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Cinco dicas para não passar aperto (e não pagar mico) nos primeiros dias em Dublin

Quando chegamos em outro país, às vezes demora um pouquinho para nos ambientarmos e sabermos de fato quais as melhores opções que o lugar oferece. Mas é preciso ter calma! Isso é muito comum para qualquer ser humano. Ainda bem que existe a tecnologia e podemos conferir o que as pessoas estão fazendo pelo mundo e traçar nossos caminhos baseados em experiências que deram certo =).

Por isso nós da 3RA preparamos um artigo especialmente para você que está planejando sua viagem para Dublin, Assim você irá chegar munido de algumas informações super importantes para este primeiro momento.

Confira o que reservamos no texto abaixo:

1 – Como sair do aeroporto com transporte público

Uma das dúvidas mais frequentes entre as pessoas que aterrissam em um país diferente é: como vou sair do aeroporto por meio de transporte público? Uma opção bastante econômica em Dublin é o ônibus comum. Você pode optar entre duas linhas – o número 16 (que passa na O’Connell Street) e o 41 (que passa na Lower Abbey Street). Por apenas €3,30 você faz seu trajeto tranquilamente, já que há espaço para você colocar suas malas junto dos passageiros.

Vá com dinheiro certinho e em moedas, pois eles não devolvem troco e não permitem notas altas. Em caso de trocos para quantidades pequenas, eles te darão um papel para trocar o dinheiro no escritório do Dublin Bus, no centro.

2 – Preciso de internet o mais rápido possível!

Sim, nós te entendemos! Na era da tecnologia, a internet no celular chega a ser primordial em nossa vida, seja para dar um alô para a família e dizer que chegou bem, ou até postar aquela foto que inaugura sua estadia na Ilha Esmeralda. No primeiro momento você pode usar a internet do aeroporto de Dublin, mas e depois? A boa notícia é que a Irlanda conta com algumas operadoras de celular que oferecem planos acessíveis para quem acabou de desembarcar no país. Todas as lojas estão praticamente na Henry Street, que fica localizada no centro da cidade e bem próxima à famosa escultura The Spire.

3 – Não se perca nas ruas de Dublin

Falando em Spire, este é o local de encontro para quem quer se localizar nos primeiros dias em Dublin. A escultura, situada na O’Connell Street, coração de Dublin, possui 120 metros de altura com três metros de diâmetro em sua base, o qual vai estreitando até chegar aos 15 centímetros no ponto mais alto. De longe, você consegue enxergá-lo e se você perguntar para qualquer pessoa na rua, certamente ela saberá te direcionar até lá. O local tem uma atmosfera diferente, pois combina uma série de prédios clássicos e históricos, o que dá um tom bem peculiar para encontros entre amigos.

4 – Deixe uma blusa quentinha e um guarda-chuvas na bolsa de mão

Independente da época do ano que você vai desembarcar em Dublin, é fundamental que tenha uma blusa mais quentinha em mãos para não passar aperto. Aqui é assim: você acorda e olha pela janela aquele solzão. Vai tomar banho todo feliz já pensando na roupa que vai usar. Quando sai, o tempo já está meio nublado e ventando.. Então, se você checou a temperatura dos primeiros dias de Dublin, certamente ela vai mudar (rs).

Outro ponto importante a considerar é a chuva. Às vezes, o guarda-chuva não será o suficiente, então se você tiver um casaco impermeável será bem-vindo, porque venta muito! No verão (entre junho e agosto), outono (setembro a novembro) e inverno (dezembro a fevereiro) o clima é chuvoso. A época do ano mais ensolarada e com temperaturas frescas é a primavera (março a maio).

5 – Costumes curiosos

A primeira coisa que nós, brasileiros, achamos bem diferente em países na Europa é a capacidade de cumprimentar e agradecer por tudo. E por aqui não é diferente. Desde uma pessoa na rua que deixou você atravessar na frente ao motorista do ônibus que parou no ponto, os tradicionais“Hello” (olá, em inglês) e o “Thank you” (obrigada, em inglês) são muito utilizados.

Outra coisa muito bacana dos irlandeses é que eles te dão troco em moedas caso você precise pagar o ônibus. É só fazer uma compra de qualquer valor no seu cartão e pedir o “cashback”, ou seja, a pessoa do caixa vai passar uma quantia superior no cartão e devolver aquela diferença em moedas.

Não se preocupe se você não tem a roupa da moda ou acha que não está “apropriado” para sair. Aqui na Irlanda as pessoas não ligam para isso, sério! Se você sair de pijama, saia, short ou cabelo para cima, ninguém vai te julgar. Portanto, a dica é: não faça cara de desaprovação quando encontrar algum irlandês com uma roupa diferente ou penteado alternativo pela rua.

Vancouver oferece transporte público exclusivo para portadores de necessidades especiais

Vancouver é uma cidade onde as políticas de acessibilidade são realmente levadas a sério. Pessoas com deficiência física, visual ou idosos que precisam de andadores para se locomover, conseguem andar tranquilamente por toda parte. As ruas (TODAS) contam com calçadas adaptadas, os semáforos emitem sons sinalizando quando estão abertos, e o transporte público também está preparado para atender esse público, os veículos são 100% adaptados e as estações de metrô contam com elevadores exclusivos. 

Para pessoas com problemas cognitivos ou físicos mais severos, e por esse motivo não conseguem usar o transporte público convencional,  a cidade disponibiliza um veículo especial para essas pessoas, conhecido como HandyDart. O motorista do HandDart busca o passageiro em casa e o deixa no local de destino previamente definido quando o serviço foi agendado.

Esse serviço está disponível 18 horas por dia, e mais de 300 ônibus especiais fazem parte da frota. Além disso, o motorista é um profissional preparado para ajudar o passageiro a entrar no ônibus assim como atender alguma emergência que ocorram inesperadamente no trajeto.  E tem mais,  o usuário que cadastrar seu animalzinho pode levar ele também durante a viagem.

Para agendar essa opção de transporte público a pessoa pode ligar, usar o correio ou ir até o escritório do Translink, empresa pública que opera e administra o transporte público da cidade. A reserva do serviço será feita após o passageiro, ou responsável,preencher uma ficha solicitando o HandyDarrt.

O agendamento pode ser para destinos que o passageiro vai frequentemente, como médico por exemplo, ou para destino esporádicos. Porém, os usuários precisam fazer essa solicitação com antecedência, a empresa pede de 1 a 7 dias antes. O valor da passagem é a mesma do transporte público regular, CAD $2,75 o ticket individual, CAD $21,00 a cartela com 10 passes, e CAD $91,00 o passe livre para o mês todo.  Para saber mais sobre esse serviço clique aqui.

Conheça mais sobre o SeaBus

Para ligar Vancouver à costa norte da região metropolitana existe uma balsa, mais conhecida como SeaBus. Diariamente o meio de transporte faz a conexão entre os passageiros que estão na estação Waterfront, no centro, com Lonsdale Quay, em Norte Vancouver. Com capacidade para 400 passageiros a balsa opera em intervalos de 15 minutos durante o dia e 30 minutos a noite. O trajeto demora 12  minutos e é super seguro, sendo o SeaBus todo fechado e climatizado.

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Dentro do Seabus.

Quando chegam na estação Waterfront os passageiros têm acesso aos ônibus que cruzam o centro de Vancouver, o West Coast Express e o skytrain, que opera nessa mesma estação. Já em Lonsdale Quay as pessoas se conectam  com várias linhas de ônibus que abastecem toda a região norte. O preço para fazer a travessia é de CAD $4.20, porque está saindo para zona 1 da cidade para zona 2. Porém nos finais de semana e nos dias de semana depois das 18h30 é cobrado o valor só de zona 1 (CAD $2.95).

O sistema de transporte público é administrado pela empresa Translink. No site deles é possivel ver os horários de saída e chegada das balsas além de programar o melhor trajeto de acordo com seu lugar de origem e destino. 

Como é o transporte público em Vancouver

Vancouver é uma cidade onde o transporte público funciona muito bem. Toda a cidade e região metropolitana recebem uma cobertura excelente, com número generoso de linhas e veículos responsáveis pelo transporte da população. Sem contar a condição dos veículos, a maioria da frota é nova, mas os modelos mais antigos são altamente conservados, todos sempre limpos e sem vandalismo. O sistema é administrado pelo órgão do governo chamado Translink, e conta com ônibus, metrô, trem e balsa.Balsa que atravessa passageiros do centro da cidade para Norte Vancouver e vice-versa. Também conhecido como Seabus

O transporte se diferencia muito do brasileiro. Não só pelos pontos já levantados, mas pela também pela organização e rigidez com que seguem os horários estipulados. Com rede avançada de informação, turistas e moradores de Vancouver podem checar os horários on-line pelo site: www.translink.ca ou no caso da rede de ônibus por mensagem de texto. Você envia mensagem para o número 33333 e no campo para escrever o texto você digita o número do ponto de ônibus. Pronto, em menos de um minuto você terá a programação dos próximos veículos que vão passar naquele ponto e em qual horário. Também existem aplicativos de celular que mostram ao vivo onde os ônibus estão, como o Radar e ezRide Vancouver.

Questão que também merece destaque é acessibilidade dos meios de transporte. Todos os veículos, ônibus, metrô e balsa, estão adaptados para idosos ou quem tem alguma deficiência, seja de mobilidade ou visual. Os veículos também estão aptos a acomodar bicicletas.

Metrô de Vancouver também conhecido como Skytrain, por não ser 100% debaixo da terra.

Valores do bilhete – Aplicáveis para metrô, trem e balsa

Vancouver e região metropolitana são divididas em três zonas, o preço do bilhete para usar o transporte público vai depender da zona de destino de cada passageiro (Com exceção dos ônibus, que contam com a mesma tarifa para todas as regiões – Veja mais detalhes abaixo). Vancouver está na zona 1. Burnaby, New WestMinster, Richmond e Norte Vancouver na zona 2. Já Surrey, Langley e White Rock estão na zona 3. Os valores em dólar canadense são: Zona 1 (3), Zona 2 (4.25), Zona 3 (5.75). Nos finais de semana e dias de semana após 18:30 todo mundo paga apenas o valor de 1 zona por bilhete.

Entenda esse mapeamento: se você sair do centro da cidade(zona 1) para Surrey (zona 3), por exemplo, vai pagar o ticket relativo a zona 3 (5.75), mas se você estiver na região de Surrey (zona 3)e for usar o transporte para se locomover dentro da mesma região (Surrey, Langley e White Rock – tudo zona 3), o valor a ser pago é de 1 zona (3).

Existe também a opção de comprar o passe mensal e usá-lo quantas vezes quiser no mês vigente. Para quem usa muito o transporte público, essa é a melhor opção. O passe mensal custa: CAD 98,00 – zona 1; CAD 131,00 – zona 2; CAD 177,00 – zona 3. Crianças de 5 a 13 anos, estudantes entre 14 e 19 anos e idosos acima de 65 recebem preços especiais na compra dos bilhetes ou do passe mensal. Crianças com menos de 5 anos estando acompanhadas não pagam.

Valor do ônibus

Desde  o dia 5 de outubro de 2015, todas as regiões são tarifadas como zona 1 (3) – valor normal –  e $1.95 para criança, idosos e cadeirantes. A lei engloba todos os tipos de ônibus:  regular, express, community shuttles e HandyDart services. Já os outros meios de transporte (como o skytrain e o Seabus) continuam com a mesma tarifação, divididos em três diferente zonas.

Cubic Farebox on Translink bus

Máquina para receber bilhetes ou moedas na entrada dos ônibus.

Compra e validade do bilhete
Para comprar bilhetes individuais a melhor opção são as máquinas encontradas em todas as estações, elas aceitam moedas, cartão de débito ou crédito e notas no valor máximo de 20 dólares. Assim que você realizar o pagamento, será emitido um bilhete, que tem o nome de “Compass Card”. Você precisará passar este cartão na entrada e na saída do SkyTrain e SeaBus e, no caso dos ônibus, apenas uma vez na entrada.  Depois de usado uma vez esse mesmo bilhete vale ainda por 90 minutos. Durante esse tempo você pode reutilizar o mesmo ticket em qualquer uma das opções de transporte público.

Os ônibus também aceitam pagamento na hora, mas só em moeda e não dão troco. Outro fato importante é que, diferente do cartão adquirido nas máquinas, o bilhete comprado no ônibus não pode ser usado nos outros meios de transporte.

 

Via: vancouver.ca e translink.ca