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Trabalhar e Estudar no Canadá: a importância de seguir as regras do país

Recentemente, o site Global News abordou a importância de seguir as regras sobre  trabalhar e estudar no Canadá. O website destacou que um estudante de um college público da província de Ontário burlou as normas do país, pois estava trabalhando full-time durante o período dos estudos. A imigração canadense, então, ordenou que ele fosse deportado ao seu país de origem no último dia 15 de junho. 

Nós sabemos que, no Canadá, estudantes podem trabalhar apenas 20 horas por semana, se estiverem em um programa que dê este direito. Porém, existem pessoas que, para bancarem o alto preço do custo de vida do país e das mensalidades de seus estudos, trabalham mais do que o é permitido por lei. Mas isso é errado! O aluno pode trabalhar em período integral apenas nas pausas programadas ou nas férias do college. 

 Trabalhar e Estudar no Canadá: Entenda a matéria do Global News 

 Jobandeep Sandhu, natural da Índia, trabalhava como motorista de caminhão e foi abordado por policiais federais em uma ação rotineira. O estudante de 22 anos disse que chegava a trabalhar quase 50 horas semanais para assim poder pagar seus estudos e ajudar um irmão com as despesas pessoais. Ele era aluno de Engenharia Mecânica na cidade de Mississauga. E mais, se formaria em apenas 10 dias do momento em que foi descoberto pelas autoridades. 

Trabalhar e estudar no Canadá: regras para estudantes internacionais 

Quando você chega no Canadá como estudante de um programa que lhe permite trabalhar por 20 horas semanais, o governo entende que seu foco são os estudos. Na situação mencionada na reportagem do Global News, um porta-voz da Agência de Serviços de Fronteira do Canadá (CBSA) disse que o estudante cometeu algo “inadmissível” no Canadá ao “violar os termos de uma permissão de estudo”. 

Por isso, é muito importante o estudante internacional se atentar às regras do país. Principalmente se vier em família, pois caso aconteça algo, isso pode influenciar no projeto de todos os membros. 

Caso você tenha alguma dúvida sobre seu visto, entre em contato com a Immi Canada. A empresa é responsável e especialista em vistos e imigração para o Canadá. Veja algumas regras e permissões para estudar no país. 

Trabalhar e estudar no Canadá: o que pode e o que não pode fazer

Existem muitas opções para quem deseja estudar e trabalhar no Canadá. O que muita gente não se atenta é que, para poder trabalhar enquanto estuda, o aplicante deve estar inscrito em um programa de carreira ou um curso de desenvolvimento profissional em um college ou universidade. Além disso, o programa escolhido deve obedecer a alguns critérios estabelecidos pelas Leis do Governo Canadense. 

Uma questão que muita gente não sabe é que estudantes de idioma não podem trabalhar no Canadá! Antes de junho de 2014 quem estudava inglês ou francês no país podia pedir um visto de trabalho. Essa permissão dava ao aluno o direito de trabalhar a mesma quantidade de horas que ele havia estudado depois que o curso de idiomas terminasse. Porém, no dia 1º de junho de 2014 essa lei canadense mudou.

 Os consultores educacionais da 3RA são especializados em programas de estudo no país e poderão te auxiliar em seu planejamento. Além disso, poderão te passar algumas dicas para que sua experiência no Canadá seja a mais proveitosa possível. Entre em contato com a 3RA Intercâmbio . 

Primeiro passo: escolher o programa de estudos 

Como falamos anteriormente, para que o aluno possa trabalhar no Canadá ele precisa estar matriculado em um programa full-time, com duração mínima de oito meses, ou em uma faculdade privada em um curso de degree.  Existem dois tipos de instituições: os colleges e as universidades. 

O college é mais voltado ao mercado de trabalho, em áreas de alta demanda e empregabilidade. São programas de diploma e certificado que possuem o foco na área prática. Já as universidades oferecem bacharelados, mestrados e doutorados. Estas instituições são voltadas à produção de pesquisas. 

Trabalhar e estudar no Canadá: programas vocacionais

Uma das alternativas para quem deseja estudar e trabalhar no Canadá é fazer um programa vocacional. O curso conta com valores mais baixos se compararmos aos colleges públicos, e ainda te dá o direito de trabalhar full-time durante o período do estágio remunerado (co-op). 

Os cursos vocacionais são conhecidos como career colleges ou programas de “Estudo + Trabalho”. Neste tipo de programa, o aluno fica em sala de aula por um período e depois coloca em prática o que aprendeu na teoria. Neste momento, o estudante poderá trabalhar 40 horas por semana (lembrando que ele poderá trabalhar por 20h desde o primeiro de aula). 

Estes cursos são oferecidos nas credenciais de certificado e diploma e são ministrados em colleges privados. Para ingressar, é necessário ter o Ensino Médio completo (2º grau), e ter, no mínimo, 18 anos de idade. As áreas mais comuns são: hotelaria, negócios, atendimento ao cliente, entre outras.

Para poder trabalhar, o curso vocacional deve ser full-time com, no mínimo, seis meses de duração. Lembrando que mesmo que você chegue antes ao Canadá, poderá trabalhar apenas a partir do seu primeiro dia de aula. Caso você estude inglês antes, que pode ser inglês geral ou Pathway, durante este período não é permitido trabalhar.

Trabalhar e estudar no Canadá: colleges que dão direito ao PGWP 

Outra opção para quem deseja trabalhar e estudar no Canadá é fazer um programa em um college que dê direito ao PGWP. O Post-graduation Work Permit é uma permissão de trabalho sem restrição de horas que os estudantes internacionais têm direito de aplicar ao fim dos estudos no Canadá. 

Para ter direito a pedir o PGWP, o aluno precisa ter finalizado um programa de uma faculdade pública de, no mínimo, oito meses de duração ou em um curso de degree em faculdades particulares. Como nos cursos vocacionais, estes também possibilitam que o aluno trabalhe 20h por semana desde o primeiro dia de aula. Confira os colleges que dão direito ao PGWP.  

O estudante tem até 180 dias para aplicar para o PGWP. Esta é uma regra nova do Governo canadense, já que este prazo anteriormente era de apenas 90 dias. Além disso, não é necessário mais ter um visto de estudos válido, mas é necessário ter um status temporário válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país. 

O PGWP é concedido apenas uma vez na vida. Portanto, fique de olho no tempo deste visto: 

  • Conclusão de um programa de oito meses de duração: poderá ser elegível para oito meses de PGWP;
  • Conclusão de um programa de 12 meses de duração: poderá ser elegível para um ano de PGWP;
  • Conclusão de um programa de dois anos ou mais: poderá ser elegível para até 3 anos de PGWP.

Trabalhar e estudar no Canadá: Vantagens de fazer um curso que dê PGWP

Estudante com cônjuge

Se você estiver com seu cônjuge no Canadá, ele também poderá ter o visto de trabalho aberto atrelado ao visto de estudos do aplicante principal que está estudando em um programa que dê o PGWP. Desta forma, se vocês estiverem pensando em permanecer no país, a experiência do cônjuge já estará valendo para processos de imigração caso ele esteja em um trabalho nos NOCs 0, A ou B. 

O NOC –  National Occupational Classification (NOC) é um sistema nacional que classifica as ocupações no Canadá. 

Após a finalização do seu curso você poderá aplicar para o PGWP e aí sim sua experiência de trabalho vai começar a contar pontos para processos de imigração.  E o cônjuge? Calma, ele também terá a possibilidade de estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal. O estudante só precisará apresentar uma oferta de trabalho e alguns paychecks recentes. Contate a Immi Canada  pelo e-mail [email protected] caso tenha alguma dúvida. 

Atenção: Recentemente, a imigração atualizou as regrinhas a respeito do momento em que o cônjuge, que está acompanhando um estudante de college ou faculdade, poderá começar a trabalhar no Canadá. Agora, o cônjuge está liberado para trabalhar a partir do momento em que o seu Open Work Permit (visto aberto de trabalho) for aprovado e o SIN number for emitido, não precisando mais aguardar o estudante iniciar suas aulas no college ou faculdade. Para o estudante, a regra permanece a mesma – ou seja, ele só poderá trabalhar (até 20h semanais) a partir de seu primeiro dia de aula no college ou faculdade. 

PGWP x imigração

É muito importante destacar que a experiência de trabalho no Canadá não garante a residência permanente. Ela irá apenas somar pontos no processo, tornando o cenário mais favorável para vocês. Existem outros fatores que vão ajudar, como experiência de trabalho, nota em prova de proficiência de inglês, entre outros. 

Caso tenha alguma dúvida nesta aplicação, entre em contato com a IMMI Canada pelo e-mail [email protected]

Famílias com filhos

Uma outra grande vantagem é que, dependendo da credencial do curso, os filhos poderão estudar em escola pública no Canadá. Em British Columbia, as crianças têm direito a estudarem de forma gratuita a partir dos cinco anos; e em Ontário, a partir dos quatro. Antes disso, as crianças podem ir para a creche no Canadá, que é paga. 

Pagamento do college

Por fim, um ponto importante que podemos ressaltar é que o pagamento do curso é feito por semestre. Muitos clientes quando se deparam com o valor total do programa se assustam porque pensam que precisam quitar tudo no primeiro momento. Mas no Canadá os pagamentos são feitos a cada 4 meses, em sua maioria (semestre). 

 Trabalhar e estudar no Canadá: planejamento financeiro 

O primeiro passo para estudar no Canadá é fazer o planejamento financeiro. Vimos que o aluno de Ontário acabou excedendo as horas, porque precisava pagar seus estudos. Nós indicamos que os estudantes já cheguem ao país com o valor total do college guardado, pois você poderá trabalhar apenas 20 horas por semana, e este montante será apenas para sua manutenção mensal. 

Para se ter uma ideia, veja a tabela abaixo com os valores anuais dos cursos vocacionais e colleges públicos em British Columbia e Ontário. 

British Columbia Ontario
Cursos vocacionais CAD$ 8.000 a 10.000/ano CAD$ 8.000 a 10.000/ano
Colleges públicos CAD$ 18.000/ano CAD$ 15.000/ano

Se considerarmos que o salário mínimo por hora atual na província de British Columbia é CAD 13.85 e você só poderá trabalhar 20 horas por semana, você receberá, ao fim do mês, CAD 1.108 (sem contar os valores descontados). Já em Ontario, o salário por hora é CAD 14, sendo assim CAD 1.120 ao fim do mês. Para o college vocacional, você terá que pagar o valor total antes mesmo de iniciar as aulas. Já para o college público, o montante é dividido entre a quantidade de termos daquele ano. 

Por isso é muito importante se atentar a este planejamento financeiro, pois o custo de vida no Canadá pode ser mais alto do que você espera. 

Exigência para ingressar em uma instituição canadense

Para que você possa fazer um college ou uma universidade no Canadá, você terá que fazer uma prova de inglês, que pode ser o IELTS Academic, TOEFL, prova específica da escola ou até mesmo o Pathway. Há também o TEF para o caso de quem fará um curso em francês. 

Além disso, é necessário:

  • Diploma de bacharelado para cursos de pós-graduação (nos cursos vocacionais, basta ter o ensino médio); 
  • Histórico da universidade cursada no Brasil ou em outro país com as notas e aprovação em todas as disciplinas;
  • Algumas instituições podem exigir um pré-teste e alguns outros documentos, que podem variar dependendo da escola escolhida e curso.

Fonte: Global News

Trabalhar no Canadá

Trabalhar no Canadá: profissões em alta e salários em 2019

Trabalhar no Canadá é o sonho de muitos brasileiros. E nada melhor que ter acesso a uma lista das profissões em demanda no país para que você já possa ir se organizando. E sabe qual é a boa notícia? A taxa de desemprego no país está no nível mais baixo de sua história – apenas 5.6%, registrados no último mês de dezembro.

As oportunidades de emprego para trabalhar no Canadá estão por toda parte. Porém, há aquelas que estão melhores rankeadas quando o assunto é demanda x salários. Portanto, para trazer o que há de mais popular entre as profissões no país, a consultoria canadense de Recursos Humanos Randstad acaba de divulgar uma lista com as profissões em alta para trabalhar no Canadá, e mais: com a média salarial.

Trabalhar no Canadá: Trabalhador geral

Esta é a vaga de emprego mais em demanda para trabalhar no Canadá, de acordo com Randstad. O termo é um pouco vago, exatamente por incluir uma variedade de atividades, principalmente em cargos de linhas de produção e logística. As funções podem ir desde em manusear massas de pastéis em uma linha de produção até movimentar cargas em grandes depósitos, segundo Carolyn Levy, da Randstad Canadá.

Estes profissionais normalmente são contratados sob regime de contrato temporário ou são encontrados via intermédio de agências de recrutamento. As qualificações variam dependendo do papel desempenhado, mas “a experiência geralmente supera a educação”, diz Levy.

Outro ponto a considerar, é que, embora tenha havido muita conversa sobre empresas que trocam trabalhadores por máquinas, esta não é uma realidade no Canadá, por enquanto. Porém, se esta é uma das suas preocupações, considere migrar para áreas mais especializadas, como soldador e maquinista.

Média salarial: o pagamento é feito por hora e varia de CAD 15,90 e CAD 18,39.

Trabalhar no Canadá: Representante de vendas

Sem surpresa este é o segundo trabalho mais procurado no país. Afinal de contas, toda empresa precisa vender algo, certo? E com a economia indo bem para trabalhar no canadá, as corporações precisam de pessoas qualificadas para fazerem esta função.

Média salarial: estes são geralmente empregos permanentes que pagam entre CAD 52.000 e CAD 62.000 por ano para posições de nível júnior.

Lembrando que há diferenças entre Representante de vendas e Sales Associate. Para este segundo caso, a média salarial no Canadá é em torno de CAD 12 por hora. Para trabalhadores full-time o valor pode variar de CAD 20.000 a CAD 35.000 ou mais por ano.

Trabalhar no Canadá: Contador

Todos as empresas precisam de pessoas que possam gerenciar suas finanças e fazer os impostos, por exemplo. Mas a disputa para contratar contadores também reflete a renovada saúde do setor financeiro, disse Levy.

Outro destaque é que, com a evolução da tecnologia, a tendência é que a área de finanças no Canadá cresça proeminentemente. A capacidade de analisar grandes dados está rapidamente se tornando uma responsabilidade principal no dia a dia destes profissionais. Portanto, é esperado que eles sejam habilidosos não só com os números, mas ao analisar dados com o suporte das plataformas digitais.

Média salarial: o pagamento varia entre CAD 63.000 e CAD 75.000 para a posição de nível médio, que são as mais demandadas no momento.

Trabalhar no Canadá: Gerente de projeto de engenharia

Estes são profissionais qualificados para construção e gerenciamento de pessoas. Com o governo federal injetando dinheiro para projetos de infra-estrutura e o setor imobiliário crescendo a todo vapor, a necessidade de gerentes de projetos de engenharia é alta.

Média salarial: o salário varia entre CAD 74.000 e CAD 92.000.

Trabalhar no Canadá: Analista de negócios

Estes profissionais, especialmente aqueles com algum conhecimento em tecnologia, têm um papel essencial na maioria das empresas, disse Levy. São pessoas que certificam de que a empresa está aproveitando ao máximo suas fontes, claro com a ajuda de todos os colaboradores.

Com a tecnologia sendo um dos pilares da competitividade, é fácil identificar empresas que procuram Analistas de Negócios com experiências em Tecnologia da Informação.

Média salarial: os salários variam entre CAD 73.000 e CAD 87.000.

Trabalhar no Canadá: atendimento ao cliente

Novamente, uma vez que a maioria das empresas precisa vender, elas têm clientes, sejam pessoas ou outras corporações. Por isso, as empresas precisam de alguém para garantir que esses clientes permaneçam satisfeitos.

E mais: se você é conhecedor ou tem experiência com programas de CRM – customer relationship management, você já pode se considerar à frente dos concorrentes, de acordo com a Randstad.

A maioria dos turnos de trabalho é de 9 am às 5 pm, mas algumas funções podem exigir turnos noturnos. A boa notícia é que ter um diploma universitário muitas vezes não é um requisito. A experiência envolvendo atendimento ao cliente, como ter trabalhado em um call center, por exemplo, muitas vezes supera as qualificações formais.

Média salarial: entre CAD 37.000 e CAD 43.000.

Trabalhar no Canadá: Gerente de projetos de TI

Este é um trabalho para os amantes de tecnologia, mas que também sabem lidar com pessoas. Trata-se de liderar equipes de desenvolvedores, analistas e outros técnicos através de projetos de TI mais abrangentes.

Média salarial: CAD 92.000 e CAD 114.000 – tendo uma das maiores médias salariais para trabalhar no Canadá, este cargo é um dos mais procurados por profissionais na área de Tecnologia da Informação.

Atualmente, há uma demanda intensa para a área de TI no Canadá, o que tem chamado a atenção de muitos brasileiros que procuram por empregos no país. E é por isso que ela vem aparecendo nas posições mais privilegiadas dos rankings de carreira de trabalho no Canadá.

Trabalhar no Canadá: Gerente de contas

Pense nisso como um Representante de Vendas de alto nível, diz Levy. Porém, para esta posição você precisará de um diploma ou especialização.

Média salarial: entre CAD 75.000 e CAD 92.000.

Trabalhar no Canadá: Engenheiro de software

Programas de computador estão em quase todos os lugares hoje em dia. Não apenas na sua área de trabalho e ou no celular, mas também em lugares como os carro e nos utensílios de cozinha. Não é surpresa que as pessoas que compram software também estão em todos os lugares. E não apenas nas empresas de tecnologia, mas em praticamente todas as indústrias, do setor bancário ao setor público. Esses cargos exigem um diploma ou curso técnico especializante.

Média salarial: os salários variam de CAD 83.000 e CAD 99.000 para cargos de nível médio, disse Levy.

Trabalhar no Canadá: Operadores de empilhadeira

Há muitos anúncios de emprego procurando por pessoas que podem operar uma empilhadeira. Isso ocorre porque mais e mais canadenses estão fazendo compras online. E isso, aumentou a necessidade de as empresas armazenarem mercadorias em armazéns gigantes, dos quais seus pedidos são enviados. E neste cenário, os operadores de empilhadeiras são essenciais para mover produtos e itens em todos esses armazéns.

O trabalho de operador de empilhadeira é, reconhecidamente, um candidato principal para automação. A substituição de motoristas humanos por computadores, por sua vez, tem altos custos iniciais, disse Levy. Por exemplo, “as empilhadeiras automáticas exigem a mudança do layout dos corredores do armazém, e muito mais”, acrescentou.

Empregos como operadores de empilhadeira são considerados papéis fundamentais em mão de obra fabril, porém “presume-se ter começado a diminuir, mas que ainda preenchem uma boa parte das atividades atualmente exercidas em logística”, disse Levy à Global News.

Média salarial: atualmente, o salário por hora está entre CAD 16,59 e CAD 19,42.

Trabalhar no Canadá: como fazer o currículo e a cover letter

Bom, já vimos quais são as vagas de empregos em demanda no Canadá para 2018, porém, agora é a hora de traçar a estratégia de como chegar a estas oportunidades.

Nós já abordamos em textos anteriores os tipos de currículos que são mais utilizados no país, explicamos também sobre a formatação e as informações que você deve (ou não) colocar neste documento. Porém, há uma outra dica super importante e que merece um post à parte: É preciso adaptar 100% o seu currículo a cada oportunidade encontrada. Isso mesmo! Cada vaga que listamos acima vai precisar de um documento específico.

Veja algumas dicas:

1)Use gráficos e torne o seu currículo mais fácil de ler

Gráficos resumem bem as informações e tornam mais fácil a compreensão do empregador. Por exemplo, se você quer mostrar que o seu projeto foi responsável por um aumento de 25% nas vendas da última empresa que você trabalhou, um gráfico vai mostrar isso de uma forma bem mais interessante do que um simples texto.

2) Retire todas as informações desnecessárias de seu currículo

Um currículo muito longo pode desanimar o entrevistador. No Canadá normalmente os currículos contam com apenas uma página, no máximo duas.

3) Escolha um formato apropriado para a vaga que você está tentando

Escolha aquele que mais valorize a sua experiência e que mais se adeque a posição de trabalho desejada.

Além de seguir as dicas acima, é importante saber também algumas coisas que você não deve fazer de maneira alguma em seu currículo. Desta forma, você evita ser “cortado” logo de cara na primeira etapa da seleção.

Veja abaixo:

1) Não coloque a sua idade. Esta não é uma prática comum no Canadá. Desta forma você evita também não ser chamado por ser “muito velho” ou “muito novo” para a posição desejada.

2) Nunca revele características como estado civil, religião, orientação sexual, etc. Se uma característica não tem absolutamente nada a ver com o trabalho, nunca a inclua no currículo.

3) Não adicione seus “hobbies” em seu currículo. Se não é algo relevante para a vaga, não coloque.

4) Não adicione sua foto. Essa não é uma prática comum no Canadá. Os empregadores estão mais interessados nas suas habilidades do que em sua aparência.

5) Se você tem “gaps” em sua história de trabalho, não explique o porquê em seu currículo. “Gaps” são comuns, mas o currículo não é lugar para você justificá-los.

Trabalhar no Canadá: Faça uma cover letter de sucesso

Não podemos esquecer da tão famosa e apreciada cover letter. Como o próprio nome já diz, a cover letter (ou carta de apresentação) é uma forma de você se apresentar para o seu futuro empregador. É com ela que você vai fazer o seu “marketing pessoal” e  causar a primeira impressão, que é tão importante!

A carta deve funcionar como um “complemento” do currículo. Além da própria apresentação, o documento deve incluir informações sobre a empresa, a vaga desejada e como o candidato poderia ajudar a empresa a atingir seus objetivos. É preciso lembrar de sempre escrever a carta relacionando à vaga específica para a qual você está se candidatando.

Para ser eficaz, a sua cover letter precisa:

  • Chamar a atenção do empregador;
  • Mostrar que você é o candidato ideal para a vaga e que atende aos interesses e necessidades da empresa;
  • Destacar suas habilidades;
  • Convencer o empregador que ele deve lhe convidar para a entrevista de emprego;

Veja abaixo um exemplo do que precisa constar em cada parágrafo de sua cover letter:

Primeiro parágrafo:

Em um primeiro momento, você precisa ser claro para qual posição você está aplicando e incluir ainda qual a fonte da vaga, ou seja, qual o canal que  você utilizou para chegar até a posição.

Exemplo: “Please accept my resume for the part time file clerk that was posted at Human Resourse Development on June 18th 2015”.

Segundo parágrafo:

Hora de falar das habilidades e experiências que se adequam ao perfil da vaga e da empresa.

Exemplo: “As you can see from my resume I have four years experience working in an office and have computer skills that include Microsoft Word with a word processing speed of 55 words per minute”

Terceiro parágrafo:

Neste parágrafo, você deve incluir suas características.

Exemplo: “Past employers have described me as hard working with good ethics. I pride myself in paying attention to detail and working well alone or with a group”.

Quarto parágrafo:

Agradeça ao empregador pela oportunidade e termine deixando seus contatos e como ele pode te encontrar.  Um exemplo é, “I can be reached during the day at phone number or you can leave a message anytime at this number”.

Formato da Cover Letter:

No cabeçalho, você deve incluir seu nome e endereço completo (incluindo o seu código postal).
Logo depois você pode colocar a data no formato: June 8, 2016

Em seguida, é necessário inserir o nome do empregador, o título, endereço da empresa e código postal
Após estes passos, coloque a saudação, que pode ser  “Sincerely”, “Yours sincerely”, ou “Regards”

Corpo do texto: Normalmente três parágrafos

Fonte: Randstad

Leia mais: As 15 melhores perguntas do Hangout “Mercado Canadense: Currículos e Cover Letters”

Como adaptar o seu currículo as diferentes oportunidades do mercado canadense

estudar e trabalhar no Canada

Estudo e trabalho no Canadá: conheça os programas vocacionais

Se você pretende fazer um programa de Estudo e trabalho no Canadá, uma das opções mais econômicas para iniciar sua vida por aqui é fazer um curso vocacional. Um dos principais motivos que fazem desta opção uma das mais procuradas é exatamente a possibilidade de trabalhar durante seu programa de estudos. Mas fique atento, pois é necessário atender a algumas regrinhas que falaremos à frente.

Os cursos vocacionais também são conhecidos como career colleges. Eles costumam contar com valores muito mais acessíveis, além de exigirem um nível de inglês mais baixo. E claro, te permite trabalhar em muitos casos durante o período de estudos. É por isso que, muitas vezes, você também verá a denominação “Estudo + Trabalho” para esta opção.

Geralmente, neste tipo de programa, o aluno vai ficar em sala de aula por um período, e, para se formar, precisará concluir uma etapa de estágio na área em que está estudando, pelo mesma quantidade de tempo que sua carga-horária dentro de sala. Ficou confuso? Calma que a gente te explica.

Curso vocacional: Veja como funciona

Por exemplo, durante o estudo, você poderá trabalhar 20 horas na semana. Quando acabar o componente de estudos, você terá o direito de trabalhar essas 20 horas, mais uma carga horária equivalente ao tempo no qual estudou na primeira parte do curso. Então, nesses casos, os alunos acabam trabalhando full-time durante este período. O tempo da parte prática do curso nunca deve superar o tempo de estudos.

Estudo e trabalho no Canadá: características dos cursos vocacionais

Estudo e trabalho no Canadá

Os cursos vocacionais são programas de certificado e diploma oferecidos por instituições privadas de ensino. As áreas mais comuns nestes tipos de cursos são:  Negócios,  Hotelaria,  Atendimento ao cliente, entre outras. A escolaridade mínima exigida é Ensino Médio (2º grau completo), porém é necessário ter, no mínimo, 18 anos de idade.

Para que você possa trabalhar, será necessário que o curso escolhido atenda as características exigidas pela imigração canadense. Ou seja, ele precisa ser full-time com, no mínimo, seis meses de duração. Lembrando que você só poderá começar a trabalhar a partir do seu primeiro dia de aula no curso vocacional. Caso você precise estudar um pouco de inglês antes, você não poderá trabalhar durante este período, ok?

Suporte da escola

Falamos bastante sobre a importância do curso vocacional, já que ele te dá a permissão para trabalhar durante as aulas. Apesar da escola oferecer todo suporte na parte educacional, é importante ressaltar que o aluno é quem ficará responsável por encontrar sua oportunidade de emprego. Por uma taxa adicional, algumas instituições oferecem este tipo de serviço, que envolve a marcação de entrevistas, adaptação do currículo no formato canadense, além de dicas gerais sobre mercado de trabalho no Canadá.

Portanto, não perca tempo e já vá procurando as vagas de emprego mesmo antes de iniciar seu estudos. E se você quiser saber dicas sobre entrevistas de emprego no Canadá, também temos um texto muito bacana sobre o assunto aqui no blog. 

Curso vocacional x imigração

Caso a sua intenção seja imigrar para o país, é preciso ficar atento. Pode ser que o curso vocacional não seja a melhor alternativa para você. Primeiro, porque as horas trabalhadas durante o estágio não irão contar para os processos de imigração e por isso, eles não são muito vantajosos para quem deseja ficar no país de vez.

Outra questão muito importante neste processo de Estudo e trabalho no Canadá é que os cursos vocacionais não dão direito de solicitar o PGWP, que é uma permissão de trabalho que pode ser solicitada após a conclusão dos estudos. Ele é, de fato, uma peça fundamental no planejamento daqueles que desejam utilizar a educação como aliada no processo de imigração. Se você deseja conhecer programas neste formato, nós também temos muitas opções para você. Agende sua consulta educacional e saiba mais.

Para se ter uma ideia, durante o PGWP, caso o aluno consiga um emprego dentro dos requisitos da imigração canadense – essa experiência de trabalho pode contar pontos para o processo.

Os cursos vocacionais, por sua vez, são ideais para quem quer passar apenas um período determinado no país adquirindo conhecimento e experiência de trabalho.

Porém, esta não é uma regra geral. Cada caso é diferente e é preciso fazer uma análise do seu perfil para definir o melhor programa para você. Por isso uma consultoria especializada como a oferecida pela 3RA Intercâmbio é tão importante. Assim você não corre riscos de tomar decisões equivocadas e desperdiçar tempo e dinheiro.

Caso tenha ficado alguma dúvida sobre o PGWP, resolvemos esclarecer um pouco mais sobre o assunto:

O que é PGWP?

O Post Graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho sem restrições de horas concedida após a graduação aos estudantes de colleges públicos matriculados em programas com mais de oito meses de duração ou faculdades particulares em programas de degree – bacharelado e mestrado (Veja a lista de colleges que dão direito ao PGWP). Portanto, como os cursos vocacionais são ministrados em colleges privados e normalmente são programas de diplomas ou certificados, eles não dão direito ao benefício.

Isso significa que, se você for para o Canadá por meio um programa deste tipo, ao final do curso, você não poderá estender somente a sua permissão de trabalho. Caso queira continuar no país, provavelmente precisará se matricular em outra instituição de ensino ou então conseguir a sua imigração através de um dos processos disponíveis atualmente.

 

Cursos vocacionais dão direito ao visto de trabalho para o cônjuge e escola pública para os filhos?

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De uma maneira geral, não. Há relatos de pessoas que até conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como é no caso dos colleges públicos.

Outro ponto importante a se considerar é quando o casal tem filhos. Cursos vocacionais não dão direito ao ensino público gratuito no Canadá para as crianças e/ou adolescentes. Neste caso, os filhos só terão acesso à escola gratuita caso um dos cônjuges tenha um work permit válido que, como já foi dito, pode não ser concedido, e um emprego full-time que siga algumas regras.

Portanto, você poderá ter que arcar com os custos de uma escola particular que, para crianças, por exemplo, custa entre CAD$13 e CAD$ 17 mil por ano.

Estudo e trabalho no Canadá: quanto custa fazer um curso vocacional

Como falamos no início do texto, uma das maiores vantagens deste tipo de programa é o investimento. Enquanto um curso superior em college ou faculdade no Canadá gira em torno de 17 mil dólares canadenses ao ano, um curso vocacional pode custar por volta de 10 mil dólares canadenses durante este mesmo período. Uma diferença bastante considerável.

Para você ter uma ideia do investimento neste tipo de curso, criamos uma tabela com a média de valores em dólares canadenses em diferentes cidades do Canadá.

Conheça as áreas de estudos oferecidas:

  • Business Communication
    Business Administration
    Business and International Trading
    Business Management
    Computerized Accounting and Payroll
    Computer System and Network Specialist
    Community Service Worker
    Customer Service
    Developmental Service Worker
    Early Childcare Assistant
    Hospitality
    International Business Management
    International Trade
    Legal Assistant
    Marketing
    Medical Office Administrator
    Pharmacy Assistant
    Personal Support Worker
    Tourism and Hospitality Management

Investimento em cursos vocacionais:

 

*Valores referentes ao período de Junho a Dezembro de 2018 – Sujeitos a alteração. 

Comparação de valores médios cursos vocacionais x colleges públicos

British Columbia Ontario
Cursos vocacionais CAD$ 8000 a 10000/ano CAD$ 8000 a 10000/ano
Colleges Públicos CAD$ 18000/ano CAD$ 15000/ano

Estudo e trabalho no Canadá: entrada no mercado de trabalho

Estudo e trabalho no Canadá

O cliente 3RA que escolhe estudar em um curso vocacional em Vancouver conta com um auxílio muito bacana para o componente de trabalho do programa. A 3RA Intercâmbio realiza, mensalmente, workshops sobre o mercado de trabalho canadense. Estes eventos são gratuitos para clientes e cônjuges. Quem não é cliente também poderá participar pagando uma taxa especial. Uma oportunidade muito bacana que pode fazer toda a diferença na hora de procurar e conquistar o primeiro emprego no Canadá.

São dois workshops diferentes, ministrados pela especialista canadense Brenda Crump, que conta com mais de 20 anos de experiência em Recrutamento e Seleção no país. A palestra envolve discussões sobre como colocar seu currículo nos moldes canadenses, qual é o mais indicado para cada tipo de emprego, exemplos a serem seguidos ou evitados, como criar cover letter e carta de introdução, onde procurar vagas de emprego, dicas de como se comportar durante a entrevista, e muito mais.

Parceria com escolas canadenses

A 3RA Intercâmbio mantém uma parceria estreita com diversas instituições de ensino no Canadá que oferecem cursos vocacionais. Isso é muito importante, já que é uma forma a mais de acompanharmos de perto a evolução de nossos clientes e do mercado de trabalho local. Como há muitas opções disponíveis, conhecer as opções que cada escola oferece e sua estrutura é um dos grandes diferenciais para montarmos o perfil ideal para nossos clientes.

Desta forma, é possível disponibilizar aos alunos a melhor alternativa, de acordo com suas necessidades, tornando a experiência do intercâmbio prazerosa, confortável e, acima de tudo, inesquecível.

No Brasil, a 3RA conta com unidades em quatro cidades brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Campinas. Já no Canadá, contamos com a nossa matriz em Vancouver e uma unidade em Toronto. Por conta disso, a agência tem capacidade de atender o cliente integralmente não só quando ele está em seu país de origem, mas também quando ele aterrisa em terras canadenses.

 

Confira o depoimento de Luiza Cabadas, aluna full-time da BCIT

Arrumar as malas e partir para um novo país. Esse é o sonho de muita gente, principalmente quando falamos de Canadá. No entanto, essa grande mudança gera também muitos desafios e, por várias vezes, o nervosismo e a ansiedade podem tomar conta daqueles que optam por este novo caminho. Por isso é sempre bom ler história de pessoas que driblaram o medo e a insegurança e estão conquistando cada vez mais o seu lugar aqui na América do Norte. E desta vez nós da 3RA Intercâmbio convidamos a cliente Luiza Cabadas, de 34 anos, para dividir conosco suas experiências.

luizaLuiza Cabadas chegou a Vancouver em Setembro de 2015. Quase um ano e meio depois, ela, que era advogada no Brasil e estava há dez anos longe dos bancos acadêmicos, vem construindo uma história de sucesso no British Columbia Institute of Technology (BCIT), onde estuda Business Operations Management na modalidade full-time. “Cheguei ao Canadá com o meu marido. Eu sempre quis estudar fora e conhecer outras culturas. Como na época da decisão eu estava trabalhando com Projetos, decidi que seria uma boa hora de buscar conhecimento na área de Business”, revelou.

Atualmente Luiza trabalha na empresa Hansen Industries, que conta com um concorrido programa de estágio. “Consegui o tão disputado estágio de verão e trabalhei na organização do estoque de materiais, implementando conceitos de mapeamento de processos, desenvolvimento de manual de procedimentos e treinamento de funcionários. Continuo na empresa, mas agora atuo em outra área, na migração de dados do sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) e desenvolvimento de treinamentos”, explicou.

De acordo com ela, a BCIT a preparou muito bem para o mercado de trabalho. “Além de ser uma instituição altamente renomada e reconhecida no Canadá, ela é extremamente inspiradora. Os professores são profissionais da área e realmente ensinam a teoria, a prática e treinam os estudantes para atingir uma ótima performance no mercado de trabalho. O fato de vários cursos oferecerem a oportunidade de realizar um projeto real em empresas canadenses também agrega valor ao currículo. Com toda certeza a BCIT é um divisor de águas na minha carreira”, destacou.

Porém, segundo Luiza, é preciso muita dedicação para atingir seus objetivos na instituição. “Business era um novo mundo para mim, e digamos que relembrar álgebra e aprender ‘de cara’ matemática financeira em inglês inicialmente foi um desafio. Mesmo que você tenha um inglês avançado, há uma curva de aprendizado para o ouvido, o cérebro e a boca entrarem em sintonia. Mas com o tempo todos conseguem! O conceito de College não existe no Brasil: é um curso muito profundo, concentrado em práticas, e a BCIT tem um nível bem difícil e requer bastante estudo – horas e horas – para obter sucesso”, explicou.

Para quem estuda ou vai estudar na BCIT – seja tanto na modalidade full-time quanto na part-time – Luiza dá algumas dicas: “Organize bem o seu tempo. Não deixa a matéria acumular. Estude constantemente, pois você terá assignments, quizzes e midterms simultaneamente. Além disso, aprenda a trabalhar em grupo. A maioria dos trabalhos são em times. Essa é uma forma da BCIT preparar o estudante para  lidar com a diversidade e conflitos”, finalizou.

Vice-presidente da BCITSA

img_0548Atualmente Luiza Cabadas está concorrendo ao cargo de Vice Presidente Externo da BCIT Student Association (BCITSA). As eleições começam nesta segunda-feira, dia 6 de fevereiro, e seguem até a quarta-feira, dia 8 de Fevereiro, às 2pm.

Caso eleita, Luiza terá como responsabilidade buscar benefícios para os estudantes junto aos órgãos externos. “Já participo do conselho e sou bastante atuante. Entre as minhas propostas estão trazer mais benefícios para os estudantes – como fazer parcerias com academias externas e creches com descontos para os alunos -, buscar uma maior flexibilidade no horário de funcionamento dos restaurantes da BCIT e extensão de benefícios para alunos part-time”, destacou.

Se você é estudante da BCIT e deseja votar em Luiza, basta apenas garantir sua participação através do my.bcit.ca. Clique aqui para votar.

3RA Intercâmbio é destaque no portal nacional BrasilTuris

A 3RA foi destaque mais uma vez na mídia brasileira. Desta vez, o nosso diretor educacional, Francisco Zarro, deu uma entrevista para o portal BrasilTuris, um portal nacional de turismo. Ele falou sobre a oportunidade de conhecer o Canadá e, ao mesmo tempo, estudar no país – que conta com um dos melhores sistemas educacionais do mundo.

A reportagem aborda ainda o fato de o Canadá ter sido eleito pelo jornal “The New York Times” o melhor destino para viagens neste ano de 2017, além de ter sido considerado pelo oitavo ano consecutivo o destino preferido dos brasileiros para estudar inglês.

Ficou interessado? Então clique no link abaixo para ter acesso à reportagem completa:

Brasil Turis – Agência especializada no Canadá acredita que é possível unir o prazer de conhecer o destino com estudos

Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá

Quer estudar no Canadá, mas está cheio de dúvidas? Então veja abaixo o texto que preparamos para você. Ele responde as principais dúvidas de nossos clientes:

1)Quais cursos dão direito à permissão de trabalho?

Atualmente, de acordo com a lei canadense, para ter direito a trabalhar o aluno precisa ser um estudante full-time em um programa pós-secundário, ou seja, pós-ensino médio, como colleges, bacharelados, mestrados, etc, com no mínimo seis meses de duração.

Nestes casos, enquanto está tendo aula, o aluno poderá trabalhar até 20 horas por semana (part-time). Já nos períodos de férias, denominados “scheduled breaks”, o estudante poderá trabalhar até 40 horas por semana.

Se o aluno estiver cursando um programa que conta com componente de trabalho (co-op), ele poderá trabalhar full-time no termo destinado para esta parte prática do curso (até 40 horas na semana).

É importante destacar que estudantes matriculados em cursos de inglês NÃO tem permissão para trabalhar.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

2) Se eu tiver uma permissão de trabalho, posso começar a trabalhar a partir do dia que entrar no país?

A permissão de trabalho é válida a partir do primeiro dia de aula do estudante na instituição de ensino. A regra também é válida para o cônjuge. Antes do início das aulas nenhum dos dois podem trabalhar, mesmo que já tenham um work permit válido.

3) O que é o PGWP? Quais cursos dão direito à essa permissão?

O Post-graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que o estudante internacional pode solicitar após completar seus estudos no Canadá. Porém, nem todos os cursos oferecem o direito de aplicar para o PGWP. De uma maneira geral, os programas que dão direito à essa permissão são:

*Faculdades públicas: Qualquer programa com duração acima de oito meses;
*Faculdades particulares: Qualquer programa que seja um degree (Exemplo: Bachelor Degree, Associate Degree ou Masters Degree)

Confira no site do governo canadense se a sua instituição é elegível ao PGWP.

Cursos vocacionais e cursos de inglês não dão direito ao PGWP. Nestes casos, após a conclusão deste tipo de curso, o estudante precisa retornar ao Brasil, a não ser que encontre um outro caminho para continuar no Canadá (como se matricular em um outro curso, por exemplo).

Clique aqui para mais informações sobre o PGWP

4) Qual a diferença entre Colleges e programas de carreira (cursos vocacionais)?

Os programas de carreira ( também conhecidos como cursos vocacionais ou co-op) têm esse nome porque apresentam um componente de estudos mais um componente de trabalho.

Eles são cursos de diplomas e certificados oferecidos em instituições privadas e apresentam uma série de vantagens para os estudantes: Normalmente contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo quando comparado ao nível exigido pelos Colleges em geral. Eles também oferecem ao estudante a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa.

Porém, como já dito anteriormente, eles não dão direito à solicitação do PGWP ao término do curso, não sendo o mais indicado para aqueles que desejam imigrar para o país.

Infelizmente, não há uma lista identificando quais são as instituições públicas e privadas do país. Por isso, procure o seu consultor 3RA para não correr risco de tomar uma decisão equivocada e perder seu tempo e dinheiro.

Obs.: É importante tomar muito cuidado com a nomenclatura co-op. Existem programas em instituições públicas que contam com um termo de co-op, ou seja, um período no qual o estudante precisará trabalhar – ou fazer um estágio – para completar o curso. Este caso é diferente do citado acima.

Clique aqui e saiba mais sobre a diferença entre os cursos vocacionais e colleges

5) Quero levar o cônjuge para o Canadá. Os cursos vocacionais dão direito ao Open Work Permit?

De uma maneira geral, não. Há relatos de pessoas que até conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como é no caso dos colleges públicos. Outro ponto importante a se considerar é quando o casal tem filhos. Cursos vocacionais não dão direito ao ensino público gratuito para as crianças e/ou adolescentes.

6) Existe alguma pontuação extra no sistema de imigração para quem conclui cursos no Canadá?

Sim. Desde o dia 19 de novembro de 2016, estudantes internacionais que concluírem programas pós-secundários ganham pontos no Express Entry, sendo 15 pontos para aqueles que tiverem uma credencial elegível de um programa de um ano ou dois anos e 30 pontos para quem tiver uma credencial elegível de um programa pós-secundário de três anos ou mais ou uma credencial elegível de um programa de mestrado ou doutorado; ou ainda uma credencial elegível no nível de um grau profissional de entrada para a prática para uma ocupação listada na matriz de classificação ocupacional nacional no Nível de Habilidade A para o qual o licenciamento por uma entidade reguladora provincial é necessária.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

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Inmigrar en Canadá

Quero imigrar: Qual curso é o mais indicado para mim?

Estudar em outro país requer muito cuidado e atenção no planejamento. A situação exige ainda mais cautela quando o objetivo futuro é, por exemplo, a imigração. Cada passo dado deve ser calculado para que decisões erradas não o façam perder dinheiro ou prejudiquem o seu processo. Por isso, entender os tipos de curso disponíveis no mercado e quais deles colaboram ou não para uma ida definitiva para o Canadá é importantíssimo.

Com certeza você já ouviu falar dos cursos vocacionais. Esses programas apresentam uma série de vantagens para os alunos. Normalmente eles contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo se comparado a outros tipos de curso de ensino superior em geral e, por isso, costumam ser mais atraentes. Muitos deles também oferecem aos estudantes a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa. Porém, apesar de todos esses pontos positivos, se a sua intenção é ficar mais um tempo no país após a conclusão do curso ou até mesmo tentar uma futura imigração, os cursos vocacionais podem não ser os mais indicados para você, já que não dão direito à solicitação do Post Graduation Work Permit (PGWP), que é peça fundamental no planejamento daqueles que desejam tentar um processo de imigração após os estudos.

Para quem não sabe, o Post Graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho concedida a estudantes de colleges públicos matriculados em programas com mais de oito meses de duração ou faculdades particulares em programas de degree. Portanto, os programas vocacionais não entram neste quesito. Logo, se você for para o Canadá por meio um programa desses, ao final do mesmo você não poderá estender somente a permissão de trabalho e provavelmente precisará se matricular em outra instituição caso queira continuar no país e ainda não tenha sido aprovado em um processo de residência permanente.

Por esse motivo, colleges públicos e programas de degree de faculdades particulares representam a melhor opção para aqueles que desejam imigrar, já que o PGWP oferece um tempo maior de permanência no Canadá e permissão de trabalho sem restrição de horas (confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP). Já os cursos vocacionais são ideais para quem quer passar apenas um período determinado no país adquirindo conhecimento e experiência de trabalho. Porém, esta não é uma regra geral. Cada caso é diferente e é preciso fazer uma análise do seu perfil para definir o melhor processo para você. Por isso uma consultoria especializada como a 3RA Intercâmbio é tão importante. Assim você não corre riscos de tomar decisões equivocadas e desperdiçar tempo e dinheiro.

Gostou? Então entre em contato com a 3RA hoje mesmo.

Webinars

Confira as melhores perguntas do Webinar sobre atividades de Verão em Vancouver

No dia 08 de Fevereiro, a 3RA Intercâmbio e a Immi Canada realizaram mais um Webinar. E o assunto da vez foi o Express Entry, que tem sofrido uma queda na pontuação desde janeiro, ampliando o número de convites para a residência permanente. Os especialistas da 3RA Intercâmbio receberam clientes que dividiram a experiência deles com os participantes e também responderam às dúvidas enviadas por eles.

Perdeu o evento? Clique no play abaixo e assista ao vídeo na íntegra. Logo em seguida você também poderá conferir um texto com as melhores informações do webinar.

 

Melhores informações do Webinar – Express Entry: Diferentes perfis e possibilidades

1) Como funciona o Express Entry?

De acordo com Celina, o Express Entry foi introduzido em 2015. Para entrar Express Entry, você precisa se enquadrar dentro de um dos três programas disponíveis:

  • Federal Skilled Trades: É mais específico – como para a área de cozinheiros e chefes de cozinha com experiência fora do Canadá e uma oferta de trabalho também aqui no país.
  •  Canadian Experience Class – Para quem já completou um ano de trabalho dentro do Canadá. É preciso ser full-time, ou seja 30 horas ou mais por semana, e dentro do NOC ou 0, A ou B. Experiência de trabalho durante programas de Co-op não são consideradas.
  • Federal Skilled Worker: É preciso atingir uma pontuação mínima de 67 pontos. São levados em consideração: idade, escolaridade, proficiência em inglês e/ou francês, experiência de trabalho fora e dentro do Canadá, familiares imediatos no Canadá.

Em seguida, será preciso entrar no pool do programa. No total são 1200 pontos, sendo 600 baseado no perfil do aplicante principal. Caso seja um casal, são 560 para o aplicante principal e 40 pontos para o acompanhante. Os outros 600 pontos são extras e você pode ganhá-los de algumas maneiras:

  • Para quem concluir cursos de um ano ou dois anos no Canadá: 15 pontos
  • Para quem concluir cursos de mestrado ou com duração de três anos: 30 pontos
  • Para quem completar um ano de trabalho no Canadá: 50 pontos
  • Oferta de trabalho: de 50 a 200 pontos
  • Programas provinciais relacionados ao Express Entry: 600 pontos

2) Perfil dos candidatos:

Alberto de Asevedo e Manuela: Começaram o planejamento em 2014, quando o processo ainda não era o Express Entry. No final de 2014, Alberto viajou para o Canadá para um intercâmbio e se apaixonou de vez pelo país. Em 2015, devido à mudança para o Express Entry, ele decidiu fazer a primeira consulta com a Celina, que avaliou o perfil e viu que era possível aplicar pelo programa. No entanto, Celina optou por fazer o planejamento do casal – que ainda estava no Brasil – separadamente. “Nós fizemos a consulta e vimos que a pontuação do Alberto seria maior como solteiro. Como eles ainda não eram casados e nem moravam juntos, decidimos fazer o processo do Alberto primeiro e aplicar através dele depois para a Manuela”, explicou Celina. Alberto já chegou ao país como residente permanente, enquanto Manuela embarcou com visto de turista e, agora, aguarda o resultado do processo de sponsorship.

Ainda de acordo com Celina, a formação do Alberto é outro ponto importante. “Ele é formado em Direito. Isso mostra que não há uma lista de ocupações e demandas no Express Entry. Não existe uma área de formação específica na qual você não se qualifica”, destacou Celina.

Marina Morena: Chegou ao Canadá com o namorado e inicialmente sem intenção de imigrar, apenas para estudar inglês. Porém, logo depois procuraram a 3RA e a Immi para buscar alternativas de continuar no país. Os dois casaram e o esposo dela foi fazer College, enquanto ela foi para o mercado de trabalho. “Enquanto ele estava na faculdade nós qualificamos a Marina para o Express Entry”, falou Celina.

Ao contrário de Alberto, que teria uma maior pontuação como solteiro, Marina pontuaria mais como casada. “O fato de eu poder trabalhar enquanto o João estudava nos ajudou a somar pontos no Express Entry”.

3) Minha profissão é regulamentada. Posso entrar no Express Entry?

Sim. “Não existe uma lista. Não importa se você é formado em Direito, Medicina, Engenharia ou Arquitetura, por exemplo. A imigração hoje não quer saber se você vai exercer sua profissão ou não depois da residência permanente. Atualmente eles querem saber sua escolaridade e se a sua experiência de trabalho é considerada High Skill”, destacou Celina.

4) Não tenho experiência de trabalho. Isso irá comprometer muito o meu processo?

Sim, mas há alternativas. “Vai comprometer porque o Federal Skilled Worker exige que você tenha pelo menos um ano de experiência de trabalho. Porém temos muitos clientes que chegam novos ao Canadá para fazer faculdade e trabalhar no PGWP. Nestes casos, eu os enquadraria no Canadian Experience Class, ou dependendo da província que eles estiverem, existem outros programas que não pedem experiência de trabalho fora do Canadá”, explicou Celina Hui.

5) O residente permanente paga um valor menor em programas de estudo?

Sim. “Se o Alberto, que já é residente permanente, quiser fazer uma faculdade no Canadá, por exemplo, ele vai pagar bem mais barato por esse curso – cerca de ⅓ do valor pago por alunos internacionais. Além disso, ele terá acesso a diversos cursos que o aluno internacional não tem. Se você vier para o Canadá e no meio do seu curso conseguir imigrar, você vai pagar bem mais barato nos termos que ainda faltarem para a conclusão deste curso”, falou Francisco.

6) Minha faculdade realizada no Brasil contará pontos no Express Entry?

Sim. “A faculdade no Brasil é a base da pontuação. De acordo com Celina, o perfil ideal para o Express Entry é:

  • Jovem – até 30 anos você pontua o máximo com relação à idade.
  • Alta escolaridade – Uma graduação de no mínimo três anos com uma pós-graduação de pelo menos um ano e 360 horas.
  • Alta proficiência no Inglês – “Existe uma diferença muito grande entre quem tem um CLB 9 – que é 8 no listening e 7 nas outras habilidades – para quem tem um CLB 7 – que seria nota 6 por cada habilidade”, explicou Celina.
  • Só é preciso tomar cuidado na hora que você for tentar se encaixar nos programas das província, pois a grande maioria delas exige que você tenha pelo menos um bacharelado de quatro anos ou mais”, falou Celina.
  • Experiência de trabalho – 3 anos ou mais. “Quem tem 3 anos ou trinta anos de experiência pontua da mesma forma”.

7) O que preciso fazer para montar o meu perfil no Express Entry?

  • De acordo com Celina, existem alguns passos a serem seguidos. São eles:
  • Enquadrar-se dentro de um dos três programas citados na questão 1;
    Se a pessoa for aplicar pelo Federal Skilled Worker, ela precisará apresentar:
    – Prova de proficiência no idioma (Inglês ou Francês)
    – Equivalência dos diplomas
    – Um ano de experiência full-time no NOC 0, A ou B
    – Comprovação financeira para quem não tem o LMIA ou não completou 12 meses de trabalho no Canadá.

8) Devemos fazer o IELTS antes da aplicação para imigrar ou para estudar?

  • Imigração: Sim. É preciso ter o IELTS em mãos antes de aplicar.
  • Estudo: Não necessariamente. Existem outras opções para quem ainda não tem um inglês pronto para o IELTS. Entre em contato com a 3RA.

9) Já tenho um inglês bom. Seria interessante estudar francês também?

Sim. “Se você consegue atingir o CLB 9 no inglês, seria interessante chegar aos 50% de francês. Isso vai lhe ajudar a pontuar. Inclusive na Província de Ontario existe uma janela de possibilidades para quem tem um francês CLB 7”, comentou Celina.

10) Há alguma diferença de pontuação no Express Entry entre união estável ou casamento?

“Não há diferença. Porém é importante lembrar que a certidão de união estável no Brasil não é válida no Canadá. O que existe aqui é um formulário que você precisa anexar provas de que vocês moram juntos por pelo menos 12 meses consecutivos. São 12 contas indo para o mesmo endereço para provar isso”, explicou Celina.