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Pathway depoimentos

Depoimentos: “Como o pathway foi essencial para estudar em um college no Canadá”

Preparação é a palavra chave para o sucesso, seja ele pessoal, profissional ou ainda acadêmico. Pensando nisso, nós convidamos dois clientes da 3RA Intercâmbio a compartilharem suas respectivas experiências como estudantes no Canadá para que você seja bem-sucedido também em sua trajetória no país norte americano.  Ambos, antes de iniciarem seus estudos em colleges no país, foram estudantes do programa de inglês pathway. Embora cada qual tenha tido uma vivência e percepção diferente do programa, concordam que este foi um significativo aliado para a vida acadêmica no país.

Esperamos que aproveite a leitura. E não se esqueça! Caso precise de mais informações sobre qualquer programa de estudos no Canadá, a 3RA está aqui para te ajudar! ;)

Voltando aos estudos e recomeçando no Canadá

Ana Paula Pathway

Ana Paula na formatura da pós graduação em Business

Ana Paula Rocha Couto, de 45 anos, largou tudo no Brasil para recomeçar sua vida com a sua família em um lugar que só conhecia por fotos. Nos mudamos na cara e na coragem, sem nunca antes termos pisado no Canadá. No primeiro momento, foi paixão à primeira vista, mas confesso que ao longo destes dois anos que estamos aqui, já atravessamos vários momentos de dúvidas”, diz. 

Apesar das preocupações, ela tinha certeza de seus objetivos. “Eu sempre quis morar fora do Brasil por um período, e também queria muito voltar a estudar. Em 2016, tivemos a oportunidade perfeita, quando perdi meu emprego na área de Marketing”, comenta Ana.

Depois de muita pesquisa, o Canadá pareceu a escolha certa. Principalmente pela área de trabalho de Lucas, seu esposo. Ele é de Tecnologia da Informação (T.I.), área que é de alta demanda no país.

Já Adilson do Nascimento Anisio, 51 anos de idade e mais de 30 dedicados ao mercado financeiro, decidiu implementar uma nova estratégia de vida, e encarar um grande desafio em novos ares. Eu tinha um projeto de aprimorar o meu inglês, que, na época, era intermediário, e fazer uma pós graduação no exterior. Ou seja, ter uma experiência internacional completa. Eu já havia visitado o Canadá duas vezes, e imaginava que o país era o lugar ideal para alcançar essa minha meta, comenta.

Tanto Ana Paula quanto Adilson, junto de suas famílias, vieram da cidade do Rio de Janeiro matriculados em um programa de Pathway. Para quem não sabe, este programa é um curso de inglês preparatório para universidades, faculdades e até cursos técnicos do Canadá, já que o sistema de ensino no país é bem diferente do que nós, brasileiros, estamos acostumados.

A escolha pelo programa foi feita ainda no Brasil, com ajuda da equipe 3RA Intercâmbio do Rio de Janeiro. “Escolhi o Pathway pois precisava aperfeiçoar o meu inglês e chegar ao nível necessário para começar a pós-graduação”, comenta Ana. E Adilson, complementa: “Entendi que este curso poderia me  preparar melhor para o desafio que seria começar uma pós graduação no exterior”.

A temida comprovação de proficiência na língua inglesa

A maioria dos colleges no Canadá exige que se comprove, no momento da matrícula, um mínimo de proficiência na língua. Esse nível pode variar de acordo com a instituição e com o programa de estudos. A informação de nível de inglês exigido é encontrada junto aos requerimentos de cada programa, no próprio website da instituição. 

A comprovação da fluência no idioma pode ser feita ainda no Brasil através dos exames internacionais TOEFL (Test of English as a Foreign Language), IELTS (International English Language Testing System) ou outro do tipo, desde que aceito pela instituição.

No caso do IELTS, é importante ressaltar que para ingressar em um curso pós-secundário, a versão da prova deve ser a Academic. A versão General é utilizada apenas para fins de imigração. Existem diferenças bem importantes entre uma versão e a outra, e, por isso, é essencial o conhecimento do exame antes de realizá-lo.  

Por não ter atingido no IELTS Academic a nota necessária para ingressar direto no programa de estudos de seu interesse – o North American Business Management Applied Post Baccalaureate Diploma (NABU Applied) da Capilano University’s School of Business -, Ana optou por realizar o programa de Pathway. “Na minha percepção, valia muito mais a pena vir fazer o curso aqui no Canadá do que continuar tentando conquistar a nota exigida no Brasil. E hoje eu considero que o Pathway me preparou muito melhor para o que viria do que se eu tivesse estudado inglês por meses no Brasil”, comenta.

Tempo de estudo e prova de nivelamento do Pathway

Ana revela sobre os momentos que antecederam o início das aulas: “Antes de iniciar o programa, meu maior medo era a prova de nivelamento que eu iria fazer assim que chegasse em Vancouver”. Este é um receio bastante comum de quem chega no Canadá com o intuito de realizar qualquer tipo de programa de estudos do idioma – inglês geral, inglês para Negócios, ou Pathway.

Mesmo que o estudante realize uma prova no Brasil para saber em que nível se encontra, esta é apenas uma estimativa. A conclusão final de seu atual nível de proficiência será realizada na chegada ao país. E, caso nesta prova de nivelamento perceba-se a necessidade de estudar por mais tempo do que o estimado enquanto no Brasil, isso implicará em um investimento maior do que o previsto.

Trabalhe no Canadá estudando inglês – verdade ou mentira?

Muitas pessoas ainda têm dúvida se é possível trabalhar no Canadá estudando inglês, principalmente pelas propagandas enganosas e falsas promessas que vemos por aí. E quando se fala em um programa de Pathway, que é um caminho para se chegar a um college, cria-se uma certa confusão. Isso porque, durante um programa de college no Canadá, o estudante pode trabalhar meio período, enquanto o seu cônjuge poderá trabalhar por período integral. Mas não se engane: a frase do título é 100% mentira.

Nenhum curso de idioma dá permissão de trabalho para estudantes, não importa se é um Pathway ou inglês geral. A mesma regra se aplica para o cônjuge acompanhando o estudante. Ambos só poderão trabalhar a partir do primeiro dia de aula do estudante no College ou University. Aí sim, o estudante poderá trabalhar até 20 horas por semana durante o período de aulas e até 40 horas no período de férias, enquanto seu cônjuge terá um visto aberto de trabalho (sem limite de horas).

Esse fato deve ser levado em consideração no momento do seu planejamento financeiro para o Canadá. Conforme comentado acima, dependendo do resultado de seu teste de nivelamento, pode ser que você precise de mais tempo estudando inglês, ou seja: mais tempo sem poder trabalhar.

No caso de Ana Paula, essa preocupação não foi das maiores. Assim que chegou à instituição, ela teve a notícia de que precisaria de apenas um mês de Pathway. Logo, após este único mês, ela poderia então seguir com seus planos, e iniciar suas aulas de Business na Capilano. E, daí sim, trabalhar no Canadá

Dinâmica das aulas de Pathway e principais dificuldades

Adilson Pathway

Adilson e a esposa Cristina no Canadá

Para a Ana ingressar no college, ela teve que atingir os requisitos do programa de Pathway, além das notas estipuladas pelo curso e instituição. Quando questionada sobre como era o programa de Pathway, Ana conta que tinha aproximadamente cinco horas de aula por dia. Neste período, ela desenvolvia habilidades de Speaking, Listening, Reading e Writing.

Inclusive, segundo Ana Paula, esta última modalidade, Writing, era bastante reforçada. Ela brinca: “Foi como um ‘esquenta’ para o que me aguardava na Capilano!”, referindo-se à quantidade de assignments (tarefas) pedidos durante o programa, principalmente escritos – as chamadas Essays (redações).

Outra coisa que é trabalhada nas aulas do Pathway é o tal do critical thinking. Essa expressão refere-se ao desenvolvimento de se pensar criticamente a respeito de algo. Durante as classes, também é ensinado aos alunos a exporem essas ideias e pensamentos. Essas são habilidades primordiais para a vida acadêmica. 

De acordo com Ana e Adilson, as aulas de Pathway também exigiram bastante dos alunos. A turma era composta por estudantes de todos os lugares do mundo, e de diferentes idades e experiências de vida. Na turma de Adilson, por exemplo, tinham 16 alunos, com idades entre 18 e 50 anos.

Uma coisa que eu achei bem interessante é que, periodicamente, íamos juntos com o nosso professor à biblioteca pública de Vancouver. Lá, fazíamos todas as pesquisas necessárias para produzirmos as redações com competência. O professor tinha também o hábito de dar um feedback para cada aluno. Assim conseguíamos saber quais foram nossos avanços e quais os pontos a serem aprimorados. Isso foi muito bacana para a nossa evolução”, explica Adilson.

Sistema de avaliação

Sobre o sistema de avaliação do programa de Pathway, Adilson conta um pouquinho como era: “As avaliações eram compostas por quizzes com vocabulário acadêmico, redações, apresentações em grupo e individuais. A participação em aula também contava pontos. Além disso, uma parte da nota era composta por um teste do IELTS.”

Ainda sobre a avaliação, Ana diz “De início, senti uma dificuldade no formato de provas e trabalhos deste programa, o que descobriria depois que são muito parecidos com os que eu tive já na Capilano. Realmente é um formato de ensino bem diferente do Brasil. São muitos trabalhos por semana, todo dia tínhamos material para entregar, por mais simples que fossem”.

Nível de inglês para iniciar as aulas do Pathway

Para Adilson, o nível intermediário já é suficiente para conseguir acompanhar as aulas. Ana concorda e acrescenta: Acho que é crucial ter um certo nível de inglês para se dar bem no pathway. Admito que eu poderia ter estudado mais inglês no Brasil. Assim eu não precisaria de uma nota tão alta na transição do pathway para o college. Mas se eu não tivesse uma base de alguns anos de estudo no Brasil, acredito que teria mais dificuldade. Meu conselho é: estude inglês.”

Agora sobre a principal dificuldade enfrentada no programa, Adilson cita “Percebo que a grande dificuldade para os estudantes é fazer as apresentações. O que é completamente compreensível. Só com a prática – e com o tempo -, é que vem a fluência. De um modo geral, todos da sala conseguiram atingir um nível satisfatório neste quesito. Mas o que você puder fazer para essa adaptação e desenvoltura com o idioma ser mais rápida e leve, faça. Vai valer a pena”.

A todo momento, os alunos eram estimulados a participar em sala de aula, mas suas personalidades eram sempre respeitadas. “Tive um professor ótimo, atencioso. Constantemente demonstrando interesse e esforço em ensinar. O curso foi muito mais difícil que eu imaginava. Precisei me dedicar bastante para alcançar as notas. Mas a passagem para o college foi super tranquila, pois tive no Pathway todo o apoio e força necessária para me superar”, completa Ana Paula.

Os benefícios do programa de Pathway  

Quando indagada sobre o maior benefício de ter realizado esse programa, Ana expressa: “Na minha opinião, a grande vantagem do Pathway foi que o programa me preparou para tudo o que eu iria enfrentar no curso de pós-graduação na Capilano, seja referente ao nível de cobrança pelos instrutores, o modelo de trabalhos e das apresentações – sejam individuais ou em grupo -, a quantidade de assignments (tarefas) solicitadas, além de também abordarem questões bem específicas e que são levadas super a sério por todo o corpo acadêmico da instituição, tal como o cheating (colar) e o plagiarism (plágio)”. E agrega: “Além desta preparação para o nível da universidade, penso que o programa me trouxe outra interessante vantagem: a parte social. Na sala de aula, fiz bons amigos que até hoje mantenho contato. Eles fizeram essa experiência muito mais divertida”.

Adilson lembra ainda outra vantagem do Pathway. Alguns colleges dispensam a prova de comprovação de fluência no idioma para os alunos destes cursos. Isso, claro, se o aluno concluir com sucesso o Pathway. O que foi o caso dele. Devido a sua excelente performance, Adilson já está matriculado em um programa de Pós-graduação em Marketing no Douglas College. Ele não precisou realizar prova de proficiência como IELTS ou TOEFL. 

Ele, que iniciará seus estudos em breve, diz “Com certeza o Pathway foi incrivelmente válido, pois aumentou muito a minha segurança para fazer um curso aqui no Canadá. Agora que já passei por esta experiência, o considero essencial para quem nunca estudou em uma instituição no exterior. E se essa é a situação em que você se encontra, digo: não fique inseguro. O curso é planejado para lidar com o aluno internacional. Se você fizer a sua parte e se dedicar ao programa, com certeza estará mais tranquilo para continuar com seus estudos”.

Ana diz que recomenda o programa para todos aqueles que precisam alcançar a fluência exigida no idioma. Ela diz que o pathway também é excelente para quem deseja se preparar melhor para o college. “Fez toda a diferença. Se você está pensando em fazer o pathway, pesquise bastante sobre o que é exigido pelo college pretendido. Ouvir a opinião e a experiência de quem passou pela mesma situação também ajuda muito. E, se for possível, procure apoio profissional para te ajudar nesta missão. É essencial alinhar suas expectativas em relação ao tempo necessário para alcançar o nível de inglês para não se frustrar. E, claro, se dedicar. Sem dedicação, não se chega a lugar algum”.

Vida após os estudos e perspectivas para o futuro

Agora Adilson irá aproveitar com sua família o resto do verão canadense. No entanto, já está ansioso para iniciar seu programa no Douglas College em Setembro. Aluno comprometido, mostrou tamanho interesse e esforço em sala de aula que até acabou ganhando a amizade dos professores. E, com certeza, irá alçar altos voos também na próxima etapa de sua vida, como estudante de college.

Já Ana, completou seus estudos na Capilano University em 2018, graduando-se com honras. Uma vitória que compartilha orgulhosa com sua família. Ana Paula, hoje residente permanente no Canadá, sente que todos os desafios que enfrentou foram muito importantes para seu crescimento pessoal e profissional. E já está mirando seu próximo objetivo: conquistar uma nova posição no mercado de trabalho canadense. E finaliza “Estou feliz, e em constante adaptação”.  

College no Canadá

College no Canadá: O que é diferente de estudar no Brasil?

Fazer um college no Canadá é o sonho de muita gente. São meses e, às vezes, anos de planejamento até chegar o momento de embarcar e começar as aulas. E durante todo esse tempo de preparação, as expectativas são muitas e o frio na barriga também é intenso.

Como será fazer uma faculdade no Canadá? Terei muitas dificuldades com o idioma? Estou preparado para voltar à sala de aula e ainda por cima em outro país? Como será a dinâmica das aulas? Será que é muito diferente do que estamos acostumados no Brasil? Se essas e muitas outras perguntas fazem parte da sua realidade neste momento, você está no lugar certo!

Aqui neste texto nós reunimos informações importantes que ouvimos de nossos clientes de college no Canadá durante anos. São dicas simples, mas que podem te ajudar a controlar a ansiedade e ainda te deixar mais preparado para esta nova fase de sua vida.

Vamos lá?

Vou ter aula todos os dias enquanto estiver matriculado em um College no Canadá?

Na maioria dos programas você não precisará ir na faculdade todos os dias da semana, de segunda a sexta-feira. É claro que tudo isso depende muito do curso e da instituição. No entanto, normalmente os colleges no Canadá oferecem mais de uma opção de horário para cada matéria.  Sendo assim, você poderá montar a sua grade da forma que for melhor para você.

Porém, não pense que o fato de você não ter aula todos os dias significa mais tempo livre. A verdade é que o volume de tarefas para casa é bem grande. Você precisará usar essas horinhas a mais para colocar o conteúdo em dia e fazer as atividades pedidas pelo professor.

Alguns instrutores, por exemplo, podem dar pequenos trabalhos para serem feitos em casa em todas as aulas. Já outros gostam de dar um quiz ao final de cada aula para ver se você realmente absorveu o conteúdo. Já deu para ver que estar com a leitura em dia é fundamental, não é mesmo?

É possível conciliar estudo e trabalho tranquilamente?

Estudantes internacionais de college no Canadá tem permissão para trabalhar até 20 horas por semana durante o período de aulas e, de acordo com nossos clientes, é possível sim conciliar estudo e trabalho.

Como falamos anteriormente, em muitas instituições e programas o aluno tem a opção de escolher as matérias e horários e pode montar a grade de uma maneira que facilite para o trabalho. Porém, mesmo naquelas instituições na qual a grade curricular é fechada, é possível encontrar um tempinho para trabalhar.

No início, a maioria dos estudantes trabalham em empregos que contam com um horário mais flexível, como restaurantes e lojas, por exemplo. Sendo assim, as opções são muitas. Alguns preferem trabalhar apenas aos sábados e domingos. Já outros preferem se dedicar ao trabalho poucas horas espalhadas durante a semana. 

Quando começar a trabalhar?

O que vários de nossos clientes gostam de fazer é só começar a trabalhar a partir do segundo semestre do college no Canadá. Assim é possível “sentir” o ritmo do programa de estudos no primeiro semestre e não correr o risco de ficar sobrecarregado enquanto você ainda está em um período de adaptação.

A partir do segundo período, o aluno já conhece melhor a dinâmica das aulas e provavelmente já terá descoberto a melhor forma de estudar e absorver o conteúdo. Sendo assim, quando o trabalho entrar na jogada, ele saberá exatamente como se organizar para dar conta de tudo.

No entanto, sabemos que ficar o primeiro semestre inteiro sem trabalhar pode ser complicado para alguns. Afinal, é um dinheirinho extra que pode ajudar e muito nas contas. Se esse é o seu caso, não se preocupe! Também temos clientes que trabalham desde as primeiras semanas de aula e conseguem conciliar tudo direitinho.

Neste tópico também é importante lembrar que você só poderá trabalhar a partir do seu primeiro dia de aula. Muitas pessoas gostam de chegar no Canadá com certa antecedência para organizar a vida antes das aulas começarem. Se você estiver pensando em fazer isso, só tenha em mente que a sua permissão de trabalho só é válida a partir da data de início de seus estudos.  

Quais são os critérios de avaliação dos colleges no Canadá?

Esta também é uma questão que vai variar de acordo com o professor. Porém, de uma maneira geral, podemos falar que há duas grandes avaliações: os midterms e as finals.

Como o próprio nome já diz, midterms são as provas que acontecem no meio do semestre letivo, normalmente cobrindo toda a matéria estudada até o momento.  

Já as finals normalmente acontecem no último dia de aula e podem englobar todo o conteúdo estudado no semestre ou apenas a matéria aprendida do midterm para frente.

Há ainda os famosos assignments, que são trabalhos menores, e os quizzes, que são testes mais diretos e curtos.

Além disso, grande parte da nota fica reservada para o projeto final, que pode ser individual ou em grupo.  Porém, a última opção é a mais frequente. Como a intenção principal do college é formar os estudantes para o mercado de trabalho, os professores sempre priorizam projetos coletivos. Desta forma, é possível simular o ambiente de uma empresa, onde os alunos terão que trabalhar em equipe o tempo todo.

Como é a dinâmica das aulas de um college no Canadá?

Muitos dos clientes da 3RA concordam que as aulas de um college no Canadá tem um ritmo mais acelerado do que as do Brasil. Os professores esperam que o estudante chegue em sala de aula já preparado para o conteúdo daquele dia.

No Brasil, normalmente o aluno que vai para a sala de aula, tem o primeiro contato com o conteúdo, e só depois faz o estudo dos materiais complementares. No Canadá é ao contrário.

Logo no primeiro dia de aula será entregue o “outline” do curso, que conta com a programação completa para aquela matéria. Ali você vai ter acesso a quais capítulos serão ministrados em cada data. O professor espera que você chegue para a aula daquele determinado dia preparado. Em sala, ele irá passar rapidamente pelo conteúdo e irá esclarecer as dúvidas dos estudantes. Normalmente há também uma discussão ou um estudo de caso sobre o assunto.

Logo, se você não leu/estudou o material antecipadamente, provavelmente ficará um pouco perdido. E se deixar acumular então, aí é que o negócio complica. Cada capítulo normalmente tem de 20 a 30 páginas. Já pensou deixar para estudar tudo na véspera? Impossível! O segredo é seguir o cronograma direitinho e estar sempre com a matéria em dia. Não tem erro. O sucesso é garantido!  

Como funcionam os trabalhos em grupo?

Como falamos anteriormente, os professores de college no Canadá adoram um trabalho em grupo. E o mais legal é que o Canadá é um país multicultural e essa característica também estará presente em sua sala de aula. Prepare-se para trabalhar com pessoas das mais variadas culturas e nacionalidades.

Os trabalhos em grupo são normalmente projetos mais complexos e que irão exigir um esforço maior de você e seus colegas. Quase sempre o professor irá pedir para que vocês assinem um contrato indicando o meio de comunicação que será utilizado entre os membros do grupo, os prazos definidos entre vocês para a entrega de cada parte do trabalho, deveres e responsabilidades de cada membro, etc. Caso algum membro descumpra o contrato, o grupo pode levar o problema ao professor para tentar buscar uma solução.

Saindo de sua zona de conforto (ainda mais!)

Um outro ponto interessante é que dificilmente o professor vai te deixar escolher o próprio grupo. No Brasil, normalmente fazemos os trabalhos com aqueles colegas que mais temos afinidade. No Canadá, o professor vai selecionar os membros do seu time.

Eles sempre falam que no mercado de trabalho você não irá escolher os seus colegas e, por isso, tentam evitar que você faça o projeto sempre com as mesmas pessoas. Além de fazer com que você saia de sua zona de conforto, é uma forma de te ajudar a fazer networking, algo que é muito importante no país. Vários alunos de college já estão no mercado e podem te ajudar neste momento inicial de inserção no job market do Canadá. Além disso, um grupo formado por pessoas de backgrounds distintos pode resultar em um trabalho mais rico e representar mais uma oportunidade de conhecimento para cada membro do time.

Uma curiosidade é quanto a roupa usada em apresentações. Isso não é uma regra, mas muitos professores pedem que os alunos usem roupas mais formais no dia em que forem apresentar o projeto. Para os homens, camisa social, calça social e sapato. Para mulheres, um terninho ou vestido adequado para o ambiente de trabalho. Tudo para simular o dia a dia em uma empresa canadense. 

Materiais complementares

Vários professores adotam livros didáticos, com exceção de cursos mais práticos como edição de vídeo e design gráfico, por exemplo. Muitas vezes os livros podem ser comprados na livraria da própria instituição.

Porém, de uma maneira geral, os alunos preferem aguardar o primeiro dia de aula para ver qual será a recomendação do professor. Tem professor que fala logo de cara que o livro será usado poucas vezes, então você pode comprar em conjunto com outros colegas. Já outros professores falam que o livro será utilizado em todas as aulas. Então vale a pena esperar e ver qual o melhor caminho a seguir. 

Uma dica é buscar por livros usados. No Facebook há milhares de grupos dedicados a compra e venda desses materiais. Neles, os alunos anunciam os livros já utilizados por um precinho bem camarada. Só é preciso ficar atento pois alguns livros tem um código para materiais complementares disponíveis online. Se você for comprar um livro usado e o professor for utilizar esse código, certifique-se que você tem o acesso.

Comunicação

Toda instituição tem uma plataforma online na qual você terá acesso aos slides utilizados em aula pelo professor, fóruns, materiais complementares e, às vezes, provas e quizzes. É preciso sempre ficar de olho neste portal, pois grande parte da comunicação é feita por ali. Os professores gostam de postar recados, avisos e tarefas. Fique esperto para não perder nenhuma informação importante!

Inglês: Um desafio?

De fato, o grande responsável pelo frio na barriga dos estudantes que irão inicar um college no Canadá é o inglês. Ter que realizar leituras, fazer provas e redações e apresentar na frente da sala toda em um idioma em que não estamos 100% confortáveis pode gerar aquele nervosismo. Porém, não se assuste. Isso é completamente normal. Se você atingiu a nota exigida nas provas de proficiência ou completou o seu curso pathway com sucesso, não há motivos para preocupar.

Talvez no início você vai sentir um pouquinho de dificuldade. Por exemplo: Se determinado conteúdo estivesse em português, talvez você gastaria cerca de 30 minutos para ler e compreender. Em inglês, você poderá gastar um pouquinho mais, pois o processo de compreensão vai ser mais demorado e trabalhoso. Mas com o tempo e muita leitura, vai ficando cada vez mais fácil.

Além disso, os professores estão acostumados com estudantes internacionais em salas de aula. Eles não irão te reprovar ou tirar pontos demais porque você falou uma palavrinha de forma equivocada durante a apresentação de um trabalho. Mesmo nas provas, muitos deles costumam relevar erros gramaticais leves. Já nos trabalhos, eles costumam ser mais exigentes, pois você terá tempo para fazer e revisar em casa. No entanto, as faculdadades normalmente contam com serviços de apoio a estudantes internacionais, incluindo auxílio na verificação de trabalhos. Procure saber como isso funciona na sua instituição de ensino. ;)

 

Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá

Quer estudar no Canadá, mas está cheio de dúvidas? Então veja abaixo o texto que preparamos para você. Ele responde as principais dúvidas de nossos clientes:

1)Quais cursos dão direito à permissão de trabalho?

Atualmente, de acordo com a lei canadense, para ter direito a trabalhar o aluno precisa ser um estudante full-time em um programa pós-secundário, ou seja, pós-ensino médio, como colleges, bacharelados, mestrados, etc, com no mínimo seis meses de duração.

Nestes casos, enquanto está tendo aula, o aluno poderá trabalhar até 20 horas por semana (part-time). Já nos períodos de férias, denominados “scheduled breaks”, o estudante poderá trabalhar até 40 horas por semana.

Se o aluno estiver cursando um programa que conta com componente de trabalho (co-op), ele poderá trabalhar full-time no termo destinado para esta parte prática do curso (até 40 horas na semana).

É importante destacar que estudantes matriculados em cursos de inglês NÃO tem permissão para trabalhar.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

2) Se eu tiver uma permissão de trabalho, posso começar a trabalhar a partir do dia que entrar no país?

A permissão de trabalho é válida a partir do primeiro dia de aula do estudante na instituição de ensino. A regra também é válida para o cônjuge. Antes do início das aulas nenhum dos dois podem trabalhar, mesmo que já tenham um work permit válido.

3) O que é o PGWP? Quais cursos dão direito à essa permissão?

O Post-graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que o estudante internacional pode solicitar após completar seus estudos no Canadá. Porém, nem todos os cursos oferecem o direito de aplicar para o PGWP. De uma maneira geral, os programas que dão direito à essa permissão são:

*Faculdades públicas: Qualquer programa com duração acima de oito meses;
*Faculdades particulares: Qualquer programa que seja um degree (Exemplo: Bachelor Degree, Associate Degree ou Masters Degree)

Confira no site do governo canadense se a sua instituição é elegível ao PGWP.

Cursos vocacionais e cursos de inglês não dão direito ao PGWP. Nestes casos, após a conclusão deste tipo de curso, o estudante precisa retornar ao Brasil, a não ser que encontre um outro caminho para continuar no Canadá (como se matricular em um outro curso, por exemplo).

Clique aqui para mais informações sobre o PGWP

4) Qual a diferença entre Colleges e programas de carreira (cursos vocacionais)?

Os programas de carreira ( também conhecidos como cursos vocacionais ou co-op) têm esse nome porque apresentam um componente de estudos mais um componente de trabalho.

Eles são cursos de diplomas e certificados oferecidos em instituições privadas e apresentam uma série de vantagens para os estudantes: Normalmente contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo quando comparado ao nível exigido pelos Colleges em geral. Eles também oferecem ao estudante a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa.

Porém, como já dito anteriormente, eles não dão direito à solicitação do PGWP ao término do curso, não sendo o mais indicado para aqueles que desejam imigrar para o país.

Infelizmente, não há uma lista identificando quais são as instituições públicas e privadas do país. Por isso, procure o seu consultor 3RA para não correr risco de tomar uma decisão equivocada e perder seu tempo e dinheiro.

Obs.: É importante tomar muito cuidado com a nomenclatura co-op. Existem programas em instituições públicas que contam com um termo de co-op, ou seja, um período no qual o estudante precisará trabalhar – ou fazer um estágio – para completar o curso. Este caso é diferente do citado acima.

Clique aqui e saiba mais sobre a diferença entre os cursos vocacionais e colleges

5) Quero levar o cônjuge para o Canadá. Os cursos vocacionais dão direito ao Open Work Permit?

De uma maneira geral, não. Há relatos de pessoas que até conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como é no caso dos colleges públicos. Outro ponto importante a se considerar é quando o casal tem filhos. Cursos vocacionais não dão direito ao ensino público gratuito para as crianças e/ou adolescentes.

6) Existe alguma pontuação extra no sistema de imigração para quem conclui cursos no Canadá?

Sim. Desde o dia 19 de novembro de 2016, estudantes internacionais que concluírem programas pós-secundários ganham pontos no Express Entry, sendo 15 pontos para aqueles que tiverem uma credencial elegível de um programa de um ano ou dois anos e 30 pontos para quem tiver uma credencial elegível de um programa pós-secundário de três anos ou mais ou uma credencial elegível de um programa de mestrado ou doutorado; ou ainda uma credencial elegível no nível de um grau profissional de entrada para a prática para uma ocupação listada na matriz de classificação ocupacional nacional no Nível de Habilidade A para o qual o licenciamento por uma entidade reguladora provincial é necessária.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Então deixe sua pergunta nos comentários para a nossa equipe ;)

 

As 10 melhores perguntas do Hangout “Sessão tira-dúvidas: Estudo no Canadá”

No dia 14 de dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a gerente da empresa, Schirley Dalmagro, responderam as principais dúvidas dos internautas sobre estudo no Canadá em um Hangout ao vivo com transmissão para todo o Brasil. Se você não conseguiu acompanhar o evento, não tem problema! Aqui nós separamos as dez melhores perguntas e respostas para você. Além disso, você também pode assistir ao vídeo na íntegra. É só clicar no play:

1) Quais são as regras gerais para quem quer estudar e trabalhar no Canadá?

 

De acordo com a gerente da 3RA Intercâmbio, Schirley Dalmagro, o aluno que embarca para o Canadá para fazer um programa de College, chega ao país com visto de estudo e permissão de trabalho off campus de 20 horas por semana e 40 horas por semana no scheduled break. Se o aluno tiver um cônjuge, este tem direito a visto de trabalho aberto, sem limite de horas. “É importante lembrar que os dois, tanto aluno quanto cônjuge, só podem trabalhar após o primeiro dia de aula do College ou Faculdade. Se o estudante estiver fazendo um programa Pathway ou inglês, ele não poderá trabalhar durante este período”, explicou.

O diretor da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, também relembrou que na hora de escolher o curso é preciso tomar muito cuidado com a nomenclatura College. “Existem vários cursos vocacionais e até escolas de inglês com o nome de College. Por isso, antes de fechar a instituição procure saber se cumpre os requisitos para que você consiga atingir seus objetivos. Para que a faculdade te dê direito ao PGWP, por exemplo, você precisa fazer um programa com no mínimo oito meses de duração em faculdades ou colleges públicos. Para instituições privadas, apenas programas degree, como bachelor ou masters, por exemplo, dão direito ao PGWP”, disse.

2) Quais são as vantagens do Post-graduation Work Permit (PGWP)?

 

Segundo Schirley Dalmagro, o PGWP é uma grande ajuda para quem quer imigrar para o Canadá. “O seu trabalho durante o período de estudos não irá contar pontos como experiência canadense para a sua imigração, até porque você vai estar trabalhando apenas part-time. Porém, quando você chegar ao PGWP, você não terá limite de horas para trabalhar e se você tiver um emprego full-time dentro dos NOCs 0, A ou B, você poderá somar mais pontos em alguns processos de imigração”, falou a gerente. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

3) Como fica a situação do cônjuge durante o PGWP do aplicante principal?

 

Se o estudante tiver um contrato de trabalho dentro dos NOC 0, A, B, o cônjuge poderá estender o visto de trabalho também. Caso contrário, o cônjuge precisará ficar com visto de visitante e não poderá trabalhar até o estudante conseguir este contrato. “Dentro da nossa experiência, não é difícil conseguir este emprego. Este contrato é simples”, disse Francisco Zarro.

“Nós também sempre orientamos nossos alunos a fazerem suas conexões e construir seu networking ainda na faculdade. Não deixe para depois de formado. Pense no seu objetivo desde o início e vá construindo esse leque antes mesmo de se formar. Assim quando você cair no mercado você já estará mais preparado e aumentará as suas chances de conseguir este contrato de trabalho mais rapidamente”, recomentou Schirley.

4) Pretendo fazer College em uma área distinta da qual me formei. Qual documento devo traduzir para enviar ao College, o Histórico Escolar ou o da Universidade?

 

“Na verdade, nós evitamos matricular os estudantes em áreas muito diferentes das quais eles se formaram no Brasil porque estamos vendo que a imigração não tem reagido bem a esses casos, nos quais o curso escolhido não tem qualquer ligação com o background profissional do aluno”, destacou Francisco.

Porém, sobre a documentação, isso vai variar muito de acordo com a Faculdade. “Nós procuramos analisar quais são os documentos aceitos por cada instituição. Se a faculdade aceita os dois, por exemplo, nós vamos optar por aquele que tornaria o aluno um candidato com mais chances de ser aceito. Vamos escolher aquele com a nota maior, porque a faculdade quer ver quem é você como aluno”, completou Schirley.

5) Ao receber uma solicitação de PGWP o que o governo canadense considera: O tempo de duração do curso divulgado pelo College ou o tempo gasto pelo aluno para concluir o curso?

 

“Quando você terminar o seu curso, a faculdade vai emitir um documento falando o tempo daquele programa. Eu já vi o oficial seguir as duas opções citadas por você. Porém, é interessante você pensar sempre no tempo do curso. Não adianta ficar estendendo muito o seu programa, até porque você precisa ter muito cuidado ao fazer isso. Você vai precisar se manter como aluno full-time no Canadá, cumprindo os critérios determinados pela faculdade”, esclareceu Francisco.

“Eu iria pelo mais seguro. Não vale a pena arriscar um projeto desse para apressar as coisas, ou até mesmo alongar demais, porque isso pode ser mau visto pelos olhos da imigração”, completou Schirley.

6) É verdade que em Montreal, apesar da língua predominante ser o francês, é possível viver, trabalhar e estudar apenas falando inglês?

 

“Existe a possibilidade de estudar em inglês sim. Porém, quanto à busca por emprego, já é um pouco mais complicado. Principalmente aquele primeiro emprego, que é mais coloquial e geralmente envolve atendimento ao público. Acho difícil conseguir se você não tiver o francês”, comentou Francisco.

7) É verdade que cursos de College iniciados em Janeiro não dão direto às férias de Verão?

 

“Depende muito da província, do College e do programa. Na maioria dos programas de Ontario, para você ter direito às férias de verão, você precisa ter estudado dois termos anteriormente. Logo, se você começou em Janeiro, não vai conseguir tirar essas férias, porque o termo de Verão já é o seguinte. Agora se você começou em Setembro, você já vai ter estudado o termo que iniciou em Setembro e o de Janeiro, sendo o de Verão o terceiro termo. Então, de uma maneira geral, na província de Ontario você não consegue mesmo. Em Vancouver já é um pouco diferente. Normalmente não tem essa exigência. Você tem mais mobilidade”, explicou Schirley.

8) Cônjuge e estudante podem chegar ao país em datas diferentes?

 

“O aplicante principal, ou seja, quem vai estudar, não pode entrar depois. Logo, se você é a pessoa que vai estudar, o seu cônjuge pode vir com você ou depois de você, mas nunca antes”, explicou Francisco.

9) Para quem vai tentar uma vaga em uma instituição canadense, qual prova de inglês vocês recomendam? IELTS ou TOEFL?

 

“As faculdades normalmente aceitam os dois. Porém, nós quase sempre indicamos o IELTS, porque é um teste que você vai precisar fazer de novo para o seu processo de imigração (Caso você não queira fazer o CELPIP) e se você já tiver estudado o formado desta prova antes, vai facilitar bastante, ainda que para a universidade seja pedido o IELTS Academic e para a imigração, o General. No entanto, vale a pena avaliar o tipo de prova que te deixa mais confortável. Escolha sempre aquela que você acredita que se sairá melhor”, aconselhou Schirley.

10) Considerando um casal no qual ambos estão fazendo cursos vocacionais. Os filhos terão direito a estudar em escola pública?

 

“Geralmente não, mas isso vai depender muito do school board. Cada um tem suas próprias regras. Porém, na maioria dos casos, com os pais estudando em cursos vocacionais, dificilmente eles irão conseguir matricular o filho em uma escola pública gratuita. Nesta caso, eles podem registrar a criança em uma particular, que custa entre CAD$ 13 e CAD$ 17 mil por ano”, finalizou Francisco.

Inmigrar en Canadá

Quero imigrar: Qual curso é o mais indicado para mim?

Estudar em outro país requer muito cuidado e atenção no planejamento. A situação exige ainda mais cautela quando o objetivo futuro é, por exemplo, a imigração. Cada passo dado deve ser calculado para que decisões erradas não o façam perder dinheiro ou prejudiquem o seu processo. Por isso, entender os tipos de curso disponíveis no mercado e quais deles colaboram ou não para uma ida definitiva para o Canadá é importantíssimo.

Com certeza você já ouviu falar dos cursos vocacionais. Esses programas apresentam uma série de vantagens para os alunos. Normalmente eles contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo se comparado a outros tipos de curso de ensino superior em geral e, por isso, costumam ser mais atraentes. Muitos deles também oferecem aos estudantes a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa. Porém, apesar de todos esses pontos positivos, se a sua intenção é ficar mais um tempo no país após a conclusão do curso ou até mesmo tentar uma futura imigração, os cursos vocacionais podem não ser os mais indicados para você, já que não dão direito à solicitação do Post Graduation Work Permit (PGWP), que é peça fundamental no planejamento daqueles que desejam tentar um processo de imigração após os estudos.

Para quem não sabe, o Post Graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho concedida a estudantes de colleges públicos matriculados em programas com mais de oito meses de duração ou faculdades particulares em programas de degree. Portanto, os programas vocacionais não entram neste quesito. Logo, se você for para o Canadá por meio um programa desses, ao final do mesmo você não poderá estender somente a permissão de trabalho e provavelmente precisará se matricular em outra instituição caso queira continuar no país e ainda não tenha sido aprovado em um processo de residência permanente.

Por esse motivo, colleges públicos e programas de degree de faculdades particulares representam a melhor opção para aqueles que desejam imigrar, já que o PGWP oferece um tempo maior de permanência no Canadá e permissão de trabalho sem restrição de horas (confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP). Já os cursos vocacionais são ideais para quem quer passar apenas um período determinado no país adquirindo conhecimento e experiência de trabalho. Porém, esta não é uma regra geral. Cada caso é diferente e é preciso fazer uma análise do seu perfil para definir o melhor processo para você. Por isso uma consultoria especializada como a 3RA Intercâmbio é tão importante. Assim você não corre riscos de tomar decisões equivocadas e desperdiçar tempo e dinheiro.

Gostou? Então entre em contato com a 3RA hoje mesmo.

Mestrado, pós-graduação e college no Canadá

Fazer um curso superior no Canadá é muito mais fácil do que você imagina. Apesar da aplicação ser em outra língua, a universidade pedir vários documentos entre comprovação de estudo no Brasil, e surgir aquela insegurança se o seu perfil será aceito ou não, a verdade é que no final das contas aplicar para um mestrado, pós-graduação ou college no Canadá é bem menos assustador do que em outros países.

A maioria das instituições canadenses possui processos de aplicação muito bem organizados e objetivos, principalmente quando falamos de mercado internacional. Por ser uma área muito aquecida no país, as maiores e melhores instituições acabam criando departamentos que atendem exclusivamente esse público formado por alunos estrangeiros.

Toda essa organização e objetividade acaba refletindo em transparência, deixando claro logo de início do processo se você poderá ou não ter seu pedido aprovado. Em outras palavras, se você contar com a documentação e qualificação esperadas, além dos recursos financeiros necessários, tudo dará certo. Mas, por onde começar?

Em primeiro lugar é preciso escolher a instituição e enviar seus documentos

O processo de estudar no Canadá começa com pesquisa. Por isso, sua primeira atividade será buscar universidades e programas disponíveis, e ver quais deles se encaixam em seu perfil acadêmico e objetivos profissionais. Tome cuidado porque nem sempre os programas oferecidos são abertos para alunos internacionais, existem alguns cursos abertos apenas para o mercado local.

Assim que encontrar uma (ou mais de uma) opção que ofereça aquilo que você procura, vá em busca das informações sobre requisitos. No Canadá você irá aplicar exclusivamente para o programa que escolheu. Diferente do Brasil, onde os cursos costumam ter a mesma exigência (prova de vestibular ou Enem), nas universidades canadenses cada curso tem seus próprios pré- requisitos. 

Diplomas e outros documentos precisam de tradução juramentada

Verifique com cuidado a lista de documentos que você terá que apresentar para garantir a sua vaga – a maioria deles, se não todos, terão que ser traduzidos para o inglês por um tradutor juramentado.

Além disso, observe outras exigências, como: notas mínimas obtidas no segundo grau e/ou curso de bacharelado (dependendo do programa escolhido a nota da faculdade também será avaliada), se os diplomas da universidade e escolas são reconhecida pelo Canadá, experiência profissional na área, nível esperado de proficiência em língua inglesa, entre outros.

Uma ajudinha para não errar!

Muitas pessoas acabam se atrapalhando com tantas opções oferecidas, porque além das instituições públicas, o Canadá também oferece opções de escolas privadas de excelente qualidade. Sem contar que, mesmo o processo sendo bastante organizado, para quem não lida diretamente com essas escolas, definir o melhor curso, instituição e enviar todos os documentos solicitados, pode ser uma armadilha.

Ainda há o risco de escolher um programa que não oferece o PGWP (Post Gradution Work Permit), o que não contribui para quem deseja imigrar. Por esses motivos, muitas pessoas acabam pedindo auxilio especializado da 3RA Intercâmbio, que com sua experiência em Canadá acaba oferecendo aos brasileiros opções personalizadas, com melhor custo/benefício. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

Agora veja os custos do Mestrado no Canadá

Se você marcou tudo como ok até agora, chegou o momento de ver se o sonho cabe no bolso. Lembre-se de que é não é possível pagar mensalidades como no Brasil – o valor total anual deve ser pago em duas ou três vezes, dependendo da quantidade de termos do curso, sendo o primeiro pagamento fundamental para garantir a sua vaga.

Depois de aceito é hora de emitir o visto de estudante canadense

Depois de receber e analisar os documentos, a escola irá enviar uma carta dizendo se o aluno foi aceito no curso ou não. Quando a aluno não é aceito, na maioria dos casos, a própria universidade sugere caminhos que o estudante pode tomar, ou para ser aceito no futuro, ou para estudar em algum outro curso parecido.

Quando a resposta da instituição é positiva, a mesma manda o que chamam de carta de oferta, que seria a proposta para o estudante pagar um valor inicial e segurar sua vaga. Esse valor pode variar muito, entre CAD $ 1000 a 8000 dólares, dependendo da escola. Após feito o pagamento, enfim o estudante recebe a carta de aceitação da universidade ou college, chamada de LOA (Letter of Acceptance).

É com essa carta que o aluno internacional dará entrada no visto de estudante junto à imigração canadense. Para obter esse visto, será preciso apresentar essa carta, preencher alguns formulários, apresentar comprovação de recursos financeiros, e passar por um exame médico realizado com um médico definido pelo Consulado do Canadá, entre outras exigências.

Agora é só arrumar as malas

Pronto! Após seu visto ser aprovado, basta arrumar as malas e se preparar para embarcar e aproveitar essa conquista ao máximo!

Por quanto tempo estudar inglês antes de entrar no college?

Muitos dos clientes da 3RA querem saber quanto tempo eles precisam estudar inglês até conseguirem entrar no college ou na universidade. Podemos fazer uma média geral para alunos que não sabem nada de inglês e para aqueles que já estão no nível intermediário. No vídeo abaixo o diretor educacional da 3RA Intercâmbio fala sobre esse tempo médio de aprendizagem.

Como você viu no vídeo, a verdade nua e crua é que não existe uma resposta exata e que sirva para 100% dos casos, já que vários fatores vão influenciar na velocidade que uma pessoa aprende outra língua. Entre os aspectos que mais contam na hora de aprender outro idioma, a dedicação do aluno está, sem dúvida, entre os principais. Não basta apenas frequentar a escola de inglês, é preciso fazer os exercícios, ver filmes e escutar músicas em inglês, e praticar a conversação da língua. Isso vale tanto para quem ainda está no Brasil ou no Canadá.

A parte de conversar em inglês pode ser mais difícil no Brasil, mas hoje e dia existem sites que conectam pessoas que falam diferentes línguas para que essas pessoas pratiquem a conversação. Separamos alguns links que oferecem essa possibilidade sem nenhum custo. É uma ótima maneira de praticar o inglês antes de vir para o Canadá.

Ainda falando sobre a impotância de falar inglês, estar imerso na cultura é outro aspecto que vai ajudar a desenvolver o conhecimento do idioma. Por isso, estudar aqui no Canadá faz a pessoa aprender inglês mais rápido. Porém, para brasileiros que só andam e conversam com brasileiros esse aprendizado pode demorar mais, mesmo você estando imerso na cultura do país. Vemos muitas vezes alunos que estudam inglês por um ano e ainda permanecem no nível intermediário, quando vamos analisar, essa pessoa só conversa em português quando não está em sala de aula. O investimento de morar em outro país é alto, vale a pena ficar longe dos brazucas só por um tempo. =)

 

 

Estudando depois dos 30 no Canadá: Qual a melhor opção de curso para você?

 

Fazer uma pós-graduação ou entrar em um college no Canadá? Como escolher a opção certa? Principalmente se você já passou dos 30, a idade pode parecer como uma barreira em diversos momentos.

Afinal, quando chegamos nesta fase da vida, todos passam a nos cobrar estabilidade emocional e financeira – leia-se, casamento, filhos e casa própria.

E pensar em começar tudo de novo em outro país pode parecer loucura para muita gente.

No entanto no Canadá estudar é uma opção segura que te abre portas para os programas imigratórios, independente da sua idade.

Aqui não se pede foto e nem data de nascimento no currículo, isso é considerado discriminação.

O empregador quer ver no seu resumo profissional onde você estudou, que experiências de trabalho você tem, o que te faz em termos de CONHECIMENTO o candidato perfeito para a vaga.

Então deixando o preconceito de lado e sendo prático, qual seria a opção de curso mais indicada para você que passou dos 30 e já fez faculdade no Brasil?

No Canadá existem diversas opções diferentes de cursos e certificações e os mais procurados são os colleges e programas de pós-graduação.

Para quem não conhece, os Colleges são cursos de dois anos e que se assemelham mais a um estudo técnico.

Nós não temos essa modalidade de estudo no Brasil, mas só para se ter uma ideia, o College pode equivaler aos dois primeiros anos do Bacharelado ou até mesmo a uma especialização.

Na verdade, o ideal é não se prender a títulos, mas sim procurar aquela opção de curso que vai acrescentar mais à sua carreira e te ajudar a atingir os seus objetivos de vida no Canadá.

Veja abaixo alguns pontos a serem considerados durante a escolha do seu college no Canadá ou pós-graduação:

1 – Proficiência na língua inglesa ou francesa

O Canadá tem duas línguas oficiais, o inglês e o francês.

Se você ainda não tem segurança na língua falada na província que escolheu estudar, talvez a melhor opção seja um college.

A nota que os colleges pedem nos testes de proficiência da língua costumam ser menores.

Além disso, estudando no college você poderá passar mais tempo estudando a língua, antes de se lançar no mercado de trabalho onde sua fluência será cobrada.

De nada adianta você ter todos os diplomas necessários e a qualificação de que o Canadá precisa, se você não souber se comunicar suficientemente bem para fazer o seu trabalho ou mesmo para passar na entrevista de emprego.

2 – Sua profissão não está entre as mais requisitadas no Canadá

Verifique se a sua profissão atual está entre as preferidas pelo governo canadense.

Se ela não estiver na lista, e se você tiver tempo, aptidão e força de vontade para mudar de profissão e optar por algo que esteja em alta demanda no Canadá, saiba que, assim, você terá maiores chances de ser um futuro imigrante bem sucedido.

O Canadá tem políticas claras voltadas para imigração de trabalhadores com formação nas áreas de interesse para a economia nacional, por isso vale a pena investir em uma mudança deste tipo.

3 – Sua profissão está na lista de atividades com alta demanda

Se a sua profissão está na lista de atividades com alta demanda no Canadá, um novo curso na sua área pode ser o empurrão que você precisa para entrar no mercado de trabalho.

A pós-graduação ou o College no Canadá podem te ajudar a ver de perto como as coisas funcionam em seu campo de atuação, é onde você fará seu networking, além de deixar seu currículo mais atrativo por ter estudado em uma instituição canadense.

E para se atualizar mais sobre o assunto, confira o nosso conteúdo College no Canadá: O que é diferente de estudar no Brasil?

Espero que esse post tenha te ajudado a tentar pensar um pouco melhor sobre como escolher entre um pós-graduação ou um college no Canadá.