colleges que dão direito ao PGWP

Canadá: Governo libera lista de colleges que dão direito ao PGWP

Agora não tem como ter mais dúvida! O Governo canadense divulgou uma lista com todos os colleges que dão direito ao PGWP – Post Graduation Work Permit. Além do nome da instituição, o portal traz informações como a província onde está localizado o college, as cidades e o número designado para aquela instituição.

Para ter acesso às informações, basta acessar o site oficial do Governo Canadense e seguir os passos da tela. Primeiro, você deve selecionar a província que deseja pesquisar. Em seguida, digite as iniciais da instituição e logo aparecerão alguns nomes abaixo, e provavelmente você encontrará o nome da escola pretendida. Ao lado da cidade, você encontrará a opção se aquele college ou universidade é elegível ao PGWP nas opções Sim ou Não.

Confira se a sua instituição te faz elegível ao PGWP

Colleges que dão direito ao PGWP: Entenda como funciona

O PGWP é uma permissão de trabalho sem restrições de horas que pode ter de oito meses a três anos de duração. Todo estudante internacional tem direito de solicitá-lo ao completar um curso de nível superior em uma das instituições de ensino que constam na lista divulgada pelo Governo do Canadá como elegíveis ao PGWP. Antigamente, as pessoas ficavam muito na dúvida sobre este assunto. Porém, com a divulgação da lista de colleges que dão direito ao PGWP você poderá iniciar seu plano Canadá com muito mais segurança.

Porém, não basta apenas que sua instituição esteja na lista. Você ainda precisará seguir algumas regrinhas para conseguir o PGWP. De acordo com a lei do governo, para que você tenha direito ao visto de trabalho após os estudos é necessário que o aluno tenha feito um curso full-time em um programa pós-ensino médio, como bacharelados, certificados, diplomas, mestrados, etc. Ah, e não se esqueça que este curso precisa ser de, no mínimo, oito meses de duração.

Resumo: Quem tem direito ao PGWP?

Aqueles que estudaram em:

*Faculdades públicas: Programas full-time com duração acima de oito meses;
*Faculdades particulares: Programas full-time que concedam pelo menos um degree (Exemplo: Bachelor Degree, Associate Degree ou Masters Degree).

(Este é apenas o resumo de uma regra geral. Para casos específicos, converse com o seu consultor 3RA)

A duração desta permissão de trabalho após a conclusão do curso vai depender da duração de seu programa. Isso quer dizer que, no geral, se você fez um curso com com duração de 12 meses, poderá receber o documento com a validade de até um ano. Aqueles que concluírem um programa que tenha pelo menos dois anos de duração, poderão ter um PGWP de até três anos.

Durante o programa de estudo, você poderá trabalhar durante meio período, ou seja, apenas 20 horas semanais. Com o PGWP em mãos, o aplicante poderá buscar por uma oportunidade em terras canadenses sem restrições de horas na jornada de trabalho.

O que não dá direito ao PGWP

Lembrando que, por regra, cursos vocacionais e cursos de inglês no Canadá não dão direito ao PGWP. Nestes casos, após o término destes modelos de curso, o estudante precisa retornar ao país de origem, a não ser que encontre uma outra alternativa para continuar no Canadá. Uma opção é se matricular em um outro curso, por exemplo.

Por isso, é muito importante contratar uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio. Assim, você terá total segurança e encontrará o melhor programa de estudo e a instituição de acordo com seus objetivos em terras canadenses. Muitas pessoas que desejam estudar e trabalhar no Canadá, por exemplo, acabam fazendo escolhas precipitadas – muitas vezes por falta de conhecimento sobre o assunto – e assim, gastam mais dinheiro. Portanto, caso tenha alguma dúvida, não deixe de entrar em contato com a nossa equipe.

Estudar e trabalhar no Canadá: Quando devo aplicar para o PGWP

Você tem até 180 dias após o recebimento do documento oficial de conclusão de seu curso para aplicar para o PGWP e você precisa ter um status válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país.

Para dúvidas sobre vistos e imigração, sempre indicamos que nossos clientes procurem a empresa parceira Immi Canada, especialista no assunto.

Quais documentos vou precisar?

Uma opção é aplicar online pelo site da imigração canadense. Confira abaixo os documentos necessários para este tipo de aplicação:

  • Enviar todos os formulários exigidos pela imigração;
  • Cópia do passaporte completo;
  • Cópia da permissão de estudos;
  • Cópia do diploma ou certificado da instituição canadense ou do histórico escolar ou uma carta oficial da instituição declarando o término do curso.

Fique ligado, pois uma falha no processo poderá comprometer sua aplicação. Neste caso, como já dito anteriormente, nós indicamos a nossa parceria Immi Canada, que poderá ser contatada pelo e-mail [email protected]

O meu cônjuge poderá estender a permissão de trabalho junto com o meu PGWP?

O cônjuge poderá estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal caso sejam seguidas algumas regras. No momento da aplicação do Post Graduation Work Permit o estudante precisa ter um contrato simples full-time firmado com uma empresa dentro dos NOCs 0, A ou B. O NOC é um sistema que identifica a sua ocupação nas categorias nacionais do Canadá. No website do governo você encontrará todos os NOCs e conseguirá descobrir em qual NOC a sua posição de trabalho se encaixa.

Colleges que dão direito ao PGWP: forte aliado para quem deseja imigrar

Sim, o Post Graduation Work Permit é um forte aliado para quem deseja imigrar e quer utilizar os estudos como auxílio neste processo.  Isso porque a permissão de trabalho te oferece mais tempo de permanência no país. E se você conseguir um emprego dentro dos requisitos da imigração canadense neste período, esta experiência de trabalho te ajudará a somar pontos no processo.

Se você tem interesse em conhecer programas que dão direito ao PGWP, nós temos muitas opções. Entre em contato e agende sua consulta educacional conosco. Este atendimento vai te ajudar a escolher a opção correta para você.

Qual o tempo de resposta para ter o PGWP

Muitas pessoas perguntam sobre os prazos dessas aplicações. Alguns costumam durar um pouco mais, outro menos. Porém, saiba que no próprio site do governo canadense é possível consultar os prazos de diversas aplicações, inclusive do PGWP.

O que mais você precisa saber sobre o PGWP

  • Cada pessoa poderá solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP) somente uma vez na vida. Por exemplo, se você fizer um curso de um ano, e então decidir estudar mais na sequência, é recomendado que você peça o PGWP ao final de todos os programas.
  • A decisão final de todo o processo que rege o PGWP é inteiramente de responsabilidade do oficial de imigração. Inclusive, em muitos casos, eles podem pedir documentos adicionais durante esta análise.

Greve dos Colleges de Ontario: Como fica a situação dos estudantes internacionais?

O fim da greve dos Colleges de Ontario tem gerado muitas dúvidas nos estudantes brasileiros. Muitos deles retornaram as aulas na última terça-feira, dia 21  de Novembro. Neste mesmo dia, o diretor educacional da 3RA, Francisco Zarro, e a consultora de imigração da Immi Canada, Celina Hui, fizeram um vídeo explicando alguns pontos importantes sobre o assunto.

No entanto, alguns alunos ainda apresentaram dúvidas sobre diferentes tópicos. Por isso, veja abaixo um resumo sobre como fica a situação dos estudantes internacionais em relação a visto, cancelamento de aulas, auxílio financeiro para os que foram prejudicados e o calendário de aulas atualizado.

Cancelamento e Reembolso

De acordo com Celina e Francisco, por conta da paralisação, este termo de Fall será um pouco corrido. “A greve atrapalhou o andamento das aulas, então os programas serão oferecidos de uma maneira mais condensada neste termo e os alunos precisarão se esforçar”, destacou Celina.

Por esse motivo, muitos estudantes chegaram a considerar a hipótese de trancar o semestre, pedir o reembolso total que será oferecido pelas instituições, e voltar a estudar apenas no próximo termo, o Winter/2018. Porém, isso não é o mais indicado para os alunos internacionais.

“Nós temos uma grande preocupação em relação a isso. Quando você é um estudante internacional, você precisa preocupar com o seu visto. Quando as instituições falam que irão devolver o dinheiro para quem quiser cancelar o semestre, isso é mais aplicável a um aluno canadense, que não precisa se preocupar com visto. Para um aluno internacional, isso faz toda a diferença”, explicou Francisco Zarro.

Segundo Celina Hui, nesses casos, o aluno não estaria em um scheduled break, que são intervalos pré-determinados pelas instituições de ensino. “Nós conversamos com algumas escolas e 90% delas afirmou que esse ‘intervalo’ não será considerado um scheduled break, mas sim que o aluno cancelou a matrícula e desistiu do programa naquele termo. Isso pode acarretar problemas futuros para os estudantes internacionais”, destacou.

Já aqueles que irão continuar estudando normalmente, não terão problemas. “Você vai continuar tendo direito a trabalhar 20 horas semanais durante o período de aulas e nos scheduled breaks de Natal e de inverno você poderá trabalhar full-time. O cônjuge continua com Open Work Permit, nada vai mudar”, disse Celina.

PGWP e extensão de visto

Para aqueles estudantes que precisarão aplicar para uma extensão de visto por conta da greve e para aqueles que irão aplicar para o Post-Graduation Work Permit (PGWP), a sugestão é sempre incluir uma justificativa. “O que a imigração disse é que em toda aplicação de PGWP é preciso incluir uma carta de explicação falando o que aconteceu. Como a greve dos Colleges de Ontario não é culpa do estudante, acredito que não haverá nenhum problema”, completou Celina.

Caso o aluno ainda assim queira cancelar a matrícula no termo de Fall, algumas preocupações precisam ser levadas em consideração: “O aluno não pode ficar mais de 90 dias sem estudar. Se por algum motivo ele não consiga iniciar o curso em janeiro, como por falta de vagas, por exemplo, ele precisará avisar a imigração, fazer um pedido de visitor permit, além de indicar quando as aulas irão começar. Enquanto ele não estiver estudando, ele não poderá trabalhar as 20 horas semanais e nem durante o Winter e o Christmas break, pois teoricamente ele não será um aluno full-time. No caso do cônjuge, como o visto já foi emitido, ele poderá trabalhar”, finalizou a consultora.

Suporte Financeiro

Por conta dos transtornos gerados pela greve dos colleges de Ontario, a província determinou que os Colleges públicos de Toronto ofereçam um suporte aos estudantes que tenham tido algum tipo de prejuízo financeiro por conta da paralisação.

De acordo com um comunicado emitido Ministério da Educação, estudantes full-time (sejam eles domésticos ou internacionais) estão elegíveis para receber até $ 500 para cobrir gastos inesperados causados pela greve, como taxas adicionais de creches, remarcação de passagens aéreas, entre outros.

A maioria das faculdades ainda não divulgou como será feita a aplicação para o recebimento desse suporte. O previsto é que essas informações sejam divulgadas em breve.

A princípio, a 3RA obteve uma resposta da Centennial College. No caso da instituição, a solicitação do auxílio poderá ser realizada até o dia 5 de Dezembro através de uma ferramenta disponibilizada no site da escola. A ferramenta estará disponível até sexta-feira, dia 24 de Novembro.

Saiba mais no site oficial da província de Ontario

Greve dos Colleges de Ontario: Novo calendário de aulas

Por conta da paralisação de cinco semanas, muitas instituições precisaram alterar as datas do período letivo. Confira abaixo um resumo de como fica as aulas nas principais instituições:

Centennial

Fall/17

– 21 de Novembro: Retomada das aulas
– 30 de Novembro: Prazo limite para o depósito da tuition referente ao Winter 2018
– 23 de Dezembro de 2017 a 1 de Janeiro de 2018 – Intervalo (Holiday Break)
– 12 de Janeiro de 2018: Término do semestre

Winter/2018

– 22 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– 26 de Fevereiro a 2 de Março de 2018 – Intervalo
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

O Spring/Summer Term começará no dia 14 de Maio de 2018.

Para outras informações, acesse o site da Centennial.

Sheridan

Fall/17

– 21 de Novembro: Retomada das aulas
– 23 de Dezembro de 2017 a 1 de janeiro de 2018 – Intervalo (Holiday Break)
– 2 de Janeiro: Volta às aulas
– 12 de Janeiro de  2018: Término do semestre

Winter/2018

– 22 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– 26 de Fevereiro a 2 de Março de 2018 – Intervalo
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

Para outras informações, acesse o site da Sheridan.

George Brown

Fall/17

– 21 de Novembro de 2017 – Recomeço do semestre
– 25 de Dezembro de 2017 a 5 de janeiro de 2018 – Intervalo (Holiday Break)
– 19 de Janeiro de 2018 – Término do semestre

Winter/2018

– 29 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– 26 de Fevereiro a 2 de Março de 2018 – Intervalo
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

Para outras informações, acesse o site da George Brown

Cornestoga

Fall/2017

– 21 de Novembro de 2017 – Recomeço do semestre
– Holiday Break de 23 de Dezembro a 01 de Janeiro de 2018
– Retomada do Fall semester no dia 02 de Janeiro (a data do término do semestre ainda não foi divulgada)

Winter/2018

– 13 de Janeiro (Sábado) – Orientation Session
– Início das aulas em 15 de Janeiro de 2018
– Mid-winter break mantido de 26 de Fevereiro a 02 de Março

Para outras informações, acesse o site da Cornestoga

Fanshawe

Fall/2017

– 21 de Novembro: Recomeço das aulas
– 22 de Dezembro a 2 de Janeiro
– 3 de Janeiro: Recomeço das aulas
– 16 de Janeiro: Término do semestre

Winter/2018

– 22 de Janeiro: Início do semestre
– 27 de Abril: Término do semestre

Para mais informações, acesse o site da Fanshawe

Humber

Fall/17

– 21 de Novembro: Retomada das aulas
– Intervalo (Holiday Break) – Após 6pm do dia 22 de Dezembro de 2017 até às 8am de 2 de Janeiro
– 23 de Janeiro de 2018: Término do semestre

Winter 2018

– 29 de Janeiro de 2018 – Início do semestre
– “Reading week” – Intervalo cancelado
– 27 de Abril de 2018 – Término do semestre

Para mais informações, acesse o site da Humber

Lambton

Fall/2017

Lambton Toronto e Mississauga:

– 21 de Novembro de 2017: Recomeço do semestre
– 15 de Dezembro de 2017: Fim do semestre

Sarnia

– 21 de Novembro de 2017: Recomeço do semestre
– 12 de Janeiro de 2018: Fim do semestre para a maioria dos programas

Winter/2018

Lambton Toronto e Mississauga:

– 02 de Janeiro: Início do Orientation
– 08 de Janeiro: Início do aulas
– Spring Break: Mantido

Lambton Sarnia

– 15 de Janeiro: Início do Orientation
– 22 de Janeiro: Início do aulas
– Spring Break: Cancelado.

Para mais informações, acesse o site da Lambton.

 Seneca

Fall/2017

– 21 de Novembro: Retomada das aulas até 22 de Dezembro
– de 23 de Dezembro a 01 de Janeiro – Holiday Break
– 02 de Janeiro: Retorno das aulas até 09 de Janeiro

Winter/2018

– 17 de Janeiro: Início das aulas até 24 de Abril
– 26 de Fevereiro a 02 de Março – Study Week Break

Para mais informações, entre no site da Seneca.

Se você é estudante e ainda tem dúvidas, entre em contato com a nossa equipe: [email protected] Em Toronto, nós estamos localizado na Victoria Street, número 44, Sala 710.

Viver no Canadá

Pesquisa de intercâmbio: Brasileiros preferem viver no Canadá

Viver no Canadá é o sonho de muitas pessoas. Mais precisamente, pelo 13° ano consecutivo, o país aparece no topo dos destinos mais procurados pelos brasileiros. Quem afirma é a Pesquisa Selo Belta 2017, que reuniu informações de agências de educação internacional e pessoas que realizaram ou desejam fazer um intercâmbio.

O estudo mostra que 53% das empresas apontam o Canadá como o destino mais procurado. Já 20,9% dos interessados têm vontade de estudar no país. A pesquisa ainda ressalta que os cursos em alta são de Marketing, Direito, Turismo e Administração.

Entre os motivos que levam a escolha de viver no Canadá estão a vontade de aumentar as oportunidades de emprego após a especialização no exterior e as chances de sucesso em novas áreas. A carioca Flávia Bartholo optou pelo país para investir na carreira. “Sou formada em jornalismo, tenho experiência em Marketing e há três anos abri uma pequena empresa de design. Neste sentido, senti a necessidade de estudar mais e escolhi o Canadá, pois esta área está em alta no país”, destaca a intercambista e cliente da 3RA Intercâmbio que embarca para Toronto em janeiro de 2018.

Além da questão profissional, os brasileiros buscam melhor qualidade de vida e um sistema de saúde mais digno. “O Canadá é um país diversificado que nos proporciona uma série de benefícios. Queremos uma experiência bacana para toda a família”, completa Flávia, que terá a companhia do seu marido e dos seus dois filhos – de 5 e 11 anos – nesta experiência internacional.

Viver no Canadá: Fatores econômicos no Brasil influenciam escolha

Os brasileiros estão percebendo um aumento da competição no mercado de trabalho e do desemprego – os últimos dados do IBGE mostram que 12,8% da população está desempregada -, e aproveitam as reservas financeiras ou o dinheiro das rescisões trabalhistas para investir na realização de um sonho.

Segundo Francisco Zarro, diretor educacional da 3RA Intercâmbio, o número de clientes que escolhe viver no Canadá vem aumentando gradativamente “Nos últimos anos identificamos um crescimento significativo na demanda de pessoas que querem buscar novas experiências no país. Só em 2016 crescemos 15% em relação ao ano anterior. Temos todo perfil de intercambistas, desde jovens que querem ter a primeira experiência internacional até o profissional que quer fazer uma especialização no exterior”.

Fonte: Pesquisa Selo Belta 2017

Canadá é considerado um dos países mais tranquilos do mundo

O Canadá foi eleito um dos países mais tranquilos e fora de conflitos do mundo. A informação foi divulgada recentemente pelo Global Peace Index (GPI).

De acordo com o relatório, o país ocupa a oitava posição do ranking dos mais tranquilos do mundo. Para chegar a essa conclusão, foram analisados quantitativamente e qualitativamente 23 quesitos diferentes. A intenção foi medir com precisão o nível de segurança, conflitos e o grau de militarização.

O primeiro lugar ficou com a Islândia, que está no topo da lista desde o ano de 2008. Logo em seguida estão Nova Zelândia, Portugal, Áustria e Dinamarca. Confira a lista completa:

1 – Islândia
2 – Nova Zelândia
3 – Portugal
4 – Áustria
5 – Dinamarca
6 – República Checa
7 – Eslovênia
8 – Canadá
9 – Suíça
10 – Irlanda

Canadá: Mais tranquilo e mais feliz

No início deste ano, o país também apareceu na lista dos mais felizes do mundo ocupando a sétima colocação. Para chegar ao Top 10, o Canadá demonstrou valores elevados em todas as seis variáveis-chave usadas para explicar as diferenças de felicidade entre os países como: renda, expectativa de vida saudável, alguém com quem contar em tempos de dificuldade, generosidade, liberdade para fazer escolhas de vida e confiança, com o último medido pela ausência de corrupção nos negócios e no governo.

Canadá está novamente entre os melhores países do mundo
Canadá é um dos países mais felizes do mundo

Dúvidas frequentes: Estudo no Canadá

Quer estudar no Canadá, mas está cheio de dúvidas? Então veja abaixo o texto que preparamos para você. Ele responde as principais dúvidas de nossos clientes:

1)Quais cursos dão direito à permissão de trabalho?

Atualmente, de acordo com a lei canadense, para ter direito a trabalhar o aluno precisa ser um estudante full-time em um programa pós-secundário, ou seja, pós-ensino médio, como colleges, bacharelados, mestrados, etc, com no mínimo seis meses de duração.

Nestes casos, enquanto está tendo aula, o aluno poderá trabalhar até 20 horas por semana (part-time). Já nos períodos de férias, denominados “scheduled breaks”, o estudante poderá trabalhar até 40 horas por semana.

Se o aluno estiver cursando um programa que conta com componente de trabalho (co-op), ele poderá trabalhar full-time no termo destinado para esta parte prática do curso (até 40 horas na semana).

É importante destacar que estudantes matriculados em cursos de inglês NÃO tem permissão para trabalhar.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

2) Se eu tiver uma permissão de trabalho, posso começar a trabalhar a partir do dia que entrar no país?

A permissão de trabalho é válida a partir do primeiro dia de aula do estudante na instituição de ensino. A regra também é válida para o cônjuge. Antes do início das aulas nenhum dos dois podem trabalhar, mesmo que já tenham um work permit válido.

3) O que é o PGWP? Quais cursos dão direito à essa permissão?

O Post-graduation Work Permit (PGWP) é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que o estudante internacional pode solicitar após completar seus estudos no Canadá. Porém, nem todos os cursos oferecem o direito de aplicar para o PGWP. De uma maneira geral, os programas que dão direito à essa permissão são:

*Faculdades públicas: Qualquer programa com duração acima de oito meses;
*Faculdades particulares: Qualquer programa que seja um degree (Exemplo: Bachelor Degree, Associate Degree ou Masters Degree)

Confira no site do governo canadense se a sua instituição é elegível ao PGWP.

Cursos vocacionais e cursos de inglês não dão direito ao PGWP. Nestes casos, após a conclusão deste tipo de curso, o estudante precisa retornar ao Brasil, a não ser que encontre um outro caminho para continuar no Canadá (como se matricular em um outro curso, por exemplo).

Clique aqui para mais informações sobre o PGWP

4) Qual a diferença entre Colleges e programas de carreira (cursos vocacionais)?

Os programas de carreira ( também conhecidos como cursos vocacionais ou co-op) têm esse nome porque apresentam um componente de estudos mais um componente de trabalho.

Eles são cursos de diplomas e certificados oferecidos em instituições privadas e apresentam uma série de vantagens para os estudantes: Normalmente contam com valores mais acessíveis e exigem um nível de inglês mais baixo quando comparado ao nível exigido pelos Colleges em geral. Eles também oferecem ao estudante a possibilidade de trabalhar 20 horas semanais off-campus durante o programa.

Porém, como já dito anteriormente, eles não dão direito à solicitação do PGWP ao término do curso, não sendo o mais indicado para aqueles que desejam imigrar para o país.

Infelizmente, não há uma lista identificando quais são as instituições públicas e privadas do país. Por isso, procure o seu consultor 3RA para não correr risco de tomar uma decisão equivocada e perder seu tempo e dinheiro.

Obs.: É importante tomar muito cuidado com a nomenclatura co-op. Existem programas em instituições públicas que contam com um termo de co-op, ou seja, um período no qual o estudante precisará trabalhar – ou fazer um estágio – para completar o curso. Este caso é diferente do citado acima.

Clique aqui e saiba mais sobre a diferença entre os cursos vocacionais e colleges

5) Quero levar o cônjuge para o Canadá. Os cursos vocacionais dão direito ao Open Work Permit?

De uma maneira geral, não. Há relatos de pessoas que até conseguem o Open Work Permit para o cônjuge estando matriculados neste tipo de programa, mas isso não é garantido como é no caso dos colleges públicos. Outro ponto importante a se considerar é quando o casal tem filhos. Cursos vocacionais não dão direito ao ensino público gratuito para as crianças e/ou adolescentes.

6) Existe alguma pontuação extra no sistema de imigração para quem conclui cursos no Canadá?

Sim. Desde o dia 19 de novembro de 2016, estudantes internacionais que concluírem programas pós-secundários ganham pontos no Express Entry, sendo 15 pontos para aqueles que tiverem uma credencial elegível de um programa de um ano ou dois anos e 30 pontos para quem tiver uma credencial elegível de um programa pós-secundário de três anos ou mais ou uma credencial elegível de um programa de mestrado ou doutorado; ou ainda uma credencial elegível no nível de um grau profissional de entrada para a prática para uma ocupação listada na matriz de classificação ocupacional nacional no Nível de Habilidade A para o qual o licenciamento por uma entidade reguladora provincial é necessária.

Clique aqui e saiba mais sobre o assunto

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Então deixe sua pergunta nos comentários para a nossa equipe ;)

As 10 melhores perguntas do Hangout “Sessão tira-dúvidas: Estudo no Canadá”

No dia 14 de dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a gerente da empresa, Schirley Dalmagro, responderam as principais dúvidas dos internautas sobre estudo no Canadá em um Hangout ao vivo com transmissão para todo o Brasil. Se você não conseguiu acompanhar o evento, não tem problema! Aqui nós separamos as dez melhores perguntas e respostas para você. Além disso, você também pode assistir ao vídeo na íntegra. É só clicar no play:

1) Quais são as regras gerais para quem quer estudar e trabalhar no Canadá?

De acordo com a gerente da 3RA Intercâmbio, Schirley Dalmagro, o aluno que embarca para o Canadá para fazer um programa de College, chega ao país com visto de estudo e permissão de trabalho off campus de 20 horas por semana e 40 horas por semana no scheduled break. Se o aluno tiver um cônjuge, este tem direito a visto de trabalho aberto, sem limite de horas. “É importante lembrar que os dois, tanto aluno quanto cônjuge, só podem trabalhar após o primeiro dia de aula do College ou Faculdade. Se o estudante estiver fazendo um programa Pathway ou inglês, ele não poderá trabalhar durante este período”, explicou.

O diretor da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, também relembrou que na hora de escolher o curso é preciso tomar muito cuidado com a nomenclatura College. “Existem vários cursos vocacionais e até escolas de inglês com o nome de College. Por isso, antes de fechar a instituição procure saber se cumpre os requisitos para que você consiga atingir seus objetivos. Para que a faculdade te dê direito ao PGWP, por exemplo, você precisa fazer um programa com no mínimo oito meses de duração em faculdades ou colleges públicos. Para instituições privadas, apenas programas degree, como bachelor ou masters, por exemplo, dão direito ao PGWP”, disse.

2) Quais são as vantagens do Post-graduation Work Permit (PGWP)?

Segundo Schirley Dalmagro, o PGWP é uma grande ajuda para quem quer imigrar para o Canadá. “O seu trabalho durante o período de estudos não irá contar pontos como experiência canadense para a sua imigração, até porque você vai estar trabalhando apenas part-time. Porém, quando você chegar ao PGWP, você não terá limite de horas para trabalhar e se você tiver um emprego full-time dentro dos NOCs 0, A ou B, você poderá somar mais pontos em alguns processos de imigração”, falou a gerente. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

3) Como fica a situação do cônjuge durante o PGWP do aplicante principal?

Se o estudante tiver um contrato de trabalho dentro dos NOC 0, A, B, o cônjuge poderá estender o visto de trabalho também. Caso contrário, o cônjuge precisará ficar com visto de visitante e não poderá trabalhar até o estudante conseguir este contrato. “Dentro da nossa experiência, não é difícil conseguir este emprego. Este contrato é simples”, disse Francisco Zarro.

“Nós também sempre orientamos nossos alunos a fazerem suas conexões e construir seu networking ainda na faculdade. Não deixe para depois de formado. Pense no seu objetivo desde o início e vá construindo esse leque antes mesmo de se formar. Assim quando você cair no mercado você já estará mais preparado e aumentará as suas chances de conseguir este contrato de trabalho mais rapidamente”, recomentou Schirley.

4) Pretendo fazer College em uma área distinta da qual me formei. Qual documento devo traduzir para enviar ao College, o Histórico Escolar ou o da Universidade?

“Na verdade, nós evitamos matricular os estudantes em áreas muito diferentes das quais eles se formaram no Brasil porque estamos vendo que a imigração não tem reagido bem a esses casos, nos quais o curso escolhido não tem qualquer ligação com o background profissional do aluno”, destacou Francisco.

Porém, sobre a documentação, isso vai variar muito de acordo com a Faculdade. “Nós procuramos analisar quais são os documentos aceitos por cada instituição. Se a faculdade aceita os dois, por exemplo, nós vamos optar por aquele que tornaria o aluno um candidato com mais chances de ser aceito. Vamos escolher aquele com a nota maior, porque a faculdade quer ver quem é você como aluno”, completou Schirley.

5) Ao receber uma solicitação de PGWP o que o governo canadense considera: O tempo de duração do curso divulgado pelo College ou o tempo gasto pelo aluno para concluir o curso?

“Quando você terminar o seu curso, a faculdade vai emitir um documento falando o tempo daquele programa. Eu já vi o oficial seguir as duas opções citadas por você. Porém, é interessante você pensar sempre no tempo do curso. Não adianta ficar estendendo muito o seu programa, até porque você precisa ter muito cuidado ao fazer isso. Você vai precisar se manter como aluno full-time no Canadá, cumprindo os critérios determinados pela faculdade”, esclareceu Francisco.

“Eu iria pelo mais seguro. Não vale a pena arriscar um projeto desse para apressar as coisas, ou até mesmo alongar demais, porque isso pode ser mau visto pelos olhos da imigração”, completou Schirley.

6) É verdade que em Montreal, apesar da língua predominante ser o francês, é possível viver, trabalhar e estudar apenas falando inglês?

“Existe a possibilidade de estudar em inglês sim. Porém, quanto à busca por emprego, já é um pouco mais complicado. Principalmente aquele primeiro emprego, que é mais coloquial e geralmente envolve atendimento ao público. Acho difícil conseguir se você não tiver o francês”, comentou Francisco.

7) É verdade que cursos de College iniciados em Janeiro não dão direto às férias de Verão?

“Depende muito da província, do College e do programa. Na maioria dos programas de Ontario, para você ter direito às férias de verão, você precisa ter estudado dois termos anteriormente. Logo, se você começou em Janeiro, não vai conseguir tirar essas férias, porque o termo de Verão já é o seguinte. Agora se você começou em Setembro, você já vai ter estudado o termo que iniciou em Setembro e o de Janeiro, sendo o de Verão o terceiro termo. Então, de uma maneira geral, na província de Ontario você não consegue mesmo. Em Vancouver já é um pouco diferente. Normalmente não tem essa exigência. Você tem mais mobilidade”, explicou Schirley.

8) Cônjuge e estudante podem chegar ao país em datas diferentes?

“O aplicante principal, ou seja, quem vai estudar, não pode entrar depois. Logo, se você é a pessoa que vai estudar, o seu cônjuge pode vir com você ou depois de você, mas nunca antes”, explicou Francisco.

9) Para quem vai tentar uma vaga em uma instituição canadense, qual prova de inglês vocês recomendam? IELTS ou TOEFL?

“As faculdades normalmente aceitam os dois. Porém, nós quase sempre indicamos o IELTS, porque é um teste que você vai precisar fazer de novo para o seu processo de imigração (Caso você não queira fazer o CELPIP) e se você já tiver estudado o formado desta prova antes, vai facilitar bastante, ainda que para a universidade seja pedido o IELTS Academic e para a imigração, o General. No entanto, vale a pena avaliar o tipo de prova que te deixa mais confortável. Escolha sempre aquela que você acredita que se sairá melhor”, aconselhou Schirley.

10) Considerando um casal no qual ambos estão fazendo cursos vocacionais. Os filhos terão direito a estudar em escola pública?

“Geralmente não, mas isso vai depender muito do school board. Cada um tem suas próprias regras. Porém, na maioria dos casos, com os pais estudando em cursos vocacionais, dificilmente eles irão conseguir matricular o filho em uma escola pública gratuita. Nesta caso, eles podem registrar a criança em uma particular, que custa entre CAD$ 13 e CAD$ 17 mil por ano”, finalizou Francisco.

As melhores perguntas do Hangout “Perspectivas para 2017”

No dia 07 de Dezembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a consultora de imigração da Immi Canada, Celina Hui, responderam dúvidas dos internautas sobre vistos, imigração e falaram um pouco sobre as perspectivas para 2017.  Se você perdeu o evento, você poderá assistir o vídeo na íntegra neste post. Nós também fizemos um texto com as melhores perguntas. Confira abaixo:

1)O que mudou em 2016 no processo de visto de quem vai para fazer o Pathway?

Atualmente, o estudante não chega ao Canadá com o visto para o tempo de estudo de inglês mais o tempo de estudo da faculdade como era anteriormente. Agora, o aluno chega ao Canadá primeiro com um visto para o tempo de estudo do idioma e, depois, precisa fazer uma mudança de status ou extensão de visto para o período da faculdade. “Acredito que isso tenha acontecido porque muitas pessoas estavam trabalhando já no período do Pathway, que não é permitido. Então a imigração foi lá e cortou isso”, disse Francisco.

Segundo Celina, o processo agora é feito da seguinte maneira: É emitido um visto com duração menor, e após a apresentação das notas do Pathway, se faz uma extensão de dentro do Canadá mesmo. “Isso foi uma coisa que prejudicou alguns de nossos clientes, principalmente quando o acompanhante queria aplicar para o open work permit. Eles tiveram que vir primeiro como visitante, ou então o estudante teve que vir sozinho neste primeiro momento, sem o acompanhante”, explicou a consultora da Immi Canada.

2) É verdade que o cidadãos brasileiros serão isentos do visto de turista para o Canadá em 2017?

Neste ano houve a confirmação que a partir do dia primeiro de maio de 2017 os brasileiros que possuem um visto americano válido ou um visto canadense emitido nos últimos dez anos não vão precisar mais tirar visto de visitante para vir para o Canadá. “Você vai precisar apenas preencher um documento online, o ETA. Ele custa CAD$7 e tem validade de cinco anos, a não ser que o passaporte vença antes desse prazo. Em seguida, você só precisa anexá-lo ao passaporte”, disse Celina. A consultora também destacou que a emissão deste documento não é garantida para todo mundo. “Esse processo também passa por uma análise. Por exemplo, se você teve visto canadense negado algumas vezes, talvez seu processo de aprovação leve mais tempo. O ETA também pode não ser aprovado”, completou.

3) Quais são as novas mudanças nos processos de Spousal /Common-law sponsorship e Dependentes?

Para quem está no processo de sponsorship através de casamento, o Ministro anunciou nesta manhã que o tempo de processamento vai cair, passando de 24 meses para 12 meses. Além disso, será apenas uma checklist para quem fizer o processo dentro ou fora do Canadá.

Quanto aos dependentes, a idade foi alterada. “Até uns três anos atrás a idade dos dependentes era 22 anos e eles acabaram cortando para 19. Porém, foi anunciado também nesta manhã que a idade dos dependentes volta a ser 22 anos. Isso é muito bom para os nossos clientes que vem para o Canadá com família e que tem filhos nessa idade”, explicou Celina.

4) Como vai funcionar a pontuação para quem concluir cursos no Canadá?

“Essa mudança entrou em vigor no último dia 19 de novembro. Agora, a pessoa que se graduar no Canadá em um programa reconhecido – seguindo as mesmas regras do PGWP – ganha pontos no Express Entry. Se você fez um programa de um a dois anos, você vai receber 15 pontos. Se você fez um curso de três anos de duração ou um masters degree, você vai receber 30 pontos. Isso vale apenas para o aplicante principal”, explicou Celina.

5) O que mudou em relação ao Labor Market Impact Assessment (LMIA)?

“O LMIA valia 600 pontos. Hoje ele não vale mais. Agora ele vale de 50 a 200 pontos, sendo a pontuação máxima concedida apenas para quem está no NOC 00 – senior management”, falou Celina.

“Eu vi o pessoal reclamando muito em relação ao LMIA nas redes sociais, que ele não vale mais 600 pontos. Porém, eu vejo da seguinte maneira: Eu acredito que agora o jogo ficou muito mais justo. Na realidade, era muito raro conseguir esse LMIA de 600 pontos. Ou então, existiam até mesmo pessoas que compravam esse LMIA. E essas pessoas estavam competindo com quem estava querendo fazer a coisa certa. Hoje eles já não competem mais. Então eu acredito que esta pontuação vá cair e vai refletir essa nova realidade”, opinou Francisco.

6) Como funciona o programa International Graduate de British Columbia (BC PNP)?

“Existe um programa chamado International Graduate, que é para pessoas que se formaram dentro de BC. Se você se formou no Canadá, mas não em BC, você também pode aplicar por este programa, só vai precisar trabalhar mais tempo. Neste programa, é necessário apresentar apenas uma oferta de trabalho, não sendo necessária a comprovação de experiência prévia de trabalho na área. Caso o seu salário também não seja ainda o salário mediano dessa província, a empresa pode fazer uma progressão para você. Isso é bastante interessante para quem não tem experiência de trabalho no Brasil e o primeiro emprego está sendo aqui no Canadá. É um atalho”, comentou Celina.

7) Existe outra província além de Quebec que concede pontos pela quantidade de filhos?

Não. “O programa de Quebec é o único que te dá pontuação por você ter filhos”, explicou Celina.

8) Quais são os custos envolvidos no processo de imigração em si e os custos da consultoria de vocês?

De acordo com Celina, os valores podem variar. Porém, geralmente para quem está aplicando para o processo de residente permanente os custos são a taxa imigratória, de CAD$ 1040 para cada adulto, e CAD$ 150 para os dependentes. Em relação aos honorários da Immi Canada, para o express entry o valor é de CAD$ 3800 e nós parcelamos este valor em alguns pagamentos de acordo com o movimento positivo do processo. Então, os valores irão variar entre CAD$ 3000 e CAD $ 5000.

“A Immi Canada e a 3RA são empresas diferentes. Portanto, os valores também são. A 3RA é paga em sua maioria pelas faculdades e escolas. Nós temos uma taxa administrativa de CAD$ 300 que cobre a consultoria e todo o auxílio que a empresa dá ao cliente”, completou Francisco.

9) Como comprovar vínculos com o Brasil?

De acordo com Celina, carro e imóvel não são vínculos. “Quando a imigração diz vínculo, eles querem saber o que vai te levar de volta ao Brasil. Por exemplo: proposta de emprego, empregabilidade, família…É mais uma questão de laços do que de bens em si”, explicou.

“Por isso nós temos muito cuidado no planejamento de nossos clientes, pois a imigração precisa ver uma lógica no seu processo. Temos sempre que buscar um curso para você que justifique sua volta ao Brasil”, completou Francisco.

“Quando você fala para a imigração que você quer vir estudar no Canadá, a imigração não está preocupada com a sua empregabilidade no Canadá, eles estão preocupados em como esse curso vai lhe trazer benefícios após seu retorno ao Brasil. Por exemplo: o curso vai ser um upgrade para você? Você está fazendo um curso que não tem no Brasil? Você vai crescer profissionalmente? É isso que preocupa a imigração”, disse Celina.

10) Como a idade influencia no processo de imigração?

“Atualmente, o Express Entry é baseado em um sistema de pontuação. A idade ideal é até os 29 anos. Após essa idade a pessoa perde 5 pontos por ano e após os 40, dez pontos por ano. A partir dos 45 a pessoa já não pontua mais. Então ainda que você tenha uma escolaridade boa ou um excelente nível de inglês, dependendo da idade a sua pontuação pode ficar bem baixa. Nestes casos, é preciso pensar em outras alternativas como um programa provincial, por exemplo”, destacou Celina.

As melhores perguntas do Hangout “Matrículas em Colleges Canadenses”

Na última quarta-feira, dia 23 de novembro, o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro, e a gerente Schirley Dalmagro, responderam dúvidas sobre os processos de matrícula em colleges canadenses em um Hangout ao vivo com transmissão para todo o Brasil. Se você não conseguiu acompanhar, não fique triste! Você pode assistir o vídeo na íntegra! Nós ainda separamos as melhores perguntas e respostas no texto abaixo para você.

1) De uma maneira geral, quais são os pré-requisitos para se matricular em uma instituição canadense?

De acordo com Francisco Zarro, no Canadá não existe vestibular como no Brasil. “Geralmente o que você vai precisar é de uma comprovação de inglês, diploma e histórico do segundo grau e/ou faculdade”, disse.

Quanto à comprovação de inglês, ela pode ser feita de várias maneiras como IELTS, TOEFL, Pathway, etc. “Precisamos destacar que quanto mais você se adequar dentro de uma realidade geral, maior será a quantidade de cursos que você vai poder fazer. Em alguns casos específicos algumas escolas aplicam prova própria, outras aceitam que você faça prova até mesmo dentro da 3RA no Brasil. Mas o ideal é que você faça os testes que são aceitos pela maioria das instituições, como IELTS Academic ou TOEFL IBT”, explicou o diretor educacional da 3RA.

Com relação ao diploma e ao histórico escolar, a gerente da 3RA, Schirley Dalmagro, completou que apenas a apresentação dos documentos não garante a aceitação na universidade. “Eles irão levar em consideração também o seu aproveitamento no ensino médio, ou dependendo do caso, na faculdade. Você tem que ter se graduado de maneira coerente”, disse.

2) As escolas costumam aceitar o IELTS General?

Segundo a gerente da 3RA, Schirley Dalmagro, a maioria não aceita o general. “Já vi algumas exceções, como por exemplo um aluno que teve uma nota extremamente alta no general e a faculdade abriu uma exceção e aceitou aquele caso em específico. Mas de maneira geral, as faculdades não aceitam. Se você não fizer o IELTS Academic, você vai limitar demais suas escolhas e pode acabar fazendo um programa que não seja o melhor para você. É um plano de vida tão grande, que não vale a pena não fazer a prova”, destacou.

3) Qual o tempo de processamento desde o envio dos documentos para a instituição de ensino até o recebimento da carta de aceitação para dar entrada no visto?

Segundo Francisco Zarro, o tempo é um fator muito importante no planejamento daqueles que querem embarcar para o Canadá. “O mínimo de tempo que nós pedimos de antecedência para os nossos clientes são seis meses, mas o ideal é um ano, pois podem acontecer imprevistos. Eu diria que uma faculdade hoje em dia leva cerca de três meses para passar por todo o processo: Recebimento dos documentos, pagamento da taxa de aplicação, que gira em torno de CAD$ 150, análise da documentação e resposta. Lembrando que a faculdade pode pedir mais documentos. Após esse procedimento a faculdade vai enviar uma carta de aceitação e solicitando o pagamento do depósito. Em seguida, a faculdade vai trabalhar para a emissão da LOA, que é o documento necessário para a aplicação de seu visto. Porém, o tempo de processamento pode variar. Por isso é interessante que você se planeje com no mínimo seis meses de antecedência: três meses para esse processo da faculdade e mais três vezes para o visto”, explicou.

4) Precisamos apresentar o IELTS já no ato da matrícula?

De acordo com Shirley Dalmagro, o interessante é dar entrada no processo de matrícula apenas após completar todos os requisitos exigidos pela faculdade. “Já vi faculdades que deixam você dar início ao processo e encaminhar a nota do IELTS depois. Porém, a maioria das instituições só vão dar sequência ao seu pedido depois que você cumprir todos os requisitos, então basicamente não adianta ir mandando por partes, pois isso pode até atrasar o seu processo em vez de adiantar”, falou.

5) Estar no Canadá estudando inglês facilita em algo o processo de matrícula?

Segundo Francisco, os requisitos são os mesmos, a única diferença é que a comprovação do nível de inglês pode ficar mais fácil. “Muitas faculdades têm prova própria, que são muito mais simples e mais baratas que um IELTS ou TOEFL, por exemplo. Outras nem pedem comprovação de inglês quando você está aqui. Essa é a diferença”, explicou.

6) Ter um passaporte de outro país, como Itália, por exemplo, faz diferença?

“Não faz diferença alguma para a faculdade se o aluno é brasileiro, chinês ou italiano. O processo é o mesmo para qualquer aluno internacional. Eles irão olhar onde você se formou, e irão averiguar sua formação, a tabela de avaliação para ver se suas notas irão preencher os pré-requisitos exigidos, mas o fato de ter passaporte de outra nacionalidade não ajuda em nada, a faculdade vai te enxergar da mesma forma sendo você brasileiro ou italiano”, destacou Schirley.

7) Fazer dois cursos de um ano me torna elegível para um PGWP de três anos?

“Sim, você é elegível para esse PGWP de três anos desde que a sua faculdade cumpra com os requisitos da imigração, ou seja, precisa ser uma faculdade pública com programas com mais de 8 meses de duração ou uma faculdade privada em programas de degree como bachelor, masters ou associate degree”, explicou Francisco. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

8) Existe idade máxima para se matricular em um College Canadense?

“Não. Eu até ouvi de uma canadense uma vez que ela estava preocupada de voltar para o College, mas que logo após o primeiro dia de aula ficou impressionada porque ela não era mais velha da sala e na verdade a média de idade era muito parecida com a dela. Claro que tinham pessoas mais novas também, mas no geral as pessoas eram mais velhas. No Canadá muitas pessoas voltam para as salas de aula após uma certa experiência no mercado de trabalho”, revelou Schirley.

9) Qual a nota mínima exigida em um diploma de segundo grau para ingresso no College?

“Não existe uma regra fixa, dentro de uma mesma faculdade ou College podem ser exigidas diferentes notas para cursos diferentes. A BCIT, em Vancouver, por exemplo, é uma que conta com uma diferença muito grande. Mas de uma maneira geral eu diria que a nota mínima seria uns 60% para cima. Dependendo do curso, se você tiver 70% em matemática, por exemplo, você será aceito em quase todos os programas. Abaixo disso pode ser que limite um pouco suas escolhas”, falouj Francisco.

10) Qual a diferença entre College e University? Qual é o melhor?

“Existem casos em que é mais interessante você fazer uma university, mas em outros um College. O College de maneira geral é mais aplicado, ele vai ser mais voltado para o mercado de trabalho, em prepará-lo para isso. É algo mais prático. Mas se você quer fazer um mestrado em biotecnologia, por exemplo, seria mais interessante fazer uma universidade. Porém, eu não me prenderia muito ao nome College ou University. Muitas pessoas que já são formadas, por exemplo, voltam para o College para buscar um conhecimento específico. Você tem que procurar o curso que é o mais adequado para o seu perfil”, destacou Francisco.

11) Vocês indicam os Colleges com Co-op?

De acordo com a gerente da 3RA, Schirley Dalmagro, é preciso tomar cuidado. “O termo Co-op é usado de uma maneira geral, mas você precisa saber a diferença entre um programa de ensino superior – ou seja, college, faculdade, etc – com co-op, que é a experiencia de estágio, e os cursos de carreira, conhecidos também como vocacionais, que ainda são chamados também de co-op, mas não são programas de educação superior”, explicou.

Ainda segundo ela, o processo de aplicação destes dois tipos de curso é diferente, os requerimentos também são diferentes, e o que você pode fazer com cada tipo de curso também é diferente.

“Os cursos vocacionais são programas de instituições privadas, na maioria das vezes são certificados ou diplomas e não dão direito ao PGWP. São programas interessantes para quem quer ter uma experiência no Canadá, mas quando acabar, para continuar no país, você vai precisar se matricular em outro programa ou ver se você está apto para algum processo de imigração. Caso contrário, terá que voltar para o Brasil. Já nas faculdades públicas em programas com duração superior a oito meses ou programas de degree em faculdades particulares, você poderá solicitar o PGWP, que é o visto de trabalho de até três anos”, completou o diretor educacional da 3RA Intercâmbio, Francisco Zarro.

12) Quero ir para o Canadá, mas ainda estou bem no início do meu planejamento. O que posso ir fazendo para adiantar?

Segundo Francisco, a primeira coisa a fazer é economizar dinheiro e melhorar o inglês.

13) Se eu fizer um College no Canadá terei direito a trabalhar?

Sim. Se você estiver dentro do que a imigração exige, você poderá trabalhar 20 horas semanais durante o período de aulas e 40 horas semanais durante as férias. O cônjuge também será liberado para trabalhar.

14) É possível fazer um College no Canadá sem ter um bacharelado?

Sim. Várias faculdades canadenses e diversos cursos exigem apenas o segundo grau completo.

15) Quanto custa um College no Canadá?

Segundo Francisco Zarro, o valor de uma faculdade varia muito de acordo com a província. “De uma maneira geral, em British Columbia, onde fica Vancouver, o College custa cerca de CAD$ 18 mil por ano. Em Ontario, onde fica Toronto, esse valor diminui um pouco e fica em torno de CAD$ 15 mil por ano. Já em províncias menores, como Manitoba, o valor fica na casa dos CAD$ 11 mil por ano. Porém, é importante lembrar que existem exceções. Contamos com programas em Vancouver que custam cerca CAD$ 10 mil por ano, por exemplo”, disse.

16) Preciso comprovar ao College que tenho o valor total do curso?

Não. “Existem duas coisas diferentes: a comprovação financeira para a imigração, referente à faculdade, e o quanto você precisa pagar para obter a carta de aceitação da instituição (LOA) para dar entrada ao processo de visto. Para receber a LOA você precisará pagar a matrícula, que custa em torno de CAD$ 100 a CAD$ 200 e, caso seja aceito, precisará pagar o depósito, que é mais ou menos de CAD$ 8 mil. Já para a imigração você vai precisar comprovar que tem o dinheiro total para o primeiro ano de sua faculdade”, explicou Francisco Zarro.

17) Os valores dos Colleges costumam sofrer alteração?

Sim. “Os valores costumam ser revisados a cada intake de setembro. Então, na sua carta de oferta você receberá o valor referente aos dois primeiros semestres, que não irão sofrer reajustes. Porém, para os próximos termos, é bem provável que tenha um aumento nos valores. O que nós observamos é que estes reajustes normalmente acompanham a inflação, então normalmente eles são baixos. Porém, o valor de um College de dois anos não será fixo”, comentou Schirley Dalmagro.

18) É possível se manter e pagar o restante do College trabalhando as 20 horas semanais permitidas?

Não. “Os casos mais tranquilos são de casais sem filhos, que um pode trabalhar full time enquanto o outro estuda. Agora se for uma pessoa sozinha, fica complicado. Os valores não são baixos e vencem muito rápido. Eu diria que uma pessoa consegue se sustentar com o que ganha aqui. Agora se sustentar e pagar a faculdade é difícil, principalmente se for um casal com filhos ou se for uma pessoa sozinha”, falou Francisco Zarro.

19) Existem processos de bolsa?

Sim. Porém, normalmente essas bolsas são mais destinadas aos estudantes canadenses. “Não indico ninguém a começar o planejamento pensando em bolsa. Até existem bolsas para estudantes internacionais, mas são valores pequenos. Então não contem com isso na hora de se planejar”, disse schirley.

20) Se eu tiver o dinheiro total do College, consigo me manter com o que eu ganhar trabalhando 20 horas no Canadá?

É provável que sim. “De uma maneira geral, você tendo o dinheiro da faculdade guardado e precisar do dinheiro que ganhar no Canadá apenas para se manter é tranquilo. Normalmente nós pedimos para os nossos clientes terem dinheiro para se sustentar por quatro meses. Porém, se você está disposto a trabalhar em qualquer área ou emprego, dificilmente vai ficar quatro meses desempregado, mas nós pedimos que você tenha esse valor por segurança, que seria de CAD$ 1 mil dólares por mês para um estilo de vida mais econômico”, falou Francisco.

estudiantes extranjeros en Canadá

Mudanças no sistema de imigração favorecem estudantes estrangeiros no Canadá

O governo canadense anunciou nesta quinta-feira, dia 10 de novembro, mudanças no Sistema de Ranking Compreensivo (CRS) do Express Entry. E as novidades são muito boas para os nossos clientes: as alterações irão favorecer aqueles estudantes estrangeiros que concluírem programas pós-secundários no Canadá. E as mudanças não param por aí. Leia o texto abaixo com atenção:

Ofertas de emprego

De acordo com a nossa empresa parceira especialista em vistos e imigração, Immi Canada, haverá mudanças na pontuação do Labour Market Impact Assessment (LMIA), que passará a ser de 50 a 200 pontos. Veja abaixo:

• Para ofertas feitas para ocupações no grupo 00 serão concedidos 200 pontos;
• Para as demais ocupações a pontuação concedida será de 50 pontos.

Os novos regulamentos também permitem que os seguintes indivíduos recebam pontos sem a necessidade de um LMIA:

• Indivíduos com uma autorização de trabalho emitida sob um acordo internacional, como o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA).
• Indivíduos com uma autorização de trabalho emitida sob os critérios de “benefícios significativos para o Canadá”, tais como transferências dentro da empresa.

Estudo

Ainda segundo o texto divulgado pela Immi Canada, a partir de agora, os estudantes estrangeiros que tiverem uma credencial de programas pós-secundários também ganharão mais pontos. Veja abaixo:

-15 pontos, se tiver uma credencial elegível de um programa pós-secundário de um ano ou dois anos; e
-30 pontos, se tiver:
Uma credencial elegível de um programa pós-secundário de três anos ou mais,
Uma credencial elegível de um programa de nível universitário no nível de mestre ou no nível de um grau profissional de entrada para a prática para uma ocupação listada na matriz de classificação ocupacional nacional no Nível de Habilidade A para o qual o licenciamento por uma entidade reguladora provincial é necessária , ou
Uma credencial elegível de um programa de nível universitário no nível de doutorado.

As alterações no Express Entry já entram em vigor no dia 19 de novembro de 2016.

*Para mais informações, sugerimos que entre em contato com a nossa parceira especialista em vistos e imigração, Immi Canada.
**Lembramos que a Imigração é imprevisível e as regras sempre podem mudar. Por isso, esteja sempre atento.

 

 

5 Dúvidas Frequentes sobre o PGWP

Atualmente, o Post Graduation Work Permit (PGWP) é um dos maiores aliados daqueles que desejam imigrar para o Canadá.

Para quem não sabe, o PGWP é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que todo estudante internacional tem direito a aplicar após completar um curso de nível superior em uma instituição de ensino que cumpra os requisitos exigidos pela imigração. Nós já explicamos um pouco sobre o PGWP neste link. Porém, agora decidimos reunir aqui no blog as respostas para as 5 principais dúvidas de nossos clientes sobre o assunto. Veja abaixo:

**Lembramos que este texto é apenas um resumo e cada caso é diferente. Por isso, recomendamos sempre a contratação de uma empresa especialista em vistos e imigração. Para nossos clientes, recomendamos a nossa parceira Immi Canada: [email protected]

1) Quando preciso aplicar para o PGWP?

Você tem até 180 dias após a conclusão de seu curso para aplicar para o PGWP e você precisa ter um status válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país.

2) Como aplicar e quais documentos irei precisar?

Você poderá aplicar online no site oficial da imigração canadense ou pelo correio.

  • Será preciso enviar todos os formulários exigidos pela imigração;
  • a cópia do passaporte completo;
  • cópia da permissão de estudos;
  • cópia do diploma ou certificado da instituição canadense ou do histórico escolar ou uma carta oficial da instituição declarando o término do curso.

3) O meu cônjuge também terá direito a estender a permissão de trabalho junto com o meu PGWP?

Para que o cônjuge consiga estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal, o estudante, no momento da aplicação do PGWP, deverá ter um contrato simples de trabalho firmado com uma empresa, em uma vaga full-time, dentro dos NOCs 0, A ou B. Para quem não sabe, o NOC é um sistema nacional que classifica e descreve todas as ocupações no país. Neste link você consegue descobrir em qual NOC a sua posição de trabalho se encaixa.

4) Não consegui o contrato de trabalho. Como meu cônjuge poderá continuar no Canadá?

Neste caso, as opções são ou o cônjuge se matricular em uma instituição de ensino e estender sua estadia como estudante ou então apenas como turista. Porém, caso você consiga um contrato de trabalho depois, o seu cônjuge poderá aplicar novamente para a permissão de trabalho.

5) Todos os cursos dão direito ao estudante aplicar para o PGWP?

Não. Para ter direito a pedir pelo PGWP, o aluno deverá ter concluído um programa em uma faculdade pública de no mínimo oito meses de duração ou um programa de degree em faculdades particulares (no caso das privadas, não valem diplomas e certificados). Ainda existem uma série de outros requisitos que devem ser seguidos. Por isso, é sempre importante contar com uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio. Assim você terá a garantia de que irá se matricular em uma instituição que lhe dará esse direito.

Para te ajudar ainda mais, o Governo Canadense liberou uma lista com todos os colleges que dão direito ao PGWP.  Seguindo os passos da tela,  você vai encontrar a província, o nome da instituição e se aquele college é elegível ao PGWP através das opções sim e não.

 

Outras informações sobre o PGWP podem ser obtidas no site oficial da imigração canadense.

Depoimento: “Estudando na Capilano University”

Escolher uma instituição canadense para estudar é um processo muito importante. Por isso, aqui na 3RA, nós sempre fazemos uma consulta personalizada para analisar cuidadosamente o perfil de cada cliente e indicar o curso e o programa que mais combinam com cada um. Porém, muitas vezes o aluno gosta de ouvir a opinião de estudantes que já estão lá dentro para compartilhar experiências.

E foi pensando nisso que nós decidimos convidar nossos clientes que estão estudando nas principais escolas canadenses para contar um pouquinho de como está sendo a experiência na instituição escolhida. E a nossa primeira convidada é a Manuela Camisasca, de Belo Horizonte, que atualmente está fazendo o curso Norh American Business Management Applied Post Baccalaureate (Nabu), com foco em Marketing, na Capilano University.

Manuela, que tem 37 anos, é designer e decidiu embarcar para Vancouver com o marido, Fabiano, em junho de 2013. “Eu sempre quis morar fora, viver a experiência do intercâmbio. O Fabiano viajou para Whistler em 2012 e se apaixonou. Então comecei a pesquisar sobre Vancouver e fui adorando tudo o que eu vi. Em 2015, como parte de nossos planos e investimentos, viemos os dois passar as férias em Whistler e Vancouver e eu também me apaixonei. Em junho de 2016 chegamos à Vancouver de mala e cuia”, contou.

O processo de escolha do curso e da instituição foi todo feito com auxílio da 3RA Intercâmbio. “Primeiro o Francisco havia me indicado o curso de Marketing da Langara. Em 2015 fui lá e conheci a escola. Gostei muito, mas eu estava muito apreensiva com a grade curricular, pois havia muita matéria de exatas como finanças, cálculos e outras que eu não tenho a menor afinidade. Comecei a conversar sobre isso também com a Schirley e ela me apresentou a Capilano, que tinha uma grade curricular muito mais acertada para o meu estilo”, relembrou.

capilano-manuDe acordo com Manuela, a escolha da universidade não poderia ter sido melhor: foi amor à primeira vista. “A escola é maravilhosa. Para todos os lados que você olha tem natureza. Nós tivemos três ‘primeiros dias’. Um só para alunos estrangeiros, um só para a escola de Business e outro geral. Todas as orientações foram muito bem organizadas e com pessoas envolvidas e motivadas. Senti um astral maravilhoso de uma equipe que ama estar ali”, destacou.

Além disso, ela ficou muito animada com o foco da instituição em colocar os alunos no mercado de trabalho. “O curso é totalmente voltado para isso. Feito e moldado para nos colocar no mercado. Todos os profissionais – professores e instrutores – são empresários ou super envolvidos em grandes empresas. A equipe de carreira nos dá um apoio enorme em como fazer resume, cover letter e como nos portar em entrevistas e reunião de negócios. Quando percebi este objetivo da instituição, de nos colocar nas melhores empresas, fiquei muito animada. Ter uma instituição como a Capilano nos dando suporte é muito importante neste momento em que ainda não somos ‘ninguém’ no mercado canadense”, falou.

Segundo ela, o que mais chamou atenção foi a preocupação que a escola tem com alunos estrangeiros. “Eles têm um suporte enorme em várias áreas como psicólogos, centro de carreiras, workshops, festas para integração, entre outros. Temos também aulas que julgo essenciais para a saúde mental como meditação e ioga”, disse.

Provas e trabalhos

Manuela considera o ritmo de estudos bem intenso. “Meus horários de aula e workshops estão todos em um calendário que eu olho toda hora. Não tenho aula nas quintas e sextas-feiras, mas mantenho a ida para a Capilano no mesmo horário dos outros dias para não sair da rotina e aproveito a biblioteca para estudar. A instituição também conta com um centro de apoio na escrita e no inglês que eu posso usar para me ajudar nos trabalhos que tenho que entregar. Também uso muito o espaço da cafeteria para conversar com meus colegas e entender melhor as matérias. Tem muitos que já são da área de Business e a visão deles facilita muito meu entendimento”, contou.

Inglês

Segundo Manuela, no início ela sentiu dificuldade por conta do idioma. “Estudei no Brasil só para fazer o IELTS. Aqui no Canadá fiz um mês de inglês quando cheguei. Eu senti muita dificuldade no início das aulas e ainda sinto um pouco. Em Vancouver a maioria das pessoas é de fora, então temos que lidar com sotaques o tempo todo. Na escola também é assim. Além da minha turma ser 100% de estrangeiros, os professores também são. Agora, por exemplo, tenho metade dos professores estrangeiros e com sotaques bem fortes. As vezes não entendo uma palavra…Mas a primeira coisa que aprendi aqui é que tenho sempre que pedir para repetir e isso não é um problema. Eles fazem com prazer”, destacou.

Ainda de acordo com ela, o segredo é sempre seguir em frente. “Não se sinta inferior porque não entende alguma coisa. Pergunte de novo e nunca peça desculpas pelo ‘seu inglês ruim’. Essa é a sua segunda língua! Você é bilíngue e já está na frente da maioria que só fala sua língua nativa”.

Novas oportunidades

Também na Capilano, Manuela conquistou uma vaga na Enactus – uma empresa sem fins lucrativos da instituição. Ela vai fazer um trabalho voluntário como Creative Content Manager. “No início não estava muito segura pois era um processo concorrido e eu teria que fazer entrevista – e ainda morro de medo de falar. Mas minha amiga insistiu que o cargo era perfeito para mim, então tomei coragem. No entanto, não achei que tinha passado da entrevista. Fiquei insegura, mas apliquei todas as técnicas de ‘greeting and meeting’ que aprendi nas aulas. Não relaxei. Foi minha primeira entrevista aqui. Mas parece que meu portfólio agradou e eles me ofereceram o cargo”, falou.

Manuela destacou que no trabalho é o local onde se sente mais confortável para falar inglês. “Eu trabalho com o que eu gosto e já tenho bastante experiência. Tenho que direcionar outras pessoas, mas como entendo do assunto, não acho difícil. Na verdade, trabalhar serva agora como terapia. É um tempo que tiro para fazer aquilo que está totalmente dentro da minha área de conforto”, revelou.

Para ela, esta oportunidade será muito importante para sua carreira aqui no Canadá. “Primeiro que é um trabalho voluntário e o canadense valoriza muito este tipo de iniciativa aqui. Segundo porque é uma experiência canadense na minha área e também um projeto dentro da universidade, o que me faz estar envolvida com a escola, criando um network super importante e, ainda, me fazendo ser vista”, concluiu.

Dicas

Para quem está no processo de escolha da instituição, Manuela indica pesquisar muito. “Leia o site da escola de cabo a rabo. Entenda a grade curricular e as regras da instituição. Vejo muitas pessoas sendo surpreendidas todos os dias e se revoltando com algumas coisas. Essas pessoas não se prepararam e agora sofrem por isso. Se prepare para que a sua mudança de país seja mais suave, porque fácil ela não vai ser”, finalizou.

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