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5 Dúvidas Frequentes sobre o PGWP

Atualmente, o Post Graduation Work Permit (PGWP) é um dos maiores aliados daqueles que desejam imigrar para o Canadá.

Para quem não sabe, o PGWP é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que todo estudante internacional tem direito a aplicar após completar um curso de nível superior em uma instituição de ensino que cumpra os requisitos exigidos pela imigração. Nós já explicamos um pouco sobre o PGWP neste link. Porém, agora decidimos reunir aqui no blog as respostas para as 5 principais dúvidas de nossos clientes sobre o assunto. Veja abaixo:

**Lembramos que este texto é apenas um resumo e cada caso é diferente. Por isso, recomendamos sempre a contratação de uma empresa especialista em vistos e imigração. Para nossos clientes, recomendamos a nossa parceira Immi Canada: contact@immi-canada.com

1) Quando preciso aplicar para o PGWP?

Você tem até 180 dias após a conclusão de seu curso para aplicar para o PGWP e você precisa ter um status válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país.

2) Como aplicar e quais documentos irei precisar?

Você poderá aplicar online no site oficial da imigração canadense ou pelo correio.

  • Será preciso enviar todos os formulários exigidos pela imigração;
  • a cópia do passaporte completo;
  • cópia da permissão de estudos;
  • cópia do diploma ou certificado da instituição canadense ou do histórico escolar ou uma carta oficial da instituição declarando o término do curso.

3) O meu cônjuge também terá direito a estender a permissão de trabalho junto com o meu PGWP?

Para que o cônjuge consiga estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal, o estudante, no momento da aplicação do PGWP, deverá ter um contrato simples de trabalho firmado com uma empresa, em uma vaga full-time, dentro dos NOCs 0, A ou B. Para quem não sabe, o NOC é um sistema nacional que classifica e descreve todas as ocupações no país. Neste link você consegue descobrir em qual NOC a sua posição de trabalho se encaixa.

4) Não consegui o contrato de trabalho. Como meu cônjuge poderá continuar no Canadá?

Neste caso, as opções são ou o cônjuge se matricular em uma instituição de ensino e estender sua estadia como estudante ou então apenas como turista. Porém, caso você consiga um contrato de trabalho depois, o seu cônjuge poderá aplicar novamente para a permissão de trabalho.

5) Todos os cursos dão direito ao estudante aplicar para o PGWP?

Não. Para ter direito a pedir pelo PGWP, o aluno deverá ter concluído um programa em uma faculdade pública de no mínimo oito meses de duração ou um programa de degree em faculdades particulares (no caso das privadas, não valem diplomas e certificados). Ainda existem uma série de outros requisitos que devem ser seguidos. Por isso, é sempre importante contar com uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio. Assim você terá a garantia de que irá se matricular em uma instituição que lhe dará esse direito.

Para te ajudar ainda mais, o Governo Canadense liberou uma lista com todos os colleges que dão direito ao PGWP.  Seguindo os passos da tela,  você vai encontrar a província, o nome da instituição e se aquele college é elegível ao PGWP através das opções sim e não.

 

Outras informações sobre o PGWP podem ser obtidas no site oficial da imigração canadense.

Comunicação Não-Verbal: Saiba como agir durante uma entrevista de emprego no Canadá

Já vimos o quão importante é ter um currículo e uma cover letter bem escritos na hora de procurar emprego no Canadá. Porém, há uma terceira etapa que também deve ser levada em consideração e é tão importante quanto os estágios anteriores: a entrevista de emprego. É neste momento tão decisivo que o conjunto conhecimento e linguagem corporal entram em ação e quando combinados em sinergia trazem positivos resultados.

Uma entrevista de emprego começa bem antes de você responder à primeira pergunta ou mesmo falar a primeira palavra para o entrevistador. A opinião dele começa a ser formada já no segundo em que ele anda até você e o cumprimenta, apertando a sua mão. Assim que você se senta na cadeira, você já está sendo avaliado pela sua aparência, postura, sorriso e até mesmo aquele olhar nervoso. Isso tudo são aspectos da comunicação não-verbal, que segundo especialistas, responde por mais de 80% de uma apresentação, seja ela em cenário profissional ou pessoal. 

Muitas vezes, deixamos estes sinais de lado, mas saiba que os recrutadores estão de olho. Por mais que eles estejam atentos às suas experiências prévias, é muito importante saber como expressá-las de maneira profissional, demonstrando realmente o quanto você está interessado e é capacitado para a vaga oferecida. De acordo com o consultor de imagem Alison Craig em entrevista para o site Monster.ca, referência na busca por empregos no Canadá, “você pode estar dizendo que é um grande profissional, mas seu corpo pode colocar seus reais sentimentos bem longe disso”.

Por isso, fique ligado nas dicas que preparamos para você do site Monster.ca para que você não corra o risco de fazer algo errado na hora H.

Veja abaixo:

1) Postura

Esteja sempre com uma postura ereta. Você não precisa ficar “duro”, mas sim mostrar energia e entusiasmo. Se você não prestar atenção à sua postura, pode passar uma imagem errada, e o entrevistador pode entender que você está cansado ou até mesmo indiferente. Antes da entrevista, verifique sua postura em um espelho ou até mesmo em vídeo.

2) Aperto de mãos

No Canadá, o cumprimento ideal em entrevistas de emprego é o aperto de mãos. Este será o seu primeiro encontro com o entrevistador, então dê um aperto de mão firme (mas claro, nada muito forte!) e verifique se a sua mão está sequinha e não está muito gelada ou muito quente. Caso isso aconteça, vá até o banheiro e lave as mãos com águas frias (caso elas estejam muito quentes) ou quentes (caso elas estejam muito geladas).

3) Contato visual

Sempre mantenha contato visual com o entrevistador. Olhe nos olhos. Claro que você não precisa ficando o encarando o tempo inteiro, mas certifique-se de olhá-lo nos olhos com frequência. Evite ficar “dando uma olhadinha” na sala enquanto você está falando. Isso pode parecer que você está nervoso ou que não tem confiança no que está respondendo.

4) Controle suas mãos

Gesticular ou “falar com as mãos” é bem natural, mas você precisa tomar cuidado para não exagerar. Sempre “converse” na frente do espelho para você perceber se os seus gestos estão atrapalhando ou não.

5) Não fique muito inquieto

Um dos piores erros durante a entrevista é demonstrar inquietação. Portanto, não fique mexendo no cabelo no momento da entrevista, apertando a caneta, balançando os pés e as pernas, etc.

6) Vestimenta 

A roupa mais adequada é aquela condizente com a oferta de emprego pela qual você está fazendo a entrevista. Por exemplo, a vestimenta para um escritório não será a mesma usada em uma loja de produtos jovens. Para não errar, vá com uma roupa básica, que não seja decotada ou muito curta, no caso das mulheres. Não escolha cores muito fortes ou chamativas, vá pelo preto ou tons pastéis que, com certeza, não terá erro.

No final da entrevista, reúna seus pertences calmamente, levante-se suavemente, sorria e acene com a cabeça. Se apertar as mãos de todos na sala não é conveniente, pelo menos cumprimente o gerente de contratação e a pessoa que lhe trouxe para o espaço de entrevista.

Fonte: monster.ca

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Entrevista de emprego no Canadá: O que o entrevistador quer saber?

Preparar-se antes de uma entrevista de emprego é fundamental e, por isso, a maioria dos candidatos costuma dar uma olhadinha nas prováveis perguntas que serão feitas antes da hora H. Porém, poucos entendem o que o entrevistador precisa realmente saber, ou seja, quais são as informações fundamentais que ele necessita obter de você para ter uma noção completa de seu perfil e conseguir avaliá-lo.

Veja abaixo quais são as informações essenciais que o entrevistador precisa para lhe avaliar:

1)Você tem as habilidades necessárias para o trabalho?

O empregador precisa determinar se você tem as famosas “hard skills” – ou seja,  a habilidade de escrita, por exemplo, se você quer ser repórter de um jornal impresso – e as “soft skills” que também são essenciais para ter sucesso na empresa – como trabalho em equipe.  Para provar se você tem as “Hard Skills” ele provavelmente irá avaliar suas experiências anteriores.

2) Você tem o perfil da empresa?

Essa é uma das grandes preocupações das empresas atualmente.  Por isso, o entrevistador vai sempre tentar descobrir se você tem “a cara” da empresa e do departamento para o qual está se candidatando e se você vai agregar ao time.

3) Você entende os objetivos e propósitos da empresa?

Para o empregador, se os objetivos da empresa estão de acordo com os do candidato, ele naturalmente estará motivado para trabalhar e construir uma carreira na companhia. As empresas geralmente não estão procurando alguém que vai ficar apenas um mês ou dois na companhia. Elas querem alguém que esteja animado com a missão, os valores e com o que a empresa faz.

4) Como você lida com a competição?

O entrevistador também vai observar como você lida com os outros candidatos que estão disputando a mesma vaga que você. Ele vai estar sempre comparando a sua performance com a das outras pessoas.

5) Você realmente quer o trabalho?

Os entrevistadores sabem muito bem os candidatos que realmente querem a vaga. Eles entendem que alguns estão ali apenas explorando suas opções.

Fonte: Monster.ca

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Saiba o que NÃO fazer em uma entrevista de emprego

Aqui em nosso blog você encontra inúmeros textos sobre como agir em entrevistas de emprego no Canadá. As dicas vão desde regras de etiqueta a até como se comportar em cada etapa deste processo: antes, durante e após. Porém, nós ainda não tínhamos elaborado um material com coisas que você não deve fazer enquanto está sendo entrevistado. Desta forma, nós resolvemos reproduzir aqui seis “Interview’s Peet Peeves” – ou seja, seis atitudes que irritam qualquer entrevistador – listados pelo site Monster.ca. Leia com bastante atenção. 

1) Não “tome banho” de perfume

Um perfume muito forte pode incomodar o entrevistador. Afinal, nem todo mundo tem o mesmo gosto para perfumes. No site Monster.ca, eles contaram a história de Pat Riley, autor do livro “Secrets of Breaking into Pharmaceutical Sales”. Segundo Pat, preparar-se para uma entrevista não é a mesma coisa que preparar-se para um encontro. Uma vez, durante uma entrevista, uma das candidatas exagerou no perfume que, por sinal, era o mesmo que a ex-namorada de Pat usava. Nada agradável, não é mesmo?

2) Não fale muito pouco ou dê respostas muito curtas

O site Monster.ca conversou com Steve Jones, gerente de uma empresa de software em Dallas. Ele contou que sempre tenta perguntar questões abertas e espera por respostas completas, mas nem sempre tem muito sucesso. Em alguns dos casos, ele chega até a falar para os candidatos que precisa de mais informações e pede também para que eles perguntem algo. Porém, nem assim ele consegue obter as respostas que precisa. Segundo Jones, se você está procurando emprego, deve estar sempre preparado para responder as questões e também para falar um pouco sobre você mesmo.

3) Falar demais também pode ser um problema

Em entrevista ao Monster.ca, Dotti Bousquet, de uma empresa de Connecticut, disse que para ela o pior candidato é aquele que começa a “divagar” durante a entrevista. Ela falou que uma vez fez uma pergunta para uma candidata e ela não parou de falar por 45 minutos, e que era praticamente impossível interrompê-la. Por isso, ela precisou falar que a entrevista estava encerrada e foi até a porta para abrir para a candidata, que ainda assim foi falando por todo o caminho. Segundo a especialista, os candidatos precisam estar sempre focados e responder apenas aos questionamentos que foram feitos. Para ela, dois ou três minutos são o suficiente.

4) Não evite contato visual!

A comunicação não-verbal também tem um papel fundamental nos processos de entrevista. O recrutador de uma agência de Connecticut, Gwen Sobiech, contou ao Monster.ca que as pessoas que não mantém contato visual são as que mais o irritam. Ele disse que algumas pessoas são tão tímidas que não olham para ele durante a entrevista nenhuma vez. Neste caso, se você não está confortável olhando nos olhos do entrevistador, é só imaginar um “terceiro olho”, um pouco acima e entre os dois olhos da pessoa.

5) Não use gírias

Para Robert Fodge, de uma empresa localizada em Dover, Delaware, a forma de falar pode ser um grande problema durante a entrevista. Segundo ele, a forma de usar a linguagem é muito importante. Gírias não tem espaço no mundo dos negócios.

6) Jamais minta durante a entrevista

Segundo o Monster.ca, uma das maiores reclamações dos entrevistadores é quando os candidatos não são completamente verdadeiros. Acredite, pequenas mentiras são muito comuns. Um exemplo frequente é, por exemplo, “aumentar” as realizações profissionais.

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Depoimento: “Como consegui um emprego na minha área mesmo ainda sendo estudante no Canadá”

Conseguir um emprego em sua área de atuação é o sonho de qualquer brasileiro que chega ao Canadá. Afinal, nada melhor do que trabalhar com o que a gente gosta, não é mesmo?

Porém, muitas vezes, quando se é estudante, a limitação do visto de 20 horas semanais pode tornar a busca por esse trabalho um pouco mais complicada, já que as empresas costumam preferir pessoas com disponibilidade full-time e, por isso, nesta fase inicial, os estudantes costumam buscar mais por posições entry level.

No entanto, com muito esforço e dedicação, os caminhos vão se abrindo e nós da 3RA Intercâmbio temos excelentes exemplos que comprovam esse fato. Um deles é o Danilo Sales, de 22 anos, nosso cliente, que atualmente é agente de reservas e vendas da Harbour Air.

Danilo é de São Paulo e chegou em Vancouver em dezembro de 2015. “Vim pela primeira vez em dezembro de 2011 para estudar inglês. Passei dois meses aqui e foi uma experiência incrível, me identifiquei muito com a cidade. Na época eu tinha 17 anos, então tive que voltar ao Brasil. Comecei a faculdade, mas sempre tive em minha cabeça que iria voltar”, disse.

Formadovancouver-2 em Aviação Civil, antes de embarcar para o Canadá ele trabalhava como analista de rentabilidade e vendas na Avianca Brasil. Atualmente, Danilo estuda Business Management na Douglas College.

“O curso de aviação civil é muito específico, então queria um curso que poderia complementar a graduação que já tenho no Brasil e que poderia abrir mais as portas para mim aqui em Vancouver. Fui na 3RA de São Paulo e conversei com a Hebe, que me apresentou algumas opções. Escolhi a Douglas, e não me arrependo da escolha”, contou.

Antes de conseguir o emprego na Harbour Air – uma empresa de hidroaviões de Vancouver – Danilo teve alguns outros empregos na cidade. “Meu primeiro trabalho foi no BC Place, o estádio onde acontecem os jogos do Whitecaps e do BC Lions. Comecei a trabalhar lá em março de 2016, mas era um trabalho casual, só trabalhava quando tinha jogo, ou seja, em torno de quatro vezes por mês, já que a temporada do BC Lions ainda não tinha começado. Trabalhei como caixa nos stands de alimentação”, falou.

Durante o primeiro semestre na Douglas, Danilo optou por ficar apenas neste emprego, já que ainda estava se adaptando ao College que, de acordo com ele, é bem puxado. “Quando entrei no summer break, na metade de abril de 2016, queria encontrar um trabalho full-time e a primeira oportunidade que apareceu foi em um warehouse, mas logo em seguida, também fui contratado por um fast-food mexicano. Porém, fiquei muito pouco tempo lá, já que recebi a proposta da Habour Air, onde trabalho atualmente”, relembrou.

Segundo Danilo, a Habour Air faz voos regulares para algumas cidades de British Columbia e também voos panorâmicos em Victoria, Vancouver e Whistler. “Me inscrevi para a vaga pelo próprio site da empresa no início de fevereiro de 2016 e não tinha recebido nenhum contato deles, até que na metade de abril do mesmo ano recebi um e-mail da gerente da área de reservas informado que eles tinham aberto novas vagas para o Verão e perguntando se eu tinha interesse de participar do processo seletivo. Respondi o e-mail logo em seguida e marcamos uma entrevista”, disse.

De acordo com ele, a entrevista durou cerca de uma hora e no dia seguinte a gerente já enviou um e-mail agradecendo e pedindo por referências, incluindo alguma que já estivesse no Canadá. “Passei duas referências do Canadá e uma do Brasil, mas ela só entrou em contato com uma delas, e no Brasil. Fui contratado uma semana depois, exatamente no dia do meu aniversário, 26 de abril. Trabalhei full-time durante o verão e, quando as minhas aulas recomeçaram, passei a trabalhar somente as 20 horas semanais que o meu visto permite e passei de temporário para regular”, destacou.

Danilo aprendeu com a prática como conciliar o estudo e o trabalho. “O College é bem puxado, são muitos trabalhos e provas, mas como meus shifts no trabalho são regulares, isso me ajuda muito. Além disso, no meu primeiro semestre eu estava fazendo quatro matérias, depois disso aprendi e passei a pegar só três matérias, acho que foi uma ótima decisão para poder conciliar estudo e trabalho”, explicou.

Workshops da 3RA Intercâmbio

Antes de conseguir o emprego, Danilo participou de dois workshops da 3RA Intercâmbio sobre emprego. “Os wvancouver-3orkshops da 3RA esclareceram muitas coisas sobre o mercado daqui e também sobre como fazer um currículo e uma cover letter no modelo canadense, que era o que eu tinha mais dificuldade. A Brenda – que é a palestrante – é uma pessoa incrível e após um dos workshops que participei, enviei meu currículo para que ela avaliasse e ela respondeu prontamente com um feedback sobre as alterações que eu deveria fazer”, contou.

Dicas

Para quem está buscando emprego na área, a dica de Danilo é persistir. “Você não pode se acomodar. Tem que correr atrás e não se limitar apenas a uma ferramenta de busca. Tem que entrar nos sites das empresas e se cadastrar, usar o Linkedin, Monster.ca, Indeed, além de comparecer nas feiras de recrutamento que sempre aparecem pela grande Vancouver. Eu fui em todas que apareceram. Nessas feiras, você vai ter contato direto com o empregador e vai poder entregar o seu currículo diretamente para ele”, aconselhou.

Já para quem é recém-chegado e precisa conciliar estudo e trabalho, Danilo tem outra dica. “Eu recomendaria focar primeiramente no estudo e na adaptação da nova rotina e depois se preocupar com o trabalho. Foi isso que eu fiz. Tenho certeza que esse primeiro semestre de adaptação foi essencial para mim”, revelou.

Para completar, Danilo conta que o segredo é nunca desistir. “Passamos por muitas dificuldades no início dessa nova vida, mas tenho certeza que tudo vai valer a pena”, finalizou.

Depoimento: O primeiro emprego no Canadá – Desafios e futuro

Todos os anos, milhares de brasileiros deixam para trás suas carreiras e chegam ao Canadá em busca de novas oportunidades e qualidade de vida. De olho no futuro, enquanto estudam e aprimoram o inglês para conseguir uma colocação na área que desejam, eles partem para os empregos “entry level”, como aqui são conhecidos os cargos nas áreas de comércio e construção, por exemplo. Ao contrário do que muita gente pensa, esses cargos não são exclusividade de estrangeiros: Existem milhares de canadenses que também trabalham nessas vagas. No Canadá não existe este tipo de preconceito e trabalho é trabalho. Todo mundo consegue viver bem trabalhando com o que escolheu. Por isso, antes de embarcar, é preciso deixar este pensamento de lado e, em seguida, se preparar para garantir o seu primeiro emprego em terras canadenses.

O administrador de empresas Henrique Matsuda Itoh deixou o Brasil há quase dois anos atrás. Ele viajou para Vancouver com a intenção de aprimorar o inglês, mas encontrou inúmeras novas possibilidades no país e agora estuda para trabalhar no futuro com ilustração, animação e modelagem 3D. “Eu sempre gostei muito de desenhar e meus amigos, familiares e professores sempre elogiavam meu trabalho. Quando cheguei ao Canadá descobri inúmeras empresas da área de cinema e inúmeras escolas. Vi uma oportunidade única de conseguir conhecimento e, quem sabe, uma chance de expor minha habilidade e garantir o emprego dos meus sonhos”, revelou.

henriqueEnquanto se prepara para a nova carreira, Henrique trabalha como lavador de pratos em um restaurante.  “Eu era caixa de banco no Brasil e apenas essa informação já mostra o quanto era estressante a minha vida profissional. Trabalhar como lavador de pratos nunca me incomodou, ainda mais porque no Brasil eu trabalhava em um emprego que não gostava. Agora estou focado no futuro, pois quero trabalhar com algo que me dê prazer. Nós passamos grande parte da vida trabalhando, então tem que ser com algo que a gente goste”, destacou.

Para conseguir o primeiro emprego em um restaurante, como todo recém-chegado ao país, Henrique precisou se preparar e contou com a ajuda de amigos. “Como não conhecia como era o sistema empregatício no Canadá fiquei muito perdido. Por sorte, um amigo me indicou para o trabalho. Aqui o mercado para empregos entry level é abundante, mas é preciso saber como procurar por essas vagas. Tudo depende muito do tipo de trabalho que você está procurando”, falou.

Segundo Henrique, o que sempre funcionou para ele na hora de buscar um emprego foi poder contar com sua rede de contatos e persistência. “As empresas aqui prezam muito por indicação. Por isso a minha dica é sempre fazer o máximo de contatos possível. Para quem acabou de chegar e ainda não conhece ninguém, é bom sempre ter cópias do currículo com você e ir andando pela cidade. Sempre tem alguma placa de ‘contratando’ em alguma loja. Também é legal procurar em sites como o Craigslist. Outro ponto importante é persistir. Se o empregador prometeu que vai ligar e não ligou, volte e pergunte sobre o emprego novamente”, sugeriu.

Por fim, Henrique destacou que antes de embarcar é preciso ter pé no chão. “Se você não é daqueles que já vem com um emprego garantido do Brasil para cá, não tenha a ilusão de que você vai conseguir um emprego na sua área rapidamente quando chegar aqui. É importante se preparar e estudar bastante. Antes de cair de cabeça nesta aventura, pesquise muito sobre sua área de atuação. Já para aqueles que assim como eu irão mudar de área, é bom ter em mente que a mudança não será apenas na carreira, mas também no estilo de vida. Aqui o clima é diferente, a cultura é diferente, a comida… mudança total”, finalizou.

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Concluindo um curso no Canadá? Saiba como os recém-graduados de sua área estão se saindo no mercado

Muitas pessoas que chegam ao Canadá para fazer programas de certificado, diplomas, bacharelados ou até mesmo mestrados, costumam ficar um pouco perdidas no início, sem saber muito sobre a realidade de sua profissão e dos recém-formados naquela área. É normal ter curiosidade em saber como é o salário e a empregabilidade de uma pessoa que concluiu o mesmo tipo de programa que você está cursando e, na maioria das vezes,  por ser novo no país, você não tem a quem recorrer para adquirir essa informação. Por isso, nós da 3RA Intercâmbio resolvemos apresentar uma ferramenta muito útil desenvolvida pelo governo do Canadá: a “career tool”.

Para quem não conhece, a career tool é uma das muitas utilidades do site “Job Bank” – que já abordamos em textos anteriores. Ela oferece um relatório completo e detalhado das mais diversas áreas de formação e o mais interessante é que é possível pesquisar as informações baseando-se nos níveis educacionais. Por exemplo: Se você é um profissional de Marketing e está concluindo o seu curso de diploma em um College, é só colocar essas informações no sistema de busca. Veja na imagem abaixo:

Marketing 1 step
Ao clicar na opção “Search”, imediatamente a ferramenta irá gerar um relatório completo mostrando a porcentagem dos recém-graduados no Canadá que estão empregados, desempregados e que não estão procurando por oportunidades no momento. Além disso, você também terá acesso a média salarial anual e suas variações. Você também vai saber se eles estão empregados em áreas relacionadas ou não, quantos deles escolheriam estudar marketing novamente e quantos pensam em continuar seus estudos. Desta forma, você consegue ter um panorama geral do mercado de acordo com o curso que escolheu ou está cursando.

Marketing step 2

 

Na mesma ferramenta, você também consegue acessar as 25 áreas mais bem pagas de acordo com o nível educacional: Diploma, Bachelor ou Master.

Marketing step3

E não para por aí! Você também consegue ter uma visão geral da sua profissão atualmente em cada província canadense. É só clicar no campo “outlook” e digitar o emprego desejado. Por exemplo, nós pesquisamos sobre a profissão “jornalista” em British Columbia e o site informou que as perspectivas de emprego para estes profissionais são boas entre 2015 e 2017. Veja abaixo o relatório completo:

 

Gostou das dicas? Então não perca tempo! É só pesquisar pelo nome de sua profissão e programa para descobrir muitas informações interessantes!

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empleo en mi área en Canadá

Depoimento: “Como eu conquistei um emprego na minha área de atuação no Canadá”

Um dos grandes desejos de quem se muda para o Canadá é conseguir trabalhar na sua área de formação e, consequentemente, garantir a tão famosa experiência canadense. Porém, se inserir profissionalmente em um mercado completamente novo e sem nenhuma referência pode ser um grande desafio. Pensando nisso, a 3RA Intercâmbio convidou o cliente Guilherme Batista Bastos, de 39 anos, a dividir conosco sua experiência. Ele é front-end developer e aterrissou em Vancouver com a família há cerca de um ano. Com muito esforço e dedicação, Guilherme, que chegou ao país com inglês básico, já garantiu a sua vaga em uma empresa canadense em sua área de atuação.

Formado em processamento de dados e pós-graduado em engenharia de software, Guilherme trabalhou em diversas empresas no Brasil e seu último cargo no país foi como desenvolvedor sênior em uma grande empresa de saúde suplementar. Foram mais de dez anos atuando como designer, web-designer, instrutor em escola de informática e web-developer. Porém, em busca de uma qualidade de vida, ele e a família resolveram deixar tudo para trás e realizar o sonho de se mudar para o Canadá.

Ao pisar em terras canadenses, assim como todo recém-chegado a um novo país, Guilherme precisou dar alguns passos para trás, ainda que tivesse muita experiência e conhecimentos adquiridos no Brasil. “Eu cheguei e fiquei dois meses estudando inglês, mas acabei tendo um problema com aluguel e perdi um bom dinheiro. Nisso me vi forçado a procurar um emprego mais rápido do que eu esperava. Depois de insistir na minha área e receber várias respostas negativas, resolvi tentar um trabalho em qualquer coisa para ajudar com as despesas de casa e acabei arrumando emprego em uma padaria que funcionava dentro de um mercado. Eu trabalhava lá de 24 a 32 horas semanais ganhando o salário mínimo, mas continuava aplicando para a minha área mas, desta vez, seguindo uma nova estratégia”, contou.

Diante das negativas, Guilherme percebeu que o mercado canadense é mais exigente e qualificado que o brasileiro e, por isso, mudou a forma de procurar por um trabalho. “Aqui o seu conhecimento deve estar bem enraizado e eu me senti raso perante o mercado de Vancouver. Isso me abalou um pouco no início, mas ao mesmo tempo também me motivou a buscar mais conhecimento e foco”, destacou. Ele começou a focar todas as suas energias em front-end development e se jogou nos livros. “Enxuguei meu currículo e o adaptei para o padrão canadense. Retirei muita informação que eu tinha no currículo mas que não tinha tanto domínio. E tão importante quanto essa adaptação, foi também adequar meu perfil no linkedin. Aqui no Canadá muitas empresas te encontram através desta rede social e cheguei a participar de entrevistas em que eu nem havia aplicado para a vaga. Além disso, estudava onde podia: no ônibus, no metrô e estava sempre procurando por vagas de nível júnior e intermediário”, relembrou.

Após dois meses trabalhando na padaria e ao mesmo tempo buscando novas oportunidades, uma startup para a qual ele havia aplicado através do site Craigslist o convidou para a seleção. “Eles me deram um teste para resolver em 48 horas e eu o fiz. Também participei de uma entrevista por skype com o dono da empresa e eles me unnamedchamaram para trabalhar como front-end developer junior. Para mim tem sido ótimo principalmente por conta da experiência canadense que tanto se pede aqui, pela tecnologia que estou utilizando e aprendendo e pelo ambiente”, comentou.

Depois de toda a sua trajetória, Guilherme separou algumas dicas para quem está começando a procurar um emprego na área. A primeira delas, sem dúvidas, é estudar e muito o inglês. “Eu achava o meu inglês intermediário, mas quando cheguei aqui percebi que era básico. O idioma ainda tem sido uma enorme barreira para mim, mas é essencial para arrumar o emprego e também para se manter nele. Atualmente, mesmo sem participar de aulas formais, tenho estudado em casa usando recursos da internet como vídeos no youtube e sites de exercícios”, falou.

Ainda de acordo com ele, é necessário se manter sempre atualizado. “Percebi que na entrevista, por exemplo, não adianta tentar se justificar falando  que você ficou muito tempo fora do mercado e que não sabe a resposta. Esteja sempre preparado”, enfatizou. E o mais importante de tudo: nunca desanimar. “Jamais deixe de aplicar para as vagas. Existem diversos sites de emprego no Canadá e com a insistência você vai adquirindo experiência e a contratação acaba acontecendo. Eu recebi muitos ‘nãos’ até receber o meu primeiro sim. Às vezes temos que dar um passo para trás para andarmos dois para frente. Se você é sênior e conseguiu uma vaga para trabalhar como júnior, agarre a oportunidade, faça o melhor possível para se destacar e também continue aplicando para vagas melhores”, finalizou.

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Como abrir as portas para seu futuro profissional no Canadá

Você quer trabalhar no Canadá e ouviu dizer que fazer um curso superior por aqui é uma boa forma de começar sua vida profissional?

Você ouviu certo.  

O Canadá é um país de oportunidades que está de portas abertas para aqueles que desejam trabalhar e construir a vida por aqui. Mas a verdade é que o país quer profissionais bem preparados para assumir suas posições de trabalho. Por isso, na hora da entrevista, o empregador valoriza muito o currículo dos profissionais que possuem alguma formação em instituições de ensino superior canadense. Esta é uma forma da empresa garantir a qualidade da formação daquele candidato.

Além disso, seu estudo vai lhe ajudar a construir seu networking no Canadá. Assim como no Brasil, ter uma rede de contatos também conta muito por aqui. Alguém lhe indicar para uma vaga já é um ponto a mais que você ganha no processo seletivo. E durante o curso você vai se conectar com várias pessoas que estão na mesma área, seja professores ou alunos que já estão trabalhando em empresas que podem te contratar no futuro. 

Outro ponto também positivo em estudar no Canadá é a possibilidade de trabalhar enquanto se cursa programas full-time e de nível superior. Isso permite que o aluno internacional procure emprego assim que começar as suas aulas, aumentando as chances e oportunidades de começar sua carreira. Depois que o curso finalizar, o mesmo aluno ainda ganha mais tempo para trabalhar, ou seja, durante e depois do curso você terá oportunidades de conseguir um bom emprego.

Entenda um pouco mais mais essas permissões de trabalho durante e depois do curso:

Durante o curso

Os cursos vocacionais (técnicos) e universitários (college, graduação, pós-graduação, mestrado) permitem que os seus alunos trabalhem no Canadá até 20 horas por semana enquanto estiverem estudando, desde que o programa siga às regras estabelecidas pela imigração canadense. 

Para estes cursos, a permissão de trabalho começa a valer desde o primeiro dia de aula. Os alunos universitários também podem trabalhar 40 horas semanas durante suas férias (caso o curso escolhido tenha férias).  

É importante lembrar que as permissões de trabalho só valem para quem está matriculado em escolas aprovadas pelo governo canadense. Por isso, o seu consultor de intercâmbio 3RA é tão importante. Ele vai saber lhe indicar as instituições corretas de acordo com o seu objetivo. Vale lembrar ainda que cursos de idiomas não garantem permissão de trabalho no Canadá – a regra mudou em 2014.

Após o fim do curso

Os alunos dos programas vocacionais vão poder trabalhar full-time após o término das aulas. O período do visto de trabalho vai depender do tempo de estudo. O aluno nunca poderá trabalhar mais do que o número de horas estudadas. Os cursos vocacionais são programas voltados para experiência de trabalho. Por isso, o seu trabalho deve fazer parte do seu programa de estudo, contando com o suporte da escola para lhe indicar empresas nas quais você poderá trabalhar.

Já os estudantes que optarem pelos cursos universitários podem pedir o Post-Graduation Work Permit (PGWP) quando o programa acabar, desde que o mesmo tenha duração mínima de 8 meses. Normalmente a permissão de trabalho será concedida pelo mesmo tempo de estudo, com limite máximo de até 3 anos. Por exemplo, se você estudar uma graduação de 4 anos, seu PGWP será de 3 anos. Porém, a boa notícia é que para os alunos que estudam 2 anos o governo pode dar até 3 anos de PGWP.

Estudar em programas que oferecem o PGWP é a opção favorita dos estudantes brasileiros que estão de olho em imigrar para o Canadá. Vale ressaltar que nem todas as faculdades e cursos privados podem garantir a concessão deste visto, por isso, mais uma vez é seu consultor de intercâmbio que lhe ajudará nessa escolha antes de você se matricular. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

O Post-Graduation Work Permit pode ser solicitado após a conclusão do curso de graduação, com você ainda em território canadense – ou seja, você não precisará voltar para o Brasil para aplicar para o novo visto.

A melhor opção segundo seus objetivos

Se a sua intenção é trabalhar com fins de  imigrar para o Canadá, opte por um curso que garanta o PGWP após a sua conclusão. Assim, você une o útil ao agradável.