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5 Dúvidas Frequentes sobre o PGWP

Atualmente, o Post Graduation Work Permit (PGWP) é um dos maiores aliados daqueles que desejam imigrar para o Canadá.

Para quem não sabe, o PGWP é uma permissão de trabalho de oito meses a três anos de duração que todo estudante internacional tem direito a aplicar após completar um curso de nível superior em uma instituição de ensino que cumpra os requisitos exigidos pela imigração. Nós já explicamos um pouco sobre o PGWP neste link. Porém, agora decidimos reunir aqui no blog as respostas para as 5 principais dúvidas de nossos clientes sobre o assunto. Veja abaixo:

**Lembramos que este texto é apenas um resumo e cada caso é diferente. Por isso, recomendamos sempre a contratação de uma empresa especialista em vistos e imigração. Para nossos clientes, recomendamos a nossa parceira Immi Canada: contact@immi-canada.com

1) Quando preciso aplicar para o PGWP?

Você tem até 180 dias após a conclusão de seu curso para aplicar para o PGWP e você precisa ter um status válido no Canadá, caso faça a aplicação dentro do país.

2) Como aplicar e quais documentos irei precisar?

Você poderá aplicar online no site oficial da imigração canadense ou pelo correio.

  • Será preciso enviar todos os formulários exigidos pela imigração;
  • a cópia do passaporte completo;
  • cópia da permissão de estudos;
  • cópia do diploma ou certificado da instituição canadense ou do histórico escolar ou uma carta oficial da instituição declarando o término do curso.

3) O meu cônjuge também terá direito a estender a permissão de trabalho junto com o meu PGWP?

Para que o cônjuge consiga estender a permissão de trabalho junto com o aplicante principal, o estudante, no momento da aplicação do PGWP, deverá ter um contrato simples de trabalho firmado com uma empresa, em uma vaga full-time, dentro dos NOCs 0, A ou B. Para quem não sabe, o NOC é um sistema nacional que classifica e descreve todas as ocupações no país. Neste link você consegue descobrir em qual NOC a sua posição de trabalho se encaixa.

4) Não consegui o contrato de trabalho. Como meu cônjuge poderá continuar no Canadá?

Neste caso, as opções são ou o cônjuge se matricular em uma instituição de ensino e estender sua estadia como estudante ou então apenas como turista. Porém, caso você consiga um contrato de trabalho depois, o seu cônjuge poderá aplicar novamente para a permissão de trabalho.

5) Todos os cursos dão direito ao estudante aplicar para o PGWP?

Não. Para ter direito a pedir pelo PGWP, o aluno deverá ter concluído um programa em uma faculdade pública de no mínimo oito meses de duração ou um programa de degree em faculdades particulares (no caso das privadas, não valem diplomas e certificados). Ainda existem uma série de outros requisitos que devem ser seguidos. Por isso, é sempre importante contar com uma agência especializada como a 3RA Intercâmbio. Assim você terá a garantia de que irá se matricular em uma instituição que lhe dará esse direito.

Para te ajudar ainda mais, o Governo Canadense liberou uma lista com todos os colleges que dão direito ao PGWP.  Seguindo os passos da tela,  você vai encontrar a província, o nome da instituição e se aquele college é elegível ao PGWP através das opções sim e não.

 

Outras informações sobre o PGWP podem ser obtidas no site oficial da imigração canadense.

Como abrir as portas para seu futuro profissional no Canadá

Você quer trabalhar no Canadá e ouviu dizer que fazer um curso superior por aqui é uma boa forma de começar sua vida profissional?

Você ouviu certo.  

O Canadá é um país de oportunidades que está de portas abertas para aqueles que desejam trabalhar e construir a vida por aqui. Mas a verdade é que o país quer profissionais bem preparados para assumir suas posições de trabalho. Por isso, na hora da entrevista, o empregador valoriza muito o currículo dos profissionais que possuem alguma formação em instituições de ensino superior canadense. Esta é uma forma da empresa garantir a qualidade da formação daquele candidato.

Além disso, seu estudo vai lhe ajudar a construir seu networking no Canadá. Assim como no Brasil, ter uma rede de contatos também conta muito por aqui. Alguém lhe indicar para uma vaga já é um ponto a mais que você ganha no processo seletivo. E durante o curso você vai se conectar com várias pessoas que estão na mesma área, seja professores ou alunos que já estão trabalhando em empresas que podem te contratar no futuro. 

Outro ponto também positivo em estudar no Canadá é a possibilidade de trabalhar enquanto se cursa programas full-time e de nível superior. Isso permite que o aluno internacional procure emprego assim que começar as suas aulas, aumentando as chances e oportunidades de começar sua carreira. Depois que o curso finalizar, o mesmo aluno ainda ganha mais tempo para trabalhar, ou seja, durante e depois do curso você terá oportunidades de conseguir um bom emprego.

Entenda um pouco mais mais essas permissões de trabalho durante e depois do curso:

Durante o curso

Os cursos vocacionais (técnicos) e universitários (college, graduação, pós-graduação, mestrado) permitem que os seus alunos trabalhem no Canadá até 20 horas por semana enquanto estiverem estudando, desde que o programa siga às regras estabelecidas pela imigração canadense. 

Para estes cursos, a permissão de trabalho começa a valer desde o primeiro dia de aula. Os alunos universitários também podem trabalhar 40 horas semanas durante suas férias (caso o curso escolhido tenha férias).  

É importante lembrar que as permissões de trabalho só valem para quem está matriculado em escolas aprovadas pelo governo canadense. Por isso, o seu consultor de intercâmbio 3RA é tão importante. Ele vai saber lhe indicar as instituições corretas de acordo com o seu objetivo. Vale lembrar ainda que cursos de idiomas não garantem permissão de trabalho no Canadá – a regra mudou em 2014.

Após o fim do curso

Os alunos dos programas vocacionais vão poder trabalhar full-time após o término das aulas. O período do visto de trabalho vai depender do tempo de estudo. O aluno nunca poderá trabalhar mais do que o número de horas estudadas. Os cursos vocacionais são programas voltados para experiência de trabalho. Por isso, o seu trabalho deve fazer parte do seu programa de estudo, contando com o suporte da escola para lhe indicar empresas nas quais você poderá trabalhar.

Já os estudantes que optarem pelos cursos universitários podem pedir o Post-Graduation Work Permit (PGWP) quando o programa acabar, desde que o mesmo tenha duração mínima de 8 meses. Normalmente a permissão de trabalho será concedida pelo mesmo tempo de estudo, com limite máximo de até 3 anos. Por exemplo, se você estudar uma graduação de 4 anos, seu PGWP será de 3 anos. Porém, a boa notícia é que para os alunos que estudam 2 anos o governo pode dar até 3 anos de PGWP.

Estudar em programas que oferecem o PGWP é a opção favorita dos estudantes brasileiros que estão de olho em imigrar para o Canadá. Vale ressaltar que nem todas as faculdades e cursos privados podem garantir a concessão deste visto, por isso, mais uma vez é seu consultor de intercâmbio que lhe ajudará nessa escolha antes de você se matricular. Confira a lista de colleges que dão direito ao PGWP. 

O Post-Graduation Work Permit pode ser solicitado após a conclusão do curso de graduação, com você ainda em território canadense – ou seja, você não precisará voltar para o Brasil para aplicar para o novo visto.

A melhor opção segundo seus objetivos

Se a sua intenção é trabalhar com fins de  imigrar para o Canadá, opte por um curso que garanta o PGWP após a sua conclusão. Assim, você une o útil ao agradável.

Estudante internacional, saiba como emitir o Social Insurance Number (SIN) para trabalhar no Canadá

Todos os estudantes internacionais, que estão no Canadá cursando programas que também dão direito a trabalhar, precisam emitir o Social Insurance Number – SIN.  Esse número é como se fosse a carteira de trabalho que você tem no Brasil, que registra seu histórico e garante seus direitos enquanto trabalhador. É uma das primeiras coisas que o empregador canadense vai te pedir durante uma entrevista. É através desse número que você vai ser registrado, irá recolher impostos e pedir a restituição, chamada de tax refund.

Para solicitar esse número é muito simples e não custa nada. Veja o passo a passo aqui:

  1. Study Permit válido: Você precisa ter uma permissão de estudo válida e que te garanta o direito a trabalhar. Na permissão de estudo virá a mensagem no final da página, em observações, explicando o tipo de permissão de trabalho do aluno. Estudantes de idiomas não podem mais trabalhar no país.
  2. Documentos originais: Para pedir o SIN você precisa apresentar seu passaporte e a folha de study permit, os dois precisam ser os originais. Leve também algum comprovante de endereço.
  3. Onde solicitar: Os estudantes internacionais devem solicitar o SIN number em algum centro de serviços canadenses chamado de Service Canada Office. Clique aqui para encontrar a agência mais perto do seu endereço e os horários de funcionamento. Em Vancouver os estudantes podem procurar a Sinclair Center,  na Hastings Street, número 457, escritório 125.
  4. SIN Number: Você pegará uma senha e, provavelmente, será atendido muito rápido. Se toda a documentação estiver correta, ao final do atendimento você já terá seu número SIN.

 

Webinars

Confira as melhores perguntas do Webinar sobre atividades de Verão em Vancouver

No dia 08 de Fevereiro, a 3RA Intercâmbio e a Immi Canada realizaram mais um Webinar. E o assunto da vez foi o Express Entry, que tem sofrido uma queda na pontuação desde janeiro, ampliando o número de convites para a residência permanente. Os especialistas da 3RA Intercâmbio receberam clientes que dividiram a experiência deles com os participantes e também responderam às dúvidas enviadas por eles.

Perdeu o evento? Clique no play abaixo e assista ao vídeo na íntegra. Logo em seguida você também poderá conferir um texto com as melhores informações do webinar.

 

Melhores informações do Webinar – Express Entry: Diferentes perfis e possibilidades

1) Como funciona o Express Entry?

De acordo com Celina, o Express Entry foi introduzido em 2015. Para entrar Express Entry, você precisa se enquadrar dentro de um dos três programas disponíveis:

  • Federal Skilled Trades: É mais específico – como para a área de cozinheiros e chefes de cozinha com experiência fora do Canadá e uma oferta de trabalho também aqui no país.
  •  Canadian Experience Class – Para quem já completou um ano de trabalho dentro do Canadá. É preciso ser full-time, ou seja 30 horas ou mais por semana, e dentro do NOC ou 0, A ou B. Experiência de trabalho durante programas de Co-op não são consideradas.
  • Federal Skilled Worker: É preciso atingir uma pontuação mínima de 67 pontos. São levados em consideração: idade, escolaridade, proficiência em inglês e/ou francês, experiência de trabalho fora e dentro do Canadá, familiares imediatos no Canadá.

Em seguida, será preciso entrar no pool do programa. No total são 1200 pontos, sendo 600 baseado no perfil do aplicante principal. Caso seja um casal, são 560 para o aplicante principal e 40 pontos para o acompanhante. Os outros 600 pontos são extras e você pode ganhá-los de algumas maneiras:

  • Para quem concluir cursos de um ano ou dois anos no Canadá: 15 pontos
  • Para quem concluir cursos de mestrado ou com duração de três anos: 30 pontos
  • Para quem completar um ano de trabalho no Canadá: 50 pontos
  • Oferta de trabalho: de 50 a 200 pontos
  • Programas provinciais relacionados ao Express Entry: 600 pontos

2) Perfil dos candidatos:

Alberto de Asevedo e Manuela: Começaram o planejamento em 2014, quando o processo ainda não era o Express Entry. No final de 2014, Alberto viajou para o Canadá para um intercâmbio e se apaixonou de vez pelo país. Em 2015, devido à mudança para o Express Entry, ele decidiu fazer a primeira consulta com a Celina, que avaliou o perfil e viu que era possível aplicar pelo programa. No entanto, Celina optou por fazer o planejamento do casal – que ainda estava no Brasil – separadamente. “Nós fizemos a consulta e vimos que a pontuação do Alberto seria maior como solteiro. Como eles ainda não eram casados e nem moravam juntos, decidimos fazer o processo do Alberto primeiro e aplicar através dele depois para a Manuela”, explicou Celina. Alberto já chegou ao país como residente permanente, enquanto Manuela embarcou com visto de turista e, agora, aguarda o resultado do processo de sponsorship.

Ainda de acordo com Celina, a formação do Alberto é outro ponto importante. “Ele é formado em Direito. Isso mostra que não há uma lista de ocupações e demandas no Express Entry. Não existe uma área de formação específica na qual você não se qualifica”, destacou Celina.

Marina Morena: Chegou ao Canadá com o namorado e inicialmente sem intenção de imigrar, apenas para estudar inglês. Porém, logo depois procuraram a 3RA e a Immi para buscar alternativas de continuar no país. Os dois casaram e o esposo dela foi fazer College, enquanto ela foi para o mercado de trabalho. “Enquanto ele estava na faculdade nós qualificamos a Marina para o Express Entry”, falou Celina.

Ao contrário de Alberto, que teria uma maior pontuação como solteiro, Marina pontuaria mais como casada. “O fato de eu poder trabalhar enquanto o João estudava nos ajudou a somar pontos no Express Entry”.

3) Minha profissão é regulamentada. Posso entrar no Express Entry?

Sim. “Não existe uma lista. Não importa se você é formado em Direito, Medicina, Engenharia ou Arquitetura, por exemplo. A imigração hoje não quer saber se você vai exercer sua profissão ou não depois da residência permanente. Atualmente eles querem saber sua escolaridade e se a sua experiência de trabalho é considerada High Skill”, destacou Celina.

4) Não tenho experiência de trabalho. Isso irá comprometer muito o meu processo?

Sim, mas há alternativas. “Vai comprometer porque o Federal Skilled Worker exige que você tenha pelo menos um ano de experiência de trabalho. Porém temos muitos clientes que chegam novos ao Canadá para fazer faculdade e trabalhar no PGWP. Nestes casos, eu os enquadraria no Canadian Experience Class, ou dependendo da província que eles estiverem, existem outros programas que não pedem experiência de trabalho fora do Canadá”, explicou Celina Hui.

5) O residente permanente paga um valor menor em programas de estudo?

Sim. “Se o Alberto, que já é residente permanente, quiser fazer uma faculdade no Canadá, por exemplo, ele vai pagar bem mais barato por esse curso – cerca de ⅓ do valor pago por alunos internacionais. Além disso, ele terá acesso a diversos cursos que o aluno internacional não tem. Se você vier para o Canadá e no meio do seu curso conseguir imigrar, você vai pagar bem mais barato nos termos que ainda faltarem para a conclusão deste curso”, falou Francisco.

6) Minha faculdade realizada no Brasil contará pontos no Express Entry?

Sim. “A faculdade no Brasil é a base da pontuação. De acordo com Celina, o perfil ideal para o Express Entry é:

  • Jovem – até 30 anos você pontua o máximo com relação à idade.
  • Alta escolaridade – Uma graduação de no mínimo três anos com uma pós-graduação de pelo menos um ano e 360 horas.
  • Alta proficiência no Inglês – “Existe uma diferença muito grande entre quem tem um CLB 9 – que é 8 no listening e 7 nas outras habilidades – para quem tem um CLB 7 – que seria nota 6 por cada habilidade”, explicou Celina.
  • Só é preciso tomar cuidado na hora que você for tentar se encaixar nos programas das província, pois a grande maioria delas exige que você tenha pelo menos um bacharelado de quatro anos ou mais”, falou Celina.
  • Experiência de trabalho – 3 anos ou mais. “Quem tem 3 anos ou trinta anos de experiência pontua da mesma forma”.

7) O que preciso fazer para montar o meu perfil no Express Entry?

  • De acordo com Celina, existem alguns passos a serem seguidos. São eles:
  • Enquadrar-se dentro de um dos três programas citados na questão 1;
    Se a pessoa for aplicar pelo Federal Skilled Worker, ela precisará apresentar:
    – Prova de proficiência no idioma (Inglês ou Francês)
    – Equivalência dos diplomas
    – Um ano de experiência full-time no NOC 0, A ou B
    – Comprovação financeira para quem não tem o LMIA ou não completou 12 meses de trabalho no Canadá.

8) Devemos fazer o IELTS antes da aplicação para imigrar ou para estudar?

  • Imigração: Sim. É preciso ter o IELTS em mãos antes de aplicar.
  • Estudo: Não necessariamente. Existem outras opções para quem ainda não tem um inglês pronto para o IELTS. Entre em contato com a 3RA.

9) Já tenho um inglês bom. Seria interessante estudar francês também?

Sim. “Se você consegue atingir o CLB 9 no inglês, seria interessante chegar aos 50% de francês. Isso vai lhe ajudar a pontuar. Inclusive na Província de Ontario existe uma janela de possibilidades para quem tem um francês CLB 7”, comentou Celina.

10) Há alguma diferença de pontuação no Express Entry entre união estável ou casamento?

“Não há diferença. Porém é importante lembrar que a certidão de união estável no Brasil não é válida no Canadá. O que existe aqui é um formulário que você precisa anexar provas de que vocês moram juntos por pelo menos 12 meses consecutivos. São 12 contas indo para o mesmo endereço para provar isso”, explicou Celina.