIA de 600 pontos. Ou então, existiam até mesmo pessoas que compravam esse LMIA. E essas pessoas estavam competindo com quem estava querendo fazer a coisa certa. Hoje eles já não competem mais. Então eu acredito que esta pontuação vá cair e vai refletir essa nova realidade”, opinou Francisco.

6) Como funciona o programa International Graduate de British Columbia (BC PNP)?

“Existe um programa chamado International Graduate, que é para pessoas que se formaram dentro de BC. Se você se formou no Canadá, mas não em BC, você também pode aplicar por este programa, só vai precisar trabalhar mais tempo. Neste programa, é necessário apresentar apenas uma oferta de trabalho, não sendo necessária a comprovação de experiência prévia de trabalho na área. Caso o seu salário também não seja ainda o salário mediano dessa província, a empresa pode fazer uma progressão para você. Isso é bastante interessante para quem não tem experiência de trabalho no Brasil e o primeiro emprego está sendo aqui no Canadá. É um atalho”, comentou Celina.

7) Existe outra província além de Quebec que concede pontos pela quantidade de filhos?

Não. “O programa de Quebec é o único que te dá pontuação por você ter filhos”, explicou Celina.

8) Quais são os custos envolvidos no processo de imigração em si e os custos da consultoria de vocês?

De acordo com Celina, os valores podem variar. Porém, geralmente para quem está aplicando para o processo de residente permanente os custos são a taxa imigratória, de CAD$ 1040 para cada adulto, e CAD$ 150 para os dependentes. Em relação aos honorários da Immi Canada, para o express entry o valor é de CAD$ 3800 e nós parcelamos este valor em alguns pagamentos de acordo com o movimento positivo do processo. Então, os valores irão variar entre CAD$ 3000 e CAD $ 5000.

“A Immi Canada e a 3RA são empresas diferentes. Portanto, os valores também são. A 3RA é paga em sua maioria pelas faculdades e escolas. Nós temos uma taxa administrativa de CAD$ 300 que cobre a consultoria e todo o auxílio que a empresa dá ao cliente”, completou Francisco.

9) Como comprovar vínculos com o Brasil?

De acordo com Celina, carro e imóvel não são vínculos. “Quando a imigração diz vínculo, eles querem saber o que vai te levar de volta ao Brasil. Por exemplo: proposta de emprego, empregabilidade, família…É mais uma questão de laços do que de bens em si”, explicou.

“Por isso nós temos muito cuidado no planejamento de nossos clientes, pois a imigração precisa ver uma lógica no seu processo. Temos sempre que buscar um curso para você que justifique sua volta ao Brasil”, completou Francisco.

“Quando você fala para a imigração que você quer vir estudar no Canadá, a imigração não está preocupada com a sua empregabilidade no Canadá, eles estão preocupados em como esse curso vai lhe trazer benefícios após seu retorno ao Brasil. Por exemplo: o curso vai ser um upgrade para você? Você está fazendo um curso que não tem no Brasil? Você vai crescer profissionalmente? É isso que preocupa a imigração”, disse Celina.

10) Como a idade influencia no processo de imigração?

“Atualmente, o Express Entry é baseado em um sistema de pontuação. A idade ideal é até os 29 anos. Após essa idade a pessoa perde 5 pontos por ano e após os 40, dez pontos por ano. A partir dos 45 a pessoa já não pontua mais. Então ainda que você tenha uma escolaridade boa ou um excelente nível de inglês, dependendo da idade a sua pontuação pode ficar bem baixa. Nestes casos, é preciso pensar em outras alternativas como um programa provincial, por exemplo”, destacou Celina.